Questões Militares
Sobre história geral em história
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A conquista de Monte Castelo, ocorrida durante a Segunda Guerra Mundial, foi uma das mais árduas batalhas enfrentadas pela Força Expedicionária Brasileira (FEB) na Campanha da Itália. O dia 21 de fevereiro de 1945 será sempre lembrado pelo admirável exemplo de bravura e sacrifício dos nossos pracinhas. Naquela gélida tarde do inverno europeu, teve sucesso a incursão rumo ao cume do Castelo. Sua conquista, um dos mais gloriosos feitos das Armas nacionais, marcou a história do Exército Brasileiro e contribuiu para acelerar a retirada das tropas alemãs do território italiano. [...] A tomada de Monte Castelo traduz o esforço e o sacrifício dos soldados brasileiros na Segunda Guerra Mundial, consolidando o papel da FEB na libertação da Itália e na luta contra o nazifascismo. Lembrar Monte Castelo é reverenciar nossos heróis!
80 anos da tomada de Monte Castelo. Disponível em: https://www.eb.mil.br/web/central-de-conteudos/w/80-anos-da-tomada-de-monte-castelo. Acesso em 13 de agosto de 2025 (Fragmento)
O trecho acima foi publicado em homenagem aos 80 anos da tomada do Monte Castelo, no contexto da campanha brasileira durante a Segunda Guerra Mundial. Sobre a participação brasileira neste conflito, podemos afirmar corretamente que:
“Por volta de 1900, o imperialismo era considerado como um prolongamento da política nacional no quadro da política internacional ativa. A palavra tinha acabado por significar construir um império com base em aquisições coloniais; desenvolver a marinha e o exército como instrumentos desta política; conquistar uma posição cimeira entre as potências mundiais, com a consequente inclusão na categoria das grandes potências e, à medida que a Primeira Guerra Mundial se aproximava, procurar, com o maior zelo, concertar alianças europeias de alcance mundial. [...] Consistia em desenvolver as exportações e os investimentos no estrangeiro em proveito da economia nacional, mercê de fortes medidas protecionistas tomadas pelo governo [...], de elevar o país à categoria das grandes potências, e consolidar semelhante posição através destas exportações e investimentos.”
(GOLLWITZER, Heinz. O imperialismo europeu: 1880-1914. Lisboa: Verbo, 1969. pp. 10-11.)
A expansão internacional das potências europeias entre os séculos XIX e XX produziu transformações significativas na estrutura do sistema internacional, envolvendo relações entre industrialização, poder militar e projeção geopolítica. Considerando esse contexto histórico, assinale a afirmativa correta.
(Joelza Ester Domingues, “A propaganda ideológica da Guerra Fria em 14 cartazes da época” . Blog: Ensinar História. Disponível em: https://ensinarhistoria.com.br/propaganda-ideologicada-guerra-fria/#fatos-rapidos. Acesso em 19.06.2026. Adaptado)
A propaganda soviética, por sua vez,
(Pedro Tota, “Segunda Guerra Mundial”.
Em: Demétrio Magnoli, História das guerras)
Há historiadores que consideram a Guerra Civil Espanhola como uma espécie de ensaio da Segunda Guerra porque
(Luiz Cesar B. Rodrigues, A Primeira Guerra Mundial. Adaptado)
É correto afirmar que os 14 pontos de Wilson
Em abril de 1955, representantes de vinte e nove governos de nações asiáticas e africanas reuniram-se em Bandung, na Indonésia. Os princípios fundamentais da Conferência de Bandung foram a autodeterminação política, o respeito mútuo pela soberania, a não agressão, a não interferência em assuntos internos e a igualdade.
(https://history.state.gov. Adaptado.)
Durante a Guerra Fria, a Conferência de Bandung
Analise a fotografia que mostra pracinhas da Força Expedicionária Brasileira (FEB) reunidos no navio General Mann em 1944.

(https://aventurasnahistoria.com.br. Adaptado.)
No contexto da Segunda Guerra Mundial, a FEB
Leia o discurso do ministro do Exterior Bernhard von Bülow, proferido no parlamento alemão em 6 de dezembro de 1897.
Os dias em que os alemães concediam a terra a um vizinho, a outro o mar e reservavam para si o céu, onde reina a doutrina pura — esses dias chegaram ao fim. A nosso ver, é tarefa primordial fomentar e cultivar os interesses da nossa marinha, nosso comércio e nossa indústria, principalmente no Oriente. [...]
Ficamos felizes de respeitar os interesses de outras potências na China, desde que tenhamos a certeza de que os nossos interesses também receberão o reconhecimento que merecem. Em suma, não queremos fazer sombra a ninguém, mas também exigimos nosso lugar ao sol.
(Apud Lawrence Sondhaus. A Primeira Guerra Mundial, 2017.)
No contexto que antecede a Primeira Guerra Mundial, esse discurso exemplifica as
Analise a pintura do século XVIII, que representa os cercamentos das terras na Grã-Bretanha. Iniciados no século XVI, os cercamentos foram intensificados a partir da segunda metade do século XVIII.

(https://historiaensinoedu.blogspot.com.)
A pintura retrata uma das condições que favoreceu a Revolução Industrial britânica, porque
O termo “Renascença”, usado para descrever o período de cerca de 1330-1530, foi empregado primeiramente por escritores italianos dos séculos XIV e XV que se aperceberam da ocorrência de uma mudança fundamental nesse período. Os humanistas, a elite intelectual da época, incentivaram uma preocupação crescente com a vida cívica, em parte como resultado de uma nova visão do homem como um ser compreensível colocado a meio caminho entre Deus e as ordens inferiores da natureza.
(Henry R. Loyn (org.). Dicionário da Idade Média, 1997. Adaptado.)
Com base no excerto, apreendem-se as seguintes características do Renascimento:
Os monarcas remuneravam seus servidores e guerreiros com terras, entregando também muitas vezes a imunidade sobre elas, isto é, o privilégio de aqueles territórios ficarem praticamente isentos de autoridade estatal. O detentor da terra desempenhava ali o papel de Estado, taxando, julgando, convocando. Foi assim que a dinastia merovíngia se enfraqueceu de tal forma que cedeu lugar à família latifundiária dos carolíngios. No entanto, porque aquele era o condicionamento socioeconômico da época, Pepino e Carlos Magno continuaram a praticar tal política na Europa católica. Dessa forma, os condes foram se apossando de poderes régios e implodindo o Estado carolíngio.
(Hilário Franco Júnior. A Idade Média: nascimento do Ocidente, 1995. Adaptado.)
Sobre o feudalismo, o excerto apresenta a
(O livro da Filosofia, 2011. Adaptado.)
A diferença entre as perspectivas filosóficas apresentadas no excerto evidencia a oposição entre
(Eric J. Hobsbawm. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991, 1995. Adaptado.)
Dentre as características da Guerra Fria que a aproximam de uma Terceira Guerra Mundial, como mencionado no excerto, encontram-se
(Luís Edmundo Moraes. História contemporânea: da Revolução Francesa à Primeira Guerra Mundial, 2025. Adaptado.)
De acordo com o excerto, a Revolução Industrial na Grã-Bretanha foi favorecida pela
(Jacques Le Goff. A civilização do Ocidente medieval, 2016.)
No contexto de formação do sistema feudal, o processo descrito no excerto
A principal característica do período medieval é a identificação da Igreja com o conjunto da sociedade. Isso ocorreu antes mesmo que ela se afirmasse como instituição hierárquica centralizada (a chamada monarquia papal, que se constituiu a partir do final do século XI) e foi o resultado da cristianização das populações da bacia do Mediterrâneo e, em seguida, da Germânia, da Gália, das ilhas Britânicas e da Escandinávia. Por meio de suas normas, seus dogmas e seus ritos, a Igreja forjou alguns dos principais traços das sociedades europeias a partir do século IV.
(Marcelo Candido da Silva, História Medieval)
Entre os exemplos de tais traços, é possível identificar
Os predecessores do modo feudal de produção foram naturalmente o modo de produção escravo em decomposição, sobre cujos fundamentos todo o enorme edifício do Império Romano fora construído outrora, e os primitivos modos de produção distendidos e deformados dos invasores germânicos, que sobreviveram em suas novas pátrias, depois das conquistas bárbaras. Esses dois mundos radicalmente distintos haviam passado por uma lenta desintegração e uma sutil interpenetração nos últimos séculos da Antiguidade.
(Perry Anderson, Passagens da Antiguidade ao Feudalismo. Adaptado)
Acerca dos legados da Antiguidade Clássica, é possível afirmar que
A Revolução de 1848 foi a única a afetar tanto as partes “desenvolvidas” quando as atrasadas do continente. Foi, ao mesmo tempo, a mais ampla e a menos bem-sucedida revolução desse tipo. No breve período de seis meses de sua explosão, sua derrota universal era seguramente previsível; dezoito meses depois, todos os regimes que derrubara, com exceção de um, foram restaurados, e após dezoito meses de sua irrupção, com a exceção da República Francesa, estava mantendo toda a distância possível entre si mesma e a revolução à qual devia sua própria existência.
(Eric Hobsbawm, A Era do Capital. Adaptado)
Sobre a Revolução de 1848 e o nacionalismo no século XIX, é correto afirmar que
(Eric Hobsbawm, A Era das Revoluções)
Para Hobsbawm, entre tais ferramentas políticas e intelectuais, é possível identificar