Questões Militares Comentadas para aspirante do corpo de bombeiro (médio)

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Q1676876 Direito Constitucional
Conforme a Constituição Federal de 1988, conceder-se-á habeas data para
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Q1676874 Direito Constitucional
Assinale a alternativa correta referente às disposições constitucionais da segurança pública.
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Q1676873 Direito Constitucional
De acordo com a Carta Constitucional, assinale a alternativa INCORRETA.
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Q1676871 Direito Constitucional
Consoante aos direitos e deveres individuais e coletivos previstos na Carta Constitucional, assinale a alternativa correta.
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Q1676869 Legislação Estadual
Sobre o Regulamento Disciplinar dos Militares Estaduais do Estado do Espírito Santo (RDME), assinale a alternativa correta.
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Q1676855 Direitos Humanos
Analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa que aponta as corretas sobre a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

I. Não será feita nenhuma distinção fundada na condição política, jurídica ou internacional do país ou território a que pertença uma pessoa, quer se trate de um território independente, sob tutela, sem governo próprio, quer sujeito a qualquer outra limitação de soberania.

II. Todo ser humano tem o direito de ser, em todos os lugares, reconhecido como pessoa perante a lei.

III. Todo ser humano tem direito a receber dos tribunais nacionais competentes remédio efetivo para os atos que violem os direitos fundamentais que lhe sejam reconhecidos pela constituição ou pela lei.

IV. Todo ser humano tem direito à liberdade de reunião e associação pacífica.
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Q1676849 Legislação Estadual
Assinale a alternativa INCORRETA acerca do Estatuto da Polícia Militar do Estado do Espírito Santo (Lei Estadual nº 3.196/78).
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Q1676848 Legislação Estadual
Consoante à Lei Estadual nº 3.196/78, assinale a alternativa correta.
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Q1676843 Legislação Estadual
Referente à Lei Estadual nº 3.196/78, que dispõe sobre o Estatuto da Polícia Militar do Estado do Espírito Santo, assinale a alternativa correta.
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Q1676841 Noções de Informática
No Microsoft Word (Versão 2013, instalação padrão em português), é possível salvar um arquivo compatível com o Word 97-2003. Assinale a alternativa que apresenta a extensão desse arquivo.
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Q1676839 Noções de Informática
Um arquivo com a extensão .ods corresponde a
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Q1676838 Noções de Informática
Considerando o Windows 7 (Instalação padrão em português), assinale a alternativa que apresenta a tecla de atalho usada para “Abrir a caixa de diálogo Executar”.
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Q1676837 Noções de Informática
“Estes filtros passam por um período inicial de treinamento, no qual o usuário seleciona manualmente as mensagens consideradas indesejadas e, com base nas classificações, o filtro vai aprendendo a distinguir as mensagens.”. A qual filtro o enunciado se refere?
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Q1676834 Noções de Informática
Assinale a alternativa que apresenta o nome das mídias de armazenamento de dados que podem ser gravadas e que têm capacidade de menos de 1Gb.
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Q1676832 Noções de Informática
Assinale a alternativa que apresenta o nome do cabo utilizado em alguns monitores e TVs modernas para transmissão de áudio e vídeo.
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Q1676813 Português
TEXTO I

Por que a diversão é tão útil para a humanidade


Por Pâmela Carbonari

    Quem ama o tédio, divertido lhe parece. Apesar da diversão ser um conceito tão relativo quanto a beleza, a paródia do ditado é tão verdadeira quanto a de que a necessidade é a mãe da invenção.
    […]
    O escritor de ciência americano Steven Johnson acredita que o prazer é o motor da inovação. Em seu décimo livro, O poder inovador da diversão: como o prazer e o entretenimento mudaram o mundo, lançado no Brasil pela editora Zahar, ele mostra a importância da música, dos jogos, da mágica, da comida e de outras formas de diversão para chegarmos onde estamos e para que tipo de futuro esses passatempos nos levarão.
    […]
    Do jogo de dardos veio a estatística. A flauta de osso pode ser a ancestral do computador que você lê este artigo. As caixas de música serviram de inspiração para os teares. Com uma prosa leve e bemhumorada (à prova de hipocrisias), Johnson explica como tecnologias fundamentais para o nosso tempo nasceram e evoluíram de objetos e engrenagens que não tinham outro objetivo senão entreter. [...]

    Somos naturalmente hedonistas. E, como você diz, a diversão ajudou a moldar a humanidade. Você acha que o prazer é a chave para a inteligência?

    Eu não diria que o prazer é “a” chave para a inteligência, mas sim que é um elemento subestimado de inteligência. Em outras palavras, tendemos a supor que pessoas inteligentes usam suas habilidades mentais em busca de problemas sérios que tenham clara utilidade ou recompensa econômica por trás deles. Mas o pensamento inteligente é muitas vezes desencadeado por experiências mais lúdicas, como os nossos ancestrais do Paleolítico que, esculpindo as primeiras flautas de ossos de animais, descobriram como posicionar os buracos para produzir os sons mais interessantes. Essas inovações exigiram uma grande dose de inteligência – dado o estado do conhecimento humano sobre a música e o design de instrumentos há 50 mil anos – mas esse tipo de coisa não era “útil” em nenhum sentido tradicional.

    A história da diversão sempre esteve à margem dos registros históricos mais sérios e práticos, como guerras, poder e igualdade, por exemplo. Você acha que a diversão estava implícita nesses eventos ou foi ignorada pelos historiadores?

    Acho que tem sido amplamente ignorada pelos historiadores. E quando foi observada e narrada, os relatos históricos foram muito limitados: há histórias sobre moda, jogos ou temperos, mas como narrativas separadas. Olhamos para a longa história da civilização de maneira diferente se contarmos a história do comportamento “lúdico” como uma categoria mais abrangente – esse era meu objetivo ao escrever O poder inovador da diversão. Essa história é muito mais importante que a maioria das pessoas imagina.

    Nesse seu último livro, você diz que os prazeres inúteis da vida geralmente nos dão uma pista sobre futuras mudanças na sociedade. O que podemos prever para o futuro a partir dos nossos prazeres mais comuns agora?

    Provavelmente o melhor exemplo recente foi a mania de Pokémon Go. Eu posso imaginar-nos olhando para trás em 2025, quando muitos de nós estarão usando regularmente dispositivos de realidade aumentada para resolver “problemas sérios” no trabalho, e vamos perceber que a primeira adoção dominante dessa tecnologia veio de pessoas correndo pelas cidades capturando monstros japoneses imaginários em seus telefones.

    Por que a humanidade precisa se divertir?

    Esta é uma questão verdadeiramente profunda. Algumas coisas que consideramos divertidas (sexo, comida, por exemplo) têm claras explicações evolutivas sobre por que nossos cérebros devem achá-las prazerosas. Mas o tipo de diversão que descrevo em O Poder Inovador da Diversão – o prazer de ver uma boneca robô imitar um humano, ou a diversão de jogar um jogo de tabuleiro – é mais difícil de explicar. Eu acho que tem a ver com a experiência de novidade e surpresa; uma parte significativa de nossa inteligência vem do nosso interesse em coisas que nos surpreendem desafiando nossas expectativas. Quando experimentamos essas coisas, temos um pequeno estímulo que diz: “Preste atenção nisso, isso é novo”. E assim, ao longo do tempo, os sistemas culturais se desenvolveram para criar experiências cada vez mais elaboradas para surpreender outros seres humanos: desde as primeiras flautas de osso, até os novos e brilhantes padrões de tecido de chita, todas as formas de Pokémon Go. É uma história antiga; temos muito mais oportunidades e tecnologias para nos surpreender do que nossos ancestrais. 

Adaptado de: <https://super.abril.com.br/blog/literal/por-que-a-diversao-e-tao-util-para-a-humanidade/>. Acesso em: 22 jun. 2018.

Assinale a alternativa que indica a função adequada das orações em destaque em “Você acha que a diversão estava implícita nesses eventos ou foi ignorada pelos historiadores?
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Q1676805 Português
TEXTO I

Por que a diversão é tão útil para a humanidade


Por Pâmela Carbonari

    Quem ama o tédio, divertido lhe parece. Apesar da diversão ser um conceito tão relativo quanto a beleza, a paródia do ditado é tão verdadeira quanto a de que a necessidade é a mãe da invenção.
    […]
    O escritor de ciência americano Steven Johnson acredita que o prazer é o motor da inovação. Em seu décimo livro, O poder inovador da diversão: como o prazer e o entretenimento mudaram o mundo, lançado no Brasil pela editora Zahar, ele mostra a importância da música, dos jogos, da mágica, da comida e de outras formas de diversão para chegarmos onde estamos e para que tipo de futuro esses passatempos nos levarão.
    […]
    Do jogo de dardos veio a estatística. A flauta de osso pode ser a ancestral do computador que você lê este artigo. As caixas de música serviram de inspiração para os teares. Com uma prosa leve e bemhumorada (à prova de hipocrisias), Johnson explica como tecnologias fundamentais para o nosso tempo nasceram e evoluíram de objetos e engrenagens que não tinham outro objetivo senão entreter. [...]

    Somos naturalmente hedonistas. E, como você diz, a diversão ajudou a moldar a humanidade. Você acha que o prazer é a chave para a inteligência?

    Eu não diria que o prazer é “a” chave para a inteligência, mas sim que é um elemento subestimado de inteligência. Em outras palavras, tendemos a supor que pessoas inteligentes usam suas habilidades mentais em busca de problemas sérios que tenham clara utilidade ou recompensa econômica por trás deles. Mas o pensamento inteligente é muitas vezes desencadeado por experiências mais lúdicas, como os nossos ancestrais do Paleolítico que, esculpindo as primeiras flautas de ossos de animais, descobriram como posicionar os buracos para produzir os sons mais interessantes. Essas inovações exigiram uma grande dose de inteligência – dado o estado do conhecimento humano sobre a música e o design de instrumentos há 50 mil anos – mas esse tipo de coisa não era “útil” em nenhum sentido tradicional.

    A história da diversão sempre esteve à margem dos registros históricos mais sérios e práticos, como guerras, poder e igualdade, por exemplo. Você acha que a diversão estava implícita nesses eventos ou foi ignorada pelos historiadores?

    Acho que tem sido amplamente ignorada pelos historiadores. E quando foi observada e narrada, os relatos históricos foram muito limitados: há histórias sobre moda, jogos ou temperos, mas como narrativas separadas. Olhamos para a longa história da civilização de maneira diferente se contarmos a história do comportamento “lúdico” como uma categoria mais abrangente – esse era meu objetivo ao escrever O poder inovador da diversão. Essa história é muito mais importante que a maioria das pessoas imagina.

    Nesse seu último livro, você diz que os prazeres inúteis da vida geralmente nos dão uma pista sobre futuras mudanças na sociedade. O que podemos prever para o futuro a partir dos nossos prazeres mais comuns agora?

    Provavelmente o melhor exemplo recente foi a mania de Pokémon Go. Eu posso imaginar-nos olhando para trás em 2025, quando muitos de nós estarão usando regularmente dispositivos de realidade aumentada para resolver “problemas sérios” no trabalho, e vamos perceber que a primeira adoção dominante dessa tecnologia veio de pessoas correndo pelas cidades capturando monstros japoneses imaginários em seus telefones.

    Por que a humanidade precisa se divertir?

    Esta é uma questão verdadeiramente profunda. Algumas coisas que consideramos divertidas (sexo, comida, por exemplo) têm claras explicações evolutivas sobre por que nossos cérebros devem achá-las prazerosas. Mas o tipo de diversão que descrevo em O Poder Inovador da Diversão – o prazer de ver uma boneca robô imitar um humano, ou a diversão de jogar um jogo de tabuleiro – é mais difícil de explicar. Eu acho que tem a ver com a experiência de novidade e surpresa; uma parte significativa de nossa inteligência vem do nosso interesse em coisas que nos surpreendem desafiando nossas expectativas. Quando experimentamos essas coisas, temos um pequeno estímulo que diz: “Preste atenção nisso, isso é novo”. E assim, ao longo do tempo, os sistemas culturais se desenvolveram para criar experiências cada vez mais elaboradas para surpreender outros seres humanos: desde as primeiras flautas de osso, até os novos e brilhantes padrões de tecido de chita, todas as formas de Pokémon Go. É uma história antiga; temos muito mais oportunidades e tecnologias para nos surpreender do que nossos ancestrais. 

Adaptado de: <https://super.abril.com.br/blog/literal/por-que-a-diversao-e-tao-util-para-a-humanidade/>. Acesso em: 22 jun. 2018.

“A história da diversão sempre esteve à margem dos registros históricos mais sérios e práticos. Contamos a história da diversão de maneira diferente, por isso sempre está em relatos secundários e limitados.”
Para evitar a repetição de palavras e manter a correção gramatical, o trecho dado pode ser reescrito corretamente, substituindo-se a expressão em destaque por
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Q1676804 Português
TEXTO I

Por que a diversão é tão útil para a humanidade


Por Pâmela Carbonari

    Quem ama o tédio, divertido lhe parece. Apesar da diversão ser um conceito tão relativo quanto a beleza, a paródia do ditado é tão verdadeira quanto a de que a necessidade é a mãe da invenção.
    […]
    O escritor de ciência americano Steven Johnson acredita que o prazer é o motor da inovação. Em seu décimo livro, O poder inovador da diversão: como o prazer e o entretenimento mudaram o mundo, lançado no Brasil pela editora Zahar, ele mostra a importância da música, dos jogos, da mágica, da comida e de outras formas de diversão para chegarmos onde estamos e para que tipo de futuro esses passatempos nos levarão.
    […]
    Do jogo de dardos veio a estatística. A flauta de osso pode ser a ancestral do computador que você lê este artigo. As caixas de música serviram de inspiração para os teares. Com uma prosa leve e bemhumorada (à prova de hipocrisias), Johnson explica como tecnologias fundamentais para o nosso tempo nasceram e evoluíram de objetos e engrenagens que não tinham outro objetivo senão entreter. [...]

    Somos naturalmente hedonistas. E, como você diz, a diversão ajudou a moldar a humanidade. Você acha que o prazer é a chave para a inteligência?

    Eu não diria que o prazer é “a” chave para a inteligência, mas sim que é um elemento subestimado de inteligência. Em outras palavras, tendemos a supor que pessoas inteligentes usam suas habilidades mentais em busca de problemas sérios que tenham clara utilidade ou recompensa econômica por trás deles. Mas o pensamento inteligente é muitas vezes desencadeado por experiências mais lúdicas, como os nossos ancestrais do Paleolítico que, esculpindo as primeiras flautas de ossos de animais, descobriram como posicionar os buracos para produzir os sons mais interessantes. Essas inovações exigiram uma grande dose de inteligência – dado o estado do conhecimento humano sobre a música e o design de instrumentos há 50 mil anos – mas esse tipo de coisa não era “útil” em nenhum sentido tradicional.

    A história da diversão sempre esteve à margem dos registros históricos mais sérios e práticos, como guerras, poder e igualdade, por exemplo. Você acha que a diversão estava implícita nesses eventos ou foi ignorada pelos historiadores?

    Acho que tem sido amplamente ignorada pelos historiadores. E quando foi observada e narrada, os relatos históricos foram muito limitados: há histórias sobre moda, jogos ou temperos, mas como narrativas separadas. Olhamos para a longa história da civilização de maneira diferente se contarmos a história do comportamento “lúdico” como uma categoria mais abrangente – esse era meu objetivo ao escrever O poder inovador da diversão. Essa história é muito mais importante que a maioria das pessoas imagina.

    Nesse seu último livro, você diz que os prazeres inúteis da vida geralmente nos dão uma pista sobre futuras mudanças na sociedade. O que podemos prever para o futuro a partir dos nossos prazeres mais comuns agora?

    Provavelmente o melhor exemplo recente foi a mania de Pokémon Go. Eu posso imaginar-nos olhando para trás em 2025, quando muitos de nós estarão usando regularmente dispositivos de realidade aumentada para resolver “problemas sérios” no trabalho, e vamos perceber que a primeira adoção dominante dessa tecnologia veio de pessoas correndo pelas cidades capturando monstros japoneses imaginários em seus telefones.

    Por que a humanidade precisa se divertir?

    Esta é uma questão verdadeiramente profunda. Algumas coisas que consideramos divertidas (sexo, comida, por exemplo) têm claras explicações evolutivas sobre por que nossos cérebros devem achá-las prazerosas. Mas o tipo de diversão que descrevo em O Poder Inovador da Diversão – o prazer de ver uma boneca robô imitar um humano, ou a diversão de jogar um jogo de tabuleiro – é mais difícil de explicar. Eu acho que tem a ver com a experiência de novidade e surpresa; uma parte significativa de nossa inteligência vem do nosso interesse em coisas que nos surpreendem desafiando nossas expectativas. Quando experimentamos essas coisas, temos um pequeno estímulo que diz: “Preste atenção nisso, isso é novo”. E assim, ao longo do tempo, os sistemas culturais se desenvolveram para criar experiências cada vez mais elaboradas para surpreender outros seres humanos: desde as primeiras flautas de osso, até os novos e brilhantes padrões de tecido de chita, todas as formas de Pokémon Go. É uma história antiga; temos muito mais oportunidades e tecnologias para nos surpreender do que nossos ancestrais. 

Adaptado de: <https://super.abril.com.br/blog/literal/por-que-a-diversao-e-tao-util-para-a-humanidade/>. Acesso em: 22 jun. 2018.

Os conectivos, além de estabelecerem ligação entre palavras e orações, servem para construir diferentes relações de sentido a depender do contexto em que são utilizados. Observe as diferentes ocorrências do “para” e assinale a alternativa em que esse conectivo esteja sendo utilizado com sentido diferente do que ocorre em “[…] os sistemas culturais se desenvolveram para criar experiências cada vez mais elaboradas”.
Alternativas
Q904742 Inglês

                          International Civil Defence Organisation


1. Introduction


Fires are the accidents which occur most frequently, whose causes are the most diverse and which require intervention methods and techniques adapted to the conditions and needs of each incident. Depending on the type of fire (nature of the material ablaze), meteorological conditions (wind) and the effectiveness of the intervention, material damage can be limited (a single car, building or production or storage warehouse installation), or affect wide areas (forest or agricultural fires, hydrocarbons, gas or other highly flammable products, storage or piping installations, harbour installations and rail or marine transport equipment). […]


2. Preventive and protective measures


Fires can spread more or less rapidly depending on their causes, the nature of the material and goods alight, the fire prevention installations (automatic sprinklers), meteorological conditions, the ways the population is informed and the initiative it shows, as well as the speed and efficiency of the intervening services and of their fire-fighting equipment. In the light of experience, prevention is seen to be most important and consists of two distinct components. On the one hand, the primary responsibility falling upon the political authorities empowered to implement the legal prescriptions concerning fire protection, to forecast accidents and to inform the population, as well as to set up measures and means for fighting fires and explosions. On the other hand, the responsible behaviour of each individual based upon an education geared towards caution and the respect of instructions in case of fire. Defining, and controlling the implementation of, the particular rules of protection against fires, specific to each enterprise presenting a potential danger, including the training of security personnel, is also relevant in this context. The many types of fire and the preventive and protective measures which relate to them, make it advisable to limit the present study to the specific measures falling to the political authorities in one area only, namely that of “forest fires”. This type of fire is of particular interest to developing countries and the preventive measures to be applied have a general representative value, that is:


– organising an observation service, prevention and alarm (security) service at local and regional levels;

– implementing legislation regulating the use of fire by all the population present in or at the edge of forests, and more particularly by owners and individuals exercising a professional activity in sensitive areas;

– planning and concrete preparation (periodic maintenance) for fire-fighting through adequate landscaping of the territory and appropriate forest cultivation limiting fire propagation (alternating vegetation, clearance, trimming), creating and maintaining access paths (extinction) and fire-break areas as well as fire-fighting equipment such as water supplies (conduits, cisterns), watch towers and meteorological posts, and the construction of helicopter landing pads;

– surveillance and detection of fires as soon as the danger of fires is forecast by the ad hoc meteorological service (which comprises automatic or mobile statistics posts observing the winds and the vegetation: dryness, force, direction, evolution);

– as soon as the danger of fire increases, activating an alarm plan (basic intervention plan) requiring the engagement of preventive intervention squads (firemen), and their wide positioning as near as possible to the threatened zones, and making available water bombers and specialised aerial machines ready for action;

– preparation and concretisation (organisation) of an intervention mechanism: this requires the setting up of specialised management programmes ensuring the coordination of powerful and efficient equipment and means for fighting forest fires (instruction); 

– preparedness management and the coordination of the use of the means of intervention of the authorities and the information and alarm services for the population require a secure transmission network (radio network);

– planning the evacuation of the population possibly under threat in the various sensitive areas, particularly if there are risks of explosion (reservoirs and gas conduits explosives or ammunition dumps, hydrocarbon production, handling or transport installations, other dangerous material, etc.).

[...]

Available at: <http://www.icdo.org/en/disasters/man-made-disasters/industrial-accidents/fire> . Accessed on: April 6th, 2018 (Fragment)

According to the text, organising an intervention mechanism demands at least that
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Q904741 Inglês

                          International Civil Defence Organisation


1. Introduction


Fires are the accidents which occur most frequently, whose causes are the most diverse and which require intervention methods and techniques adapted to the conditions and needs of each incident. Depending on the type of fire (nature of the material ablaze), meteorological conditions (wind) and the effectiveness of the intervention, material damage can be limited (a single car, building or production or storage warehouse installation), or affect wide areas (forest or agricultural fires, hydrocarbons, gas or other highly flammable products, storage or piping installations, harbour installations and rail or marine transport equipment). […]


2. Preventive and protective measures


Fires can spread more or less rapidly depending on their causes, the nature of the material and goods alight, the fire prevention installations (automatic sprinklers), meteorological conditions, the ways the population is informed and the initiative it shows, as well as the speed and efficiency of the intervening services and of their fire-fighting equipment. In the light of experience, prevention is seen to be most important and consists of two distinct components. On the one hand, the primary responsibility falling upon the political authorities empowered to implement the legal prescriptions concerning fire protection, to forecast accidents and to inform the population, as well as to set up measures and means for fighting fires and explosions. On the other hand, the responsible behaviour of each individual based upon an education geared towards caution and the respect of instructions in case of fire. Defining, and controlling the implementation of, the particular rules of protection against fires, specific to each enterprise presenting a potential danger, including the training of security personnel, is also relevant in this context. The many types of fire and the preventive and protective measures which relate to them, make it advisable to limit the present study to the specific measures falling to the political authorities in one area only, namely that of “forest fires”. This type of fire is of particular interest to developing countries and the preventive measures to be applied have a general representative value, that is:


– organising an observation service, prevention and alarm (security) service at local and regional levels;

– implementing legislation regulating the use of fire by all the population present in or at the edge of forests, and more particularly by owners and individuals exercising a professional activity in sensitive areas;

– planning and concrete preparation (periodic maintenance) for fire-fighting through adequate landscaping of the territory and appropriate forest cultivation limiting fire propagation (alternating vegetation, clearance, trimming), creating and maintaining access paths (extinction) and fire-break areas as well as fire-fighting equipment such as water supplies (conduits, cisterns), watch towers and meteorological posts, and the construction of helicopter landing pads;

– surveillance and detection of fires as soon as the danger of fires is forecast by the ad hoc meteorological service (which comprises automatic or mobile statistics posts observing the winds and the vegetation: dryness, force, direction, evolution);

– as soon as the danger of fire increases, activating an alarm plan (basic intervention plan) requiring the engagement of preventive intervention squads (firemen), and their wide positioning as near as possible to the threatened zones, and making available water bombers and specialised aerial machines ready for action;

– preparation and concretisation (organisation) of an intervention mechanism: this requires the setting up of specialised management programmes ensuring the coordination of powerful and efficient equipment and means for fighting forest fires (instruction); 

– preparedness management and the coordination of the use of the means of intervention of the authorities and the information and alarm services for the population require a secure transmission network (radio network);

– planning the evacuation of the population possibly under threat in the various sensitive areas, particularly if there are risks of explosion (reservoirs and gas conduits explosives or ammunition dumps, hydrocarbon production, handling or transport installations, other dangerous material, etc.).

[...]

Available at: <http://www.icdo.org/en/disasters/man-made-disasters/industrial-accidents/fire> . Accessed on: April 6th, 2018 (Fragment)

One of the ways to prevent the spread of forest fires is
Alternativas
Respostas
241: C
242: E
243: D
244: E
245: A
246: E
247: D
248: B
249: E
250: B
251: C
252: E
253: D
254: E
255: D
256: B
257: A
258: C
259: D
260: C