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Enquanto as máquinas aprendem em velocidade exponencial, muita gente desaprende a sonhar. Discutimos automação de empregos, mas milhões ainda lutam por uma conexão que não caia, um celular que não trave e uma formação que vá além do “arrasta pra cima”. É o retrato de um país que importa chips de ponta, mas exporta gente desinformada. O risco é criar um novo apartheid: a favela digital, onde milhões se tornam invisíveis para os algoritmos que decidem o futuro.
Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/preto-zeze/coluna/2025/10/ia-tem-de-ser-democratizada.ghtml. Acesso em: 29 nov. 2025.
Considerando o trecho em negrito no texto, o recurso expressivo empregado corresponde a
E o plot twist que a gente precisava? A curadoria afiadíssima saiu do óbvio! A CCXP expandiu a visão para muito além do eixo tradicional japonês, abraçando com força as narrativas da Coreia, Tailândia e China. A responsável por esse upgrade cultural é Carol Pardini, do Na Coreia Tem - NCT Lab, que assinou uma curadoria focada na pluralidade das narrativas asiáticas. Como a própria organização destaca, o público brasileiro já provou que consome (e muito!) essas potências globais do entretenimento, e o palco deste ano nasce para valorizar exatamente essa força. É sobre representatividade e aclamação.
Agora, segura esse spoiler de milhões: eu vou estar lá brilhando! Marquem na agenda: sexta-feira, 05/12, às 13h00, eu subo ao palco para o painel “A revolução da literatura e dos webtoons coreanos”. Eu e um time de peso vamos discutir como a produção coreana, dos clássicos aos webtoons que viram k-dramas de sucesso, está renovando a narrativa contemporânea e conectando tradição com tecnologia.
Disponível em: https://uol.com.br/splash/noticias/2025/12/01/nao-e-mais-nicho-e-potencia-cultura-asiatica-cresce-na-ccxp-2025.htm. Acesso em: 3 dez. 2025.
Os diferentes termos em negrito no texto evidenciam um uso da língua que se caracteriza por
Ninguém se torna ativista climática por escolha. É um pouco por obrigação e um pouco por necessidade. Eu comecei a acompanhar as conferências do clima por causa do racismo ambiental no meu território, e eu entendia a importância da participação da juventude, não só assistindo, mas também contribuindo para a solução à crise do clima. Vi a construção do cargo de Campeão da Juventude a partir das COPs 27 e 28, acompanhei o mandato da COP29. Então, fiquei mais animada em poder construir e contribuir. Não fazia ideia se eu ia fazer isso bem, mas achava que, enquanto uma jovem mulher negra do Brasil, com um time de pessoas de todos os biomas, talvez fosse possível construir uma narrativa em torno da justiça climática dentro e fora dos espaços da COP. E não fui só eu que tive essa ideia, outras pessoas também se candidataram. Mas fizemos um acordo de que, independentemente de quem fosse a pessoa nomeada, teríamos esse time de jovens de todos os biomas do Brasil.
MARASCIULO, M. “Precisamos de caminhos para as próximas gerações não terem que repetir o óbvio”. Entrevista a Marcele Oliveira. Galileu, São Paulo, p. 18–32, 1 dez. 2025.
O emprego das expressões em negrito na resposta da entrevistada contribui para a construção do sentido do texto ao

Disponível em: https://cartum.folha.uol.com.br/charges/2025/12/06/marilia-marz.shtml. Acesso em: 8 dez. 2025.
A presença da flor sob uma redoma estabelece um diálogo intertextual com representações ficcionais em que esse objeto simboliza proteção ou encantamento. Na charge, esse diálogo contribui para a construção do sentido de que o Estado
Nem uma trabalhadora por completo, nem só uma estudante. Alguma coisa no meio disso. O estágio é uma experiência peculiar, e cada um tem uma história diferente, com realidades que variam de bolsas generosas a valores simbólicos, de jornadas presenciais a regimes remotos, com ou sem benefícios.
Essas divergências têm uma origem comum: a Lei do Estágio, de 2008, que o definiu como uma atividade educativa ligada a determinado curso. Estudantes já trabalhavam antes em modelos similares, é claro – mas foi a primeira vez que se estabeleceram os limites e as responsabilidades entre a empresa, o aluno e a instituição de ensino.
A lei dividiu os estágios em duas categorias: obrigatório (uma disciplina prática, muitas vezes na própria faculdade e sem remuneração) e não obrigatório, em geral feito numa empresa, que deve garantir bolsa, recesso remunerado e auxílio-transporte. A jornada é de até seis horas diárias e 30 horas semanais. O contrato pode durar, no máximo, dois anos.
Tudo isso, na teoria, visa garantir o equilíbrio entre estudo e trabalho, impedir a exploração e evitar o vínculo empregatício – afinal, o estágio não se enquadra na CLT. Na prática, não é bem assim.
“Se observarmos como o estágio realmente se desenvolve no dia a dia, todos os elementos típicos de um emprego estão presentes: a pessoalidade [o contrato diz respeito a uma única pessoa física], a habitualidade [é uma atividade constante] e a subordinação”, diz Júlia Lenzi Silva, professora doutora do Departamento de Direito do Trabalho e da Seguridade Social da Faculdade de Direito da USP.
Além disso, a Lei do Estágio é uma “lei órfã” em termos de fiscalização: não está claro quem deve garantir o seu cumprimento. Nem o Ministério do Trabalho nem o da Educação dispõem de estrutura voltada para fazer isso de forma ativa.
Então, temos: uma legislação pouco específica, desatualizada e sem braço para fiscalização.
Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/a-culpa-e-do-estagiario-so-que-nao/. Acesso em: 6 dez. 2025.
A articulação de diferentes perspectivas ao longo do texto permite inferir um direcionamento argumentativo que busca
I Adição de um solvente adequado para dissolver o sal, seguida do uso de um filtro de papel para reter a serragem.
II Aquecimento do líquido resultante até a evaporação completa do solvente, restando apenas o sal no recipiente.
Os métodos físicos de separação de misturas utilizados nas etapas I e II são, respectivamente,
Com base nessa estrutura, assinale a alternativa que indica corretamente as funções orgânicas presentes na molécula.