Questões Militares
Sobre história geral em história
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A principal característica do período medieval é a identificação da Igreja com o conjunto da sociedade. Isso ocorreu antes mesmo que ela se afirmasse como instituição hierárquica centralizada (a chamada monarquia papal, que se constituiu a partir do final do século XI) e foi o resultado da cristianização das populações da bacia do Mediterrâneo e, em seguida, da Germânia, da Gália, das ilhas Britânicas e da Escandinávia. Por meio de suas normas, seus dogmas e seus ritos, a Igreja forjou alguns dos principais traços das sociedades europeias a partir do século IV.
(Marcelo Candido da Silva, História Medieval)
Entre os exemplos de tais traços, é possível identificar
Os predecessores do modo feudal de produção foram naturalmente o modo de produção escravo em decomposição, sobre cujos fundamentos todo o enorme edifício do Império Romano fora construído outrora, e os primitivos modos de produção distendidos e deformados dos invasores germânicos, que sobreviveram em suas novas pátrias, depois das conquistas bárbaras. Esses dois mundos radicalmente distintos haviam passado por uma lenta desintegração e uma sutil interpenetração nos últimos séculos da Antiguidade.
(Perry Anderson, Passagens da Antiguidade ao Feudalismo. Adaptado)
Acerca dos legados da Antiguidade Clássica, é possível afirmar que
A Revolução de 1848 foi a única a afetar tanto as partes “desenvolvidas” quando as atrasadas do continente. Foi, ao mesmo tempo, a mais ampla e a menos bem-sucedida revolução desse tipo. No breve período de seis meses de sua explosão, sua derrota universal era seguramente previsível; dezoito meses depois, todos os regimes que derrubara, com exceção de um, foram restaurados, e após dezoito meses de sua irrupção, com a exceção da República Francesa, estava mantendo toda a distância possível entre si mesma e a revolução à qual devia sua própria existência.
(Eric Hobsbawm, A Era do Capital. Adaptado)
Sobre a Revolução de 1848 e o nacionalismo no século XIX, é correto afirmar que
(Eric Hobsbawm, A Era das Revoluções)
Para Hobsbawm, entre tais ferramentas políticas e intelectuais, é possível identificar
Na América Latina, a dominação econômica, e a pressão política, quando necessária, eram implementadas sem conquista formal. As Américas constituíam, é claro, a única região importante do globo onde não houve rivalidade séria entre grandes potências. À exceção da Grã-Bretanha, nenhum Estado europeu possuía mais que restos dispersos dos impérios coloniais (principalmente caribenho) do século XVIII, sem maior significado econômico ou outro. Nem os britânicos nem qualquer das outras nacionalidades viam boa razão para hostilizar os EUA, desafiando a Doutrina Monroe.
(Eric Hobsbawm, A Era dos Impérios. Adaptado)
Com base no texto, é possível afirmar que a dominação exercida pelos Estados Unidos na América Latina ao longo do século XIX caracterizou-se por
(Daniel Aarão Reis Filho, As revoluções russas. Em: Daniel Aarão Reis Filho, Jorge Ferreira e Celeste Zenha (orgs.). Século XX. O tempo das crises: revoluções, fascismos e guerras. V. 2.. Adaptado)
A crise citada foi provocada
Em Era dos extremos, Eric Hobsbawm afirma não se surpreender “que os efeitos da Grande Depressão tanto sobre a política quanto sobre o pensamento público tivessem sido dramáticos e imediatos.” (Eric Hobsbawm, Era dos extremos).
Segundo o historiador, entre outros efeitos políticos, houve
Foi com o desempenho de missionários e exploradores que o continente africano começou a ser efetivamente rasgado. Os primeiros, em especial a partir de 1830, eram anglicanos, metodistas, batistas e presbiterianos, a serviço da Grã-Bretanha, desenvolvendo seus trabalhos na Serra Leoa, na Libéria, na Costa do Ouro e na Nigéria. Missionários católicos franceses na bordadura do Senegal, desde 1848, fizeram inúmeros protestos contra o aprisionamento e a escravidão.
É importante destacar que a evangelização cristã, fosse católica ou protestante, tinha pontos comuns.
(Leila Maria Gonçalves Leite Hernandez, A África na sala de aula: visita à história contemporânea. Adaptado)
Um dos pontos comuns, a partir da obra referenciada, constituía-se em
Jean-Jacques Dessalines, um ex-escravo que ascendera à patente de general nas fileiras de Toussaint L’Ouverture, assumiu o comando da luta. Em 1804, os libertos, vitoriosos, proclamaram a independência do Haiti, apoiando-se em argumentos tomados da Ilustração e da Revolução Francesa.
(Maria Lígia Prado e Gabriela Pellegrino, História da América Latina)
É correto afirmar que o processo citado
(Perry Anderson, Linhagens do Estado Absolutista. Adaptado)
A partir desses exemplos, é possível afirmar, corretamente, que a preocupação central do autor é
De acordo com Hilário Franco Júnior, “a Idade Média Central (séculos XI ao XIII) conheceu importantes mudanças nos elementos que tinham caracterizado a fase anterior”.
(Hilário Franco Júnior, Idade média: nascimento do Ocidente. Adaptado)
De acordo com o autor, entre as transformações importantes ocorridas no período, encontram-se
A maioria das pólis do Mediterrâneo tinha pequenas dimensões. Às vezes, não mais que 1.000 ou 2.000 habitantes. Algumas ilhas pequenas tinham mesmo duas ou três pólis lado a lado. Seus sistemas políticos variavam segundo as circunstâncias: tiranias, oligarquias e democracias dependiam da época e dos aliados. Em algumas, os camponeses conseguiam enfrentar o poder dos mais ricos, em outras, aceitavam viver sob uma oligarquia. Em muitos lugares, aristocracias guerreiras de nascimento continuaram a dominar por séculos.
(Norberto Guarinello, História Antiga)
Assinale a alternativa que apresenta, segundo Norberto Guarinello, um traço comum a todas as pólis.
Baseando-me em síntese de minha autoria já antiga, eis aqui o que vejo como pontos básicos quanto à tendência ora em foco: (...) A tomada de consciência da pluralidade dos níveis da temporalidade: a curta duração dos acontecimentos, o tempo médio (e múltiplo) das conjunturas, a longa duração das estruturas; além de que o próprio tempo longo, estrutural, é diferencial em seus ritmos dependendo de quais estruturas se trate (o mental, por exemplo, muda mais lentamente do que o econômico, e este mais do que o técnico).
(Ciro Flamarion Cardoso, Introdução: História e paradigmas rivais Em: Ciro Flamarion Cardoso e Ronaldo Vainfas (orgs.), Domínios da História. Ensaios de teoria e metodologia. Adaptado)
A tendência historiográfica em foco refere-se
No contexto da Crise do Antigo Regime, se havia barreiras de ordem material à difusão das ideias ilustradas (analfabetismo, marginalização do povo da vida política, deficiência dos meios de comunicação), o maior entrave advinha, no entanto, da própria essência dessas ideias, incompatíveis, sob muitos aspectos, com a realidade brasileira. Na Europa, o liberalismo era uma ideologia burguesa voltada contra as Instituições do Antigo Regime, os excessos do poder real, os privilégios da nobreza, os entraves do feudalismo ao desenvolvimento da economia.
(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república: momentos decisivos. Adaptado)
No Brasil, segundo Emília Viotti da Costa,
No contexto da Crise do Antigo Regime, se havia barreiras de ordem material à difusão das ideias ilustradas (analfabetismo, marginalização do povo da vida política, deficiência dos meios de comunicação), o maior entrave advinha, no entanto, da própria essência dessas ideias, incompatíveis, sob muitos aspectos, com a realidade brasileira. Na Europa, o liberalismo era uma ideologia burguesa voltada contra as Instituições do Antigo Regime, os excessos do poder real, os privilégios da nobreza, os entraves do feudalismo ao desenvolvimento da economia.
(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república: momentos decisivos. Adaptado)
No Brasil, segundo Emília Viotti da Costa,
No contexto da Crise do Antigo Regime, se havia barreiras de ordem material à difusão das ideias ilustradas (analfabetismo, marginalização do povo da vida política, deficiência dos meios de comunicação), o maior entrave advinha, no entanto, da própria essência dessas ideias, incompatíveis, sob muitos aspectos, com a realidade brasileira. Na Europa, o liberalismo era uma ideologia burguesa voltada contra as Instituições do Antigo Regime, os excessos do poder real, os privilégios da nobreza, os entraves do feudalismo ao desenvolvimento da economia.
(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república: momentos decisivos. Adaptado)
No Brasil, segundo Emília Viotti da Costa,
No contexto da Crise do Antigo Regime, se havia barreiras de ordem material à difusão das ideias ilustradas (analfabetismo, marginalização do povo da vida política, deficiência dos meios de comunicação), o maior entrave advinha, no entanto, da própria essência dessas ideias, incompatíveis, sob muitos aspectos, com a realidade brasileira. Na Europa, o liberalismo era uma ideologia burguesa voltada contra as Instituições do Antigo Regime, os excessos do poder real, os privilégios da nobreza, os entraves do feudalismo ao desenvolvimento da economia.
(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república: momentos decisivos. Adaptado)
No Brasil, segundo Emília Viotti da Costa
No contexto da Crise do Antigo Regime, se havia barreiras de ordem material à difusão das ideias ilustradas (analfabetismo, marginalização do povo da vida política, deficiência dos meios de comunicação), o maior entrave advinha, no entanto, da própria essência dessas ideias, incompatíveis, sob muitos aspectos, com a realidade brasileira. Na Europa, o liberalismo era uma ideologia burguesa voltada contra as Instituições do Antigo Regime, os excessos do poder real, os privilégios da nobreza, os entraves do feudalismo ao desenvolvimento da economia.
(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república: momentos decisivos. Adaptado)
No Brasil, segundo Emília Viotti da Costa,
No contexto da Crise do Antigo Regime, se havia barreiras de ordem material à difusão das ideias ilustradas (analfabetismo, marginalização do povo da vida política, deficiência dos meios de comunicação), o maior entrave advinha, no entanto, da própria essência dessas ideias, incompatíveis, sob muitos aspectos, com a realidade brasileira. Na Europa, o liberalismo era uma ideologia burguesa voltada contra as Instituições do Antigo Regime, os excessos do poder real, os privilégios da nobreza, os entraves do feudalismo ao desenvolvimento da economia.
(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república: momentos decisivos. Adaptado)
No Brasil, segundo Emília Viotti da Costa,
No contexto da Crise do Antigo Regime, se havia barreiras de ordem material à difusão das ideias ilustradas (analfabetismo, marginalização do povo da vida política, deficiência dos meios de comunicação), o maior entrave advinha, no entanto, da própria essência dessas ideias, incompatíveis, sob muitos aspectos, com a realidade brasileira. Na Europa, o liberalismo era uma ideologia burguesa voltada contra as Instituições do Antigo Regime, os excessos do poder real, os privilégios da nobreza, os entraves do feudalismo ao desenvolvimento da economia.
(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república: momentos decisivos. Adaptado)
No Brasil, segundo Emília Viotti da Costa,