Questões Militares Sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 7.812 questões

Q1342734 Português

Julgue os itens a seguir em “V”, se forem verdadeiros, ou em “F”, se forem falsos, conforme a correlação entre os versos extraídos do Texto III e suas respectivas interpretações com base nesse Texto.

I – “Arroba agora não pesa” (3ª estrofe) – deixou de ser uma medida de peso, caindo em desuso nesse caso. Usada somente como parte de um endereço de internet.

II – “O emoticom é um risco” (4ª estrofe) – é um risco porque, a longo prazo, substituirá todas as palavras escritas e, inclusive, a língua falada.

III – “Agora, escrevo e envio” (6ª estrofe) – a comunicação “do agora” é instantânea.

IV – “Ponto final nem se usa” (3ª estrofe) – não há rigidez gramatical no mundo virtual.

V – “O mundo ficou cativo/Da tecnologia do agora.” (6ª estrofe) – O mundo tornou-se escravo das relações tecnológicas passadas e atuais.

sequência correta é

Alternativas
Q1342733 Português
Em relação aos Textos I e II, o objetivo principal desses textos é
Alternativas
Q1342731 Português

No Texto II, lê-se o seguinte fragmento: “Se bem orientado, pode estimular a criatividade, o raciocínio lógico, a colaboração, a capacidade de pesquisa e outras competências valiosas para o mundo contemporâneo. No entanto, é preciso moderação.” (linhas 1 a 4).

Há prejuízo de sentido na sequência lógica dos períodos, se os termos em negrito forem substituídos por

Alternativas
Q1342730 Português
De acordo com o Texto II, assinale a alternativa que aponta para a resposta à pergunta formulada no título: “O que falta às crianças e jovens viciados em tecnologia?”.
Alternativas
Q1342729 Português

Leia o trecho abaixo retirado do Texto I e analise as afirmativas a seguir.

“Sobre a idade mínima para o contato com a tecnologia começar, a especialista afirma que não existe uma regra para isso, mas sim que é preciso ter bom senso, pois bebês pequenos ainda estão desenvolvendo a capacidade de sentar, a coordenação motora para segurar, além da própria visão e, por isso, não faz muito sentido dar a eles um tablet. Em vez disso deve-se estimulá-los com música, brinquedos ou móbiles, que são mais indicados.” (4º parágrafo).

I – Uma conjunção foi usada como recurso para evitar a repetição do termo “bebês pequenos”.

II – Um pronome relativo aparece para retomar os itens que são mais indicados aos bebês pequenos.

III – Pelo menos um pronome pessoal oblíquo foi usado para evitar a repetição do termo “bebês pequenos”.

IV – Foram usados dois recursos de substituição para evitar a repetição do termo “bebês pequenos”: um antônimo e um pronome pessoal oblíquo, respectivamente.

Estão corretas:

Alternativas
Q1342727 Português
Leia o trecho: “Quando a criança vai crescendo, a tecnologia precisa ser introduzida como mais um elemento, sem tomar lugar dos brinquedos e das relações pessoais.” (linhas 15 e 16). Assinale a alternativa na qual haja a ideia que reafirma, corretamente, o sentido desse trecho retirado do Texto I.
Alternativas
Q1342726 Português

Observe os fragmentos abaixo extraídos do Texto I.

I – “(...) Mas os pais sabem o quanto é difícil evitar essa exposição”. (linha 05)

II – “Quando a criança vai crescendo, a tecnologia precisa ser introduzida como mais um elemento, sem tomar lugar dos brinquedos e das relações pessoais”. (linhas 15 e 16)

III – “(...) Mas Glaucia afirma que a tecnologia faz parte de nossa vida e que a criança uma hora terá de ser apresentada a ela”. (linhas 22 e 23)

Com base na leitura do Texto I e dos fragmentos acima, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q1342724 Português
Dentro do contexto em que está inserido, o verbo conversar (linha 14), retirado do Texto I, pode ser substituído por vários sinônimos, exceto por
Alternativas
Q1339683 Português
Assinale a opção que contenha trecho de texto narrativo:
Alternativas
Q1339682 Português

Observe a charge.

Imagem associada para resolução da questão

Através da charge, é feita uma crítica à internet, por que:

Alternativas
Q1339681 Português

As chamadas baianas não usavam vestidos; traziam somente umas poucas saias presas à cintura, e que chegavam pouco abaixo do meio da perna, todas elas ornadas de magníficas rendas; da cintura para cima traziam uma finíssima camisa, cuja gola e manga eram também ornadas de renda; ao pescoço punham um cordão de ouro, um colar de corais, os mais pobres eram de miçangas; ornavam a cabeça com uma espécie e turbante a que davam o nome de trunfas, formado por um grande laço branco muito teso e engomado; calçavam uma chinelas de salto alto e tão pequenas que apenas continham os dedos dos pés, ficando de fora todo o calcanhar; e, além de tudo isto, envolviam-se graciosamente em uma capa de pano preto, deixando de fora os braços ornados de argolas de metal simulando pulseiras. (Trecho do romance “Memórias de um Sargento de Milícias” de Manuel Antônio de Almeida)

Quanto à tipologia textual deste trecho do romance de Almeida, pode-se dizer que a organização predominante é:

Alternativas
Q1339680 Português
Divulgar campanhas está entre uma das funções primordiais de um cartaz. Para isso, imagens e palavras se combinam de forma a evidenciar determinadas mensagens. Imagem associada para resolução da questão Com base na análise dessa combinação de texto verbal e não verbal, marque a resposta correta:
Alternativas
Q1337432 Português

    Foi uma viagem e tanto. Mercúrio percorreu rapidamente os quase cinco bilhões de quilômetros que o separavam de Plutão. Isso sem olhar para trás, a uma velocidade de cento e oitenta mil quilômetros por hora (eu disse “cento e oitenta mil quilômetros por hora!”) e sem parar nem para um xixizinho. Foram mais de mil dias de viagem incrível através do Sistema Solar. Ele levava na mala o que ainda era um mistério para os planetas — documentos secretíssimos falando de coisas estranhas e perigosas que estavam acontecendo no planeta Terra.

    Assim que entrou na órbita de Plutão, Mercúrio olhou para trás. Lá longe estava o Sol. Já não lhe parecia aquele gigante em chamas que o impressionava. Mesmo assim, era a estrela mais brilhante que ele podia ver daquele ponto do Universo.

    Você já deve ter percebido que esta é uma história de planetas. Para eles, as coisas se passam de maneira um pouco diferente do que para nós. Por exemplo: quando eu disse que a viagem de Mercúrio até Plutão foi rápida, quis dizer que foi rápida para um planeta. Mais de mil dias é um tempo grande para a gente, mas é pequeno para os planetas, pois eles podem viver bilhões de anos.

    Outra coisa diferente nesta história é que o que é mistério para os personagens (os planetas) pode não ser mistério para nós. É possível que você saiba quais as coisas estranhas e perigosas que se passam na Terra. Entretanto, pode ser que não se lembre. Nesse caso, este conto há de refrescar sua memória.

    Mas voltemos a Mercúrio. Como você deve ter aprendido, trata-se do planeta mais próximo do Sol. Por isso, os gases flamejantes quase encostam nele. Lá, a temperatura é tão alta durante o dia que, se houvesse chumbo em sua superfície, derreteria, formando rios e mares metálicos. Mas, para ser sincero, até que Mercúrio gosta desse calorzinho. Ainda mais que, à noite, temperatura cai para -170° C e ele se congela.

    Nosso herói estava muito longe de casa. Fazia frio e a temperatura, próxima de zero absoluto (que é mais frio do que todos os frios), era insuportável. Para Mercúrio, significava resfriado na certa. Acontece que o seu cargo de mensageiro dos planetas o obrigava a cumprir as mais perigosas missões, e não seria um simples resfriado que o impediria de cumprir mais essa.

    Além do mais, resfriado não é novidade. Por causa de seus dias muito compridos e da atmosfera muito rarefeita, que não espalha bem o calor, os dias de Mercúrio são quentíssimos, e as noites, friíssimas. Por isso, mesmo quando descansa em sua órbita, ele vive às voltas com febre, calafrios, nariz escorrendo etc., coisas que quem já teve gripe sabe como são; a gente quer brincar, nadar ou tomar um sorvete e não pode. No caso de Mercúrio é ainda pior, porque ele tem alergia à poeira cósmica, o que sempre vira bronquite. Aí, só com inalação de vento solar.

    — Ô de casa! A-a-atchim! — Pronto, estava resfriado. — Ô de casa! — repetiu. Nada.

    “Por onde anda Plutão?”, perguntou-se.

    Já que Plutão não estava, até pensou em dar uma olhada além das fronteiras do Sistema Solar. A curiosidade era grande. Mas não se atreveu porque lembrou o que tinha acontecido a Netuno. Se um planeta poderoso como Netuno fora tão terrivelmente afetado, o que aconteceria a ele, o pobre mensageiro dos planetas?

    De repente, tudo escureceu. Alguém ou alguma coisa passou em frente ao Sol provocando um eclipse total. Mercúrio entrou em pânico. Tinha que fugir rapidamente. Mas para onde? Não via nada. Súbito, um bafo gelado em seus ouvidos arrepiou-lhe todos os meridianos.

    — Ei, rapaz... Aonde vai com tanta pressa... Cuidado... Vê se olha por onde anda...

    Mercúrio se virou e notou um fraco, mas ameaçador brilho esbranquiçado se aproximando. Era Plutão que sorria horrivelmente, mostrando dentes pontiagudos de metano congelado. O mensageiro tremeu nas bases. [...]

OLIVEIRA, Marcelo. R. L. Encontro de extremos. In: A Reunião dos Planetas. São Paulo: Editora Companhia das Letrinhas, 2006 (com adaptações).

Com base na leitura do texto VI, “Encontro de Extremos”, é correto afirmar que
Alternativas
Q1337431 Português

    Foi uma viagem e tanto. Mercúrio percorreu rapidamente os quase cinco bilhões de quilômetros que o separavam de Plutão. Isso sem olhar para trás, a uma velocidade de cento e oitenta mil quilômetros por hora (eu disse “cento e oitenta mil quilômetros por hora!”) e sem parar nem para um xixizinho. Foram mais de mil dias de viagem incrível através do Sistema Solar. Ele levava na mala o que ainda era um mistério para os planetas — documentos secretíssimos falando de coisas estranhas e perigosas que estavam acontecendo no planeta Terra.

    Assim que entrou na órbita de Plutão, Mercúrio olhou para trás. Lá longe estava o Sol. Já não lhe parecia aquele gigante em chamas que o impressionava. Mesmo assim, era a estrela mais brilhante que ele podia ver daquele ponto do Universo.

    Você já deve ter percebido que esta é uma história de planetas. Para eles, as coisas se passam de maneira um pouco diferente do que para nós. Por exemplo: quando eu disse que a viagem de Mercúrio até Plutão foi rápida, quis dizer que foi rápida para um planeta. Mais de mil dias é um tempo grande para a gente, mas é pequeno para os planetas, pois eles podem viver bilhões de anos.

    Outra coisa diferente nesta história é que o que é mistério para os personagens (os planetas) pode não ser mistério para nós. É possível que você saiba quais as coisas estranhas e perigosas que se passam na Terra. Entretanto, pode ser que não se lembre. Nesse caso, este conto há de refrescar sua memória.

    Mas voltemos a Mercúrio. Como você deve ter aprendido, trata-se do planeta mais próximo do Sol. Por isso, os gases flamejantes quase encostam nele. Lá, a temperatura é tão alta durante o dia que, se houvesse chumbo em sua superfície, derreteria, formando rios e mares metálicos. Mas, para ser sincero, até que Mercúrio gosta desse calorzinho. Ainda mais que, à noite, temperatura cai para -170° C e ele se congela.

    Nosso herói estava muito longe de casa. Fazia frio e a temperatura, próxima de zero absoluto (que é mais frio do que todos os frios), era insuportável. Para Mercúrio, significava resfriado na certa. Acontece que o seu cargo de mensageiro dos planetas o obrigava a cumprir as mais perigosas missões, e não seria um simples resfriado que o impediria de cumprir mais essa.

    Além do mais, resfriado não é novidade. Por causa de seus dias muito compridos e da atmosfera muito rarefeita, que não espalha bem o calor, os dias de Mercúrio são quentíssimos, e as noites, friíssimas. Por isso, mesmo quando descansa em sua órbita, ele vive às voltas com febre, calafrios, nariz escorrendo etc., coisas que quem já teve gripe sabe como são; a gente quer brincar, nadar ou tomar um sorvete e não pode. No caso de Mercúrio é ainda pior, porque ele tem alergia à poeira cósmica, o que sempre vira bronquite. Aí, só com inalação de vento solar.

    — Ô de casa! A-a-atchim! — Pronto, estava resfriado. — Ô de casa! — repetiu. Nada.

    “Por onde anda Plutão?”, perguntou-se.

    Já que Plutão não estava, até pensou em dar uma olhada além das fronteiras do Sistema Solar. A curiosidade era grande. Mas não se atreveu porque lembrou o que tinha acontecido a Netuno. Se um planeta poderoso como Netuno fora tão terrivelmente afetado, o que aconteceria a ele, o pobre mensageiro dos planetas?

    De repente, tudo escureceu. Alguém ou alguma coisa passou em frente ao Sol provocando um eclipse total. Mercúrio entrou em pânico. Tinha que fugir rapidamente. Mas para onde? Não via nada. Súbito, um bafo gelado em seus ouvidos arrepiou-lhe todos os meridianos.

    — Ei, rapaz... Aonde vai com tanta pressa... Cuidado... Vê se olha por onde anda...

    Mercúrio se virou e notou um fraco, mas ameaçador brilho esbranquiçado se aproximando. Era Plutão que sorria horrivelmente, mostrando dentes pontiagudos de metano congelado. O mensageiro tremeu nas bases. [...]

OLIVEIRA, Marcelo. R. L. Encontro de extremos. In: A Reunião dos Planetas. São Paulo: Editora Companhia das Letrinhas, 2006 (com adaptações).

No texto VI, o narrador conta a história de um encontro entre planetas opostos: Mercúrio e Plutão. Com respeito a essa situação, e tendo em vista as características e as ações desses personagens, é correto afirmar que
Alternativas
Q1337430 Português

    Foi uma viagem e tanto. Mercúrio percorreu rapidamente os quase cinco bilhões de quilômetros que o separavam de Plutão. Isso sem olhar para trás, a uma velocidade de cento e oitenta mil quilômetros por hora (eu disse “cento e oitenta mil quilômetros por hora!”) e sem parar nem para um xixizinho. Foram mais de mil dias de viagem incrível através do Sistema Solar. Ele levava na mala o que ainda era um mistério para os planetas — documentos secretíssimos falando de coisas estranhas e perigosas que estavam acontecendo no planeta Terra.

    Assim que entrou na órbita de Plutão, Mercúrio olhou para trás. Lá longe estava o Sol. Já não lhe parecia aquele gigante em chamas que o impressionava. Mesmo assim, era a estrela mais brilhante que ele podia ver daquele ponto do Universo.

    Você já deve ter percebido que esta é uma história de planetas. Para eles, as coisas se passam de maneira um pouco diferente do que para nós. Por exemplo: quando eu disse que a viagem de Mercúrio até Plutão foi rápida, quis dizer que foi rápida para um planeta. Mais de mil dias é um tempo grande para a gente, mas é pequeno para os planetas, pois eles podem viver bilhões de anos.

    Outra coisa diferente nesta história é que o que é mistério para os personagens (os planetas) pode não ser mistério para nós. É possível que você saiba quais as coisas estranhas e perigosas que se passam na Terra. Entretanto, pode ser que não se lembre. Nesse caso, este conto há de refrescar sua memória.

    Mas voltemos a Mercúrio. Como você deve ter aprendido, trata-se do planeta mais próximo do Sol. Por isso, os gases flamejantes quase encostam nele. Lá, a temperatura é tão alta durante o dia que, se houvesse chumbo em sua superfície, derreteria, formando rios e mares metálicos. Mas, para ser sincero, até que Mercúrio gosta desse calorzinho. Ainda mais que, à noite, temperatura cai para -170° C e ele se congela.

    Nosso herói estava muito longe de casa. Fazia frio e a temperatura, próxima de zero absoluto (que é mais frio do que todos os frios), era insuportável. Para Mercúrio, significava resfriado na certa. Acontece que o seu cargo de mensageiro dos planetas o obrigava a cumprir as mais perigosas missões, e não seria um simples resfriado que o impediria de cumprir mais essa.

    Além do mais, resfriado não é novidade. Por causa de seus dias muito compridos e da atmosfera muito rarefeita, que não espalha bem o calor, os dias de Mercúrio são quentíssimos, e as noites, friíssimas. Por isso, mesmo quando descansa em sua órbita, ele vive às voltas com febre, calafrios, nariz escorrendo etc., coisas que quem já teve gripe sabe como são; a gente quer brincar, nadar ou tomar um sorvete e não pode. No caso de Mercúrio é ainda pior, porque ele tem alergia à poeira cósmica, o que sempre vira bronquite. Aí, só com inalação de vento solar.

    — Ô de casa! A-a-atchim! — Pronto, estava resfriado. — Ô de casa! — repetiu. Nada.

    “Por onde anda Plutão?”, perguntou-se.

    Já que Plutão não estava, até pensou em dar uma olhada além das fronteiras do Sistema Solar. A curiosidade era grande. Mas não se atreveu porque lembrou o que tinha acontecido a Netuno. Se um planeta poderoso como Netuno fora tão terrivelmente afetado, o que aconteceria a ele, o pobre mensageiro dos planetas?

    De repente, tudo escureceu. Alguém ou alguma coisa passou em frente ao Sol provocando um eclipse total. Mercúrio entrou em pânico. Tinha que fugir rapidamente. Mas para onde? Não via nada. Súbito, um bafo gelado em seus ouvidos arrepiou-lhe todos os meridianos.

    — Ei, rapaz... Aonde vai com tanta pressa... Cuidado... Vê se olha por onde anda...

    Mercúrio se virou e notou um fraco, mas ameaçador brilho esbranquiçado se aproximando. Era Plutão que sorria horrivelmente, mostrando dentes pontiagudos de metano congelado. O mensageiro tremeu nas bases. [...]

OLIVEIRA, Marcelo. R. L. Encontro de extremos. In: A Reunião dos Planetas. São Paulo: Editora Companhia das Letrinhas, 2006 (com adaptações).

Os textos V (cartum) e VI (“Encontro de extremos”) apresentam pontos em comum, portanto, é correto afirmar que ambos
Alternativas
Q1337428 Português
No cartum (texto V), percebe-se o aparecimento da expressão “um dia” em dois momentos distintos: o primeiro, numa espécie de introdução para o diálogo entre os personagens; e o segundo, na fala de um dos protagonistas, dentro do balão. Quanto ao uso dessa expressão, está correto afirmar que
Alternativas
Q1337426 Português
Entre o 1º e o 2º quadrinho, a professora é transformada, pela imaginação de Calvin (Cosmonauta Spiff), em alienígena. Isso se dá pelo fato de Calvin
Alternativas
Q1337425 Português
No último quadrinho, a fala da professora em relação ao personagem Calvin demonstra
Alternativas
Q1337424 Português
No 3º quadrinho, as palavras “audaciosa escapada” podem ser substituídas, sem prejuízo de sentido, respectivamente, pelos termos:
Alternativas
Q1337423 Português
Na tirinha, o efeito de humor é provocado
Alternativas
Respostas
2641: A
2642: A
2643: C
2644: D
2645: C
2646: D
2647: B
2648: E
2649: B
2650: A
2651: A
2652: C
2653: D
2654: D
2655: B
2656: A
2657: A
2658: E
2659: B
2660: C