Questões de Concurso
Sobre gestão de documentos / arquivos corrente e intermediário em arquivologia
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O nível hierárquico da descrição influencia a complexidade da indexação.
Incluídos no grupo das linguagens de indexação pré-coordenada, os tesauros devem ser aplicados preferencialmente aos sistemas automatizados.
A adoção de novas tecnologias, com a adoção de mecanismos modernos, dispensa, em casos específicos, a organização técnica do acervo.
Digitalização é o procedimento a ser adotado antes da eliminação de qualquer processo com trânsito em julgado.
Os documentos arquivísticos acumulados pelo Poder Judiciário federal devem ser recolhidos ao Arquivo Nacional, por serem documentos federais.
Os sistemas informatizados de gestão de documentos e processos administrativos e judiciais constituem um dos instrumentos do Programa Nacional de Gestão Documental e Memória do Poder Judiciário (PRONAME).
Ações culturais, educativas e de difusão são, originariamente, desenvolvidas nos arquivos correntes.
As restrições de acesso a documentos de arquivo são limitadoras das ações de difusão nos arquivos permanentes.
A indicação de necessidade de reformatação de suportes é feita no plano de classificação.
A tabela de temporalidade é o instrumento que, quando aplicado, permite a constituição dos arquivos corrente, intermediário e permanente.
O plano de destinação é um instrumento de avaliação aplicado nos arquivos correntes.
O plano de classificação é uma estrutura hierárquica e lógica, que vai do geral (classes) ao específico (subdivisões).
A ausência da tabela de temporalidade na instituição dificulta a transferência e o recolhimento dos documentos de arquivo de maneira técnica e científica.
À medida que os documentos são mais utilizados, cresce o seu valor primário.
Os prazos de guarda nos arquivos corrente e intermediário são definidos a partir da existência de valor primário nos documentos de arquivo.
A inclusão de documento no arquivo permanente é feita com a identificação, nesse documento, do valor secundário, que é dividido em valor administrativo, valor fiscal e valor legal.
A teoria dos valores de documentos de arquivo é a maneira mais consistente de se fazer a definição das três idades documentais.
A ausência de instrumento de classificação poderá ser suprida com a organização dos documentos pelo instrumento de expedição ou de recebimento, preservando, dessa forma, o caráter orgânico do arquivo.
O princípio que norteia a classificação no âmbito dos arquivos correntes, que é a obediência às atividades e às funções do órgão produtor, deve ser mantido nos arquivos permanentes.
O princípio da proveniência define as estratégias de avaliação dos documentos de arquivo, mas tem pouca repercussão na classificação desses documentos.