Questões de Vestibular
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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De acordo com esse texto, pode-se afirmar:
A lógica das atividades extensionistas procura não obedecer à mesma lógica do capitalismo global.
De acordo com esse texto, pode-se afirmar:
A área de extensão vem crescendo em importância no escopo das atividades atribuídas às universidades.
Para Alain Coullon, ser “estudante profissional" tem o significado expresso no seguinte:
Poder ganhar dinheiro nessa situação, pois a própria condição de estudante já é uma profissão
Para Alain Coullon, ser “estudante profissional" tem o significado expresso no seguinte:
Levar mais anos do que o previsto na universidade.
Para Alain Coullon, ser “estudante profissional" tem o significado expresso no seguinte:
Encarar a universidade com a mesma seriedade e o mesmo respeito com que se encara uma profissão, entendendo e respeitando suas regras.
Com base nessas informações é correto afirmar:
O conhecimento pluriversitário só pode e deve ser produzido pelo discurso científico.
Com base nessas informações é correto afirmar:
Não compete às universidades o conhecimento pluriversitário.
Com base nessas informações é correto afirmar:
O conhecimento pluriversitário é descrito como aquele que estabelece a ponte entre a universidade e a sociedade, devido ao imbricamento necessário entre ambas.
A análise do texto permite concluir:
As universidades provocaram todas as revoluções sociais do século XX.
A análise do texto permite concluir:
A Educação e a Cultura passaram a ser concebidas como parte integrante da cidadania depois da revolução do século XX, e a universidade também se transformou em um espaço de democratização do saber.
A análise do texto permite concluir:
A universidade moderna não deve, em nenhuma hipótese, se separar do Estado e da religião.
Os falantes pertencentes a um determinado estrato social desenvolvem formas linguísticas pertencentes a esse grupo, o que nos permite identificar a sua origem social através dos elementos linguísticos que usam e leva a afirmar que os falantes de um estrato mais popular não conseguem mudar a sua forma linguística em função de pertencerem socialmente a esse grupo.
O preconceito linguístico é um processo historicamente construído de imposição de formas linguísticas escolhidas para serem representantes sociais de um grupo dominante, de acordo com a norma padrão e desse modo, construções do tipo a gente vamos ou nós vai, embora linguisticamente significativas e amplamente produtivas em alguns grupos, são socialmente estigmatizadas em função do preconceito linguístico.
Quando cheguei em casa pude perceber qui os minino estavam meio duente e não pudiam ir pra iscola. Acho qui foi o pobrema da dengue. De modo que estou escreveno pra pidir a profesora pra num botar falta nos minino. Eu garanto qui eles estam realmente duente.
As construções linguísticas presentes nesse texto evidenciam que nenhuma norma pode ser considerada isoladamente, em função do continuum que se estabelece entre elas.
De acordo com Faraco (2008), não há diferenças gramaticais entre a norma padrão e a culta, pois ambas seguem exatamente as regras da gramática tradicional, sendo que a primeira pertence à modalidade escrita e a segunda, à modalidade falada.

A análise do cartum permite afirmar:
A partir do que o garoto diz, pode-se entender que há um choque linguístico entre o que é ensinado pela escola como norma padrão e a norma popular falada pelos alunos.

A análise do cartum permite afirmar:
As construções linguísticas usadas pelo garoto apontam para o fato de que a norma popular não consegue produzir um pensamento coerente, por isso a professora não entendeu o que o garoto disse.
Cada comunidade desenvolve uma norma linguística comum a todos os falantes e, por isso, compreendida por todos.
Em assim sendo, os falantes da Bahia somente conseguem entender o que é produzido linguisticamente pelos falantes de sua comunidade.
De acordo com Rajagopalan (1998, p. 41), “A identidade de um indivíduo se constrói na língua e através dela. Isso significa que o indivíduo não tem uma identidade fixa anterior e fora da língua. Além disso, a construção da identidade de um indivíduo na língua e através dela depende do fato de a própria língua em si ser uma atividade em evolução e vice-versa. Em outras palavras, as identidades da língua e do indivíduo têm implicações mútuas".
A identidade linguística assumida por um indivíduo é fixa porque não há evolução dos fenômenos linguísticos assumidos pelo grupo social do qual ele faz parte, ou seja, a forma de falar de determinados grupos mantém-se imutável, porque os elementos linguísticos que promovem a identidade desse grupo são fixos.
De acordo com Rajagopalan (1998, p. 41), “A identidade de um indivíduo se constrói na língua e através dela. Isso significa que o indivíduo não tem uma identidade fixa anterior e fora da língua. Além disso, a construção da identidade de um indivíduo na língua e através dela depende do fato de a própria língua em si ser uma atividade em evolução e vice-versa. Em outras palavras, as identidades da língua e do indivíduo têm implicações mútuas".
A partir dessas informações, é possível compreender que o indivíduo não escolhe uma identidade linguística, ao contrário, esta é imposta por uma língua, o que se reflete nas formas linguísticas usadas por falantes pertencentes a grupos sociais, como, por exemplo, os grafiteiros, os roqueiros, os professores, os religiosos ou os partidários políticos.