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Questões Militares Comentadas sobre geografia

Questões Discursivas

Foram encontradas 1.737 questões

Q4238801 Geografia
A industrialização de um país ocorre por meio de um processo que envolve múltiplos interesses em determinadas circunstâncias históricas. No Brasil, esse processo consolidou-se na segunda Revolução Industrial.

Geografia: leituras e interação, volume 2/Arno Alísio Goettems, Antônio Luís Joia. 2. ed. São Paulo: Leya, 2016. p. 37.

Sobre o processo industrial brasileiro, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q4238800 Geografia
Após a Segunda Mundial, o processo de urbanização intensificou-se tanto nos países desenvolvidos como nos países subdesenvolvidos e emergentes.

Geografia: leituras e interação, volume 2/Arno Alisio Goettems, Antônio Luís Joia. São Paulo: Leya, 2016. p. 79

Sabendo que a evolução da urbanização brasileira ocorreu de forma singular, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4238799 Geografia
A interação entre os climas, o relevo e os solos resulta em diferentes tipos de fauna e flora. Em regiões quentes e úmidas, a biodiversidade é muito maior se compararmos às regiões frias e/ou secas.

Martini, Alice de. Geografia Ação e Transformação. São Paulo: Escala Educacional, 2016. p. 140.

Em relação aos domínios morfoclimáticos brasileiros, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q4238798 Geografia
Classificar o relevo implica agrupar suas diferentes formas em compartimentos de acordo com a semelhança de características externas, com base em determinados critérios.

Moreira, Igor. Vivá: geografia: volume 2. Curitiba: Positivo, 2016. pg. 86.

As classificações do relevo brasileiro avançaram na medida em que a geomorfologia evoluiu. No que diz respeito às classificações do relevo brasileiro, analise as afirmativas a seguir. 

I- Até meados do século XX, as classificações do relevo brasileiro prendiam-se basicamente à estrutura geológica, de modo que, muitas vezes, as formas de relevo eram definidas conforme o tipo de rochas.
II- A classificação do geógrafo Aziz Nacib Ab'Saber, nos anos 1960, foi a primeira a romper, de forma mais definitiva, com certa confusão existente entre estrutura geológica e relevo.
IIl- Na década de 1990, foi elaborada uma nova classificação do relevo, a partir de imagens de radar, na qual o geógrafo Juranyr L. S. Ross levou em consideração, como base em seus estudos, os chamados paleoclimas.

Assinale a opção correta.
Alternativas
Q4238797 Geografia
Ligados à circulação geral da atmosfera, que redistribui a energia solar pelas zonas térmicas do planeta, o tempo e o clima, embora não sejam a mesma coisa, referem-se aos mesmos fenômenos atmosféricos: temperatura e insolação, pressão atmosférica, ventos, umidade do ar e precipitações.

Moreira, Igor. Vivá: geografia; volume 2. Curitiba: Positivo, 2016. pg. 102.

Para explicar as mudanças do tempo e do clima, é importante compreender, principalmente, a dinâmica das massas de ar. Sobre a movimentação das massas de ar que atuam no Brasil, assinale a opção correta.
Alternativas
Q4238796 Geografia
Desde a realização do primeiro Censo Demográfico, em 1872, até os dias atuais, o quantitativo populacional brasileiro aumentou mais de vinte vezes.

Vivá: Geografia. Vol. 2. Igor Moreira. Curitiba: Positivo, 2016.

Sobre a evolução populacional brasileira, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q4192549 Geografia

Considere o texto a seguir:


    Quando se estuda historicamente a estrutura fundiária no Brasil, ou seja, a forma de distribuição e acesso à terra, verifica-se que, desde os primórdios do período colonial, essa distribuição foi desigual. Dois instrumentos estão na origem de grande parte dos latifúndios do país e são frutos da herança colonial, quando a terra era doada pela Coroa aos membros da corte.


(Ariovaldo Umbelino de Oliveira, “Agricultura brasileira: transformações recentes”, em Jurandyr L. Sanches Ross [org.], Geografia do Brasil. Adaptado)


Quais são os instrumentos mencionados no texto?

Alternativas
Q4192547 Geografia

Leia o texto a seguir:


    O território brasileiro, devido a sua magnitude espa cial, comporta um conjunto espacial de certa ordem de grandeza territorial – de centenas de milhares a milhões de quilômetros quadrados de área – onde há um esque ma coerente de feições do relevo, tipos de solos, formas de vegetação e condições climático-hidrológicas. Tais fei ções paisagísticas e ecológicas são integradas, ocorrem em uma espécie de área principal, de certa dimensão e arranjo, em que as condições fisiográficas e biogeográ ficas formam um complexo relativamente homogêneo e extensivo.


(Aziz Ab’Sáber, Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. Adaptado)


O texto descreve o domínio

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Q4192064 Geografia
O ciclo hidrológico pode ser comparado a uma grande máquina de reciclagem da água, na qual operam processos tanto de transferência entre os reservatórios como de transformação entre os estados gasoso, líquido e sólido. Processos de consumo e formação de água interferem neste ciclo, em relativo equilíbrio através do tempo geológico, mantendo o volume geral de água constante no Sistema Terra.
(TEIXEIRA, W. et al. (org.). Decifrando a Terra. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2000. Adaptado)


Considerando o tempo geológico, o ciclo hidrológico pode ser subdividido em dois subciclos:
Alternativas
Q4192063 Geografia
Num movimento desigual e combinado, cria-se uma nova geografia do Brasil, caracterizada, quanto à nova tecnosfera, por uma Região Concentrada e por manchas e pontos, enquanto há uma tendência à generalização da nova psicosfera, característica do presente período histórico.
(SANTOS, M.; SILVEIRA, M.L. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. Rio de Janeiro: Record, 2001. Adaptado)

De acordo com os autores, existem modos de resistência ao movimento de homogeneização dessa nova psicosfera, que são fundados
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Q4192062 Geografia
Repartição das atividades entre lugares, a divisão territorial do trabalho pode nos dar apenas uma visão mais ou menos estática do espaço de um país, um retrato onde cada porção do espaço revela especializações mais ou menos nítidas, nascidas à luz de processos antigos e modernos. Mas para entender o funcionamento do território é preciso captar o movimento, daí a proposta de uma abordagem que traz uma visão dinâmica, apontando a maneira como os fluxos perpassam o território.
(SANTOS, M.; SILVEIRA, M.L. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. Rio de Janeiro: Record, 2001. Adaptado)


A abordagem proposta pelos autores, neste contexto, analisa o território a partir
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Q4192061 Geografia
O processo de mundialização da economia capitalista monopolista teve como pressuposto básico a necessidade de uma nova divisão internacional do trabalho. A mundialização da economia pressupõe uma descentralização da atividade industrial e sua instalação e difusão por todo o mundo. Pressupõe também um outro nível de especialização dos produtos oriundos dos diferentes países do mundo para o mercado internacional.
(ROSS, J.L.S. (org). Geografia do Brasil. 6a ed. São Paulo: Edusp, 2019. Adaptado)

A nova divisão internacional do trabalho imposta pela mundialização do capitalismo monopolista foi estruturada e gerida, sobretudo, por
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Q4192060 Geografia
Apesar do elevado número de definições de objeto existentes na reflexão geográfica, é possível apreender-se uma continuidade neste pensamento, que advém, principalmente, do fundamento comum de todas as correntes da Geografia Tradicional. É nesta concepção filosófica e metodológica que os geógrafos vão buscar suas orientações gerais (as que não dizem respeito especificamente à Geografia). Os postulados desta concepção vão ser o patamar sobre o qual se ergue o pensamento geográfico tradicional, dando-lhe unidade.
(MORAES, A.C.R. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: Hucitec, 1981. Adaptado)

A concepção filosófica e metodológica que orienta a Geografia Tradicional, mencionada pelo autor, é a do 
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Q4192059 Geografia
Os últimos quinze anos constituíram um dos períodos em que a história, condensada numa multiplicidade de acontecimentos, muitos deles totalmente imprevisíveis – a começar pela queda do muro de Berlim e “terminando” com o ataque às torres gêmeas de Nova York –, reuniu novos e velhos tempos, configurando uma nova e muito mais complexa geografia do mundo. Que geografia é essa, que parece recuar e avançar pelo tempo, em múltiplas velocidades que sugerem simultaneamente avanços e retrocessos, união e fragmentação, ordem e desordem? Alguns afirmam que o mundo vive neste início de século XXI o embate entre duas formas distintas de organizar o espaço: uma, pautada na lógica territorial clássica, de controle de áreas e fronteiras; outra, centrada na lógica globalizadora, fundada com o mundo moderno.
(HAESBAERT, R.; PORTO-GONÇALVES, C.W. A nova desordem mundial. São Paulo: Editora Unesp, 2006. Adaptado)


As duas formas distintas de organizar o espaço, ao qual se referem os autores, relacionam-se, respectivamente,
Alternativas
Q4192058 Geografia
Uma visita às lápides expostas no continente Norte-Americano, desde os Estados Unidos até o Canadá e o Alasca, revela que as taxas de intemperismo, tanto químico quanto físico, variam. Lápides antigas na Flórida (EUA) sofrem intensa alteração química, mas aquelas de mesma idade no Sudoeste Norte-Americano são dificilmente afetadas. Por sua vez, lápides em regiões do ártico mostram bem menos alteração química que aquelas do Sudoeste Norte- -Americano.
(GROTZINGER, J.; JORDAN, T. Para entender a Terra. 6a ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2013. Adaptado)


De acordo com o texto, as taxas de intemperismo, tanto químico como físico, variam
Alternativas
Q4192056 Geografia
As categorias analíticas que dão conta da totalidade social em sua espacialização permitem, sem receio de cair no empirismo, iniciar o estudo da organização espacial de uma sociedade em um dado momento de sua história.
(CORRÊA, R. L. Região e organização espacial. São Paulo: Ática, 1991. Adaptado)

As categorias analíticas mencionadas no texto são:
Alternativas
Q4192055 Geografia
É necessário apontar e ressaltar que o debate sobre a natureza do conceito inicia-se em um momento em que o mundo, sob a égide do capitalismo industrial, já está simultaneamente unificado e dividido, podendo-se falar em uma economia mundial. A História de cada porção da superfície terrestre não é mais autônoma mas dependente, em maior ou menor grau, de processos gerais, universais. A globalização, etapa superior da espacialidade capitalista, que emergirá a partir do final da Segunda Guerra Mundial, torna mais complexa ainda a fragmentação articulada da superfície terrestre. A fragmentação exprime-se na divisão territorial do trabalho que se caracteriza diretamente por especializações produtivas, mas também por outras características sociais, culturais e políticas espacialmente variáveis. A articulação, por sua vez, exprime-se pelos diversos fluxos materiais e imateriais que percorrem a superfície terrestre, integrando pontos e áreas diversos.
(CORRÊA, R. L. Trajetórias geográficas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. Adaptado)

O debate apresentado no texto refere-se ao conceito de
Alternativas
Q4192054 Geografia
Centrando a sua análise geopolítica na vasta massa terrestre contígua compreendida pela Europa Oriental e a Ásia, o autor identifica, logo de início, um fenômeno para ele fundamental: o evidente contraste entre as dimensões do território russo e dos demais Estados da Europa Ocidental. Relacionando as características climáticas e topográficas com os movimentos de população e incursões dos povos dessa região em direção ao Ocidente, o autor conclui pela existência de um autêntico “domínio terrestre”, relativamente pouco povoado, mas dotado de características que permitiram aos seus povos estenderem a sua influência na Europa Ocidental às demais regiões asiáticas e até mesmo ao norte da África. Essa massa terrestre, com aproximadamente 54,4 milhões de km2 de terras contíguas, possuiria, segundo ele, uma “área core”, um espaço central, por ele chamado de coração continental.

(COSTA, W. M. Geografia política e geopolítica: discursos sobre o território e o poder. 2a ed. São Paulo: Edusp, 2010. Adaptado)

Ao analisar a transição da era do poder naval para a era do poder terrestre, o autor citado por Costa argumenta que o desenvolvimento das redes ferroviárias neutralizou a histórica vantagem das potências marítimas. Para esse autor, a mobilidade continental permitiria a consolidação de um império inexpugnável no “coração continental”, ou heartland, estabelecendo que o controle dessa zona estratégica era a condição essencial para a hegemonia global.

Essa teoria pertence a
Alternativas
Q4192052 Geografia
O conceito de espaço, em Ratzel, é visto como base indispensável para a vida do homem, encerrando as condições de trabalho, quer naturais, quer aqueles socialmente produzidos. Como tal, o domínio do espaço transforma- -se em elemento crucial na história do Homem. Assim, Ratzel desenvolve dois conceitos fundamentais em sua antropogeografia.
(CASTRO, I. E.; GOMES, P. C. C.; CORRÊA, R. L. Geografia: conceitos e temas. Rio de Janeiro: Bertrand do Brasil, 1997. Adaptado)


Trata-se do conceito de território e de espaço vital, ambos com fortes raízes na
Alternativas
Q4192046 Geografia
De sua posição geográfica resultou uma fortíssima entrada de energia solar, acompanhada de um abastecimento quase permanente de massa de ar úmido, de grande estoque de nebulosidade, de baixa amplitude térmica anual e de ausência de estações secas pronunciadas em quase todos os seus subespaços regionais, do golfão Marajoara até a face oriental dos Andes. Enfim, este domínio traz para o homem um clima úmido e cálido, com temperaturas altas porém suportáveis, chuvas rápidas e concentradas, muitos períodos desprovidos de precipitações e raros dias de chuvas consecutivas.
(AB’SÁBER, Aziz. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003)

O excerto se refere ao Domínio
Alternativas
Respostas
1: A
2: B
3: B
4: E
5: D
6: A
7: A
8: A
9: E
10: D
11: B
12: C
13: E
14: B
15: C
16: A
17: D
18: B
19: E
20: A