Questões Militares Comentadas sobre geografia
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O território brasileiro, devido a sua magnitude espacial, comporta um conjunto espacial de certa ordem de grandeza territorial – de centenas de milhares a milhões de quilômetros quadrados de área – onde há um esquema coerente de feições do relevo, tipos de solos, formas de vegetação e condições climático-hidrológicas. Tais feições paisagísticas e ecológicas são integradas, ocorrem em uma espécie de área principal, de certa dimensão e arranjo, em que as condições fisiográficas e biogeográficas formam um complexo relativamente homogêneo e extensivo.
(Aziz Ab’Sáber, Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. Adaptado)
O texto descreve o domínio
O crescimento das áreas centrais de São Paulo representa um dos grandes desafios para os urbanistas. A cidade se transforma numa bomba-relógio, com o crescimento de populações miseráveis que hoje ocupam os logradouros públicos, instalando-se sob pontes, viadutos e marquises; que se alojam em favelas e cortiços, disputando espaços quando estes são cada vez mais valorizados e destinados a edifícios inacessíveis a essa população. Para resolver o grave problema de moradia em São Paulo e fugir das instituições financeiras, os trabalhadores sacrificaram-se para construir suas casas, fora dos padrões técnicos legais, colocando-as em condições de risco e insalubridade. Vítimas de operações encetadas por empresas imobiliárias clandestinas, surgiram vários trabalhadores que se viram sem o direito ao título de propriedade devido à grilagem dos terrenos. A presença de casas, quase sempre inacabadas, gerou na periferia urbana uma paisagem onde as construções, apesar de novas, aparecem como um cenário em ruínas.
(Francisco Capuano Scarlato, “População e urbanização brasileira”, em Jurandyr L. Sanches Ross [org.], Geografia do Brasil. Adaptado)
O texto faz referência a um espaço que caracteriza a paisagem urbana da grande maioria do município de São Paulo e da região metropolitana.
Trata-se do espaço
André S. Bailão Adaptado de Histórias do fogo e das transformações de paisagens no Brasil Central para naturalistas estrangeiros no século XIX. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, vol. 36, no 80, set.-dez. 2023.
No texto, mencionam-se práticas de agricultura registradas por naturalistas estrangeiros.
No Brasil, no século XIX, tais práticas visavam a promover nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, respectivamente, as seguintes atividades econômicas:
O número de pessoas que vivem sozinhas no Brasil está crescendo. Os domicílios unipessoais, aqueles com apenas um morador, passaram de 12,2% em 2012 para 18,6% em 2024, um aumento de 6,4 pontos percentuais em 12 anos. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As famílias nucleares, aquelas com mais de um componente, continuam sendo maioria, representando 65,7% dos lares em 2024, mas a participação caiu 4% no mesmo período.
Adaptado de g1.globo.com, 22/08/2025.
De acordo com a notícia, entre 2012 e 2024, houve mudanças sociais e demográficas relacionadas a arranjos familiares e a formas de habitar o espaço urbano no Brasil.
Uma causa para o aumento percentual do tipo de domicílio abordado na notícia é:
A União Africana, organização que reúne todos os Estados africanos, aderiu a uma campanha para que se deixe de utilizar a projeção de Mercator nos mapas-múndi. Chamada Correct The Map (“Corrijam o Mapa”, em português), a campanha busca evitar que governos, organizações, escolas e empresas representem o continente africano em menor tamanho do que ele realmente é. A projeção de Mercator, inventada no século XVI pelo cartógrafo europeu Gerardus Mercator, representa em maior proporção o tamanho dos territórios mais próximos aos polos, como a América do Norte e a Europa, em relação àqueles situados perto da linha do Equador, como a África e a América do Sul.
Adaptado de bbc.com, 19/08/2025.
Conhecida pela distorção de áreas na elaboração de mapas, a projeção de Mercator é classificada como:
Com uma área plantada de 11,1 mil hectares em 2021 e 2022 e um avanço previsto de 12,4 mil hectares na próxima safra até o final do ano, o Amapá tem um crescimento estimado de 13% na produção de grãos do estado. Especificamente, um grão merece destaque, com o crescimento de 14,5%, que representa 19,7 mil toneladas em 2022 e 2023.
(Disponível em: https://g1.globo.com)
O grão que merece destaque é:
( ) A representação vetorial facilita a associação de atributos a elementos gráficos, enquanto a representação matricial exige que os relacionamentos espaciais sejam inferidos.
( ) A representação matricial é mais adequada para representação de fenômenos com variação continua no espaço do que a representação vetorial.
( ) A representação matricial é adequada tanto para grandes quanto para pequenas escalas, enquanto a vetorial não é indicada para nenhuma escala.
( ) O armazenamento da representação matricial é feito por meio de matrizes; já o da vetorial, por meio de coordenadas.