Questões de Concurso
Sobre arte educação em artes plásticas
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Em relação ao ensino de arte no currículo escolar, legislação e prática, apresentam-se as seguintes proposições:
I. Até aproximadamente fins da década de 1960, existiam pouquíssimos cursos de formação de professores no campo da arte. Assim, professores de quaisquer disciplinas, artistas e pessoas vindas de curso de Belas Artes, Escolas de Artes Dramáticas e Conservatórios poderiam assumir as aulas de Desenho, Desenho Geométrico, Artes Plásticas, Música e Arte Dramática.
II. Em 1971, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a arte é incluída no currículo escolar com o título de Educação Artística, mas é considerada “atividade educativa” e não disciplina, tratando de maneira indefinida o conhecimento.
III. De maneira geral, entre os anos de 1970 e 1980, os antigos professores de Artes Plásticas, Desenho, Música, Artes Industriais, Artes Cênicas e os recém-formados em Educação Artística viam-se responsabilizados por educar alunos (em escola de Ensino Fundamental) em todas as linguagens artísticas, o que configurava a formação do professor polivalente em Arte.
IV. Com a Lei Nº 9.394/96, revogam-se as disposições anteriores e a Arte é considerada obrigatória na educação básica. “O ensino de arte constituirá componente curricular obrigatório nos diversos níveis da Educação Básica de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos”.
V. Segundo a resolução 246/2016, “O ensino de arte só será obrigatório durante a Educação Infantil e o Ensino Fundamental, ficando o Ensino Médio isento dessa responsabilidade”.
Estão corretas, apenas, as proposições:
De acordo com estudos da área, toda escola tem um currículo formal como suporte para sua tarefa político-pedagógica de educar as pessoas de todas as idades. Este currículo formal materializado na grade de ensino é fruto de uma síntese de leis em vigor e seus desdobramentos que regem a educação formal em nosso país.
São exemplos desses documentos os seguintes:
De acordo com a visão de Libâneo, em seu livro Didática (1991), o ensino somente é bem sucedido quando os objetivos do professor coincidem com os objetivos de estudos do aluno e é praticado tendo em vista o desenvolvimento das suas forças intelectuais.
Nesse sentido, para que o processo de ensino-aprendizagem seja efetivado com qualidade na escola, é preciso que o professor
“A proposta inicial foi tecer uma série de debates sobre o Funk, e demais questões que surgiram nesse processo, visando fomentar a futura criação dos documentários. Num primeiro momento houve uma sondagem do que os alunos pensavam sobre o assunto, com o uso de imagens que remetiam ao surgimento do Funk, na cultura norte-americana para disparar tal discussão. Os alunos revelaram um desconhecimento da história do Funk, mas um forte engajamento e interesse nas questões de gênero presentes nas letras das músicas, o que, com isso, tornou-se um foco do projeto nas aulas seguintes.”.
DIAS. Taís Ritter. Documentando o Funk: cultura visual, cinema e gênero no ensino de artes visuais. Anais do XXV CONFAEB. Fortaleza – CE, 2015. Disponível em: <http://confaeb2015.ifce.edu.br/ANAIS/artigos/GT%20Artes%20Visuais/149710.pdf> Acesso: 24 out. de 2016.
Considerando a importância da contextualização e a inserção de temáticas contemporâneas no ensino de artes, a experiência pedagógica apresentada enfatiza que:
“A perspectiva da cultura visual permite, então, incorporar a problemática que esteve fora da esfera da arte na educação. E o faz a partir do questionamento de noções como originalidade, autoria, recepção, representação, intensão do artista, linguagem visual centrada no formal, contexto de produção, de expressão, a criança como artista e, de maneira especial, o relato salvador da educação pela arte. O que introduz a perspectiva da cultura visual, a qual provisoriamente me vinculo – pois não se deve esquecer que não existe uma opção do que é denominado como cultura visual – é a consideração das práticas artísticas como práticas discursivas – culturais – que têm efeitos na maneira de ver e de ver-se.”
HERNÁNDEZ. F. A cultura visual como um convite à deslocalização do olhar e ao reposicionamento do sujeito. p. 43. In: MARTIZ, R.; TOURINHO, I. (org.) Educação da cultura visual: conceitos e contextos. Santa Maria: Ed da UFSM, 2011.
Para HERNÁNDEZ, a cultura visual
“Vivemos a era “inter”. Estamos vivendo um tempo em que a atenção está voltada para a internet, a interculturalidade, a interdisciplinaridade e a integração das artes e dos meios como modos de produção de significados desafiadores de limites, fronteiras e territórios. Entretanto, os arte-educadores têm dificuldades de entender a arte “inter” produzida hoje.”.
BARBOSA, A. M. Interterritorialidade na Arte/Educação e na Arte. p. 23. In: BARBOSA, A. M.; AMARAL, L. (org.). Interterritorialidade: mídias, contextos e educação. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2008.
Ao estabelecer uma relação entre o termo “inter” e arte, BARBOSA enfatiza a dificuldade que
os "arte-educadores" têm de entender a(s)
O professor de Artes Visuais, na 5ª CRE da SME/RJ, após trabalhar os aspectos da arquitetura e a importância de preservação do Patrimônio Cultural, planejou uma visita guiada ao centro da cidade do Rio de Janeiro para mostrar aos alunos: uma igreja de Estilo Pombalino, um projeto arquitetônico de Grandjean de Montigny, uma construção arquitetônica de Estilo Eclético e uma construção que marcou o início da Arquitetura Moderna.
A alternativa que contém os locais em que ele levou seus alunos é:
A professora de Artes Plásticas, na 6ª Coordenadoria Regional de Educação (6ª CRE) da Secretaria Municipal de Educa- ção (SME) do Rio de Janeiro, está preparando uma aula para sua turma de 6º ano cujo tema é o Renascimento. Para atingir o objetivo de leitura imagética e apreciação estética proposto pelas Orientações Curriculares de Artes Visuais, está buscando imagens dos principais artistas deste período: Botticelli, Leonardo da Vinci, Michelângelo e Rafael Sanzio.
A alternativa que ilustra as imagens escolhidas pela professora, nesta ordem apresentada, é: