Questões Militares
Sobre história geral em história
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(Perry Anderson. Linhagens do Estado absolutista. Grifos do autor)
Considerando o contexto abordado pelo fragmento, de acordo com o historiador Perry Anderson, o Estado absolutista
De outro lado, estava a cultura que já foi chamada de popular, laica ou folclórica, e que preferimos denominar “vulgar”, pois para os medievais esta palavra rotulava sem ambiguidade tudo que não fosse clerical.
Esses dois polos culturais opostos em tantos aspectos não eram impermeáveis um ao outro.
(Hilário Franco Júnior. Idade Média - Nascimento do Ocidente. Adaptado)
Uma das razões pelas quais o autor considera que não havia a mencionada impermeabilidade encontra-se no fato de que
(Norberto L. Guarinello. História Antiga. Adaptado)
De acordo com o autor, um desses efeitos reside no fato de que
(Marcos Napolitano. “Fontes audiovisuais – A História depois do papel”. Em: Carla B. Pinsky (Org.). Fontes Históricas)
No fragmento, o historiador Marcos Napolitano exemplifica
(Jan Vansina. Apud G. Prins. “História Oral”. Em: Peter Burke (Org.). A escrita da História: novas perspectivas)
No excerto, Jan Vasina analisa
Soldados, marinheiros e aviadores da Força Expedicionária Aliada, estais prestes a embarcar na Grande Cruzada, pela qual temos lutado durante todos estes meses. Os olhos do mundo estão voltados para vós. As esperanças e orações de todos os que amam a liberdade vos acompanham. [...] Tenho total confiança na sua coragem, dedicação ao dever e habilidade em combate. Não aceitaremos nada menos do que a vitória total. Boa sorte! E que todos supliquemos a bênção de Deus Todo-Poderoso sobre essa grande e nobre missão.
Adaptado de: Ordem do Dia do Dia D, declaração emitida aos soldados, marinheiros e aviadores da Força Expedicionária Aliada, em 6 de junho de 1944.
O trecho se refere à ordem dada aos soldados, marinheiros e aviadores da Força Expedicionária dos Aliados no Dia D, conhecido como Operação Overlord, na Normandia, um momento decisivo da Segunda Guerra Mundial.
O resultado do Dia D representou
( ) A Peste Negra resultou em um expressivo descenso populacional, eliminando grande parte da mão de obra europeia disponível e desencadeando um processo de desorganização social, econômica e produtiva.
( ) As revoltas camponesas, que resistiam às obrigações feudais e exigiam melhores condições de trabalho, contribuíram para o declínio do sistema feudal e para o avanço das transformações sociais na Idade Média.
( ) A expansão das Cruzadas estimulou o surgimento de rotas comerciais que favoreceram o desenvolvimento do comércio e contribuíram para o enfraquecimento das estruturas do sistema feudal.
As afirmativas são, respectivamente,
(VAIFAS, Renaldo. A História das Mentalidades e História Cultural. In: CARDOSO, Ciro F; VAINFAS, Ronaldo (orgs.). Domínios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. 5º ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997. p. 128).
A partir da crítica de Ciro Flamarion Cardoso, assinale opção que apresenta corretamente uma superação em relação às críticas que o campo do saber das mentalidades recebeu.
"Não, senhor, mas sobre isso eu li no Fioretto della Bibbia, mas as outras coisas que eu disse sobre o caos eu tirei da minha própria cabeça."
(GINZBURG, Carlo. O queijo e os vermes: o cotidiano e as ideias de um moleiro perseguido pela inquisição. Tradução de Maria Betânia Amoroso e José Paulo Paes. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.). p. 89.
A partir do trecho do depoimento de Menochio destacado acima, assinale a opção que apresenta a dualidade sugerida pelo autor.
"Durante a Idade Média já se realizavam viagens costeiras entre o mar Mediterrâneo e o norte da Europa, com fins comerciais. A Guerra dos Cem Anos ativou particularmente esse comércio maritimo, em face da conflagração nos territórios continentais. A Inglaterra, sempre notavel pela maneira de resolver seus problemas, apresentou um sistema interessante para o emprego dos navios. Havia um acordo entre o rei e os armadores, pelo qual estes cediam seus navios ao govemo em caso de necessidade, para que servissem como navios de guerra. Para isso, os navios mercantes sofriam uma pequena alteração”.
(ALBUQUERQUE, Antonio Luiz Porto e; SILVA, Léo F. e. Fatos da Historia Naval. 2. ed. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 2008, p. 41).
Sobre a guerra naval na ldade Média, em conformidade com as ideias contidas no livro “Fatos da Historia Naval’, de Antonio Luiz Porto e Albuquerque e Léo Fonseca e Silva, assinale a opção INCORRETA.
(ALBUQUERQUE, Antonio Luiz Portoe ; SILVA, Léo F. e. Fatos da História Naval. 2. ed. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 2008, p. 23).
Todavia, a arma principal do navio de guerra não era o soldade que ia a bordo, mas uma protuberância colocada na proa do navio à linha d'água chamada de:
Com base na obra de Legoff (2003), sobre memória e história, assinale abaixo a opção que explica o fenômeno envolvendo as instituições e a comunidade na cidade de Civitella.
“Os gregos conferiam a esse ponto extremo o nome de Colunas de Hércules, em memória às aventuras mitológicas do seu conhecido herói, o qual, num dos seus 12 trabalhos super-humanos, teria aberto à força o contato entre o Atlântico e o Mediterrâneo empurrando as montanhas para que pudesse passar. Aquém desse ponto era o mundo conhecido; para além dele, raras as informações nutriam histórias fantásticas e temores atávicos." (NETO, José Maria. G. S.; Para além das colunas de Hércules: o Atlântico na Antiguidade. In. Teixeira da Silva, F. C. ; Leão, K. S. S.; & Alves de Almeida, F. E. Atlântico: a história de um oceano. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 2013. p. 24.)
Essa imagem do Atlântico como um misto de temor e pânico, mas também, fascínio e maravilhoso que flertava com o absurdo e o irreal tem uma longa história nas narrativas do Ocidente. O seu nascimento está conectado a uma série de questões e contextos desenvolvidos pelas civilizações da Antiguidade clássica, em particular, a grega. Nesse sentido, assinale corretamente a opção que apresenta corretamente a tese defendida pelo autor em seu texto.
Sobre a construção de um modelo explicativo, Virginia Fontes sugere que, para "construir um modelo supõe uma generalização prévia (formulação clara de hipótese ou problema, condição para sua própria elaboração) e, num segundo momento, o de sua aplicação, ele deve permitir um explicação abrangente de um fenômeno ou grupo de fenômeno."
(FONTES, Virgínia. História e modelos. In: CARDOSO Ciro F.; VAINFAS, Ronaldo (orgs.). Domínios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. 5º ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997. p. 356).
Com base na autora, assinale a opção que apresenta a definição de um modelo.
A História Social passou por algumas fases durante o século XX e, segundo Hebe Mattos, a escola dos Annales foi precursora das mudanças que a promoveram a um novo Campo Historiográfico. Segundo a autora "a história social passa a ser encarada como perspectiva de síntese como reafirmação do princípio de que, em história, todos os níveis de abordagem estão inscritos no social e se interligam.”
(CASTRO, Hebe. História Social. História Social. In: CARDOSO, Ciro F.; (VAINFAS, Ronaldo (org.). Domínios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. 5ª ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997. p. 46).
Com base no trecho acima, assinale a opção que apresenta a delimitação do campo historiográfico da História Social, segundo a autora.