Questões de Concurso Sobre artes visuais
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(Disponível em: https://g1.globo.com/sp/saopaulo/noticia/2022/02/08/semana-de-arte-moderna-onde-ver-ler-eouvir-obras-de-1922.ghtml. Acesso em: 08/02/2022.)
O pintor carioca que retrata figuras populares da cultura brasileira, como as favelas, o samba e o carnaval, foi o responsável por ilustrar as capas do programa do evento e do catálogo da exposição de artes visuais. Além da apresentação de onze telas no hall do Theatro Municipal, sendo uma delas ‘Amigos (Boêmios)’ de 1921, que, atualmente, faz parte do acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo. Trata-se do seguinte pintor:
Fonte (adaptada): https://tarsiladoamaral.com.br
A obra de Tarsila do Amaral que o excerto acima faz referência é denominada:
Coluna 1 - Correntes Artísticas
(1) Surrealismo.
(2) Impressionismo.
(3) Dadaísmo.
(4) Pop Art.
Coluna 2 - Obras
(__) Impressão, nascer do sol (Claude Monet).
(__) A coluna partida (Frida Kahlo).
(__) Roda de bicicleta (Marcel Duchamp).
(__) Moça chorando (Roy Lichtenstein).
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
"As Latas de sopa Campbell (Campbell's Soup Cans), também conhecida como 32 latas de sopa Campbell, é uma obra de arte produzida em 1962 pelo artista norte-americano Andy Warhol. Consiste em 32 quadros, com a pintura de cada uma das variedades da sopa enlatada Campbell que a companhia oferecia naquela época. As pinturas individuais foram realizadas com um processo semi mecanizado de serigrafia".
Fonte (adaptada): www.gravuracontemporanea.com.br
Podemos afirmar que Andy Warhol era filiado a corrente artística denominada:
Discussões à parte, é correto afirmar que:
Sobre a relação das novas tecnologias com a Arte, é correta a afirmativa:
A partir do contexto apresentado, acerca das pesquisas experimentais contemporâneas, afirma-se quanto ao uso de novas tecnologias:
“A Cidade do Halloween, assim como Gotham City, contém vastos complexos de formas recortadas, pontudas, lembrando muito os padrões góticos. Os cenários são repletos de objetos materiais que sofreram uma representação mais emocional. A cidade parece um recorte de filmes como O gabinete do Dr. Caligari e Nosferatu ou paisagens das telas de Münch, Klee, Chagall ou Kandinsky. Os tetos e as chaminés oblíquos e confusos, janelas com arabescos distorcidos, as sombras em desarmonia com os efeitos de luz, são todos elementos constantemente presentes em obras de conteúdo expressionista. Tais características são evidentes nas obras de Burton.
As personagens de O estranho mundo de Jack não fogem desses padrões. Jack Skellington, o protagonista, é feito de ossos e se veste todo de negro, usando uma gravata que imita um morcego. Arranca sua cabeça para citar Shakespeare com naturalidade e facilmente se desfaz de uma costela para entreter o seu estimado cão Zero. A mesmice e a passividade de sua rotina assolam a personagem, deixando-o angustiado e taciturno. Sally, a boneca de trapos, se desmembra com extrema facilidade, ora para escapar de seu criador, o Dr. Finklestein, que levanta habitualmente a parte superior se seu desfigurado crânio para coçar o cérebro, ora para salvar o próprio Papai Noel das garras do hilário Oogie Boogie, um ser totalmente recheado de insetos viscosos. Ao se desmem-brar, Sally costura por sua conta as partes de seu corpo. Essa alusão à obra de Mary Shelly é a grata surpresa do filme, sendo que a personagem não existe no livro. O andar desen-gonçado, o equilíbrio precário, os olhos esbugalhados e a boca toscamente cortada encantam o filme” (ABREU, p.229).
Com seu formato alternativo, o cinema expressionista apresenta como uma característica importante:
Apesar da obra de Frida e Nery serem constantemente associadas à estética surrealista, cada um dos autores trilhou seu próprio caminho. Observando as obras Auto Retrato (1927) e A coluna partida (1944), identifica-se que a aproximação entre a obra de Nery e Frida. Ressalta-se, principalmente, na poética pessoal e intimista dos dois artistas. Nesse sentido, a aproximação à estética surrealista se apresenta:
Fonte: Autorretrato: https://masp.org.br/acervo/obra/autorretrato-rio-paris. Coluna quebrada https://g.co/arts/255EUaYZrtSjna4P8
“Nakoada é parte do conjunto de éticas de guerra Baniwa. Em seu vasto campo de significados, Nakoada seria o estudo e profundo entendimento de outra cultura para exercer a habilidade de capturar conhecimentos não-indígenas e construir narrativas que sejam radicais na continuidade da vida e dos saberes indígenas. “Em outras palavras, uma contra antropofagia ou re-antropofagia”, explica Beatriz Lemos”.
“Os futuristas chamavam-se de “os homens do futuro” e, com isso, prestaram-se à ironia dos jornalistas e dos críticos da época. Eles se consideravam, ainda, como os avant-postes (“postos avançados”) os mais expostos da vanguarda daquele tempo. Paolo Buzzi, em resposta à questão de qual classe preferia ao viajar de trem, disse seriamente: “Eu não viajo nem na primeira, nem na segunda classe. O meu posto é sobre a locomotiva”. Essa resposta parece-nos totalmente significativa da mentalidade dos jovens futuristas. Muitas vezes, os futuristas revelaram uma “inocência original”, a vontade de tudo recomeçar depois de ter-se libertado do passado e, com frequência, encontramos nos manifestos e nas obras futuristas reivindicações de possuir uma espécie de primitivismo elementar, significando a faculdade de poder olhar a realidade com olhos novos, de poder perceber o mundo através de todos os sentidos” (BERGMAN, 2014, p.220).
O mesmo autor esclarece que o termo “futurismo” fora da Itália, “torna-se uma palavra da moda com um sentido bastante vasto – melhor dizendo, a palavra quase se torna destituída de sentido – significando uma atmosfera de juventude e um espírito combativo antitradicionalista em geral”. Por meio dessa interpretação, o grupo de artistas e intelectuais, que no Brasil apoiava as tendências estéticas de vanguarda, recebeu inicialmente a denominação de “futuristas”. “De certo modo, “Futurismo” é a palavra que reúne toda a ideia de modernização de que estava carecendo a cultura nacional naquele momento. Um trecho do primeiro manifesto da estética futurista, de 1909, ajuda a apreender sua elaboração conceitual: “Admirar um velho quadro é verter nossa sensibilidade numa urna funerária, em vez de lançá-la adiante pelos jatos violentos da criação e ação” (NASCIMENTO, 2015, p.381).
A aproximação dos artistas do grupo brasileiro com o ideário futurista pode ser identificada na concepção de renovação da arte brasileira na qual:
I. Kobra sofreu influência, em sua arte, do hip hop, um dos movimentos artísticos do final dos anos 1960, assim como de alguns artistas como Diego Rivera (1886-1957), do brasileiro Di Cavalcanti (1897-1976) e de Jean Michel Basquiat (1960), dentre outros.
II. Kobra sofreu influência, em sua arte, do funk da periferia, um dos movimentos artísticos do final dos anos 1970, assim como de alguns artistas como Duchamp (1887-1968), do brasileiro Cildo Meireles (1948) e do ilustrador e grafiteiro Alex Senna (1983), dentre outros.
III. O que diferencia Kobra dos demais artistas é a sua temática e técnica, bem como ideias vinculadas aos conceitos de tecnologia e a maneira como entrelaça seu trabalho com cenas de diversas culturas, referentes às cidades que recebem suas obras.
IV. O que o diferencia Kobra dos demais artistas é a sua temática e técnica, bem como ideias vinculadas aos conceitos de memória e a maneira como entrelaça seu trabalho com o local, partindo das imagens de cenas do cotidiano das cidades que recebem suas obras.
V. Os murais do artista Eduardo Kobra são produzidos nos espaços urbanos das cidades, em viadutos, túneis, fachadas de prédios privados e públicos, pois o artista considera a cidade e seu espaço urbano como o ateliê e os muros como telas.
Tendo em vista o texto e as assertivas, está correto a alternativa:
Fotografia: Adalberto Rossette (2017). Fonte: https://www.redbull.com/br-pt/street-river Fletcher (2018) organizou uma historiografia apontando vários teóricos e seus pensamentos sobre a arte decolonial na América Latina. Em contrapartida, cita também alguns pesquisadores na Amazônia paraense, apresentando seus argumentos numa perspectiva contra hegemônica. Nesse sentido, a arte na Amazônia, em sintonia com a abordagem decolonial, tem suas manifestações por meio de:
I. Manifestações estéticas em objetos industrializados, como: banquinhos, roda de bicicleta, garrafas de refrigerantes e latas.
II. Manifestações estéticas em objetos com resinas, pigmentos, argila, miriti, entrecascas de árvores, variedades de madeiras e cipós.
III. Manifestações estéticas em oratórios, nas casas, em barcos, em brinquedos, em tronco de árvores, em pedra sabão, mármore e argila.
IV. Manifestações estéticas em oratórios, nas casas, em barcos, em brinquedos, em tronco de árvores.
V. Manifestações estéticas em oratórios, em esculturas em aço, na fachada dos prédios, em vasos de porcelana, em tronco de árvores e em panelas de ferro.
Assinale a alternativa que corresponde às manifestações de arte, na Amazônia paraense, em sintonia com o entendimento de Arte Decolonial: