Questões de Concurso Sobre direito do trabalho
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Leia o texto para responder às questões de 34 a 37.
João trabalha em uma das lojas da EBAL, localizada em Brotas, e foi convidado pela direção da empresa para participar da inauguração da mais nova loja, que aconteceu no dia 10.02.2010, ás 8 (oito) horas, na cidade de Simões Filho. Saiu de sua residência, em seu próprio veículo, na direção de Simões Filho. No caminho, colidiu com outro veículo, fraturou a perna esquerda, foi encaminhado para o INSS e retornou de alta após 90 dias de afastamento.
Seu contrato de trabalho na empresa, após o retorno da Previdência Social, será garantido por
André completou, em dezembro de 2009, o período de 12 meses de contratação por uma empresa e pretende gozar férias. Todavia teve 24 dias de faltas injustificadas no período aquisitivo.
A partir dessa situação hipotética, julgue o item que se seque.
Caso André tenha adquirido os 30 dias de férias, poderá
gozá-las fracionadamente em dois períodos de, no mínimo,
10 dias para o menor período de fracionamento.
André completou, em dezembro de 2009, o período de 12 meses de contratação por uma empresa e pretende gozar férias. Todavia teve 24 dias de faltas injustificadas no período aquisitivo.
A partir dessa situação hipotética, julgue o item que se seque.
André poderá, caso tenha no mínimo 21 dias de férias para
gozar, converter 10 dias de férias em pagamento em dinheiro,
devendo, para tanto, requerer o pagamento 15 dias antes do
término do período aquisitivo.
André completou, em dezembro de 2009, o período de 12 meses de contratação por uma empresa e pretende gozar férias. Todavia teve 24 dias de faltas injustificadas no período aquisitivo.
A partir dessa situação hipotética, julgue o item que se seque.
Caberá a André escolher o período que lhe aprouver para gozar
as suas férias, pois já completou o período aquisitivo, sendo
vedado à empresa impor um período.
Jane trabalhou determinado dia em uma empresa pública das 22 h às 7 h, com intervalo intrajornada nesse período de uma hora, e gozou seu repouso semanal remunerado na sexta-feira.
Considerando essa situação hipotética, julgue o item seguinte.
Caso Jane tivesse chegado atrasada injustificadamente em
um dia da semana anterior, poderia gozar o seu descanso
semanal, porém sem remuneração.
Jane trabalhou determinado dia em uma empresa pública das 22 h às 7 h, com intervalo intrajornada nesse período de uma hora, e gozou seu repouso semanal remunerado na sexta-feira.
Considerando essa situação hipotética, julgue o item seguinte.
Como Jane gozou seu repouso semanal remunerado em uma
sexta-feira, a empresa sofrerá uma sanção legal, pois,
obrigatoriamente, segundo a CLT, o repouso semanal
remunerado deve ser no domingo.
Jane trabalhou determinado dia em uma empresa pública das 22 h às 7 h, com intervalo intrajornada nesse período de uma hora, e gozou seu repouso semanal remunerado na sexta-feira.
Considerando essa situação hipotética, julgue o item seguinte.
Caso Jane tivesse uma jornada inferior a 6 horas de trabalho,
ela teria, em regra, uma hora de intervalo.
Jane trabalhou determinado dia em uma empresa pública das 22 h às 7 h, com intervalo intrajornada nesse período de uma hora, e gozou seu repouso semanal remunerado na sexta-feira.
Considerando essa situação hipotética, julgue o item seguinte.
A hora de intervalo do período intrajornada de Jane deverá ter
a duração de 60 minutos.
Jane trabalhou determinado dia em uma empresa pública das 22 h às 7 h, com intervalo intrajornada nesse período de uma hora, e gozou seu repouso semanal remunerado na sexta-feira.
Considerando essa situação hipotética, julgue o item seguinte.
Para efeito de remuneração, cada hora trabalhada por Jane terá
a duração de 52 minutos e 30 segundos.
Jane trabalhou determinado dia em uma empresa pública das 22 h às 7 h, com intervalo intrajornada nesse período de uma hora, e gozou seu repouso semanal remunerado na sexta-feira.
Considerando essa situação hipotética, julgue o item seguinte.
Jane receberá a remuneração como jornada noturna até as 5 h.
Segundo entendimento do Tribunal Superior do Trabalho (TST), o prazo de prescrição de três anos previsto no atual diploma civil é aplicável ao pedido de indenização por dano moral e patrimonial decorrente de acidente de trabalho, desde que a data da ciência da lesão/doença tenha ocorrido após a vigência do atual Código Civil, mas antes da vigência da Emenda Constitucional n.º 45/2004.