Questões de Vestibular Comentadas

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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNIFIPA Prova: VUNESP - 2025 - UNIFIPA - Vestibular Medicina - Conhecimentos Gerais |
Q3966780 Português
   Apesar do elevado número de trabalhadoras presentes nos primeiros estabelecimentos fabris brasileiros, não se deve supor que elas foram progressivamente substituindo os homens e conquistando o mercado de trabalho fabril. Ao contrário, as mulheres vão sendo progressivamente expulsas das fábricas, na medida em que avança a industrialização e a incorporação da força de trabalho masculina. As barreiras enfrentadas pelas mulheres para participar do mundo dos negócios eram sempre muito grandes, independentemente da classe social a que pertencessem. Da variação salarial à intimidação física, da desqualificação intelectual ao assédio sexual, elas tiveram sempre de lutar contra inúmeros obstáculos para ingressar em um campo definido — pelos homens — como “naturalmente masculino”. Esses obstáculos não se limitavam ao processo de produção; começavam pela própria hostilidade com que o trabalho feminino fora do lar era tratado no interior da família.

(Margareth Rago. “Trabalho feminino e sexualidade”. In: Mary del Priore (org.). História das mulheres no Brasil, 2015.)

Ao abordar o trabalho feminino no Brasil entre o final do século XIX e as primeiras décadas do XX, o excerto destaca 
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNIFIPA Prova: VUNESP - 2025 - UNIFIPA - Vestibular Medicina - Conhecimentos Gerais |
Q3966779 História
   No Brasil, é clara a diferença entre o uso e o abuso do escravizado antes e depois de 1830 e, mais ainda, de 1850. [...] Antes, podia ser um bom negócio para um dono de escravizados fazê-los trabalhar até a exaustão, gastá-los rapidamente, mantê-los mal alimentados e mal vestidos — e substituí-los por novos africanos quando eles morriam.

(Alberto da Costa e Silva. A África e os africanos na história e nos mitos, 2021. Adaptado.)

A diferença de conduta dos senhores em relação aos escravizados, mencionada no excerto, foi provocada
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNIFIPA Prova: VUNESP - 2025 - UNIFIPA - Vestibular Medicina - Conhecimentos Gerais |
Q3966777 História
    As expedições para o sertão começam no século XVI e só perdem força e sentido na segunda metade do século XVIII. A palavra sertão já aparece discretamente na carta de Pero Vaz Caminha, como referência a um vasto e desconhecido interior. Com o tempo, o termo passou a representar mais do que uma simples referência geográfica, também demarcando um espaço simbólico. A distinção entre o povoado e o sertão marcava o contraste entre dois universos, um ordenado pela religião católica e pelas leis do Reino, o outro pautado pela ausência da ordem [...].

(John Monteiro. “Bandeiras indígenas”. In: Luciano Figueiredo (org.). História do Brasil para ocupados, 2013.)

No período colonial, as características do sertão, mencionadas no excerto, representavam um
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNIFIPA Prova: VUNESP - 2025 - UNIFIPA - Vestibular Medicina - Conhecimentos Gerais |
Q3966776 Português
    Para os europeus que se relacionavam com as sociedades africanas, a poligamia era algo a ser combatido, ligado a formas de viver atrasadas e condenado pela religião. Para os africanos, quanto mais mulheres pudessem ter, mais amplos seriam os laços de solidariedade e fidelidade, pois os casamentos garantiam alianças entre os grupos. E aquele que possuísse muitas mulheres, além de ter laços com diversas linhagens, teria uma descendência maior, nascida de suas várias mulheres. Quanto mais pessoas um chefe tivesse sob sua dependência e proteção, mais sólida seria sua posição e maior o seu prestígio.

(Marina de Mello e Souza. África e Brasil africano, 2007.)

Segundo o excerto, a poligamia era,
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNIFIPA Prova: VUNESP - 2025 - UNIFIPA - Vestibular Medicina - Conhecimentos Gerais |
Q3966774 História
   Na democracia ateniense de 451 a.C., todos os cidadãos podiam participar da assembleia do povo (Eclésia), que tomava as decisões relativas aos assuntos políticos, em praça pública.

(Pedro Paulo Funari. Grécia e Roma, 2019. Adaptado.)

Na Atenas de 451 a.C.,
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNIFIPA Prova: VUNESP - 2025 - UNIFIPA - Vestibular Medicina - Conhecimentos Gerais |
Q3966762 História
    Os drusos são uma minoria étnico-religiosa árabe. Mais de 20 mil drusos vivem nas Colinas de Golã, um planalto estratégico que a Síria perdeu durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967.
(www.cnnbrasil.com.br, 16.07.2025. Adaptado.)

Na Guerra dos Seis Dias, as Colinas de Golã, ocupadas pelos drusos, foram anexadas
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNIFIPA Prova: VUNESP - 2025 - UNIFIPA - Vestibular Medicina - Conhecimentos Gerais |
Q3966760 Geologia
    O Brasil fez uma reivindicação importante à Organização das Nações Unidas (ONU) para buscar o reconhecimento de uma ilha submersa no Atlântico Sul. A área, chamada de Elevação do Rio Grande, está localizada a cerca de 1 200 quilômetros da costa do Rio Grande do Sul e se ergue desde a base oceânica, a cerca de 5 000 metros de profundidade, com o topo situado entre 700 e 2 000 metros abaixo do nível do mar. A estrutura, que reúne montes submarinos, platôs, cânions e um gigantesco rift (fenda tectônica), é única na região.

(https://exame.com, 10.07.2025. Adaptado.)

No contexto político das regiões costeiras, a reivindicação do Brasil pelo controle da Elevação do Rio Grande amplia a
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNIFIPA Prova: VUNESP - 2025 - UNIFIPA - Vestibular Medicina - Conhecimentos Gerais |
Q3966758 Direito Ambiental
   O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que 11809398 pessoas, ou 5,8% da população total do Brasil, moram em 1138 parques, florestas, reservas e áreas ambientais. Entre as 2365 Unidades de Conservação do sistema nacional, existem parques, florestas e áreas ambientais onde é permitida a residência e outras em que, pela lei, não há permissão, apesar de exceções pontuais.

(https://oglobo.globo.com, 11.07.2025.)

Considerando as particularidades das Unidades de Conservação de proteção integral, as exceções mencionadas no excerto são direcionadas para
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNIFIPA Prova: VUNESP - 2025 - UNIFIPA - Vestibular Medicina - Conhecimentos Gerais |
Q3966757 Meio Ambiente
   O desmatamento caiu em todos os biomas brasileiros em 2024, segundo dados divulgados pela rede MapBiomas em 15.05.2025. No entanto, mesmo com a boa notícia, essa atividade continua avançando e o Cerrado perdeu 652197 hectares: foi o ecossistema mais desmatado nesse período.

(https://g1.globo.com, 15.05.2025. Adaptado.)

De acordo com o excerto, o dado sobre o desmatamento no Cerrado é explicado
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNIFIPA Prova: VUNESP - 2025 - UNIFIPA - Vestibular Medicina - Conhecimentos Gerais |
Q3966754 Saúde Pública
    Dentre os 100 municípios mais populosos do Brasil, a falta de acesso à água potável impacta 16,9% dos brasileiros, e a ausência de coleta de esgoto afeta 44,8% da população. Isso reflete em problemas na saúde, na produtividade do trabalho, na valorização imobiliária, no turismo e na qualidade de vida, impactando profundamente o desenvolvimento socioeconômico do país.

(www.tratabrasil.org.br. Adaptado.)

A precariedade no acesso ao saneamento básico no Brasil promove a
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNIFIPA Prova: VUNESP - 2025 - UNIFIPA - Vestibular Medicina - Conhecimentos Gerais |
Q3966752 Geografia
   O Sudeste registrou o primeiro saldo migratório negativo desde 1991. Essa região deixa de ser a que apresentava o maior saldo regional positivo nos censos anteriores para se tornar perdedora líquida de pessoas em 2022.

(www.ibge.gov.br, 28.06.2025. Adaptado.)

O resultado negativo para o saldo migratório abordado no excerto é explicado
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNIFIPA Prova: VUNESP - 2025 - UNIFIPA - Vestibular Medicina - Conhecimentos Gerais |
Q3966747 Biologia
Em certa raça de cães, a cor e o tamanho dos pelos são determinados por dois genes que se segregam de forma independente. A cor dos pelos é determinada por um gene cujo alelo B confere a cor preta e o alelo b confere a cor marrom. Já o tamanho dos pelos é determinado por outro gene, no qual o alelo C resulta em pelo longo e o alelo c resulta em pelo curto. Suponha um cruzamento entre um macho homozigoto dominante para os dois genes e uma fêmea homozigota recessiva, que gerou 8 filhotes. Posteriormente, um desses filhotes foi cruzado com uma fêmea homozigota recessiva. A probabilidade de, na próxima gestação, nascer um macho diíbrido será de
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNIFIPA Prova: VUNESP - 2025 - UNIFIPA - Vestibular Medicina - Conhecimentos Gerais |
Q3966745 Medicina
A ascaridíase é uma parasitose humana causada pelo helminto Ascaris lumbricoides. Apesar de não resultar em altas taxas de mortalidade, a doença pode desencadear problemas fisiológicos graves, o que afeta diretamente a qualidade de vida dos indivíduos.

No organismo humano, o helminto citado no texto
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNIFIPA Prova: VUNESP - 2025 - UNIFIPA - Vestibular Medicina - Conhecimentos Gerais |
Q3966743 Biologia
Leia o excerto para responder à questão.


    Os fungos têm vida longa, porém, como todo ser vivo, começam muito pequenos: como esporos. E os esporos têm um grande problema. Se caírem diretamente do chapéu do corpo de frutificação (o cogumelo), podem aterrissar no espaço já ocupado por suas mães, o que significa que não vão colonizar um novo território.


(Peter Wohlleben. A sabedoria secreta da natureza, 2022.)
O “grande problema”, citado no excerto, refere-se ao fato de que os futuros cogumelos terão com “suas mães” uma relação ecológica de
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: FUVEST Prova: FUVEST - 2025 - FUVEST - Vestibular - 1ª Fase - Conhecimentos Gerais |
Q3946342 Português
Quando no dia seguinte, também no final da tarde, Fio Jasmim se dirigiu para a pequena joalheria, ele pensou em ser mais cuidadoso ao pronunciar qualquer nome de mulher perto de Dolores dos Santos. Quando contou o incidente para os companheiros maquinistas, os mais velhos riram dele e perguntaram qual o motivo de ele estar tão preocupado com a pequena distração cometida. Nem ele sabia bem o porquê. Entretanto, não gostava de pronunciar o nome da esposa para outras mulheres. A de casa é santa, pensava ele. Se ele tivesse dito pelo menos Juventina, seria mais fácil explicar. Assustado com o próprio pensamento, Fio Jasmim não entendia o que estava se passando com ele. Estaria por acaso pensando em alguma conquista? Ouvira dizer que ela era uma mulher namoradeira, mas que não parava com homem algum, tinha um gênio indomável. Todas essas considerações não lhe importavam, não estava interessado na mulher. Mas e se ela estivesse interessada nele...

Conceição Evaristo. Canção para ninar menino grande.


No romance de Conceição Evaristo, Fio Jasmim, por meio de suas viagens, é o elo que agrega as várias personagens femininas que se relacionam com ele. De acordo com essa consideração, Fio Jasmim
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: FUVEST Prova: FUVEST - 2025 - FUVEST - Vestibular - 1ª Fase - Conhecimentos Gerais |
Q3946341 Português
A família de Neide fazia questão de conservar o pomposo sobrenome, “Paranhos”, herdado dos tempos da escravatura. A manutenção do nome dos descendentes dos antigos colonizadores, cuja família era tradicional na cidade, para o clã descendente de africanos escravizados, ganhara um sentido de enfrentamento aos brancos “Paranhos”. Para além de ser um destino histórico, era uma velada reivindicação de uma fortuna familiar dos brancos, que em grande parte era de pertença dos negros “Paranhos”.

Conceição Evaristo. Canção para ninar menino grande.

No excerto, o uso do mesmo nome por uma família branca e uma família negra indica
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: FUVEST Prova: FUVEST - 2025 - FUVEST - Vestibular - 1ª Fase - Conhecimentos Gerais |
Q3946339 Português
   As plantas viam o jardineiro como as plantas vêem. Não se sentiam agradecidas. Tratavam o seu regador à semelhança da chuva que caía sobre elas nas noites de Outono. Florescerem não era o seu meio de meterem conversa com o jardineiro, mas uma forma de acentuarem a sua indiferença à declaração de amor que ele cultivava a cada hora.
   Tanto lhes fazia serem cuidadas por um assassino, se eram sujas as mãos que as amparavam ou o que viera antes do amor que ele lhes dedicava.
   Seguiam‑no com o seu olhar sem julgamento, alheias a que, todas as manhãs, Celestino acordava por elas. Vigiavam os seus passos, pressentiam a sua presença, alegravam‑se de o ver, conheciam as suas rotinas. Sem que por um instante lhe sentissem a falta, ou se afligissem com as suas ausências ocasionais.
Djaimilia Pereira de Almeida. A visão das plantas.


Considerando o trecho citado, depreende-se que o “olhar sem julgamento”
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: FUVEST Prova: FUVEST - 2025 - FUVEST - Vestibular - 1ª Fase - Conhecimentos Gerais |
Q3946332 Inglês
    During the nineteen-seventies and eighties, a researcher at the University of Washington started noticing something strange in the college’s experimental forest. For years, a blight of caterpillars had been munching the trees to death. Then, suddenly, the caterpillars themselves started dying off. The forest was able to recover. But what had happened to the caterpillars? The researcher, David Rhoades, who had a background in chemistry and zoology, found that the trees in the forest had changed the chemistry of their leaves, to the detriment of the caterpillars. Even more surprising, trees that had been nibbled by caterpillars weren’t the only ones that had changed their chemistry. Some were changing their leaves before caterpillars reached them, as if they’d received a warning. A shocking possibility presented itself: the trees were signalling to one another.
    Zoë Schlanger recounts Rhoades’s story in her new book, “The Light Eaters: How the Unseen World of Plant Intelligence Offers a New Understanding of Life on Earth.”
    The contemporary world of botany that Schlanger explores in “The Light Eaters” is still divided over the matter of how plants sense the world and whether they can be said to communicate. But, in the past twenty years, the idea that plants communicate has gained broader acceptance. Research in recent decades has shown garden-variety lima beans protecting themselves by synthesizing and releasing chemicals to summon the predators of the insects that eat them; lab-grown pea shoots navigating mazes and responding to the sound of running water; and a chameleonic vine in the jungles of Chile mimicking the shape and color of nearby plants by a mechanism that’s not yet understood.
    Schlanger acknowledges that some of the research yields as many questions as answers. It’s not clear how the vine gathers information about surrounding plants to perform its mimicry.


New Yorker. 12 June 2024. Adaptado.
O caso da vinha chilena apresentado no texto suscita questionamentos científicos quanto
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: FUVEST Prova: FUVEST - 2025 - FUVEST - Vestibular - 1ª Fase - Conhecimentos Gerais |
Q3946331 Inglês
    During the nineteen-seventies and eighties, a researcher at the University of Washington started noticing something strange in the college’s experimental forest. For years, a blight of caterpillars had been munching the trees to death. Then, suddenly, the caterpillars themselves started dying off. The forest was able to recover. But what had happened to the caterpillars? The researcher, David Rhoades, who had a background in chemistry and zoology, found that the trees in the forest had changed the chemistry of their leaves, to the detriment of the caterpillars. Even more surprising, trees that had been nibbled by caterpillars weren’t the only ones that had changed their chemistry. Some were changing their leaves before caterpillars reached them, as if they’d received a warning. A shocking possibility presented itself: the trees were signalling to one another.
    Zoë Schlanger recounts Rhoades’s story in her new book, “The Light Eaters: How the Unseen World of Plant Intelligence Offers a New Understanding of Life on Earth.”
    The contemporary world of botany that Schlanger explores in “The Light Eaters” is still divided over the matter of how plants sense the world and whether they can be said to communicate. But, in the past twenty years, the idea that plants communicate has gained broader acceptance. Research in recent decades has shown garden-variety lima beans protecting themselves by synthesizing and releasing chemicals to summon the predators of the insects that eat them; lab-grown pea shoots navigating mazes and responding to the sound of running water; and a chameleonic vine in the jungles of Chile mimicking the shape and color of nearby plants by a mechanism that’s not yet understood.
    Schlanger acknowledges that some of the research yields as many questions as answers. It’s not clear how the vine gathers information about surrounding plants to perform its mimicry.


New Yorker. 12 June 2024. Adaptado.
Conforme o texto, a experiência conduzida por David Rhoades, na floresta experimental da Universidade de Washington, tornou-se marcante para a botânica, por revelar a
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: FUVEST Prova: FUVEST - 2025 - FUVEST - Vestibular - 1ª Fase - Conhecimentos Gerais |
Q3946330 Biologia
A bióloga Lynn Margulis publicou um polêmico artigo em 1967 propondo que algumas organelas das células eucarióticas poderiam ser o resultado de eventos de endossimbiose, no qual bactérias passaram a viver em simbiose dentro de células eucarióticas até serem completamente incorporadas a elas. A hipótese de Margulis sofreu muita oposição, até que evidências experimentais mostraram que algumas organelas de fato possuíam muitas similaridades com bactérias. Entre as evidências de endossimbiose, podemos citar:
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Respostas
21: B
22: E
23: C
24: D
25: E
26: A
27: C
28: B
29: D
30: A
31: D
32: E
33: D
34: C
35: C
36: C
37: C
38: E
39: B
40: E