Questões de Concurso Sobre educação artística
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(Costa, 2004)
Para a autora, ao contrário dos egípcios antigos, é possível ver beleza em um templo, independentemente da crença, apenas por sua
(…) no que diz respeito ao movimento, (…) logrou isolá- -lo, compartimentalizá-lo e desuni-lo. O movimento proposto (…) não flui organicamente, sequencialmente. Pela primeira vez na dança, deu-se atenção intencional ao isolamento das partes do corpo, das articulações, das superfícies. Cada parte do corpo torna-se, também, uma solista, movendo-se em oposições e distintas umas das outras. As ações não seguem uma cadência orgânica previsível e o espaço não é utilizado em função do movimento que se produz.
(Marques, 2012)
No excerto, Marques descreve as características da dança produzida por
O que distingue essencialmente a criação artística das outras modalidades de conhecimento humano é a qualidade de comunicação entre os seres humanos que a obra de arte propicia, por uma utilização particular das formas de linguagem. A corporificação de idéias e sentimentos do artista numa forma apreensível pelos sentidos caracteriza a obra artística como produto da criação humana.
(PCN-Arte, 1997)
Para o documento, o produto criado pelo artista propicia um tipo de comunicação no qual inúmeras formas de significações condensam-se pela combinação de determinados elementos diferentes para cada modalidade artística. No caso das formas plásticas, os elementos são:
Observe a imagem.

A obra Family Walk, de Paul Klee (1930), foi utilizada no
livro de Edmund Feldman, Becoming Human Through
Art. Segundo Barbosa (2012), o autor utiliza um método
que ela denomina comparativo, propondo sempre leituras
de uma ou mais obras justapostas a partir de problemas
visuais propostos nelas. Segundo a autora, essa obra
específica serve ao estudo
Observe a imagem.

Para Costa (2004), “o Romantismo foi o movimento artístico da Europa no final do século XVIII e início do século
XIX que, recusando a racionalidade e o moralismo como
princípios, dedica-se à pesquisa da sensibilidade humana, ao desenvolvimento do imáginário, do fantástico e do
mistério”. Como exemplo dessa produção na pintura brasileira, aponta a obra de
Observe as imagens.

Ao relatar as abordagens realizadas pelos educadores
no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de
São Paulo (MAC-USP), no que diz respeito às leituras
de obras no período de sua gestão, Ana Mae Barbosa
(2012) aborda as diferenças formais em dois nús de autoria de Tarsila do Amaral e Anita Malfatti. São as obras,
respectivamente:
Entender uma obra de arte vem com repetidos encontros à medida que a pessoa amadurece e é capaz de observá-la de diferentes pontos de vista. Esta maturidade perceptiva usualmente começa através de alguma forma de contato com reproduções, mas recebe qualidade e verificação através do contato com originais.
(Robert Saunders, in Barbosa, 2010)
O excerto, citado em Barbosa (2012), caracteriza as premissas apresentadas pela autora