Questões Militares
Sobre história geral em história
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(VAINFAS, Ronaldo. História das Mentalidades e História Cultural. In: CARDOSO, Ciro F; VAINFAS, Ronaldo (orgs.). Domínios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. 5º ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997.p. 133- 134).
Com base no texto de Ronaldo Vainfas, assinale a opção que apresenta a preocupação em que Fernand Brudel se debruçou em sua obra influenciando as pesquisas historiográficas.
“Por que Portugal iniciou pioneiramente a expansão, no começo do século XV, quase cem anos antes que Colombo, enviado pelos espanhóis, chegasse às terras da América?”
(FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: EDUSP. 2008. p. 21)
Com base no trecho apresentado acima, assinale a opção correta.
"Ambrósio Richshoffer, ainda em abril de 1629, a partir da feira de Frankfurt, desejou se lançar à vida de soldado mercenário, (...) Sua experiéncia atlântica, segundo o mapa de sua viagem, levou-o a Lisboa, Açores, Canárias, Cabo Verde, Fernando de Noronha, Pernambuco, Haiti e Cuba, antes de retornar ao mesmo porto onde partira nos Países Baixos." (NASCIMENTO, Rômulo L. X. Mare clausum e mare liberum: episódios luso-neerlandeses no Atlântico Sul. In: Teixeira da Silva, F. C.; Leão, K. S. S.; & Alves de Almeida, F. E. Atlântico: a história de um oceano. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 2013. p. 124.)
A trajetória de vida de Richshoffer é reveladora dos novos rumos da historiografia sobre o Brasil Holandês e de Pernambuco ocupado, mas também, sobre o peso econômico de uma região brasileira chamada atualmente de Nordeste. Desse modo, assinale a opção que apresenta o possível cenário geopolítico da época.
"A história econômica agoniza. E num paroxismo tal que, parafraseando M.J Daunton, a ninguém lhe espanta de um cínico ouvir: o que é história econômica?”
FLORENTINO, — Manolo. FRAGOSO, Jodo. História Econômica. In: CARDOSO, Ciro F.; VAINFAS, Ronaldo (orgs.). Dominios da Historia: Ensaios de Teoria e Metodologia. 52 ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997.p. 27).
De acordo com Fragoso e Florentino, assinale a opção que NÃO apresenta fatores importantes no declínio do fazer história econômica
A História Oral, como método, pressupõe uso de arquivos sonoros que podem ser classificados como arquivo oral e fonte oral.
(VOLDMAN, Danièli. Definições e usos. In: FIGUEIREDO, Janaina P. A B. de; FERREIRA, Marieta M. Usos & abusos da história oral. 8º ed. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006.p. 36).
Com base no texto de Daniéle Voldman (2008), assinale a opção que relaciona o tipo de arquivo sonoro e sua definição.
Foi a partir de 1960 que estudos sobre a família ocidental se constituíram como área da pesquisa histórica. Para Sheila de Castro Faria, o lugar privilegiado de exploração foi a Europa, principalmente Inglaterra e França a partir do século XVI. Segundo a autora, as transformações ocorridas nos estudos sobre a família aconteceram, sobretudo a partir do momento em que novas fontes surgiam e foram sendo introduzidas nos corpus documentais das pesquisas.
(FARIA, Sheila de Castro. História da Família e demografia histórica. In: CARDOSO, Ciro F; VAINFAS, Ronaldo (orgs.). Domínios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. 5° ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997.p. 243).
Com bases nas informações, assinale a opção que apresenta tais transformações e consequentemente as fontes que as possibilitaram.
O historiador Francisco Falcon afirmou que “História e poder são como irmãos siameses - separá-los é difícil; olhar para um sem perceber a presença do outro é quase impossível.” (Cardoso; Vainfas: 1997, p. 61).
Segundo o historiador, existem duas maneiras de enxergar a questão das relações entre a história e o poder. Assim, assinale a opção que apresenta essas duas maneiras.

TONI D’AGOSTINHO Disponível em acaricatura.com.br.
Na charge, dois aspectos que caracterizam o mundo do trabalho na contemporaneidade estão relacionados de forma irônica.
Esses aspectos são:
ÁFRICA NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL: UM CAPÍTULO ESQUECIDO
A partir de 3 de setembro de 1939, quando a Grã-Bretanha e a França declararam guerra à Alemanha, os Aliados recrutaram na África cerca de meio milhão de soldados e operários. Soldados de toda a África subsaariana e do norte do continente tiveram de lutar contra as tropas alemãs e italianas no norte da África e na Europa durante a guerra. Mais tarde também combateram contra os japoneses na Ásia e no Pacífico.
Nos noticiários na Europa falava-se em “voluntários”. Mas o antigo soldado congolês Albert Kuniuku, de 93 anos, tem outra versão: “Foi um verdadeiro recrutamento forçado. Eu trabalhava numa empresa têxtil quando nos foram buscar. Todos os jovens trabalhadores foram recrutados. Nenhum deles tinha mais de 30 anos.”
Albert Kuniuku é presidente da União dos Veteranos Congoleses (UNACO) em Kinshasa, a capital da República Democrática do Congo. Até 1960, o país foi governado pela Bélgica. O veterano é um dos últimos sobreviventes de uma unidade expedicionária que lutou contra os japoneses na Índia e no Mianmar (antiga Birmânia), entre 1940 e 1946, sob comando britânico e belga, longe dos campos de batalha da Europa.
Adaptado de dw.com, 08/05/2020.
A Segunda Guerra Mundial (1939-1945) tornou-se um dos acontecimentos mais marcantes da história do século XX. No trecho da reportagem, são apresentados alguns de seus impactos para as sociedades africanas, como demonstra o testemunho de Albert Kuniuku. Naquelas sociedades, o recrutamento forçado de trabalhadores foi promovido em função do seguinte contexto:
Adaptado de amazon.com.br.
A sinopse do livro O último dia do mundo, que aborda o terremoto ocorrido em Lisboa em 1755, menciona questionamentos, suscitados pelo desastre, acerca do lugar que Deus ocupa nas relações humanas. No contexto do terremoto, tais questionamentos fomentaram maior difusão de princípios advindos de: