Onde não há nada ou quase nada escrito, as tradições
orais devem suportar o peso da reconstrução histórica.
Elas não farão isso como se fossem fontes escritas. [...]
As limitações da tradição oral devem ser amplamente
avaliadas, de modo que ela não se transforme em um desapontamento, quando, após longos períodos de pesquisa, resultar uma reconstrução ainda não muito detalhada.
O que se reconstrói a partir de fontes orais pode bem
ter um baixo grau de confiabilidade, na medida em que
não existem fontes independentes para uma verificação
cruzada.
(Jan Vansina. Apud G. Prins. “História Oral”. Em: Peter Burke (Org.).
A escrita da História: novas perspectivas)
No excerto, Jan Vasina analisa
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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