Questões Militares
Sobre história geral em história
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Na América Latina, a dominação econômica, e a pressão política, quando necessária, eram implementadas sem conquista formal. As Américas constituíam, é claro, a única região importante do globo onde não houve rivalidade séria entre grandes potências. À exceção da Grã-Bretanha, nenhum Estado europeu possuía mais que restos dispersos dos impérios coloniais (principalmente caribenho) do século XVIII, sem maior significado econômico ou outro. Nem os britânicos nem qualquer das outras nacionalidades viam boa razão para hostilizar os EUA, desafiando a Doutrina Monroe.
(Eric Hobsbawm, A Era dos Impérios. Adaptado)
Com base no texto, é possível afirmar que a dominação exercida pelos Estados Unidos na América Latina ao longo do século XIX caracterizou-se por
(Daniel Aarão Reis Filho, As revoluções russas. Em: Daniel Aarão Reis Filho, Jorge Ferreira e Celeste Zenha (orgs.). Século XX. O tempo das crises: revoluções, fascismos e guerras. V. 2.. Adaptado)
A crise citada foi provocada
Em Era dos extremos, Eric Hobsbawm afirma não se surpreender “que os efeitos da Grande Depressão tanto sobre a política quanto sobre o pensamento público tivessem sido dramáticos e imediatos.” (Eric Hobsbawm, Era dos extremos).
Segundo o historiador, entre outros efeitos políticos, houve
Foi com o desempenho de missionários e exploradores que o continente africano começou a ser efetivamente rasgado. Os primeiros, em especial a partir de 1830, eram anglicanos, metodistas, batistas e presbiterianos, a serviço da Grã-Bretanha, desenvolvendo seus trabalhos na Serra Leoa, na Libéria, na Costa do Ouro e na Nigéria. Missionários católicos franceses na bordadura do Senegal, desde 1848, fizeram inúmeros protestos contra o aprisionamento e a escravidão.
É importante destacar que a evangelização cristã, fosse católica ou protestante, tinha pontos comuns.
(Leila Maria Gonçalves Leite Hernandez, A África na sala de aula: visita à história contemporânea. Adaptado)
Um dos pontos comuns, a partir da obra referenciada, constituía-se em
Jean-Jacques Dessalines, um ex-escravo que ascendera à patente de general nas fileiras de Toussaint L’Ouverture, assumiu o comando da luta. Em 1804, os libertos, vitoriosos, proclamaram a independência do Haiti, apoiando-se em argumentos tomados da Ilustração e da Revolução Francesa.
(Maria Lígia Prado e Gabriela Pellegrino, História da América Latina)
É correto afirmar que o processo citado
(Perry Anderson, Linhagens do Estado Absolutista. Adaptado)
A partir desses exemplos, é possível afirmar, corretamente, que a preocupação central do autor é
De acordo com Hilário Franco Júnior, “a Idade Média Central (séculos XI ao XIII) conheceu importantes mudanças nos elementos que tinham caracterizado a fase anterior”.
(Hilário Franco Júnior, Idade média: nascimento do Ocidente. Adaptado)
De acordo com o autor, entre as transformações importantes ocorridas no período, encontram-se
A maioria das pólis do Mediterrâneo tinha pequenas dimensões. Às vezes, não mais que 1.000 ou 2.000 habitantes. Algumas ilhas pequenas tinham mesmo duas ou três pólis lado a lado. Seus sistemas políticos variavam segundo as circunstâncias: tiranias, oligarquias e democracias dependiam da época e dos aliados. Em algumas, os camponeses conseguiam enfrentar o poder dos mais ricos, em outras, aceitavam viver sob uma oligarquia. Em muitos lugares, aristocracias guerreiras de nascimento continuaram a dominar por séculos.
(Norberto Guarinello, História Antiga)
Assinale a alternativa que apresenta, segundo Norberto Guarinello, um traço comum a todas as pólis.
Baseando-me em síntese de minha autoria já antiga, eis aqui o que vejo como pontos básicos quanto à tendência ora em foco: (...) A tomada de consciência da pluralidade dos níveis da temporalidade: a curta duração dos acontecimentos, o tempo médio (e múltiplo) das conjunturas, a longa duração das estruturas; além de que o próprio tempo longo, estrutural, é diferencial em seus ritmos dependendo de quais estruturas se trate (o mental, por exemplo, muda mais lentamente do que o econômico, e este mais do que o técnico).
(Ciro Flamarion Cardoso, Introdução: História e paradigmas rivais Em: Ciro Flamarion Cardoso e Ronaldo Vainfas (orgs.), Domínios da História. Ensaios de teoria e metodologia. Adaptado)
A tendência historiográfica em foco refere-se
No contexto da Crise do Antigo Regime, se havia barreiras de ordem material à difusão das ideias ilustradas (analfabetismo, marginalização do povo da vida política, deficiência dos meios de comunicação), o maior entrave advinha, no entanto, da própria essência dessas ideias, incompatíveis, sob muitos aspectos, com a realidade brasileira. Na Europa, o liberalismo era uma ideologia burguesa voltada contra as Instituições do Antigo Regime, os excessos do poder real, os privilégios da nobreza, os entraves do feudalismo ao desenvolvimento da economia.
(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república: momentos decisivos. Adaptado)
No Brasil, segundo Emília Viotti da Costa,
Considerando as contribuições de Santo Agostinho e a definição dogmática do Concílio de Trento, é correto afirmar que, em oposição à tese de Lutero, para a doutrina católica, a justificação
(FERRAZ, Francisco César. Os brasileiros e a Segunda Guerra Mundial. Rio de janeiro: Zahar, 2005. p. 9.)
A participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial produziu impactos políticos, diplomáticos e ideológicos relevantes, particularmente em função da condição da União Soviética como potência aliada no combate ao nazi-fascismo. Considerando a conjuntura do Estado Novo, a dinâmica da frente antifascista e as repercussões internas dessa aliança durante o conflito, analise as afirmativas a seguir e assinale aquela que expressa corretamente esse processo histórico.
Esse instrumento era o/a:
A fotografia reproduzida acima, de 1936, retrata os barracos onde viviam ocupantes ilegais ao longo do rio Willamette, em Portland, no Oregon, Estados Unidos. Muitos deles, durante o inverno, trabalhavam nos pomares próximos do vale de Willamette e, no verão, no vale de Yakima.
Adaptado de hdl.loc.gov.
A quebra da Bolsa de Nova York, em 1929, ocasionou uma crise econômica de proporções grandiosas.
A partir da imagem e do texto, um dos efeitos dessa crise para a sociedade norte-americana, na década de 1930, foi:
O grande incêndio de Londres em 1666, derivado da obra de Jan Griffier. Óleo sobre tela, 1675. londonmuseum.org.uk
O grande incêndio de Londres ardeu por quatro dias, destruindo grande parte da cidade. Quando o incêndio começou na padaria de Thomas Farriner, nas primeiras horas do dia 2 de setembro de 1666, ninguém poderia imaginar a destruição que causaria. Em uma cidade onde fogueiras eram usadas para aquecimento e iluminação, incêndios eram comuns. Aliás, o prefeito Thomas Bloodworth não se preocupou ao ver as chamas e voltou para a cama. Mas o fogo se alastrou rapidamente, alimentado por ventos fortes, pela proximidade dos prédios e pelo calor do verão, que havia ressecado a madeira e a palha usadas na construção das casas. Como resultado, uma área de mais de dois quilômetros ao longo do rio Tâmisa foi completamente destruída. Mas com isso surgiu a oportunidade de reconstruir a cidade. Um decreto real interrompeu a construção até que novas regulamentações fossem emitidas.
Adaptado de bbc.com, 31/07/2016.
A imagem e o texto retratam o grande incêndio, ocorrido em Londres, na Inglaterra, na segunda metade do século XVII. Naquela conjuntura, incêndios difíceis de serem controlados eram relativamente comuns em cidades europeias.
Incêndios com tais proporções, naquela conjuntura, estavam associados ao seguinte fator: