Questões de Vestibular
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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A ILHA de Moçambique é palco, hoje, do primeiro festival cultural local dedicado à mulher, uma iniciativa da associação feminina local que pretende valorizar as artes e a cultura locais. Dança, música e gastronomia serão as principais componentes do evento.
O festival organizado pela Associação Cultural das Mulheres da Ilha de Moçambique (ACUMIM), a agremiação que promove o evento, escolheu a Fortaleza de São Sebastião para hospedeiro, num festival cujo prato principal é um espectáculo temático denominado “Nikhahe". Esta apresentação, criada pelas integrantes da ACUMIM, contempla números de danças tradicionais locais, casos do tufo, massebua ou nzope.
Para além das artistas da ACUMIM, distribuídas em dez grupos, actuarão no festival os músicos nampulenses Zena Bakar, Aly Fake, Onze Ballas, Dama Ija ou Mr Hama, convidados de honra.
(ILHA de Moçambique... 2013).
Com base nesse texto, é correto afirmar:
Escrito em língua portuguesa, na variedade moçambicana, esse texto é uma evidência de que a diversidade cultural não consegue ser alcançada por essa língua, pois cada cultura precisa ter uma língua exclusiva para expressar os seus valores.
Com base nesse cartum, é correto afirmar:
Os participantes da conversa, no cartum, demonstram o conhecimento de várias línguas, o que não implica, no entanto, conhecimento de várias culturas, como fica demonstrado na última frase do cartum.
Com base nesse cartum, é correto afirmar:
A mudança da língua implica a mudança de fala e, consequentemente, de linguagem.
A fala é parte final de um conjunto mais amplo, visto que, em uma gradação, se entende que a fala – produção individual – faz parte da língua – conhecimento coletivo de uma determinada comunidade –, que faz parte da linguagem – universal –, comum a todos os seres humanos.
Essa ideia encontra evidência no poema rabiscado de Valdelice Pinheiro:
Marque C, se a proposição é certo; E, se a proposição é errado.

A carência resultante dessa desassistência está exemplificada nos seguintes pares de texto:
Esse trecho caracteriza-se pela representação de aspectos específicos do romance modernista regional porque:
Quando vou para Minas, gosto de ficar de pé, contra a[vidraça do carro*,vendo o subúrbio passar.O subúrbio todo se condensa para ser visto depressa, com medo de não repararmos suficientemente em suas luzes que mal têm tempo de brilhar.A noite come o subúrbio e logo o devolve, ele reage, luta, se esforça,até que vem o campo onde pela manhã repontam laranjais e à noite só existe a tristeza do Brasil.
Quando vou para Minas, gosto de ficar de pé, contra a[vidraça do carro*,vendo o subúrbio passar.O subúrbio todo se condensa para ser visto depressa, com medo de não repararmos suficientemente em suas luzes que mal têm tempo de brilhar.A noite come o subúrbio e logo o devolve, ele reage, luta, se esforça,até que vem o campo onde pela manhã repontam laranjais e à noite só existe a tristeza do Brasil.
Quando vou para Minas, gosto de ficar de pé, contra a[vidraça do carro*,vendo o subúrbio passar.O subúrbio todo se condensa para ser visto depressa, com medo de não repararmos suficientemente em suas luzes que mal têm tempo de brilhar.A noite come o subúrbio e logo o devolve, ele reage, luta, se esforça,até que vem o campo onde pela manhã repontam laranjais e à noite só existe a tristeza do Brasil.
Quando vou para Minas, gosto de ficar de pé, contra a[vidraça do carro*,vendo o subúrbio passar.O subúrbio todo se condensa para ser visto depressa, com medo de não repararmos suficientemente em suas luzes que mal têm tempo de brilhar.A noite come o subúrbio e logo o devolve, ele reage, luta, se esforça,até que vem o campo onde pela manhã repontam laranjais e à noite só existe a tristeza do Brasil.
Quando vou para Minas, gosto de ficar de pé, contra a[vidraça do carro*,vendo o subúrbio passar.O subúrbio todo se condensa para ser visto depressa, com medo de não repararmos suficientemente em suas luzes que mal têm tempo de brilhar.A noite come o subúrbio e logo o devolve, ele reage, luta, se esforça,até que vem o campo onde pela manhã repontam laranjais e à noite só existe a tristeza do Brasil.
I. Quanto à relação desses livros com o contexto histórico em que foram produzidos, verifica-se que ambos são tributários da radicalização político-ideológica subsequente, no Brasil, à Revolução de 1930.
II. Embora os dois livros comportem uma consciência crítica do valor da linguagem no processo de dominação social, em Vidas secas, essa consciência relaciona-se ao emprego de um estilo conciso e até ascético, o que já não ocorre na composição de Capitães da areia.
III. Por diferentes que sejam essas obras, uma e outra conduzem a um final em que se anuncia a redenção social das personagens oprimidas, em um futuro mundo reconciliado, de felicidade coletiva.
Está correto o que se afirma em;
[... Heis de cair.] Turvo é o ar que respirais, amadas folhas. O sol que vos alumia, com ser de toda a gente, é um sol opaco e reles, d e ..........................e ...........................
As duas palavras que aparecem no final desse trecho, no lugar dos espaços pontilhados, podem servir para qualificar, de modo figurado, a mescla de tonalidades estilísticas que caracteriza o capítulo e o próprio livro. Preenchem de modo mais adequado as lacunas as palavras.
I. Tão impregnado mostrava-se o Brasil de escravidão, que até o movimento abolicionista pode servir, a ela, de fachada.
II. De modo flagrante, mas sem julgamentos morais ou ênfase especial, indica-se a prática rotineira do tráfico transoceânico de escravos.
III. De modo tão pontual quanto incisivo, expõe-se o vínculo entre escravidão e prática de tortura física.
A. Memórias de um sargento de milícias;
B. Memórias póstumas de Brás Cubas;
C. O cortiço.
As afirmações I, II e III relacionam-se, de modo mais direto, respectivamente, com os romances.
O texto em questão refere-se ao movimento;