Questões de Concurso Sobre educação física
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I. O que se convencionou a chamar, dentro do Futebol, de “Camisa 10”, é o jogador com características ofensivo-goleadoras que, por isso mesmo, posiciona-se de modo fixo dentro da área do adversário.
II. Dentro das posições mais modernas na organização do futebol, os volantes podem ser considerados meiocampistas que jogam, essencialmente, na defesa.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Quando se analisa as atividades físicas de base adaptativa, é fundamental levar em conta a dificuldade de sua realização para os indivíduos que não apresentam dificuldade motora ou cognitiva.
II. Em termos de inclusão, especialmente quando se tem em mente uma dimensão integrativa nas interações dentro das atividades físicas, as pessoas com alguma dificuldade motora precisam estar separadas dos demais grupos.
Marque a alternativa CORRETA:
I. O estágio cognitivo, nas atividades de desenvolvimento motor, é o momento de experimentação e interiorização de regras que são fundamentais para a realização das atividades físicas
II. O estágio cognitivo, nas atividades de desenvolvimento motor, é o momento de experimentação e externalização de regras que são fundamentais para a realização das atividades físicas.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Com relação aos sintomas que fazem parte do diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista, a motricidade não apresenta alterações, já a psicomotricidade pode ser comprometida.
II. A motricidade, enquanto dimensão motora dos movimentos humanos, e a psicomotricidade, relacionada ao ato de pensar e agir, interagem e carregam alterações, quando falamos do diagnóstico de pessoas com Transtorno do Espectro Autista
Marque a alternativa CORRETA:
A ideia defendida e disseminada (e falsa) é a de que para termos uma população ativa esportiva e fisicamente precisamos de heróis esportivos que atuariam como exemplos, análoga à ideia de que para construirmos bons carros de passeio precisamos desenvolver carros de fórmula um.
BRACHT, Valter. Sociologia crítica do esporte: uma introdução/ 3.ed. — Ijuí: Ed. Unijuí, 2005.
O fator preponderante criticado pelo autor neste trecho refere-se
As intenções da modernidade sobre o corpo humano podem ser traduzidas por duas vias. A primeira é a via de suspeita e da eliminação devido ao seu baixo rendimento informativo, sua fragilidade, gravidade e falta de resistência. Visão moderna e laicizada da ensomatose, o corpo é a parte maldita da condição humana, cuja técnica e a ciência buscam remodelar, refazer, “imaterializar”, na tentativa de libertar o homem de seu difícil enraizamento de carne. A segunda via, contraditoriamente, é a via da salvação pelo corpo por meio da exaltação de seu sentimento, a modelagem da sua aparência, a busca da sedução, a obsessão pela forma e bem-estar, a preocupação com a juventude. O corpo é o objeto privilegiado de um mercado desenvolvido nos últimos anos em torno dos cosméticos, da estética, das salas de ginástica, dos tratamentos de emagrecimento, da manutenção da forma, da busca do bem-estar ou do desenvolvimento das terapias corporais.
SANTOS, Renata Ferreira dos; GUTIERREZ, Gustavo Luis; ROBLE, Odilon José. Dança para pessoas com deficiência: um possível elemento de transformação pessoal e social. Revista Brasileira de Ciências do Esporte. Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte. Elsevier Editora, v. 41, set. 2019, p, 273.
Sobre a perspectiva da dança para pessoas com necessidades educativas específicas, os autores apontam duas cosmovisões do corpo e sua perfomance/aparência social que estão constituídas como parâmetros divergentes a partir, respectivamente:
Negar o conhecimento escolar sobre a cultura corporal é, portanto, um processo brutal de desumanização. É não reconhecer uma necessidade ontológica dos seres humanos. A necessidade de, pelo conhecimento clássico, pelas atividades guias, elevar a capacidade teórica, desenvolver, portanto a sua personalidade, sendo capaz de entender como nos tornamos seres humanos e quais as possibilidades do vir-a-ser onde prevaleçam os sentidos lúdicos, éticos e estéticos humanizantes dos elementos que compõe a cultura corporal […].
TAFFAREL, Celi Zulke. Pedagogia histórico-crítica e metodologia de ensino crítico-superadora da educação física: nexos e determinações. Nuances: Estudos sobre Educação, Presidente Prudente-SP, v. 27, n. 1, p. 5-23, jan./abr. 2016. p. 20.
Os apontamentos trazidos pela autora expressam uma síntese crítica antagônica a um modelo de práxis educativa na educação física advinda da
O desafio em ensinar sobre saúde na escola também está na compreensão de que ela se constitui como um “tema” e não como uma prática corporal. Entretanto, é um tema bastante privilegiado, pois está historicamente vinculado à Educação Física e, evidentemente, faz parte do cotidiano das vidas das pessoas. Isto favorece as necessárias reflexões sobre como a prática ou cultura corporal carregam em si contradições presentes em temas sociais mais amplos. Até que todas as pessoas possam exercer o direito à saúde e conquistem a possibilidade de, por exemplo, correr com autonomia, desafios como estes devem impulsionar a prática pedagógica nas escolas. Assim, tematizar a saúde nas aulas de Educação Física requer ter clareza das divergências entre conceitos e ter no horizonte a luta pela democracia […].
ANTUNES, Priscilla de Cesaro; FURTADO, Roberto Pereira. Para pensar a saúde na Educação Física escolar: a linha de chegada é a mesma da largada? In: COSTA, Jonatas Maia da (Org). O tema da saúde na educação física escolar: propostas pedagógicas (críticas) a partir da Saúde Coletiva– Palmas: EDUFT, 2021. p. 28.
Os autores, ao desenvolverem as suas postulações neste trecho, consideram e indicam como proposta no espaço pedagógico a ampliação paradigmática