Questões Militares
Sobre sintaxe em português
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Considerando as ideias veiculadas no texto precedente, sua estruturação linguística e o vocabulário nele empregado, julgue o próximo item.
Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência do texto caso o trecho “da nascente em Salesópolis (SP) à foz no rio Paraná” (terceiro parágrafo) fosse reescrito da seguinte forma: desde a nascente em Salesópolis (SP) até a foz no rio Paraná.
Considerando as ideias veiculadas no texto precedente, sua estruturação linguística e o vocabulário nele empregado, julgue o próximo item.
No trecho ‘Sempre se tem a ideia de que só esgoto é o problema do nosso rio, e esse estudo mostra que é muito mais complexo que isso’ (quarto parágrafo), a conjunção ‘e’ está empregada com sentido de oposição, contraste.
Considerando as ideias veiculadas no texto precedente, sua estruturação linguística e o vocabulário nele empregado, julgue o próximo item.
No trecho “foram identificados microplásticos em todos os pontos analisados” (terceiro parágrafo), a locução verbal “foram identificados” poderia ser substituída por identificou-se, sem prejuízo da correção gramatical do texto.
Julgue o item a seguir, referente às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.
No trecho “as cidades pelo mundo em que o transporte público é prioridade” (segundo parágrafo), a oração “em que o transporte público é prioridade” caracteriza as cidades mencionadas e restringe seu sentido.
Julgue o item a seguir, referente às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.
No trecho “o que deixou as vias públicas sobrecarregadas” (primeiro parágrafo), o termo “sobrecarregadas” poderia ser deslocado para imediatamente após “deixou”, sem alteração dos sentidos e das relações sintáticas originalmente estabelecidas.
Julgue o item a seguir, referente às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.
No trecho “enquanto aqui, pelo contrário, a infraestrutura é inadequada, os veículos são velhos, a malha de atendimento é ainda restrita” (segundo parágrafo), a conjunção “enquanto” estabelece uma relação temporal entre a situação do transporte público no Brasil e a de outros países.
I A oração “que já avançaram na garantia da presença de mulheres no serviço público” (segundo parágrafo) estabelece uma condição para a ocorrência do condicionamento das mulheres a determinadas áreas.
II O segmento “assim como em até 24% a mortalidade infantil” (sexto parágrafo) constitui uma oração conclusiva.
III No penúltimo parágrafo, a oração “que ainda não foram analisadas a fundo” caracteriza, de forma restritiva, “as complexidades e variáveis”.
Assinale a opção correta.
“O Exército pode passar cem anos sem ser usado, mas não pode passar um minuto sem estar preparado.”
BARBOSA, Rui. Disponível em: https://www.pensador.com/frases_de_rui_barbosa/. Acesso em: 05 de agosto de 2025.
Leia o Texto VII e marque a alternativa incorreta em relação à análise morfossintática:
“Mesmo que persista certa desconfiança de familiares e professores sobre o uso de dispositivos eletrônicos móveis na sala de aula, gestores do ensino público e particular começam a correr atrás da adaptação do conteúdo didático para formatos digitais, uma vez que, antes mesmo de largar as fraldas, um número cada vez maior de crianças já tem mais o que fazer com os dedinhos do que roer unhas.”
MING, Celso. Mochila digital. O Estado de S. Paulo, 1º fev.2014. Disponível em: economia.estadao.com.br/blogs/celso. Acesso em: 06 de agosto de 2025.
Com base na estrutura sintática e nas relações semântico-discursivas estabelecidas pelas orações subordinadas adverbiais presentes no Texto V, assinale a alternativa que identifica corretamente, na ordem em que aparecem, os valores lógicos das orações subordinadas:
O risco que ignoramos
O câncer ainda é uma das principais causas de morte no mundo, em grande parte relacionado a fatores modificáveis. Para entender melhor esse panorama, a Organização Mundial da Saúde (OMS) realizou um estudo de mapeamento dos casos da doença no mundo e a relação com fatores que podem ser evitados.
O tabagismo (15,1%), as infecções (10,2%) e o consumo de álcool (3,2%) foram os principais contribuintes para a carga de câncer. O estudo considerou ainda fatores como índice de massa corporal elevado, atividade física insuficiente, tabaco sem fumaça, poluição do ar e radiação ultravioleta.
A divulgação dessas informações é extremamente importante. Afinal, conhecer os fatores de risco é o primeiro passo para poder combatê-los. O problema é que muitas vezes acabamos focando somente nos riscos que recebem mais destaque e deixamos de olhar para outros que atingem uma parcela muito maior da população. O Brasil é um excelente exemplo disso.
Graças a décadas de campanhas educativas, restrições à publicidade, aumento de impostos e ambientes livres de fumaça, o número de fumantes caiu de forma impressionante. Hoje, menos de 10% da população adulta brasileira fuma regularmente. Trata-se de uma das maiores vitórias da saúde pública do país. Mas, enquanto comemoramos essa conquista, outro problema cresce silenciosamente.
Segundo pesquisa da Quest, cerca de 52% dos brasileiros se consideram sedentários. Quando analisamos os critérios da OMS, a situação se torna ainda mais preocupante: aproximadamente 76% da população não atinge os níveis mínimos de atividade física recomendados para a manutenção da saúde. Isso significa que o sedentarismo está presente na vida de milhões de brasileiros todos os dias. E o impacto disso vai muito além da perda de condicionamento físico.
Outro fator que merece atenção é a obesidade. Hoje, cerca de 30% da população brasileira é obesa. E a obesidade está associada a pelo menos 13 tipos diferentes de câncer. Mais uma vez, existe uma ligação direta com a atividade física.
É importante deixar claro: o objetivo desta reflexão não é minimizar os riscos do cigarro ou do álcool. O ponto é outro. Quando pensamos em saúde pública, precisamos considerar não apenas o tamanho do risco individual, mas também o número de pessoas expostas a ele.
Se menos de 10% da população fuma, mas mais da metade é sedentária e três em cada quatro brasileiros não alcançam sequer o mínimo recomendado de atividade física, talvez estejamos diante de uma das maiores oportunidades de prevenção da atualidade.
A prevenção não depende apenas de eliminar hábitos ruins. Ela também exige a construção de hábitos saudáveis. E poucas intervenções de estilo de vida oferecem benefícios tão amplos quanto o movimento físico.
Não é necessário se tornar atleta. Não é preciso correr maratonas nem passar horas por dia na academia. A mudança pode começar com atitudes simples: caminhar mais, usar escadas, levantar-se frequentemente ao longo do dia, brincar com os filhos, passear com cachorro, pedalar, dançar ou praticar qualquer atividade prazerosa. O exercício físico estruturado continua sendo algo extremamente importante, entretanto não podemos ignorar o valor do movimento incorporado à rotina. Nosso corpo foi feito para se mover. Cada passo conta.
Talvez o maior desafio da saúde moderna não seja apenas convencer as pessoas a evitar o cigarro. Talvez seja fazê-las entender que passar grande parte do dia sentado também tem consequências importantes para a saúde. Alguns riscos são facilmente identificados. Outros são silenciosos, fazem parte da rotina e acabam sendo normalizados. O sedentarismo é um deles.
ATALLA, Marcio. O risco que ignoramos. Jornal O Globo, Rio de Janeiro, 3. jun. 2026. Disponível em: http://oglobo.globo.com. Acesso em: 4. jun. 2026
O risco que ignoramos
O câncer ainda é uma das principais causas de morte no mundo, em grande parte relacionado a fatores modificáveis. Para entender melhor esse panorama, a Organização Mundial da Saúde (OMS) realizou um estudo de mapeamento dos casos da doença no mundo e a relação com fatores que podem ser evitados.
O tabagismo (15,1%), as infecções (10,2%) e o consumo de álcool (3,2%) foram os principais contribuintes para a carga de câncer. O estudo considerou ainda fatores como índice de massa corporal elevado, atividade física insuficiente, tabaco sem fumaça, poluição do ar e radiação ultravioleta.
A divulgação dessas informações é extremamente importante. Afinal, conhecer os fatores de risco é o primeiro passo para poder combatê-los. O problema é que muitas vezes acabamos focando somente nos riscos que recebem mais destaque e deixamos de olhar para outros que atingem uma parcela muito maior da população. O Brasil é um excelente exemplo disso.
Graças a décadas de campanhas educativas, restrições à publicidade, aumento de impostos e ambientes livres de fumaça, o número de fumantes caiu de forma impressionante. Hoje, menos de 10% da população adulta brasileira fuma regularmente. Trata-se de uma das maiores vitórias da saúde pública do país. Mas, enquanto comemoramos essa conquista, outro problema cresce silenciosamente.
Segundo pesquisa da Quest, cerca de 52% dos brasileiros se consideram sedentários. Quando analisamos os critérios da OMS, a situação se torna ainda mais preocupante: aproximadamente 76% da população não atinge os níveis mínimos de atividade física recomendados para a manutenção da saúde. Isso significa que o sedentarismo está presente na vida de milhões de brasileiros todos os dias. E o impacto disso vai muito além da perda de condicionamento físico.
Outro fator que merece atenção é a obesidade. Hoje, cerca de 30% da população brasileira é obesa. E a obesidade está associada a pelo menos 13 tipos diferentes de câncer. Mais uma vez, existe uma ligação direta com a atividade física.
É importante deixar claro: o objetivo desta reflexão não é minimizar os riscos do cigarro ou do álcool. O ponto é outro. Quando pensamos em saúde pública, precisamos considerar não apenas o tamanho do risco individual, mas também o número de pessoas expostas a ele.
Se menos de 10% da população fuma, mas mais da metade é sedentária e três em cada quatro brasileiros não alcançam sequer o mínimo recomendado de atividade física, talvez estejamos diante de uma das maiores oportunidades de prevenção da atualidade.
A prevenção não depende apenas de eliminar hábitos ruins. Ela também exige a construção de hábitos saudáveis. E poucas intervenções de estilo de vida oferecem benefícios tão amplos quanto o movimento físico.
Não é necessário se tornar atleta. Não é preciso correr maratonas nem passar horas por dia na academia. A mudança pode começar com atitudes simples: caminhar mais, usar escadas, levantar-se frequentemente ao longo do dia, brincar com os filhos, passear com cachorro, pedalar, dançar ou praticar qualquer atividade prazerosa. O exercício físico estruturado continua sendo algo extremamente importante, entretanto não podemos ignorar o valor do movimento incorporado à rotina. Nosso corpo foi feito para se mover. Cada passo conta.
Talvez o maior desafio da saúde moderna não seja apenas convencer as pessoas a evitar o cigarro. Talvez seja fazê-las entender que passar grande parte do dia sentado também tem consequências importantes para a saúde. Alguns riscos são facilmente identificados. Outros são silenciosos, fazem parte da rotina e acabam sendo normalizados. O sedentarismo é um deles.
ATALLA, Marcio. O risco que ignoramos. Jornal O Globo, Rio de Janeiro, 3. jun. 2026. Disponível em: http://oglobo.globo.com. Acesso em: 4. jun. 2026
O risco que ignoramos
O câncer ainda é uma das principais causas de morte no mundo, em grande parte relacionado a fatores modificáveis. Para entender melhor esse panorama, a Organização Mundial da Saúde (OMS) realizou um estudo de mapeamento dos casos da doença no mundo e a relação com fatores que podem ser evitados.
O tabagismo (15,1%), as infecções (10,2%) e o consumo de álcool (3,2%) foram os principais contribuintes para a carga de câncer. O estudo considerou ainda fatores como índice de massa corporal elevado, atividade física insuficiente, tabaco sem fumaça, poluição do ar e radiação ultravioleta.
A divulgação dessas informações é extremamente importante. Afinal, conhecer os fatores de risco é o primeiro passo para poder combatê-los. O problema é que muitas vezes acabamos focando somente nos riscos que recebem mais destaque e deixamos de olhar para outros que atingem uma parcela muito maior da população. O Brasil é um excelente exemplo disso.
Graças a décadas de campanhas educativas, restrições à publicidade, aumento de impostos e ambientes livres de fumaça, o número de fumantes caiu de forma impressionante. Hoje, menos de 10% da população adulta brasileira fuma regularmente. Trata-se de uma das maiores vitórias da saúde pública do país. Mas, enquanto comemoramos essa conquista, outro problema cresce silenciosamente.
Segundo pesquisa da Quest, cerca de 52% dos brasileiros se consideram sedentários. Quando analisamos os critérios da OMS, a situação se torna ainda mais preocupante: aproximadamente 76% da população não atinge os níveis mínimos de atividade física recomendados para a manutenção da saúde. Isso significa que o sedentarismo está presente na vida de milhões de brasileiros todos os dias. E o impacto disso vai muito além da perda de condicionamento físico.
Outro fator que merece atenção é a obesidade. Hoje, cerca de 30% da população brasileira é obesa. E a obesidade está associada a pelo menos 13 tipos diferentes de câncer. Mais uma vez, existe uma ligação direta com a atividade física.
É importante deixar claro: o objetivo desta reflexão não é minimizar os riscos do cigarro ou do álcool. O ponto é outro. Quando pensamos em saúde pública, precisamos considerar não apenas o tamanho do risco individual, mas também o número de pessoas expostas a ele.
Se menos de 10% da população fuma, mas mais da metade é sedentária e três em cada quatro brasileiros não alcançam sequer o mínimo recomendado de atividade física, talvez estejamos diante de uma das maiores oportunidades de prevenção da atualidade.
A prevenção não depende apenas de eliminar hábitos ruins. Ela também exige a construção de hábitos saudáveis. E poucas intervenções de estilo de vida oferecem benefícios tão amplos quanto o movimento físico.
Não é necessário se tornar atleta. Não é preciso correr maratonas nem passar horas por dia na academia. A mudança pode começar com atitudes simples: caminhar mais, usar escadas, levantar-se frequentemente ao longo do dia, brincar com os filhos, passear com cachorro, pedalar, dançar ou praticar qualquer atividade prazerosa. O exercício físico estruturado continua sendo algo extremamente importante, entretanto não podemos ignorar o valor do movimento incorporado à rotina. Nosso corpo foi feito para se mover. Cada passo conta.
Talvez o maior desafio da saúde moderna não seja apenas convencer as pessoas a evitar o cigarro. Talvez seja fazê-las entender que passar grande parte do dia sentado também tem consequências importantes para a saúde. Alguns riscos são facilmente identificados. Outros são silenciosos, fazem parte da rotina e acabam sendo normalizados. O sedentarismo é um deles.
ATALLA, Marcio. O risco que ignoramos. Jornal O Globo, Rio de Janeiro, 3. jun. 2026. Disponível em: http://oglobo.globo.com. Acesso em: 4. jun. 2026
O risco que ignoramos
O câncer ainda é uma das principais causas de morte no mundo, em grande parte relacionado a fatores modificáveis. Para entender melhor esse panorama, a Organização Mundial da Saúde (OMS) realizou um estudo de mapeamento dos casos da doença no mundo e a relação com fatores que podem ser evitados.
O tabagismo (15,1%), as infecções (10,2%) e o consumo de álcool (3,2%) foram os principais contribuintes para a carga de câncer. O estudo considerou ainda fatores como índice de massa corporal elevado, atividade física insuficiente, tabaco sem fumaça, poluição do ar e radiação ultravioleta.
A divulgação dessas informações é extremamente importante. Afinal, conhecer os fatores de risco é o primeiro passo para poder combatê-los. O problema é que muitas vezes acabamos focando somente nos riscos que recebem mais destaque e deixamos de olhar para outros que atingem uma parcela muito maior da população. O Brasil é um excelente exemplo disso.
Graças a décadas de campanhas educativas, restrições à publicidade, aumento de impostos e ambientes livres de fumaça, o número de fumantes caiu de forma impressionante. Hoje, menos de 10% da população adulta brasileira fuma regularmente. Trata-se de uma das maiores vitórias da saúde pública do país. Mas, enquanto comemoramos essa conquista, outro problema cresce silenciosamente.
Segundo pesquisa da Quest, cerca de 52% dos brasileiros se consideram sedentários. Quando analisamos os critérios da OMS, a situação se torna ainda mais preocupante: aproximadamente 76% da população não atinge os níveis mínimos de atividade física recomendados para a manutenção da saúde. Isso significa que o sedentarismo está presente na vida de milhões de brasileiros todos os dias. E o impacto disso vai muito além da perda de condicionamento físico.
Outro fator que merece atenção é a obesidade. Hoje, cerca de 30% da população brasileira é obesa. E a obesidade está associada a pelo menos 13 tipos diferentes de câncer. Mais uma vez, existe uma ligação direta com a atividade física.
É importante deixar claro: o objetivo desta reflexão não é minimizar os riscos do cigarro ou do álcool. O ponto é outro. Quando pensamos em saúde pública, precisamos considerar não apenas o tamanho do risco individual, mas também o número de pessoas expostas a ele.
Se menos de 10% da população fuma, mas mais da metade é sedentária e três em cada quatro brasileiros não alcançam sequer o mínimo recomendado de atividade física, talvez estejamos diante de uma das maiores oportunidades de prevenção da atualidade.
A prevenção não depende apenas de eliminar hábitos ruins. Ela também exige a construção de hábitos saudáveis. E poucas intervenções de estilo de vida oferecem benefícios tão amplos quanto o movimento físico.
Não é necessário se tornar atleta. Não é preciso correr maratonas nem passar horas por dia na academia. A mudança pode começar com atitudes simples: caminhar mais, usar escadas, levantar-se frequentemente ao longo do dia, brincar com os filhos, passear com cachorro, pedalar, dançar ou praticar qualquer atividade prazerosa. O exercício físico estruturado continua sendo algo extremamente importante, entretanto não podemos ignorar o valor do movimento incorporado à rotina. Nosso corpo foi feito para se mover. Cada passo conta.
Talvez o maior desafio da saúde moderna não seja apenas convencer as pessoas a evitar o cigarro. Talvez seja fazê-las entender que passar grande parte do dia sentado também tem consequências importantes para a saúde. Alguns riscos são facilmente identificados. Outros são silenciosos, fazem parte da rotina e acabam sendo normalizados. O sedentarismo é um deles.
ATALLA, Marcio. O risco que ignoramos. Jornal O Globo, Rio de Janeiro, 3. jun. 2026. Disponível em: http://oglobo.globo.com. Acesso em: 4. jun. 2026
A supressão ou o deslocamento de sinais de pontuação costuma impactar a estrutura sintática e o sentido original de um enunciado. Considere o período estruturado a seguir:
“Para conter o avanço do tabagismo, o governo adotou, de forma gradual, severas restrições à publicidade de cigarros e ampliou os ambientes livres de fumaça.”
O emprego das vírgulas que isolam o segmento “de forma gradual” justifica-se com base na mesma regra gramatical que determina a inserção de vírgulas em: