Questões Militares
Sobre sintaxe em português
Foram encontradas 3.275 questões
Texto para responder à questão.
Povos indígenas são medalha de ouro em resistência cultural: conheça as Olimpíadas originárias do Brasil

Todos os anos, vários povos indígenas do Brasil realizam os Jogos Indígenas. Nos territórios, diversas comunidades se encontram para celebrar a cultura dos esportes tradicionalmente praticados pelos povos originários.
As modalidades praticadas não são aleatórias, estão enraizadas de acordo com o modo de produção e reprodução da vida dos povos: Arco e Flecha, Arremesso de Lança, Bodoque, Cabo de Guerra, Corrida do maracá, Patxu miúca (Derruba o maracá), Futebol e Zarabatana.
Cada categoria é premiada com um troféu confeccionado pelos indígenas das comunidades. O prêmio não guarda nenhuma relação com o ouro, porque acumular ouro não é a verdadeira riqueza para os povos originários.
Disponível em: <https://apiboficial.org/2024/08/09/povos-indigenas-sao-medalha-de-ouro-em-resistencia-cultural-conheca-asolimpiadas-originarias-do-brasil/>. Acesso em: 28 ago. 2025, com adaptações.
Texto para responder à questão.
Povos indígenas são medalha de ouro em resistência cultural: conheça as Olimpíadas originárias do Brasil

Todos os anos, vários povos indígenas do Brasil realizam os Jogos Indígenas. Nos territórios, diversas comunidades se encontram para celebrar a cultura dos esportes tradicionalmente praticados pelos povos originários.
As modalidades praticadas não são aleatórias, estão enraizadas de acordo com o modo de produção e reprodução da vida dos povos: Arco e Flecha, Arremesso de Lança, Bodoque, Cabo de Guerra, Corrida do maracá, Patxu miúca (Derruba o maracá), Futebol e Zarabatana.
Cada categoria é premiada com um troféu confeccionado pelos indígenas das comunidades. O prêmio não guarda nenhuma relação com o ouro, porque acumular ouro não é a verdadeira riqueza para os povos originários.
Disponível em: <https://apiboficial.org/2024/08/09/povos-indigenas-sao-medalha-de-ouro-em-resistencia-cultural-conheca-asolimpiadas-originarias-do-brasil/>. Acesso em: 28 ago. 2025, com adaptações.
Texto para responder à questão.

O Lançador de Disco, também conhecido como Discóbolo, é uma das esculturas mais importantes da história da arte e remonta a cerca de 450 a.C., tendo sido criada por Míron (480 a.C a 449 a.C.), que viveu a maior parte de seu tempo em Atenas e que tinha predileção por representar atletas. O artista preferia o bronze ao mármore, pois o primeiro era maleável, o que lhe permitia dar às suas obras posições mais dinâmicas, detalhes mais realistas, além de mais fáceis de serem transportadas. Míron retratou o atleta no momento em que esse se encontrava imóvel, concentrando-se para o arremesso do disco. Seu corpo retraído mostra a sua anatomia perfeita.
Disponível em: <https://virusdaarte.net/o-lancador-de-discos/#:~:text=Ele%20joga%20todo%20o%20seu,tudo%20pode%20na%20sua%20representa%
C3%A7%C3%A3o>. Acesso em: 28 ago. 2025, com adaptações.
Entenda por que a Praia do Futuro tem o maior número de afogamentos em Fortaleza



Disponível em: https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2025/07/25/entenda-por-que-a Acesso em 28/07/2025. Adaptado.
Com meu pai, aprendi a não ter vaidade em relação __________ que parece honroso. A ser industrioso e pronto para ouvir os que __________ algo a contribuir para o bem comum. A estar sempre disposto a dar __________ cada um __________ que lhe cabe segundo o seu valor.
(Marco Aurélio, Meditações. Adaptado)
As lacunas devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
Leia o texto a seguir para responder à questão:
A praça do poeta (1989)
Itapuã é um lugar da Bahia, feito de coqueiros, areia, moça morena e saudade. Dali, saem os pescadores de curimã, afoitos guerreiros do mar, heróis e mártires dos temporais. Ali, celebra-se uma das mais belas festas. Iemanjá, senhora de todos os praieiros e de todos os marítimos.
A poesia do mar, da praia e dos coqueiros quebra-se, de repente, ao choque com a miséria de sua população descalça – gente sisuda e triste – marcada de doenças, subnutrição e desilusões. Nos tempos eleitorais, os políticos vão para lá, instalam postos de saúde, iluminação, retrato, fazem discursos e sacam contra o futuro, contando histórias de dinheiro, saúde e felicidade. Eleitos, saem de mansinho, e os ingênuos praieiros que conquistem, na incerta generosidade do mar, comida, remédio e dignidade.
Fartos da música, dos discursos e das palavras sem verdade, os pescadores se apegam a todas as lendas e crendices do mar, o caminho mais fácil que eles encontram até Deus. É por isso que, nas praias da Bahia, vivem as rezas, os cultos, as celebrações mais ricas e numerosas do folclore praieiro.
(Antônio Maria. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/ cronicas/13375/a-praca-do-poeta. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Marinês: rainha do Xaxado
A palavra “xaxado” vem do barulho que as sandálias dos dançarinos fazem ao serem arrastadas no chão durante a performance. Denomina também um subgênero musical do forró (assim como o baião, xote, arrasta-pé, coco, piseiro etc.), com raízes no sertão nordestino. Popularizou-se com o cantor, compositor e multi-instrumentista Luiz Gonzaga (1912–1989), o “Rei do Baião”, responsável por apresentar o forró e vários de seus subtipos a todo o Brasil. Foi Gonzagão, inclusive, quem nomeou a cantora, atriz e apresentadora Marinês (1934–2007) como a “Rainha do Xaxado”.
Nascida Inês Caetano de Oliveira, na cidade de São Vicente Férrer (PE), em novembro de 1934, Marinês mudou-se ainda criança para Campina Grande (PB), onde iniciou sua trajetória musical em concursos de calouros. Segunda filha de nove irmãos que chegaram à vida adulta – entre 22 gestados por sua mãe, Josefa Maria de Oliveira –, a menina teve uma infância dedicada a cuidar dos irmãos mais novos, e suas bonecas eram feitas de sabugos de milho seco. De acordo com o filho mais velho de Marinês, o maestro, multi-instrumentista, compositor e produtor Marcos Farias, o primeiro programa de calouros de que sua mãe participou foi aos oito anos de idade, com crianças e adolescentes do bairro. “Ela ganhou uma caixa de sabonetes. Foi um luxo para a época e para a vida humilde que a família levava”, conta.
Esse foi o início de uma carreira de meio século, na qual Marinês gravou mais de 40 discos, atuou em filmes musicais e apresentou seu próprio programa na TV Tupi. Além disso, foi a primeira mulher a liderar um grupo de forró e a ser considerada, pelo público e pela crítica, o “Luiz Gonzaga de saia”. “Ela aprendeu todo o repertório do Gonzagão, começou a usar chapéu de couro, a se vestir de Maria Bonita e a tocar triângulo. Formou a dupla Marinês e Abdias – O casal da alegria, ao lado do meu pai, músico e empresário dela, José Abdias de Farias (1932–1994)”, detalha Marcos Farias.
(Luna D’Alama. Revista E, junho de 2025. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Marinês: rainha do Xaxado
A palavra “xaxado” vem do barulho que as sandálias dos dançarinos fazem ao serem arrastadas no chão durante a performance. Denomina também um subgênero musical do forró (assim como o baião, xote, arrasta-pé, coco, piseiro etc.), com raízes no sertão nordestino. Popularizou-se com o cantor, compositor e multi-instrumentista Luiz Gonzaga (1912–1989), o “Rei do Baião”, responsável por apresentar o forró e vários de seus subtipos a todo o Brasil. Foi Gonzagão, inclusive, quem nomeou a cantora, atriz e apresentadora Marinês (1934–2007) como a “Rainha do Xaxado”.
Nascida Inês Caetano de Oliveira, na cidade de São Vicente Férrer (PE), em novembro de 1934, Marinês mudou-se ainda criança para Campina Grande (PB), onde iniciou sua trajetória musical em concursos de calouros. Segunda filha de nove irmãos que chegaram à vida adulta – entre 22 gestados por sua mãe, Josefa Maria de Oliveira –, a menina teve uma infância dedicada a cuidar dos irmãos mais novos, e suas bonecas eram feitas de sabugos de milho seco. De acordo com o filho mais velho de Marinês, o maestro, multi-instrumentista, compositor e produtor Marcos Farias, o primeiro programa de calouros de que sua mãe participou foi aos oito anos de idade, com crianças e adolescentes do bairro. “Ela ganhou uma caixa de sabonetes. Foi um luxo para a época e para a vida humilde que a família levava”, conta.
Esse foi o início de uma carreira de meio século, na qual Marinês gravou mais de 40 discos, atuou em filmes musicais e apresentou seu próprio programa na TV Tupi. Além disso, foi a primeira mulher a liderar um grupo de forró e a ser considerada, pelo público e pela crítica, o “Luiz Gonzaga de saia”. “Ela aprendeu todo o repertório do Gonzagão, começou a usar chapéu de couro, a se vestir de Maria Bonita e a tocar triângulo. Formou a dupla Marinês e Abdias – O casal da alegria, ao lado do meu pai, músico e empresário dela, José Abdias de Farias (1932–1994)”, detalha Marcos Farias.
(Luna D’Alama. Revista E, junho de 2025. Adaptado)
• “A princípio, ficou confuso com a situação...”
• “A teoria que engendrou, no entanto, era muito diferente do que ditaria o senso comum...”
• “Assim, matriculara-se no curso para aprender a testar sua hipótese, tendo em vista a quantidade de indícios que já acumulara.”
As expressões destacadas podem ser substituídas, respectivamente, sem prejuízo ao sentido original e de acordo com a norma-padrão, por:
Texto I
Negacionismo científico influencia no aumento de doenças evitáveis por vacina no mundo



https://jornal.usp.br/radio-usp/negacionismo-cientifico-influencia-no-aumento-de-doencas-evitaveis-por-vacina-no-mundo/Acesso em: 12 jun. 2025. (Adaptado)
Relacione corretamente os termos destacados nos trechos apresentados a seguir com suas respectivas funções sintáticas, numerando os parênteses abaixo de acordo com a seguinte indicação:
1. Objeto direto;
2. Predicativo do sujeito;
3. Adjunto adverbial;
4. Predicado.
( ) “Quando você protege mais de 70% da população, [...]” (linhas 39-40)
( ) “[...] por alguma razão, o agente infeccioso não consegue encontrar suscetíveis.” (linhas 40-41)
( ) “[...] as vacinas são essenciais para mudar o cenário atual. (linhas 71-72)
( ) “Então, a proteção da sociedade protege a todos.” (linhas 45-46)
A sequência correta, de cima para baixo, é: