Questões de Concurso Sobre teste de recuperabilidade (impairment) em contabilidade geral

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Q3021959 Contabilidade Geral

Julgue o item que se segue, relativo a testes de impairment, critérios de avaliação e mensuração do imobilizado e demonstração dos fluxos de caixa.


A perda decorrente de desvalorização de um ativo por impairment ocorre quando o maior montante entre o valor justo líquido de despesa de venda desse ativo e o seu valor em uso, se for maior que este, apresentar-se inferior ao seu valor contábil. 

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Q2580486 Contabilidade Geral

Uma empresa comercial realizou pesquisas para desenvolvimento de um software que tem potencial de trazer grandes benefícios econômicos. Em 31/01/20X1, o software foi concluído, e a empresa iniciou sua utilização 01/01/20X2, tendo sido gasto R$ 250.000,00 na fase de pesquisas e 750.000,00 na fase de desenvolvimento. Em 31/12/20x2, foi constatado que seu valor justo líquido de despesas de venda era de R$ 550.000,00, e seu valor em uso era de R$ 500.00,00. Considerando que a vida útil desse software é cinco anos, em 31/12/20X2, a empresa registrará em seus demonstrativos contábeis uma perda, por redução ao valor recuperável, no valor de

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Q2567102 Contabilidade Geral

Ao final do exercício de 2023, uma empresa apresentou as seguintes informações referentes a uma máquina:


• Custo de aquisição: R$ 800.000;

• Depreciação acumulada: R$ 100.000;

• Perda por redução ao valor recuperável: R$ 100.000 (exercício de 2022).


De acordo com as normas contábeis, em 31/12/2023, a empresa realizou o teste de redução ao valor recuperável para essa máquina e obteve os seguintes resultados:


• Valor justo líquido: R$ 780.000;

• Valor em uso: R$ 800.000.


Com base nas informações apresentadas, é correto afirmar que 

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Q2557648 Contabilidade Geral
É o preço que seria recebido pela venda de um ativo ou que seria pago pela transferência de um passivo em uma transação ordenada entre participantes do mercado na data de mensuração. Esse conceito descreve: 
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Q2522965 Contabilidade Geral
Em 01/01/2022, uma fábrica de cosméticos adquiriu, por R$180.000, um terreno para a construção de um estacionamento para seus empregados.
Em 31/12/2022, a fábrica realizou o teste de recuperabilidade desse terreno e constatou que seu valor em uso era de R$170.000, enquanto o seu valor justo era de R$190.000. Para vender o terreno, a fábrica deveria incorrer em despesas legais de alienação no valor de R$15.000.
Assinale o valor do terreno no balanço patrimonial da fábrica após o teste de recuperabilidade, conforme a NBC TG 01 – REDUÇÃO AO VALOR RECUPERÁVEL DE ATIVOS.
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Q2522953 Contabilidade Geral
Desreconhecimento é a retirada de parte ou da totalidade de ativo ou passivo reconhecido do balanço patrimonial da entidade. O desreconhecimento normalmente ocorre quando esse item não atende mais à definição de ativo ou passivo, que expirou, foi consumido, recebido, executado ou transferido.

A máquina utilizada para a produção do principal produto de uma determinada entidade deve ser desreconhecida quando 
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Q2515979 Contabilidade Geral
Em 31 de março de 2023, uma empresa S.A. decide vender três ativos que fazem parte de diferentes unidades geradoras de caixa para o mesmo adquirente. As informações a seguir foram fornecidas em 31 de março de 2023.


Imagem associada para resolução da questão



Considerando as informações apresentadas, o analista da CVM identificou uma perda por redução ao valor recuperável de ativos da empresa S.A. no total de:
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Q2492100 Contabilidade Geral
Com relação ao reconhecimento de itens patrimoniais ativos, à sua mensuração inicial e à sua avaliação posterior, julgue o item que se segue. 
As entidades devem realizar, anualmente, testes para verificar se seus ativos imobilizados e intangíveis (estes de vida útil determinada ou não) estão mantendo a perspectiva de geração de benefícios econômicos no mínimo equivalentes ao seu custo contábil. 
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Q2417797 Contabilidade Geral

Considerando aspectos relativos a mensuração de ativos, redução a valor recuperável, provisões e tratamento contábil aplicável aos impostos e contribuições, julgue o seguinte item. 


O valor recuperável de um ativo não gerador de caixa é o menor entre o valor contábil e o seu valor em uso. 

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Q2387775 Contabilidade Geral
Uma empresa S/A tem um investimento em um título de dívida emitido por outra empresa. O investimento foi adquirido por R$ 400.000, no final de 2023, e tem uma vida de 3 anos com pagamentos de juros anuais de R$ 40.000 fixos, pagos no final de cada ano. Esse investimento de dívida é classificado como mantido até o vencimento (custo amortizado). Contudo, a empresa emissora do título passou a enfrentar um ambiente econômico difícil e informou aos seus investidores que não poderá efetuar todos os pagamentos de acordo com os termos contratuais. Dessa forma, o contador da empresa S/A preparou a seguinte previsão de fluxo de caixa esperado para a situação.


Imagem associada para resolução da questão



Considere o valor presente de R$ 262.962 para os R$ 350.000 com vencimento em 3 anos e o valor presente de R$ 87.040 para os R$ 35.000 de juros anuais durante 3 anos.
Considerando-se as informações apresentadas, a perda por redução, ao valor recuperável em 31 de dezembro de 2023, será de:
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Q2387593 Contabilidade Geral
Qual ativo que, via de regra, deve ter seus valores avaliados por teste de recuperabilidade (impairment)? 
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Q2376486 Contabilidade Geral
Sobre o reconhecimento e mensuração da perda por redução ao valor recuperável do ativo gerador de caixa, existem algumas restrições a serem seguidas. Uma delas se refere a perda por redução ao valor recuperável para unidade geradora de caixa.

Neste caso, só pode ser reconhecida se o valor recuperável da unidade for
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Q2372329 Contabilidade Geral

A questão a seguir refere-se ao texto reproduzido a seguir.


O futuro do trabalho ou o trabalho sem futuro? 


Marcelo Augusto Vieira Graglia  


        Billy Turnbull era um rapaz astuto, nos seus recém-completados 14 anos de vida. Naquela manhã fria de maio de 1831, caminhava pela rua principal de Bedlington em direção à mina que ficava no lado oeste da cidade, próxima à estrada que levava ao norte. Por entre a névoa, Billy já distinguia as pedras da igreja de São Authbert. Cerca de 400 metros abaixo, virou à esquerda, após a casa de Walter Daglass. Três portas acima, havia um arco que levava a um pátio com seis residências e um pomar. As casas eram decrépitas, para dizer o mínimo. O campo de batatas ficava do outro lado da parede dos fundos, seguia por ali para cortar caminho. 

        Naquela manhã fria, quando Billy Turnbull finalmente chegou à entrada da mina, a querela já estava armada. Dezenas de homens, vestidos em seus farrapos e com seus rostos tingidos pelo pó preto do carvão, se aglomeravam em torno da máquina a vapor recém-adquirida pelo Sr. Stephens. Com suas pás e picaretas, amotinados, golpeavam o equipamento que respondia emitindo longos chiados. Em pouco tempo, a máquina parecia morta, imóvel e silenciosa. Assustado, Billy viu Brian Llewellin saindo do meio dos mineiros e vindo em sua direção. Quando o amigo se aproximou, perguntou: O que está havendo, Brian? Ao que este respondeu: Não sou Brian, meu nome é Ned Ludd.


        A história acima foi construída a partir de personagens fictícios, mas baseada em fatos históricos. Ned Ludd era a alcunha utilizada por muitos dos trabalhadores envolvidos em protestos e sabotagens. O ludismo foi um movimento de trabalhadores iniciado na Inglaterra, no início do século 19, que utilizou a destruição de máquinas como forma de pressionar os empregadores contra as condições precárias e contra a mecanização que causava demissões e substituição de funções mais qualificadas por outras de pouca exigência técnica e mais mal remuneradas. 


        No campo do trabalho humano, é histórico o temor pelos efeitos potencialmente destruidores da tecnologia sobre os postos de trabalho, simbolicamente representado pelo movimento ludista. Nesta segunda década do século 21, novamente a emergência de uma nova onda de inovação tecnológica reacende a polêmica com visões diametralmente opostas: de um lado, a daqueles que vislumbram um futuro brilhante, no qual a tecnologia libertaria a humanidade da obrigação do trabalho duro, repetitivo, desestimulante, ao mesmo tempo que elimina doenças, promove a longevidade, o conforto e o deleite com novas possibilidades lúdicas e sensoriais trazidas por artefatos tecnológicos e ambientes digitais; de outro, em posição antagônica, há aqueles que temem as consequências potencialmente nefastas da proliferação da tecnologia de forma intensa por tantos campos sensíveis. Soma-se ainda o risco da desumanização das relações e da interferência voraz de sistemas de inteligência artificial (IA) em campos eminentemente humanos, num cenário de pós-humanismo cibernético.


        O que alimenta esses temores? Embora a automação tenha sido historicamente confinada a tarefas rotineiras envolvendo atividades baseadas em regras explícitas, a IA está entrando rapidamente em domínios dependentes de reconhecimento de padrões e pode substituir os humanos em uma ampla gama de tarefas cognitivas não rotineiras, seja em relação ao trabalho industrial, de serviço ou de conhecimento. Nessa transformação, há aspectos claramente positivos e outros que inspiram maior reflexão.


        Parafraseando a célebre frase narrada por Tucídides, na colossal obra História da Guerra do Peloponeso, quando a delegação da cidade de Corinto se empenhava em convencer os relutantes espartanos a abandonar seu temor em declarar guerra a Atenas: não devemos temer a tecnologia (Atenas), o que devemos temer são a nossa ignorância, a nossa indiferença e a nossa inércia. A ignorância, no sentido de não entendermos ou não buscarmos entender o processo histórico que ora se movimenta; a indiferença, no sentido de não nos sensibilizarmos com os efeitos deletérios possíveis, especialmente sobre grandes parcelas menos protegidas ou desfavorecidas da nossa sociedade, de ignorarmos os riscos; ademais, a inércia, traduzida pelo não agir, enquanto indivíduos, sociedade e governos não se preparam devidamente, não estabelecem estratégias adequadas, não constroem seus diques, seus programas, projetos e políticas públicas robustas e suficientes para enfrentar um mundo em transformação.


    John Maynard Keynes, em Economic possibilities for our grandchildren (1930), argumentava que o aumento da eficiência técnica havia ocorrido de forma mais rápida do que seria possível para lidar com o problema da absorção da força de trabalho. A depressão mundial – consumada com a quebra da Bolsa de Nova York em 1929 e a enorme anomalia do desemprego que se estabeleceu – impedia a clareza de visão necessária para que muitos pudessem captar as tendências que se afiguravam, como a do desemprego estrutural. Para Keynes, isso significava “desemprego devido à nossa descoberta de meios de economizar o uso do trabalho ultrapassando o ritmo em que podemos encontrar novos usos para o trabalho”. O economista previa que, mantidas as taxas de crescimento da produtividade geradas pela incorporação de tecnologias nos processos produtivos, e outras condições, em 100 anos o problema econômico mundial da escassez poderia ser resolvido. Em contrapartida, esse ganho de produtividade se daria, principalmente, pela substituição do trabalho humano; portanto, não seria necessário, no futuro, um contingente tão grande de pessoas trabalhando. Dessa forma, o principal problema econômico seria de distribuição de riqueza, não mais de escassez.


Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/.>. Acesso em: 03 nov. 2023. 


Quando um ativo se desvaloriza com o tempo e se encontra registrado no balanço patrimonial com um valor superior a melhor estimativa dos benefícios futuros que fruirão para a entidade, é possível que o contador proceda à redução de seu valor. Um ativo está desvalorizado quando seu
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Q2364248 Contabilidade Geral
Com relação aos ativos imobilizados, é correto afirmar que o valor estimado que a entidade obteria com a venda do ativo, após deduzir as despesas estimadas de venda, caso o ativo já tivesse a idade e a condição esperadas para o fim de sua vida útil, corresponde ao 
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Q2359409 Contabilidade Geral

Com relação a variações patrimoniais, ativo imobilizado e intangível e redução ao valor recuperável, julgue o item subsecutivo.


A redução ao valor recuperável de um ativo reflete sempre uma diminuição do seu valor registrado na contabilidade, quando o seu valor contábil é maior que o valor recuperável.

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Ano: 2023 Banca: UPF Órgão: CODEPAS - RS Prova: UPF - 2023 - CODEPAS - RS - Contador |
Q4102941 Contabilidade Geral
A constituição de uma provisão para perdas em investimentos:
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Q2436608 Contabilidade Geral

Considere hipoteticamente que a empresa ABC S.A. atua no setor de manufatura e, em 01/04/2020, adquiriu uma máquina para ser utilizada no processo de produção de mercadorias pelo valor de R$ 400.000,00. Estima-se que a máquina tenha 10 anos de tempo de vida útil e que possa ser vendida, ao final desse período, pelo valor residual de R$ 76.000,00. A empresa utiliza o método das cotas constantes para realizar o registro mensal de depreciação, que ocorre todo dia 30 do mês.


Durante o mês 05/2022, a equipe responsável pelo processo produtivo soube, de seu principal fornecedor, que havia sido lançado no mercado um novo modelo de máquina, cujo principal diferencial em relação à anterior era o nível de eficiência. Em razão disso, o contador da empresa ABC S.A. optou por fazer um teste de impairment deste ativo imobilizado, a fim de verificar qual seria o seu valor recuperável. Estimou-se que o valor justo da máquina seria de R$ 340.000,00, sendo que as despesas adicionais de venda corresponderiam a 5% desse valor, já seu valor de uso seria de R$ 327.000,00. Assim, o valor registrado na conta de ativo imobilizado da empresa ABC S.A., em 31/05/2022, correspondente à máquina mencionada foi de

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Q2323178 Contabilidade Geral
Em 01/01/2019, uma sociedade empresária adquiriu, por R$200.000, uma van para fazer o transporte de seus funcionários. Nesse momento, foi estimado que a van seria utilizada durante 5 anos e vendida por R$50.000, expectativas que foram mantidas durante os anos seguintes, até 2022.
A sociedade empresária realiza teste de redução ao valor recuperável de seus ativos anualmente, em 31/12, de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 01 (R1) - Redução ao Valor Recuperável de Ativos. Através do teste foram estimados, respectivamente, o valor em uso e o valor justo da van nos anos seguintes, do seguinte modo:
• 31/12/2019: R$172.000 e R$168.000
• 31/12/2020:R$135.000 e R$141.000
• 31/12/2021:R$105.000 e R$108.000
Ainda, as despesas de venda em cada ano são estimadas em R$4.000. Em 01/07/2022 a van foi vendida por R$100.000.
O resultado com a venda da van nessa data foi
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Q2301189 Contabilidade Geral
Uma organização possuía em suas demonstrações contábeis de 2021 um Ativo Intangível representado por Marcas e Patentes com vida útil indefinida, registrado pelo valor contábil líquido de R$ 1.200.000,00. A composição do valor contábil líquido era representada pelo custo de aquisição do ativo de R$ 1.500.000,00 e por uma perda por desvalorização de R$ 300.000,00. O teste de recuperabilidade realizado no ano de 2022 apresentou que o Ativo Intangível possuía o valor justo líquido de despesas de venda de R$ 1.100.000,00 e valor em uso de R$ 1.700.000,00. Considerando as informações apresentadas, deve ser reconhecido no resultado de 2022 
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Q2288330 Contabilidade Geral
O custo dos estoques será considerado irrecuperável, no caso de
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Respostas
41: C
42: B
43: A
44: B
45: B
46: A
47: B
48: E
49: E
50: A
51: A
52: C
53: B
54: A
55: C
56: E
57: B
58: B
59: C
60: B