Questões de Concurso
Sobre atendimento de qualidade em atendimento ao público
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No que concerne à qualidade no atendimento, julgue o próximo item.
No atendimento ao público, a principal função do
profissional é a de ajudar a pessoa a resolver seus
problemas ou ter suas necessidades atendidas. Para
ajudar o público durante o atendimento, o profissional
deve: saber ouvir; informar e orientar com segurança;
avaliar os sentimentos corretamente; e respeitar os
problemas.
A qualidade no atendimento baseia-se em aspectos essenciais. No que diz respeito a esses aspectos, julgue o item subsequente.
Deve-se proceder à fiscalização do serviço dos colegas
de equipe e à posterior comunicação dos erros aos
superiores, em detrimento da execução do próprio
serviço.
A qualidade no atendimento baseia-se em aspectos essenciais. No que diz respeito a esses aspectos, julgue o item subsequente.
O distanciamento em relação aos problemas alheios e a
diferença de tratamento com as pessoas asseguram a
impessoalidade, uma vez que pessoas diferentes
requerem tratamentos diferentes.
A qualidade no atendimento baseia-se em aspectos essenciais. No que diz respeito a esses aspectos, julgue o item subsequente.
As cinco dimensões para se avaliar a qualidade de um
atendimento são: aspectos físicos; confiabilidade;
presteza; segurança; e empatia.
A qualidade no atendimento baseia-se em aspectos essenciais. No que diz respeito a esses aspectos, julgue o item subsequente.
Em um atendimento com qualidade, o profissional deve
fazer uso de jargões técnicos, que demonstram
conhecimento a respeito de sua área de atuação, e
realizar simultaneamente várias atividades, o que revela
eficiência.
A qualidade no atendimento baseia-se em aspectos essenciais. No que diz respeito a esses aspectos, julgue o item subsequente.
Para que seja realizado um atendimento com qualidade,
são fatores importantes a percepção das necessidades
do outro, a empatia, que inclui a cortesia, e o
treinamento para a correta e eficiente execução do
serviço.
A arte de atender bem o usuário em ligações telefônicas depende de um conjunto de regras que podem resultar em atitude positiva na relação interpessoal e tornar o atendimento harmonioso e interativo. Entre várias outras, pode-se apontar corretamente como falhas de atendimento ao usuário:
1. empatia.
2. má-vontade.
3. desdém.
4. apego às normas.
5. jogo de responsabilidade.
6. robotismo.
Estão corretos apenas os itens:
Julgue o item a seguir, relativo a atendimento ao público.
A prestação da informação correta, a brevidade na
resposta, a adequação do ambiente para a realização do
atendimento e a cortesia do servidor fundamentam a
qualidade do atendimento ao público.
Quanto à qualidade no atendimento ao público e a trabalho em equipe, julgue o item que se segue.
O trabalho em equipe distingue-se do trabalho em grupo
pela predominância da unidade de espírito, da coesão,
das relações interpessoais, do engajamento pessoal e da
adesão total dos membros ao grupo.
Quanto à qualidade no atendimento ao público e a trabalho em equipe, julgue o item que se segue.
Pode-se chamar de empresa de qualidade a empresa
que satisfaça a maioria das necessidades de seus
consumidores na maior parte do tempo.
Quanto à qualidade no atendimento ao público e a trabalho em equipe, julgue o item que se segue.
O atendimento não influencia diretamente na decisão
de compra pelo cliente. Se o produto for bom, o
atendimento se torna irrelevante quanto ao poder de
decisão de compra.
Quanto à qualidade no atendimento ao público e a trabalho em equipe, julgue o item que se segue.
No processo de atendimento, a empatia pode ser gerada
a partir de um atendimento personalizado, que faça a
pessoa se sentir importante.
Quanto à qualidade no atendimento ao público e a trabalho em equipe, julgue o item que se segue.
O atendimento ao cliente é um dos aspectos de maior
importância para o negócio de uma empresa.
Quanto à qualidade no atendimento ao público e a trabalho em equipe, julgue o item que se segue.
Durante o processo de atendimento, expressões
negativas como “não pode!” devem ser evitadas para
não causar desconforto para o cliente.
Há alguns meses, eu retornava de um evento no interior de Minas Gerais, trafegando pela Rodovia Fernão Dias, quando, repentinamente, senti forte dor na região lombar.
Imediatamente parei o carro no acostamento, desci
para me alongar, mas de nada adiantou. Pesquisei o hospital
privado mais próximo e, com muita dificuldade, quinze
minutos depois, estava lá. Entreguei meu documento de
identidade na recepção, pois sequer era possível aguardar
qualquer procedimento. A partir daí, passei por uma das
piores experiências que já tive.
Resumidamente, fiquei naquele hospital por sete horas, recebendo péssimo atendimento. Para exemplificar, somente cheguei a ser medicado quando literalmente caí no chão de dor. Após uma série de exames, foi identificado que o problema era um cálculo renal, mas a mediocridade dos profissionais era tamanha que o médico que me assistia, ao terminar seu turno de trabalho, sequer teve o mínimo cuidado de me informar (bem como aos demais pacientes) quem daria continuidade no atendimento.
Consciente de que aquele local não seria adequado, em hipótese alguma, para eventual cirurgia, consegui ser medicado com dose de morfina que me permitiu pegar a estrada e retornar a São Paulo, onde me dirigi ao Hospital 9 de Julho. Lá, tudo mudou!
A qualidade do atendimento começou já na recepção, com profissionais respeitosas e sensíveis, que tiveram a preocupação de me orientar e de agilizar os procedimentos. Após a liberação do quarto, fui muito bem recebido pela técnica em enfermagem Nélia e pela enfermeira Priscila. Ao ser transferido para o centro cirúrgico, fui gentilmente conduzido pelo assistente de transporte Ednei. A cirurgia foi conduzida com excelência pelo anestesista Cássio e pelo Dr. Flávio.
Em um hospital, encontrei pessoas que nitidamente vão trabalhar apenas para garantir seu sustento ao final do mês. Gente preocupada em cumprir apenas o básico, em fazer o possível, à espera do horário para ir embora, enquanto, no outro, pessoas que apreciam o que fazem, interessadas em fazer seu melhor, cientes de que um paciente, independentemente de sua condição, está ali por necessidade, motivo pelo qual procuram transmitir acolhimento e carinho para amenizar o desconforto. Essa é a diferença entre trabalhar por vocação ou por mera necessidade financeira.
Tom Coellho. Internet:<https://portal.comunique-se.com.br>
Considerando o texto, julgue o item a seguir no que diz respeito à qualidade no atendimento ao público e ao trabalho em equipe.
Claramente, ao apresentar a diferença entre
atendimento medíocre e de excelência, o autor coloca
questões que se relacionam à vocação e à gestão.
Há alguns meses, eu retornava de um evento no interior de Minas Gerais, trafegando pela Rodovia Fernão Dias, quando, repentinamente, senti forte dor na região lombar.
Imediatamente parei o carro no acostamento, desci
para me alongar, mas de nada adiantou. Pesquisei o hospital
privado mais próximo e, com muita dificuldade, quinze
minutos depois, estava lá. Entreguei meu documento de
identidade na recepção, pois sequer era possível aguardar
qualquer procedimento. A partir daí, passei por uma das
piores experiências que já tive.
Resumidamente, fiquei naquele hospital por sete horas, recebendo péssimo atendimento. Para exemplificar, somente cheguei a ser medicado quando literalmente caí no chão de dor. Após uma série de exames, foi identificado que o problema era um cálculo renal, mas a mediocridade dos profissionais era tamanha que o médico que me assistia, ao terminar seu turno de trabalho, sequer teve o mínimo cuidado de me informar (bem como aos demais pacientes) quem daria continuidade no atendimento.
Consciente de que aquele local não seria adequado, em hipótese alguma, para eventual cirurgia, consegui ser medicado com dose de morfina que me permitiu pegar a estrada e retornar a São Paulo, onde me dirigi ao Hospital 9 de Julho. Lá, tudo mudou!
A qualidade do atendimento começou já na recepção, com profissionais respeitosas e sensíveis, que tiveram a preocupação de me orientar e de agilizar os procedimentos. Após a liberação do quarto, fui muito bem recebido pela técnica em enfermagem Nélia e pela enfermeira Priscila. Ao ser transferido para o centro cirúrgico, fui gentilmente conduzido pelo assistente de transporte Ednei. A cirurgia foi conduzida com excelência pelo anestesista Cássio e pelo Dr. Flávio.
Em um hospital, encontrei pessoas que nitidamente vão trabalhar apenas para garantir seu sustento ao final do mês. Gente preocupada em cumprir apenas o básico, em fazer o possível, à espera do horário para ir embora, enquanto, no outro, pessoas que apreciam o que fazem, interessadas em fazer seu melhor, cientes de que um paciente, independentemente de sua condição, está ali por necessidade, motivo pelo qual procuram transmitir acolhimento e carinho para amenizar o desconforto. Essa é a diferença entre trabalhar por vocação ou por mera necessidade financeira.
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Considerando o texto, julgue o item a seguir no que diz respeito à qualidade no atendimento ao público e ao trabalho em equipe.
A frase “profissionais respeitosas e sensíveis, que
tiveram a preocupação de me orientar e de agilizar os
procedimentos” relaciona-se diretamente ao fator
empatia.
Há alguns meses, eu retornava de um evento no interior de Minas Gerais, trafegando pela Rodovia Fernão Dias, quando, repentinamente, senti forte dor na região lombar.
Imediatamente parei o carro no acostamento, desci
para me alongar, mas de nada adiantou. Pesquisei o hospital
privado mais próximo e, com muita dificuldade, quinze
minutos depois, estava lá. Entreguei meu documento de
identidade na recepção, pois sequer era possível aguardar
qualquer procedimento. A partir daí, passei por uma das
piores experiências que já tive.
Resumidamente, fiquei naquele hospital por sete horas, recebendo péssimo atendimento. Para exemplificar, somente cheguei a ser medicado quando literalmente caí no chão de dor. Após uma série de exames, foi identificado que o problema era um cálculo renal, mas a mediocridade dos profissionais era tamanha que o médico que me assistia, ao terminar seu turno de trabalho, sequer teve o mínimo cuidado de me informar (bem como aos demais pacientes) quem daria continuidade no atendimento.
Consciente de que aquele local não seria adequado, em hipótese alguma, para eventual cirurgia, consegui ser medicado com dose de morfina que me permitiu pegar a estrada e retornar a São Paulo, onde me dirigi ao Hospital 9 de Julho. Lá, tudo mudou!
A qualidade do atendimento começou já na recepção, com profissionais respeitosas e sensíveis, que tiveram a preocupação de me orientar e de agilizar os procedimentos. Após a liberação do quarto, fui muito bem recebido pela técnica em enfermagem Nélia e pela enfermeira Priscila. Ao ser transferido para o centro cirúrgico, fui gentilmente conduzido pelo assistente de transporte Ednei. A cirurgia foi conduzida com excelência pelo anestesista Cássio e pelo Dr. Flávio.
Em um hospital, encontrei pessoas que nitidamente vão trabalhar apenas para garantir seu sustento ao final do mês. Gente preocupada em cumprir apenas o básico, em fazer o possível, à espera do horário para ir embora, enquanto, no outro, pessoas que apreciam o que fazem, interessadas em fazer seu melhor, cientes de que um paciente, independentemente de sua condição, está ali por necessidade, motivo pelo qual procuram transmitir acolhimento e carinho para amenizar o desconforto. Essa é a diferença entre trabalhar por vocação ou por mera necessidade financeira.
Tom Coellho. Internet:<https://portal.comunique-se.com.br>
Considerando o texto, julgue o item a seguir no que diz respeito à qualidade no atendimento ao público e ao trabalho em equipe.
A formação acadêmica dos profissionais envolvidos nas
duas situações apresentadas influenciou diretamente no
atendimento. É perceptível que há diferença de
escolaridade de um grupo para outro, por isso o
tratamento foi considerado como mais adequado em
um grupo que no outro.
Há alguns meses, eu retornava de um evento no interior de Minas Gerais, trafegando pela Rodovia Fernão Dias, quando, repentinamente, senti forte dor na região lombar.
Imediatamente parei o carro no acostamento, desci
para me alongar, mas de nada adiantou. Pesquisei o hospital
privado mais próximo e, com muita dificuldade, quinze
minutos depois, estava lá. Entreguei meu documento de
identidade na recepção, pois sequer era possível aguardar
qualquer procedimento. A partir daí, passei por uma das
piores experiências que já tive.
Resumidamente, fiquei naquele hospital por sete horas, recebendo péssimo atendimento. Para exemplificar, somente cheguei a ser medicado quando literalmente caí no chão de dor. Após uma série de exames, foi identificado que o problema era um cálculo renal, mas a mediocridade dos profissionais era tamanha que o médico que me assistia, ao terminar seu turno de trabalho, sequer teve o mínimo cuidado de me informar (bem como aos demais pacientes) quem daria continuidade no atendimento.
Consciente de que aquele local não seria adequado, em hipótese alguma, para eventual cirurgia, consegui ser medicado com dose de morfina que me permitiu pegar a estrada e retornar a São Paulo, onde me dirigi ao Hospital 9 de Julho. Lá, tudo mudou!
A qualidade do atendimento começou já na recepção, com profissionais respeitosas e sensíveis, que tiveram a preocupação de me orientar e de agilizar os procedimentos. Após a liberação do quarto, fui muito bem recebido pela técnica em enfermagem Nélia e pela enfermeira Priscila. Ao ser transferido para o centro cirúrgico, fui gentilmente conduzido pelo assistente de transporte Ednei. A cirurgia foi conduzida com excelência pelo anestesista Cássio e pelo Dr. Flávio.
Em um hospital, encontrei pessoas que nitidamente vão trabalhar apenas para garantir seu sustento ao final do mês. Gente preocupada em cumprir apenas o básico, em fazer o possível, à espera do horário para ir embora, enquanto, no outro, pessoas que apreciam o que fazem, interessadas em fazer seu melhor, cientes de que um paciente, independentemente de sua condição, está ali por necessidade, motivo pelo qual procuram transmitir acolhimento e carinho para amenizar o desconforto. Essa é a diferença entre trabalhar por vocação ou por mera necessidade financeira.
Tom Coellho. Internet:<https://portal.comunique-se.com.br>
Considerando o texto, julgue o item a seguir no que diz respeito à qualidade no atendimento ao público e ao trabalho em equipe.
Visivelmente, a infraestrutura física de cada um dos
estabelecimentos influenciou na perspectiva do
atendimento. No que se refere a aspectos como
atenção, tolerância e descrição, o atendimento ao
público depende, exclusivamente, do ambiente físico em
que as pessoas se encontrem.