Questões de Vestibular Comentadas sobre não definido

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Q4103034 Português
Observe o trecho:
"Se o Estado não garantir condições mínimas de funcionamento às escolas públicas, dificilmentequalquer política curricular surtirá efeito, pois faltará o suporte material indispensável."

Deseja-se reescrever o período preservando o sentido original e mantendo adequadamente as relaçõesdecondição e consequência. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4103033 Português
TEXTO I


O padeiro


         Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abroaportadoapartamento - mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lidoalgumacoisa nos jornais da véspera sobre a "greve do pão dormido". De resto não é bemuma greve, éumlockout, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando opovoatomarseu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.

         Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquantotomocafévou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar opãoàportado apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

         - Não é ninguém, é o padeiro!

         Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?

         "Então você não é ninguém?"

        Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lheacontecerabater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, eouvirumavoz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: "nãoé ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém...

        Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-loparaexplicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempoeutambém,como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quasesempre depois de uma passagem pela oficina - e muitas vezes saía já levando na mão umdos primeirosexemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.

         Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porquenojornalque levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônicaouartigocom o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro domeucoraçãoeu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; "não é ninguém, éopadeiro!"

        E assobiava pelas escadas.


Fonte: BRAGA, Rubem. O padeiro. In: ANDRADE, Carlos Drummond de et al. Crônicas I. 27. ed. São Paulo: Ática, 2006, p.61-62.
Recursos estilísticos são frequentemente utilizados por escritores para aprimorar o ritmodeumtexto,tornar a comunicação mais expressiva ou persuasiva, além de transmitir significado e provocarumaresposta emocional do leitor. Essas ferramentas linguísticas e semióticas alteramo sentido literal dotextoe o levam para além do óbvio. Considerando isso, identifique o trecho em que o autor faz usodessetipode recurso.
Alternativas
Q4103032 Português
TEXTO I


O padeiro


         Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abroaportadoapartamento - mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lidoalgumacoisa nos jornais da véspera sobre a "greve do pão dormido". De resto não é bemuma greve, éumlockout, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando opovoatomarseu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.

         Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquantotomocafévou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar opãoàportado apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

         - Não é ninguém, é o padeiro!

         Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?

         "Então você não é ninguém?"

        Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lheacontecerabater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, eouvirumavoz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: "nãoé ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém...

        Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-loparaexplicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempoeutambém,como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quasesempre depois de uma passagem pela oficina - e muitas vezes saía já levando na mão umdos primeirosexemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.

         Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porquenojornalque levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônicaouartigocom o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro domeucoraçãoeu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; "não é ninguém, éopadeiro!"

        E assobiava pelas escadas.


Fonte: BRAGA, Rubem. O padeiro. In: ANDRADE, Carlos Drummond de et al. Crônicas I. 27. ed. São Paulo: Ática, 2006, p.61-62.
O período “Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo  [...]” é composto por:
Alternativas
Q4103031 Português
TEXTO I


O padeiro


         Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abroaportadoapartamento - mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lidoalgumacoisa nos jornais da véspera sobre a "greve do pão dormido". De resto não é bemuma greve, éumlockout, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando opovoatomarseu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.

         Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquantotomocafévou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar opãoàportado apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

         - Não é ninguém, é o padeiro!

         Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?

         "Então você não é ninguém?"

        Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lheacontecerabater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, eouvirumavoz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: "nãoé ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém...

        Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-loparaexplicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempoeutambém,como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quasesempre depois de uma passagem pela oficina - e muitas vezes saía já levando na mão umdos primeirosexemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.

         Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porquenojornalque levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônicaouartigocom o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro domeucoraçãoeu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; "não é ninguém, éopadeiro!"

        E assobiava pelas escadas.


Fonte: BRAGA, Rubem. O padeiro. In: ANDRADE, Carlos Drummond de et al. Crônicas I. 27. ed. São Paulo: Ática, 2006, p.61-62.
“Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo.” O termo grifado refere-se:
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Q4038099 Física
Um sistema de vasos comunicantes apresenta-se, inicialmente, sem líquido em seu interior, como mostra a figura.


Imagem associada para resolução da questão


Promove-se a entrada de líquido pela abertura existente no sistema. Após o líquido tomar completamente a câmara que une os vasos e preencher parte de cada um desses vasos, o fluxo é interrompido e a abertura é tampada. Quando o sistema entrar em equilíbrio, a disposição do líquido nos vasos corresponderá a:
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Q4038098 Física
Quando um corpo está a determinada altura do chão, devido ao campo gravitacional gerado pelo planeta Terra, ele acumula a energia potencial gravitacional de 100 J. Se esse corpo tiver sua altura duplicada, essa energia terá o valor de
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Q4038096 Biologia
O dimorfismo sexual corresponde às diferenças físicas entre machos e fêmeas de uma mesma espécie. Tais diferenças manifestam-se na coloração, no tamanho e na forma do corpo ou, ainda, na presença de estruturas específicas em apenas um dos sexos. Um grupo de animais em que machos apresentam características ornamentais visíveis, acentuando a diferença entre machos e fêmeas, é o grupo
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Q4038094 Biologia
As angiospermas constituem o único grupo de plantas capaz de produzir frutos, que são estruturas representativas de um importante sucesso evolutivo. Os frutos se desenvolvem a partir do ovário e contribuem para a dispersão da espécie no ambiente, aumentando suas chances de sobrevivência e propagação. Além disso, a existência de frutos também possibilitou a
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Q4038093 Biologia
A salga de alguns tipos de carne é uma prática humana antiga, ainda utilizada em determinadas comunidades onde há ausência ou limitação de refrigeradores. O sal atua na conservação do alimento porque cria um ambiente desfavorável ao desenvolvimento de organismos decompositores, que não conseguem sobreviver ou se multiplicar nessas condições, retardando o processo de deterioração da carne. Esse ambiente é desfavorável porque faz com que esses organismos
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Q4038092 Medicina
A palavra “asfixia” vem do grego e significa “interrupção do pulso”. De acordo com essa tradução, toda morte seria uma asfixia, o que é verdade, pois o óbito se caracteriza por uma parada prolongada do coração que leva à morte das células cerebrais por falta de gás _________, seguida de um edema no cérebro que, mesmo se o coração voltasse a funcionar, impediria que o sangue circulasse na cavidade craniana e irrigasse o cérebro devido ao espaço significativo então ocupado por este.
(Philippe Boxho. Os mortos também falam, 2025. Adaptado.)

A lacuna do texto é preenchida por:
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Q4038091 Meio Ambiente
Atualmente, o buraco na camada de ozônio ainda existe. Ele se forma todos os anos sobre a Antártida, durante a primavera, e se fecha novamente no verão, quando o ar estratosférico das latitudes mais baixas se mistura, permanecendo assim até a primavera seguinte, quando o ciclo recomeça. Mas existem evidências de que o buraco está começando a desaparecer, recuperando-se mais ou menos conforme o esperado, segundo Solomon. Avaliações científicas indicam que a camada de ozônio deve retornar aos níveis anteriores a 1980 em meados do século 21.
(www.bbc.com, 16.05.2022. Adaptado.)

A camada de ozônio da estratosfera, mencionada no excerto, filtra a radiação ultravioleta emitida pelo Sol. A destruição dessa camada relaciona-se diretamente
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Q4038090 Química
Em um béquer, foram adicionados 45 g de determinado material no estado líquido, que ocupou o volume de 50 mL. A tabela apresenta os valores aproximados da densidade (d) de cinco materiais no estado líquido, medidos a 25 ºC.


Imagem associada para resolução da questão

O material adicionado ao béquer foi
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Q4038089 Química
A reação de dupla troca de iodeto de potássio (KI) com nitrato de chumbo(II) [Pb(NO3 )2] é curiosa, pois ambas as substâncias se apresentam em soluções aquosas incolores e, quando misturadas, formam um sólido amarelo, que é o iodeto de chumbo(II) (PbI2), conforme a equação não balanceada:

KI (aq) + Pb(NO3 ) 2 (aq) ➞ PbI 2 (s) + KNO3 (aq)


O resultado da soma dos menores coeficientes inteiros que completam o balanceamento da equação e a função inorgânica à qual pertence o sólido amarelo formado são, respectivamente,
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Q4038088 Química
Ao planejar uma aula de química, um professor precisava determinar a substância X que usaria para preparar uma solução. O professor pesou uma amostra de 30,4 g de determinada substância, acrescentou água até o volume de 0,5 L e, sabendo que a concentração molar dessa solução preparada era igual a 0,4 mol/L, ele conseguiu determinar a substância X. A tabela apresenta algumas substâncias que poderiam ter sido utilizadas pelo professor e suas respectivas massas molares:


Imagem associada para resolução da questão


Após realizar os cálculos necessários e consultar a tabela, o professor determinou que a substância X tem a fórmula química:
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Q4038084 Geografia
Um projeto de pesquisa da Universidade de Campinas (Unicamp) realizou um estudo piloto sobre o centro histórico do município de Amparo (SP), com o objetivo de desenvolver novas metodologias de preservação e atualização de dados sobre conjuntos urbanos tombados no estado de São Paulo. Durante o trabalho de campo, realizado entre 20 e 24 de setembro de 2025, pesquisadores da Unicamp e da Universidade de Ferrara atuaram em conjunto no registro e na medição de imóveis que compõem o patrimônio histórico de Amparo. As equipes utilizaram tecnologias de ponta para identificar as dimensões dos edifícios e do espaço urbano, integrando quatro tipos principais de levantamento: escaneamento a laser, fotogrametria, sobrevoos com drone e levantamentos topográficos com estação total.
(Valério Paiva. www.ifch.unicamp.br, 07.10.2025. Adaptado.)

Considerando o objetivo da pesquisa e os principais tipos de levantamento mencionados no excerto, o projeto se baseia no uso
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Q4038083 Meio Ambiente
O oceanógrafo e geógrafo paulista Marcus Polette tem avaliado como os efeitos danosos do turismo ocorrem na costa brasileira desde os anos 1950. Daquela década para cá, o turismo de sol e praia passou a se desenvolver a partir de uma estrutura baseada em calçadão, avenida beira-mar e prédios. “No país, os calçadões foram construídos muitas vezes em cima das praias, e várias avenidas beira-mar cobriram a vegetação de restinga”. Quanto aos prédios, nem o céu parece ser o limite. Balneário Camboriú (SC), objeto de estudo de Polette, é uma cidade famosa por seus vários edifícios na faixa dos 200 metros de altura e um com mais de 550 metros em construção, previsto para ser o maior do mundo.
(Mônica Manir. www.revistapesquisa.fapesp.br, 2025. Adaptado.)

Considerando o modelo de turismo mencionado no excerto, um dos efeitos danosos desse modelo no clima da costa brasileira é
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Q4038081 Meio Ambiente
Este é um tratado internacional que busca estabilizar as concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera a um nível que não inviabilize a vida na Terra. Esse tratado foi adotado na Cúpula da Terra (Eco-92), encontro sobre meio ambiente que ocorreu no Rio de Janeiro em 1992. A partir dela, surgiram as Conferências das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COPs).
(Mariana Vick. www.nexojornal.com.br, 04.11.2025. Adaptado.)

O tratado mencionado no excerto é denominado
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Q4038078 Português
Certo dia, o presidente Roosevelt disse-me que estava pedindo sugestões, publicamente, sobre como se deveria chamar esta guerra. Retruquei de pronto: “a Guerra Desnecessária”. Nunca houve guerra mais fácil de impedir do que esta que acaba de destroçar o que restava do mundo após o conflito anterior. A tragédia humana atinge seu clímax no fato de que, após todos os esforços e sacrifícios de centenas de milhões de pessoas, e após as vitórias da Boa Causa, ainda não encontramos Paz ou Segurança e estamos sujeitos a perigos ainda maiores do que aqueles que superamos.
(Winston S. Churchill. Memórias da Segunda Guerra Mundial, 2017.)

Escrito em 1948 por Winston Churchill, ministro britânico durante a Segunda Guerra Mundial, o excerto mostra
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Q4038077 História
É desnecessário ressaltar o imenso significado da imigração no surgimento de ideologias negadoras do sistema vigente no país e na adoção de modelos organizatórios pela classe operária. A crítica a posteriori às concepções anarquistas, predominantes entre os trabalhadores organizados nos primeiros vinte anos do século XX, não pode obscurecer sua importância na aparição de novas formas de luta e de uma visão crítica radical da sociedade.
(Boris Fausto. Trabalho urbano e conflito social: 1890-1920, 2016.)

Ao se referir à realidade da Primeira República brasileira, o excerto destaca
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Q4038076 História
Vergueiro ofereceu aos imigrantes alemães um acordo. Eles receberiam seus próprios lotes de pés de café adultos e, apesar de receberem certa supervisão, seriam mais ou menos responsáveis pelo cuidado e pela apanha. Segundo o contrato assinado por eles em Hamburgo antes de embarcar, levariam os frutos até os terreiros e contribuiriam proporcionalmente ao beneficiamento. Receberiam cotas em pagamento, correspondentes à metade dos rendimentos da venda da safra, após dedução dos custos de transporte, impostos e comissão.
(Warren Dean. Rio Claro: um sistema brasileiro de grande lavoura, 1820-1920, 1977. Adaptado.)

Tendo em vista que Vergueiro também custeou as passagens desses trabalhadores com a garantia de ser ressarcido por eles, o excerto descreve
Alternativas
Respostas
921: A
922: E
923: C
924: E
925: B
926: D
927: D
928: E
929: B
930: A
931: C
932: C
933: D
934: B
935: C
936: B
937: C
938: B
939: C
940: B