Questões de Concurso
Sobre cultura e sociedade em sociologia
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Com o dilema apresentado, Otavio Ianni está destacando a
Sobre a cultura, segundo a Lei nº 12.288/2010 — Estatuto da Igualdade Racial, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE.
O Poder Público garantirá o registro e a proteção _________, em todas as suas modalidades, como bem de natureza imaterial e de formação da identidade cultural brasileira.
Os principais teóricos da chamada “Escola de Frankfurt”, Adorno e Horkheimer, retomavam de Marx a dimensão “negativa” (a recusa do capitalismo), porém abandonavam a dimensão “positiva” que estaria na confiança que Marx depositava no movimento operário e em sua missão de edificar a sociedade socialista.
(Leandro Konder, “Cultura e política nos anos críticos”. Em: Daniel Aarão Reis Filho, Jorge Ferreira e Celeste Zenha. O século XX, o tempo das crises: revoluções, fascismos e guerras, 2005.)
Konder explicita que os chamados “frankfurtianos”
(Zygmunt Bauman, 2022. Adaptado)
Na passagem, Zygmunt Bauman problematiza
Segundo aponta Murilo de Carvalho (2017), o simbolismo brasileiro da República no século XIX
(Octavio Ianni, 1994. Adaptado)
Nesse excerto, ao refletir sobre o Brasil moderno, Octavio Ianni aponta que é preciso
(Stuart Hall, 2006. Adaptado)
Conforme Hall, exemplo do deslocamento do sujeito consistiria
Sobre essas argumentações, é correto afirmar que haveria
Como resultado dos processos de globalização, algumas pessoas argumentam que o “hibridismo” e o sincretismo – a fusão entre diferentes tradições culturais – são uma poderosa fonte criativa, produzindo novas formas de cultura, mais apropriada à modernidade tardia que às velhas e contestadas identidades do passado. Outras, entretanto, argumentam que o hibridismo e o sincretismo também têm seus custos e perigos.
(Hall, 2006. Adaptado)
Entre as consequências negativas do hibridismo e do sincretismo cultural, Stuart Hall destaca
No contexto dos processos de globalização cada vez mais acentuados, a medida em que as culturas nacionais se tornam mais expostas a influências externas, é difícil conservar as identidades culturais intactas ou impedir que elas se tornem enfraquecidas através do bombardeamento e da infiltração cultural.
(Hall, 2006. Adaptado)
Como resultado dos fluxos culturais da globalização, Stuart Hall aponta que
No mundo moderno, as culturas nacionais em que nascemos se constituem em uma das principais fontes de identidade cultural. Ao nos definirmos, algumas vezes dizemos que somos ingleses ou galeses ou indianos ou jamaicanos. Obviamente, ao fazermos isso, estamos falando de forma metafórica. Entretanto, nós efetivamente pensamos nelas como se fossem parte de nossa natureza essencial. O filósofo conservador Roger Scruton argumenta que, se o ser humano existe e atua como um ser autônomo, ele o faz somente porque pode primeiro identificar-se a si mesmo como membro de uma sociedade, grupo, classe, estado ou nação.
(Hall, 2006. Adaptado)
Para Stuart Hall, as identidades nacionais
As últimas modas provenientes dos centros culturais dominantes da Europa e Estados Unidos podem ressoar em alguns centros culturais brasileiros como novas verdades que substituem as anteriores. Há alguns para os quais a última novidade europeia ou norte-americana pode representar o novo paradigma para pensar, filosofar, explicar ou criar. O filósofo brasileiro pode imaginar que só na Europa, isto é, em Paris, é que podem encontrar-se os grandes problemas da filosofia. Algo semelhante dirão alguns sociólogos, antropólogos, economistas, historiadores, escritores, ensaístas e outros.
(Ianni, 1994. Adaptado)
Segundo Octavio Ianni, tal vínculo com paradigmas estrangeiros implica que a ideia de um Brasil moderno
Em 1930, o Brasil realizou uma tentativa fundamental, no sentido de entrar no ritmo da história, tornar-se contemporâneo do seu tempo, organizar-se segundo os interesses dos seus setores sociais mais avançados. Tudo o que vinha germinando antes se toma mais explícito e desenvolve-se com a crise e ruptura simbolizadas pela Revolução. O que se encontrava em esboço, apenas intuído, de repente parece clarificar-se.
(Ianni, 1994)
Qual é essa “tentativa fundamental” a que se refere Octávio Ianni?
Na obra intitulada Vida para o consumo, Zigmunt Bauman (2022) apresenta e problematiza a “síndrome cultural consumista”, que ele considera um desvio seminal que congrega diferentes impulsos, intuições, propensões e modos de vida, sendo drasticamente distinta da síndrome cultural que a precedeu, qual seja, a “síndrome cultural produtivista”.
Para Bauman (2022), a “síndrome cultural consumista” caracteriza-se por
Trata-se de uma visão de cultura