Questões de Concurso Sobre teste de recuperabilidade (impairment) em contabilidade geral

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Q2387775 Contabilidade Geral
Uma empresa S/A tem um investimento em um título de dívida emitido por outra empresa. O investimento foi adquirido por R$ 400.000, no final de 2023, e tem uma vida de 3 anos com pagamentos de juros anuais de R$ 40.000 fixos, pagos no final de cada ano. Esse investimento de dívida é classificado como mantido até o vencimento (custo amortizado). Contudo, a empresa emissora do título passou a enfrentar um ambiente econômico difícil e informou aos seus investidores que não poderá efetuar todos os pagamentos de acordo com os termos contratuais. Dessa forma, o contador da empresa S/A preparou a seguinte previsão de fluxo de caixa esperado para a situação.


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Considere o valor presente de R$ 262.962 para os R$ 350.000 com vencimento em 3 anos e o valor presente de R$ 87.040 para os R$ 35.000 de juros anuais durante 3 anos.
Considerando-se as informações apresentadas, a perda por redução, ao valor recuperável em 31 de dezembro de 2023, será de:
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Q2387593 Contabilidade Geral
Qual ativo que, via de regra, deve ter seus valores avaliados por teste de recuperabilidade (impairment)? 
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Q2376486 Contabilidade Geral
Sobre o reconhecimento e mensuração da perda por redução ao valor recuperável do ativo gerador de caixa, existem algumas restrições a serem seguidas. Uma delas se refere a perda por redução ao valor recuperável para unidade geradora de caixa.

Neste caso, só pode ser reconhecida se o valor recuperável da unidade for
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Q2372329 Contabilidade Geral

A questão a seguir refere-se ao texto reproduzido a seguir.


O futuro do trabalho ou o trabalho sem futuro? 


Marcelo Augusto Vieira Graglia  


        Billy Turnbull era um rapaz astuto, nos seus recém-completados 14 anos de vida. Naquela manhã fria de maio de 1831, caminhava pela rua principal de Bedlington em direção à mina que ficava no lado oeste da cidade, próxima à estrada que levava ao norte. Por entre a névoa, Billy já distinguia as pedras da igreja de São Authbert. Cerca de 400 metros abaixo, virou à esquerda, após a casa de Walter Daglass. Três portas acima, havia um arco que levava a um pátio com seis residências e um pomar. As casas eram decrépitas, para dizer o mínimo. O campo de batatas ficava do outro lado da parede dos fundos, seguia por ali para cortar caminho. 

        Naquela manhã fria, quando Billy Turnbull finalmente chegou à entrada da mina, a querela já estava armada. Dezenas de homens, vestidos em seus farrapos e com seus rostos tingidos pelo pó preto do carvão, se aglomeravam em torno da máquina a vapor recém-adquirida pelo Sr. Stephens. Com suas pás e picaretas, amotinados, golpeavam o equipamento que respondia emitindo longos chiados. Em pouco tempo, a máquina parecia morta, imóvel e silenciosa. Assustado, Billy viu Brian Llewellin saindo do meio dos mineiros e vindo em sua direção. Quando o amigo se aproximou, perguntou: O que está havendo, Brian? Ao que este respondeu: Não sou Brian, meu nome é Ned Ludd.


        A história acima foi construída a partir de personagens fictícios, mas baseada em fatos históricos. Ned Ludd era a alcunha utilizada por muitos dos trabalhadores envolvidos em protestos e sabotagens. O ludismo foi um movimento de trabalhadores iniciado na Inglaterra, no início do século 19, que utilizou a destruição de máquinas como forma de pressionar os empregadores contra as condições precárias e contra a mecanização que causava demissões e substituição de funções mais qualificadas por outras de pouca exigência técnica e mais mal remuneradas. 


        No campo do trabalho humano, é histórico o temor pelos efeitos potencialmente destruidores da tecnologia sobre os postos de trabalho, simbolicamente representado pelo movimento ludista. Nesta segunda década do século 21, novamente a emergência de uma nova onda de inovação tecnológica reacende a polêmica com visões diametralmente opostas: de um lado, a daqueles que vislumbram um futuro brilhante, no qual a tecnologia libertaria a humanidade da obrigação do trabalho duro, repetitivo, desestimulante, ao mesmo tempo que elimina doenças, promove a longevidade, o conforto e o deleite com novas possibilidades lúdicas e sensoriais trazidas por artefatos tecnológicos e ambientes digitais; de outro, em posição antagônica, há aqueles que temem as consequências potencialmente nefastas da proliferação da tecnologia de forma intensa por tantos campos sensíveis. Soma-se ainda o risco da desumanização das relações e da interferência voraz de sistemas de inteligência artificial (IA) em campos eminentemente humanos, num cenário de pós-humanismo cibernético.


        O que alimenta esses temores? Embora a automação tenha sido historicamente confinada a tarefas rotineiras envolvendo atividades baseadas em regras explícitas, a IA está entrando rapidamente em domínios dependentes de reconhecimento de padrões e pode substituir os humanos em uma ampla gama de tarefas cognitivas não rotineiras, seja em relação ao trabalho industrial, de serviço ou de conhecimento. Nessa transformação, há aspectos claramente positivos e outros que inspiram maior reflexão.


        Parafraseando a célebre frase narrada por Tucídides, na colossal obra História da Guerra do Peloponeso, quando a delegação da cidade de Corinto se empenhava em convencer os relutantes espartanos a abandonar seu temor em declarar guerra a Atenas: não devemos temer a tecnologia (Atenas), o que devemos temer são a nossa ignorância, a nossa indiferença e a nossa inércia. A ignorância, no sentido de não entendermos ou não buscarmos entender o processo histórico que ora se movimenta; a indiferença, no sentido de não nos sensibilizarmos com os efeitos deletérios possíveis, especialmente sobre grandes parcelas menos protegidas ou desfavorecidas da nossa sociedade, de ignorarmos os riscos; ademais, a inércia, traduzida pelo não agir, enquanto indivíduos, sociedade e governos não se preparam devidamente, não estabelecem estratégias adequadas, não constroem seus diques, seus programas, projetos e políticas públicas robustas e suficientes para enfrentar um mundo em transformação.


    John Maynard Keynes, em Economic possibilities for our grandchildren (1930), argumentava que o aumento da eficiência técnica havia ocorrido de forma mais rápida do que seria possível para lidar com o problema da absorção da força de trabalho. A depressão mundial – consumada com a quebra da Bolsa de Nova York em 1929 e a enorme anomalia do desemprego que se estabeleceu – impedia a clareza de visão necessária para que muitos pudessem captar as tendências que se afiguravam, como a do desemprego estrutural. Para Keynes, isso significava “desemprego devido à nossa descoberta de meios de economizar o uso do trabalho ultrapassando o ritmo em que podemos encontrar novos usos para o trabalho”. O economista previa que, mantidas as taxas de crescimento da produtividade geradas pela incorporação de tecnologias nos processos produtivos, e outras condições, em 100 anos o problema econômico mundial da escassez poderia ser resolvido. Em contrapartida, esse ganho de produtividade se daria, principalmente, pela substituição do trabalho humano; portanto, não seria necessário, no futuro, um contingente tão grande de pessoas trabalhando. Dessa forma, o principal problema econômico seria de distribuição de riqueza, não mais de escassez.


Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/.>. Acesso em: 03 nov. 2023. 


Quando um ativo se desvaloriza com o tempo e se encontra registrado no balanço patrimonial com um valor superior a melhor estimativa dos benefícios futuros que fruirão para a entidade, é possível que o contador proceda à redução de seu valor. Um ativo está desvalorizado quando seu
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Q2364248 Contabilidade Geral
Com relação aos ativos imobilizados, é correto afirmar que o valor estimado que a entidade obteria com a venda do ativo, após deduzir as despesas estimadas de venda, caso o ativo já tivesse a idade e a condição esperadas para o fim de sua vida útil, corresponde ao 
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Q2359409 Contabilidade Geral

Com relação a variações patrimoniais, ativo imobilizado e intangível e redução ao valor recuperável, julgue o item subsecutivo.


A redução ao valor recuperável de um ativo reflete sempre uma diminuição do seu valor registrado na contabilidade, quando o seu valor contábil é maior que o valor recuperável.

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Q2436608 Contabilidade Geral

Considere hipoteticamente que a empresa ABC S.A. atua no setor de manufatura e, em 01/04/2020, adquiriu uma máquina para ser utilizada no processo de produção de mercadorias pelo valor de R$ 400.000,00. Estima-se que a máquina tenha 10 anos de tempo de vida útil e que possa ser vendida, ao final desse período, pelo valor residual de R$ 76.000,00. A empresa utiliza o método das cotas constantes para realizar o registro mensal de depreciação, que ocorre todo dia 30 do mês.


Durante o mês 05/2022, a equipe responsável pelo processo produtivo soube, de seu principal fornecedor, que havia sido lançado no mercado um novo modelo de máquina, cujo principal diferencial em relação à anterior era o nível de eficiência. Em razão disso, o contador da empresa ABC S.A. optou por fazer um teste de impairment deste ativo imobilizado, a fim de verificar qual seria o seu valor recuperável. Estimou-se que o valor justo da máquina seria de R$ 340.000,00, sendo que as despesas adicionais de venda corresponderiam a 5% desse valor, já seu valor de uso seria de R$ 327.000,00. Assim, o valor registrado na conta de ativo imobilizado da empresa ABC S.A., em 31/05/2022, correspondente à máquina mencionada foi de

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Q2323178 Contabilidade Geral
Em 01/01/2019, uma sociedade empresária adquiriu, por R$200.000, uma van para fazer o transporte de seus funcionários. Nesse momento, foi estimado que a van seria utilizada durante 5 anos e vendida por R$50.000, expectativas que foram mantidas durante os anos seguintes, até 2022.
A sociedade empresária realiza teste de redução ao valor recuperável de seus ativos anualmente, em 31/12, de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 01 (R1) - Redução ao Valor Recuperável de Ativos. Através do teste foram estimados, respectivamente, o valor em uso e o valor justo da van nos anos seguintes, do seguinte modo:
• 31/12/2019: R$172.000 e R$168.000
• 31/12/2020:R$135.000 e R$141.000
• 31/12/2021:R$105.000 e R$108.000
Ainda, as despesas de venda em cada ano são estimadas em R$4.000. Em 01/07/2022 a van foi vendida por R$100.000.
O resultado com a venda da van nessa data foi
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Q2301189 Contabilidade Geral
Uma organização possuía em suas demonstrações contábeis de 2021 um Ativo Intangível representado por Marcas e Patentes com vida útil indefinida, registrado pelo valor contábil líquido de R$ 1.200.000,00. A composição do valor contábil líquido era representada pelo custo de aquisição do ativo de R$ 1.500.000,00 e por uma perda por desvalorização de R$ 300.000,00. O teste de recuperabilidade realizado no ano de 2022 apresentou que o Ativo Intangível possuía o valor justo líquido de despesas de venda de R$ 1.100.000,00 e valor em uso de R$ 1.700.000,00. Considerando as informações apresentadas, deve ser reconhecido no resultado de 2022 
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Q2288330 Contabilidade Geral
O custo dos estoques será considerado irrecuperável, no caso de
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Ano: 2023 Banca: IV - UFG Órgão: IF Goiano Prova: IV - UFG - 2023 - IF Goiano - Contador |
Q2254546 Contabilidade Geral
Valor líquido contábil é
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Ano: 2023 Banca: FGV Órgão: SMF-RJ Prova: FGV - 2023 - SMF-RJ - Fiscal de Rendas |
Q2253826 Contabilidade Geral
Certa empresa comprou uma máquina a um custo de R$ 90.000 e estima vida útil de vinte anos sem valor residual. No entanto, durante o décimo primeiro ano, a empresa reestimou que usará a máquina por mais vinte anos.

Nesse período, considerando-se as informações apresentadas e o método linear utilizado, a empresa:
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Q2247920 Contabilidade Geral
Em 20X3, a administração de uma empresa S/A aprovou o plano de substituição de sua frota de caminhões, incluindo o arrendamento de 53 caminhões, seguindo a estratégia de acelerar a substituição de toda a frota por caminhões maiores e de próxima geração, com menor consumo de combustível devido a nova tecnologia do motor, A frota apresenta valor contábil de RS 220 milhões. Essa alteração no uso pretendido dos ativos desencadeou uma revisão de impairment. Como resultado dessa revisão, a empresa identificou um valor justo de RS 200 milhões, um valor em uso de RS 180 milhões e um contrato oneroso de R$ 20 milhões.

A partir das informações apresentadas, a empresa deve:
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Q2247918 Contabilidade Geral
Uma empresa comercial vende pacotes de um produto. O estoque de pacotes está registrado, em 31 de dezembro de 20X3, a um custo de RS 50,00 cada. Durante a auditoria, os auditores observaram que O preço de venda subsequente de cada pacote em 15 de janeiro de 20X4 era de R$ 40,00 cada. Ainda, nesse dia, uma diligência revelou que, durante o levantamento físico do estoque, um vazamento de água danificou parte do estoque. Consequentemente, a empresa gastou um total de R$ 15,00.por pacote para consertar e reaplicar cola roS pacotes.

O valor realizável líquido e a redução (perda) do  estoque equivalem, respectivamente, a:
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Q2238516 Contabilidade Geral
Em 30 de outubro de 2019, uma indústria comprou um equipamento pelo valor de R$ 1.200.000,00 à vista. Adicionalmente, a empresa ainda desembolsou R$ 40.000,00 para transportar o equipamento da sede do vendedor ao local de sua instalação, R$ 100.000,00 com tributos não recuperáveis, R$ 10.000,00 com seguro no transporte e incorreu em gastos com instalação no montante de R$ 45.000,00. Devidamente instalada, a máquina ficou apta para produzir em 1º de janeiro de 2020. O método linear foi adotado para o cálculo da depreciação e a vida útil estimada de 10 anos.
Em 01/01/2021, a administração da indústria apurou os seguintes valores na realização do teste de redução ao valor recuperável (impairment):
• Valor justo líquido de despesas de venda .......................................................... R$ 1.100.000,00; • Valor em uso ....................................................................................................... R$ 1.143.000,00.

Em 31/12/2022, a administração da indústria realizou novo teste de redução ao valor recuperável (impairment) e apurou os seguintes valores:
• Valor justo líquido de despesas de venda ........................................................... R$ 950.000,00; • Valor em uso ..................................................................................................... R$ 1.000.000,00.

Considerando, unicamente, as informações disponibilizadas e, ainda, de acordo com a NBC TG 01 (R4) – Redução ao Valor Recuperável de Ativos e com a NBC TG 27 (R4) – Ativo Imobilizado, é correto afirmar que o valor contábil líquido (deduzido o saldo da depreciação acumulada) desse equipamento, em 31/12/2022, foi de:
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Q2238481 Contabilidade Geral

No encerramento de determinado exercício, uma transportadora possuía os seguintes caminhões:

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Durante o exercício, ocorreram fatores internos e externos indicativos de perdas. Desse modo, foram realizados testes de recuperabilidade, gerando as seguintes informações:


I. O valor de mercado do Caminhão A é de R$ 375.000,00. Para vendê-lo, há gastos de R$ 850,00. O fluxo de caixa gerado por este caminhão, descontado ao valor presente, é R$ 373.100,00;

II. O valor de mercado do Caminhão B é de R$ 316.200,00. Para vendê-lo, há gastos de R$ 500,00. O fluxo de caixa gerado por este caminhão, descontado ao valor presente, é de R$ 316.100,00;

III. O valor de mercado do Caminhão C é de R$ 347.200,00. Para vendê-lo, há gastos de R$ 450,00. O fluxo de caixa gerado por este caminhão, descontado ao valor presente, é de R$ 345.300,00.


Considerando, unicamente, as informações disponibilizadas e a NBC TG 01 (R4) – Redução ao Valor Recuperável de Ativos, o Valor Contábil Líquido de cada caminhão apresentado no Balanço Patrimonial, em seu encerramento, é de:

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Q2237273 Contabilidade Geral
No dia primeiro de janeiro de certo ano, uma prensa industrial com valor inicial reconhecido em R$ 960.000,00 e vida útil estimada em 60 meses foi colocada em atividade. A empresa dona da prensa trabalha com uma estimativa de 10% do valor residual para todos os seus equipamentos industriais. A depreciação é calculada pelo método linear. Vinte e quatro meses após o início da utilização do equipamento, foram percebidos sinais de perda de valor recuperável e uma avaliação foi realizada. O valor realizável em uso foi calculado em R$ 565 mil, e o valor líquido de venda, em R$ 600 mil.
Com base nessa situação hipotética, é correto afirmar que o valor contábil líquido do bem, após eventual ajuste de recuperabilidade, será
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Q2176640 Contabilidade Geral
    Uma unidade de produção industrial apresenta, em dado exercício, valor contábil líquido de R$ 445.000. O valor de mercado dessa unidade é de R$ 480.000, mas sua venda implicaria custos de R$ 45.000. Por outro lado, essa unidade ainda tem capacidade produtiva para mais 750 mil unidades, que serão vendidas por R$ 0,60 a unidade, com custos de venda de 4%.
Em relação às condições apresentadas nessa situação hipotética, assinale a opção correta.
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Q2166934 Contabilidade Geral
No conjunto dos seus itens classificados no Ativo Imobilizado, uma entidade pública tinha dois ativos para os quais houve indicação de possibilidade de redução ao valor recuperável em 31/12/20x2, conforme descrição a seguir.
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Os ativos não têm saldo de reserva de reavaliação nem de perdas acumuladas com redução ao valor recuperável. Na apuração do resultado patrimonial da entidade para o exercício de 20x2, a soma da despesa com redução ao valor recuperável, considerando esses dois ativos, é de:
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Q2166915 Contabilidade Geral
A perda por desvalorização (impairment) de um ágio gerado a partir de uma combinação de negócios deve ser alocada para reduzir o valor contábil dos ativos. Uma dessas regras diz respeito à perda por impairment e estabelece que:
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Respostas
61: A
62: A
63: C
64: B
65: A
66: C
67: B
68: B
69: C
70: B
71: A
72: D
73: C
74: E
75: C
76: B
77: D
78: B
79: A
80: E