Questões Militares Comentadas sobre geografia
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Geografia: leituras e interação, volume 2/Arno Alísio Goettems, Antônio Luís Joia. 2. ed. São Paulo: Leya, 2016. p. 37.
Sobre o processo industrial brasileiro, assinale a opção correta.
Geografia: leituras e interação, volume 2/Arno Alisio Goettems, Antônio Luís Joia. São Paulo: Leya, 2016. p. 79
Sabendo que a evolução da urbanização brasileira ocorreu de forma singular, é correto afirmar que:
Martini, Alice de. Geografia Ação e Transformação. São Paulo: Escala Educacional, 2016. p. 140.
Em relação aos domínios morfoclimáticos brasileiros, assinale a opção correta.
Moreira, Igor. Vivá: geografia: volume 2. Curitiba: Positivo, 2016. pg. 86.
As classificações do relevo brasileiro avançaram na medida em que a geomorfologia evoluiu. No que diz respeito às classificações do relevo brasileiro, analise as afirmativas a seguir.
I- Até meados do século XX, as classificações do relevo brasileiro prendiam-se basicamente à estrutura geológica, de modo que, muitas vezes, as formas de relevo eram definidas conforme o tipo de rochas.
II- A classificação do geógrafo Aziz Nacib Ab'Saber, nos anos 1960, foi a primeira a romper, de forma mais definitiva, com certa confusão existente entre estrutura geológica e relevo.
IIl- Na década de 1990, foi elaborada uma nova classificação do relevo, a partir de imagens de radar, na qual o geógrafo Juranyr L. S. Ross levou em consideração, como base em seus estudos, os chamados paleoclimas.
Assinale a opção correta.
Moreira, Igor. Vivá: geografia; volume 2. Curitiba: Positivo, 2016. pg. 102.
Para explicar as mudanças do tempo e do clima, é importante compreender, principalmente, a dinâmica das massas de ar. Sobre a movimentação das massas de ar que atuam no Brasil, assinale a opção correta.
Vivá: Geografia. Vol. 2. Igor Moreira. Curitiba: Positivo, 2016.
Sobre a evolução populacional brasileira, assinale a opção correta.
Considere o texto a seguir:
Quando se estuda historicamente a estrutura fundiária no Brasil, ou seja, a forma de distribuição e acesso à terra, verifica-se que, desde os primórdios do período colonial, essa distribuição foi desigual. Dois instrumentos estão na origem de grande parte dos latifúndios do país e são frutos da herança colonial, quando a terra era doada pela Coroa aos membros da corte.
(Ariovaldo Umbelino de Oliveira, “Agricultura brasileira: transformações recentes”, em Jurandyr L. Sanches Ross [org.], Geografia do Brasil. Adaptado)
Quais são os instrumentos mencionados no texto?
Leia o texto a seguir:
O território brasileiro, devido a sua magnitude espa cial, comporta um conjunto espacial de certa ordem de grandeza territorial – de centenas de milhares a milhões de quilômetros quadrados de área – onde há um esque ma coerente de feições do relevo, tipos de solos, formas de vegetação e condições climático-hidrológicas. Tais fei ções paisagísticas e ecológicas são integradas, ocorrem em uma espécie de área principal, de certa dimensão e arranjo, em que as condições fisiográficas e biogeográ ficas formam um complexo relativamente homogêneo e extensivo.
(Aziz Ab’Sáber, Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. Adaptado)
O texto descreve o domínio
(TEIXEIRA, W. et al. (org.). Decifrando a Terra. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2000. Adaptado)
Considerando o tempo geológico, o ciclo hidrológico pode ser subdividido em dois subciclos:
(SANTOS, M.; SILVEIRA, M.L. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. Rio de Janeiro: Record, 2001. Adaptado)
De acordo com os autores, existem modos de resistência ao movimento de homogeneização dessa nova psicosfera, que são fundados
(SANTOS, M.; SILVEIRA, M.L. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. Rio de Janeiro: Record, 2001. Adaptado)
A abordagem proposta pelos autores, neste contexto, analisa o território a partir
(ROSS, J.L.S. (org). Geografia do Brasil. 6a ed. São Paulo: Edusp, 2019. Adaptado)
A nova divisão internacional do trabalho imposta pela mundialização do capitalismo monopolista foi estruturada e gerida, sobretudo, por
(MORAES, A.C.R. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: Hucitec, 1981. Adaptado)
A concepção filosófica e metodológica que orienta a Geografia Tradicional, mencionada pelo autor, é a do
(HAESBAERT, R.; PORTO-GONÇALVES, C.W. A nova desordem mundial. São Paulo: Editora Unesp, 2006. Adaptado)
As duas formas distintas de organizar o espaço, ao qual se referem os autores, relacionam-se, respectivamente,
(GROTZINGER, J.; JORDAN, T. Para entender a Terra. 6a ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2013. Adaptado)
De acordo com o texto, as taxas de intemperismo, tanto químico como físico, variam
(CORRÊA, R. L. Região e organização espacial. São Paulo: Ática, 1991. Adaptado)
As categorias analíticas mencionadas no texto são:
(CORRÊA, R. L. Trajetórias geográficas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. Adaptado)
O debate apresentado no texto refere-se ao conceito de
(COSTA, W. M. Geografia política e geopolítica: discursos sobre o território e o poder. 2a ed. São Paulo: Edusp, 2010. Adaptado)
Ao analisar a transição da era do poder naval para a era do poder terrestre, o autor citado por Costa argumenta que o desenvolvimento das redes ferroviárias neutralizou a histórica vantagem das potências marítimas. Para esse autor, a mobilidade continental permitiria a consolidação de um império inexpugnável no “coração continental”, ou heartland, estabelecendo que o controle dessa zona estratégica era a condição essencial para a hegemonia global.
Essa teoria pertence a
(CASTRO, I. E.; GOMES, P. C. C.; CORRÊA, R. L. Geografia: conceitos e temas. Rio de Janeiro: Bertrand do Brasil, 1997. Adaptado)
Trata-se do conceito de território e de espaço vital, ambos com fortes raízes na
(AB’SÁBER, Aziz. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003)
O excerto se refere ao Domínio