Questões de Concurso
Sobre didática e prática de ensino na educação física em educação física
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I. A principal característica do método analíticosintético é a série de jogos, entendida como uma organização racional e metodológica das formas de jogo no processo de ensino-aprendizagemtreinamento dos esportes coletivos. Na série de jogos, a ênfase não está na aprendizagem das habilidades motoras, e sim na construção e ampliação de conhecimentos específicos de jogo, planos de ação e relações sociais. II. A forma metodológica mais importante do método analítico-sintético é a série de exercícios, em que uma sequência estruturada de exercício é proposta ao aluno tendo como objetivo desenvolver separadamente cada um dos elementos do jogo. Os elementos isolados do jogo formal são utilizados como referência para seleção dos exercícios (conteúdos de ensino). III. O método analítico-sintético considera um absurdo querer dividir metodicamente um jogo esportivo, porque com essa divisão o todo deixaria de existir. Consequentemente, a abordagem de ensino pautada nesse método tem como princípio básico confrontar os aprendizes com as exigências que estão presentes no próprio jogo formal. O papel do professor é formar duas equipes homogêneas e, com poucas instruções prévias, iniciar sem demora o jogo em si.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
Estão corretas as diretrizes:
Ao aprender uma habilidade motora, o ser humano passa por etapas diferentes, com características também diferentes. O professor de Educação Física precisa conhecer e saber identificar essas fases, pois atua diretamente com elas, principalmente na iniciação esportiva, nos primeiros contatos dos alunos com a Educação Física escolar. A esse respeito, relacione a coluna II de acordo com a coluna I, associando as fases da aprendizagem motora à sua respectiva caracterização.
COLUNA I
1. Fase cognitiva
2. Fase associativa
3. Fase autônoma
COLUNA II
( ) Os erros são em menor número e tendem a ocorrer nos detalhes das habilidades. A variabilidade diminui, e o aluno já possui a capacidade de detectar e identificar alguns de seus próprios erros.
( ) Fase marcada por um grande número de erros grosseiros. O desempenho é altamente variável, e o aluno não sabe o que fazer para haver melhoria.
( ) O aluno já consegue realizar a habilidade sem grande demanda de atenção, sendo possível realizar outra tarefa simultânea, e, além disso, já pode detectar e corrigir os próprios erros.
Assinale a sequência correta.
COLUNA I 1. Aprender a conhecer. 2. Aprender a fazer. 3. Aprender a conviver. 4. Aprender a ser.
COLUNA II ( ) Competências cognitivas ( ) Competências produtivas ( ) Competências relacionais ( ) Competências pessoais
Assinale a sequência correta.
Considerando o quadro acima, estão corretos os itens
O corpo ali exibido em movimento constante despertava o riso, o temor e, sobretudo, a liberdade. Havia uma inteireza lúdica na gestualidade de cada personagem: o anão, o palhaço, o acrobata, a bailarina. Esta inteireza não cabia na sociedade cindida, fundada e erigida pelo pensamento burguês. A atividade física fora do mundo do trabalho deveria ser útil ao trabalho. A atividade livre e lúdica, encantatória do acrobata devia ser redesenhada no imaginário popular. Em seu lugar e a partir daquele universo gestual, nasceriam as ‘séries de exercícios físicos’, pensados, exclusivamente, a partir de grupos musculares e de funções orgânicas, a serem aplicados com finalidades específicas, úteis, e não como mero entretenimento. (SOARES, Carmen Lúcia. Imagens da educação no corpo: estudo a partir da ginástica francesa do século XIX. Campinas: Autores Associados, 2002).
Considere as afirmativas abaixo, a partir do excerto. I. Visto com os olhos da Modernidade, o circo representa uma total ausência de utilidade. II. A ressignificação das práticas circenses em exercícios físicos recorreram aos conhecimentos científicos sobre o corpo. III. As práticas circenses eram desregradas, brincalhonas e sem sentido prático, uma ofensa à racionalidade científica que buscava moldar a racionalidade.
Está correto o que se afirma em
Figuram dentre as principais críticas a essa proposta as assertivas abaixo, EXCETO:
Como o de costume, na reunião com os familiares, me apresentei e expliquei um pouco sobre o trabalho que realizaríamos nas aulas de educação física durante aquele semestre. Ao terminar a minha apresentação logo uma mãe levantou a mão e perguntou: “Não vai ter esse negócio de funk aqui na escola, não é professora?” E eu respondi que o ritmo funk é uma forma de expressão de um grupo social que merece ser abordado na escola sim, e ainda afirmei que existe um grupo que constrói essa manifestação da cultura corporal que ajuda a compor a diversidade cultural brasileira. Dessa forma, a inclusão das possibilidades de dançar o funk acrescentaria aos nossos estudos a possibilidade de conhecimento da diversidade cultural brasileira. Como o objetivo do trabalho não era aprofundar o estudo sobre o funk, expliquei um pouco aos pais sobre as diferenças existentes dentro desse ritmo, e que nós estudaríamos naquele momento seria uma vertente chama Funk Comedi, no qual as letras das músicas são apenas brincadeiras e que não trazem palavrões, apelo sexual ou referência ao tráfico ou uso de drogas. Ao final da reunião, algumas mães da mesma sala me procuraram para dizer que eu estava certa, pois o ritmo funk está em toda a parte da sociedade e não há como fingirmos que ele não existe. Acredito que as falas dessas mães legitimaram um pouco mais o meu trabalho, e me ajudaram no discurso para enfrentar as posições contrárias a presença desse ritmo que vinham de dentro da própria escola. (JCJM, 2013)
Na aula seguinte, fomos à quadra vivenciar a ginástica rítmica − GR. Combinamos, inicialmente, que a vivência dos gestos seria de acordo com que cada aluno e aluna achasse melhor. Apresentei, de maneira bem breve, os aparelhos: corda, maça, bola, arco e fita. Assim, trabalharam em duplas, trios, grandes grupos e individualmente. A escola dispunha de corda, bambolê e bola. A fita foi confeccionada por mim com fita de cetim e palitos de churrasco e a maça foi substituída por pinos de boliche de plástico. (...) Visando à ressignificação dos saberes concernentes à GR, propus que a turma assistisse a um vídeo que contrapôs a ideia de que a GR seria uma prática exclusivamente feminina, conforme apontado pelo Comitê Olímpico Internacional. O vídeo mostrava uma GR praticada por homens com outros tipos de materiais. Minha intenção com essa atividade foi desestabilizar as representações e significações que reforçavam a GR como território exclusivamente feminino. Durante o vídeo, um aluno percebeu que os gestos daquela GR masculina lembravam gestos característicos das artes marciais. Então, discutimos sobre as gestualidades “impressas” nos corpos das pessoas em que a GR feminina é caracterizada por movimentos “leves, sincronizados e delicados” e a GR masculina é caracterizada por movimentos “precisos, fortes e incisivos”. (JLOJ, 2016)
A partir dos fragmentos, extraídos de relatos de experiência elaborados por professores, é INCORRETO afirmar:
(SCHNEIDER, Omar; LOCATELLI, Andrea Brandão. Educação Física, educação e escolarização. Vitória: UFES-NEAD, 2013)
O fragmento acima é uma clara alusão ao contexto em que
A estratégia de ensino adotada pela professora Valéria é denominada, por Hildebrandt-Stramann (2003), de aulas