Questões de Vestibular
Sobre interpretação de textos em português
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Tendo como base o texto de Haroldo de Campos e as questões por ele suscitadas, julgue os itens de 18 a 24.

Tendo como base o texto de Haroldo de Campos e as questões por ele suscitadas, julgue os itens de 18 a 24.

Tendo como base o texto de Haroldo de Campos e as questões por ele suscitadas, julgue os itens de 18 a 24.

Tendo como base o texto de Haroldo de Campos e as questões por ele suscitadas, julgue os itens de 18 a 24.

Tendo como base o texto de Haroldo de Campos e as questões por ele suscitadas, julgue os itens de 18 a 24.

Tendo como base o texto de Haroldo de Campos e as questões por ele suscitadas, julgue os itens de 18 a 24.
Texto I: NóS, OS MUTaNTES
De onde vieram os super-heróis que conhecemos na série X-Men, de Stan Lee? Da preguiça de seu autor, que não encontrou uma explicação mais criativa do que simplesmente dizer que nasceram daquela forma. [...] Os mutantes de Lee nascem com habilidades extraordinárias e com algumas características bizarras, também. Muitos deles passaram boa parte da vida tentando esconder ou anular essas qualidades que os diferenciam do resto dos seres humanos. Outros se tornaram vilões para vingar-se da sociedade que os despreza por puro preconceito. [...]
Na vida real, as mutações genéticas são constantes, inevitáveis e fizeram de nós o que somos hoje. Toda a evolução da humanidade – e do resto dos animais também – é consequência das confusões que nosso organismo faz na hora da autoduplicação do DnA. Ciência pura. Os mutantes estão por aí. O que não quer dizer que a gente vá encontrar um Wolverine andando pela rua assim tão fácil. [...] Mutações acontecem a todo momento. Alguns cientistas estimam que cada um de nós carregue cerca de 300 delas, se compararmos nosso genoma aos de nossos pais. Mas a maior parte não terá efeito nenhum sobre nossas características, porque 98,5% do material genético é "DnA inútil" – são íntrons, trechos que não codificam proteínas, mas que, apesar do apelido, são absolutamente úteis e necessários para a regulação do genoma. [...]
À medida que o estudo do genoma humano revela a localização das mutações que causam doenças, ou que nos protegem delas, é possível aprimorar a técnica usada nos laboratórios. De acordo com o geneticista Péricles hassun, "através da terapia gênica, cientistas de várias áreas têm conseguido bons resultados no tratamento de doenças, como hipertensão, isquemia, câncer, diabetes e mesmo doenças coronarianas.[...]
Vira e mexe uma história toma a mídia e gera burburinho e bate-boca no meio científico. São raros, mas há casos de humanos com características que parecem indicar alguns passos adiante na evolução. Físico mais resistente, habilidades psíquicas inexplicáveis, características adaptativas inéditas. ninguém garante, mas esses podem ser indícios do nosso futuro.
(inês Silveira. revista Para saber e conhecer, setembro de 2011. Adaptado)


Os termos destacados expressam, correta e respectivamente, as seguintes ideias:

Considerando as informações anteriores, é possível afrmar que a fala de Hagar – Você tá de brincadeira, né? – sinaliza a intenção de
( ) Uma entrevista pressupõe a interação entre duas ou mais pessoas.
( ) Numa entrevista, as pessoas envolvidas têm papéis específicos.
( ) O gênero "entrevista", embora tenha uma estrutura geral, realiza-se como gêneros diversos ou "subgêneros", que apresentam estilos e propósitos diferentes, e variam de acordo com o público-alvo.
( ) É o entrevistador quem fecha e abre a entrevista. Na abertura há a apresentação do entrevistado com dados que justificam a entrevista. O entrevistador pode fechar a entrevista com o resumo do que foi dito ou com a última pergunta.
( ) A entrevista é um gênero primordialmente oral. Ao editá-la, o jornalista geralmente inclui só parte do material colhido, excluindo as marcas da oralidade (hesitações, falsos começos, repetições, etc.) e da interação (comentários do ouvinte, sobreposições, pausas, etc.).
( ) Sobre a entrevista analisada na prova é certo afirmar que nela não se distingue o papel do entrevistador do papel do entrevistado.
( ) A entrevista em estudo tem como propósito informar o público sobre o papel das emoções na memória.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
( ) Isso (linha 129); Esse processo (linha 141); Tais aspectos (linha 149) atuam da mesma maneira na organização do texto: retomam e sintetizam o que foi dito anteriormente.
( ) A expressão Cada um de nós (linha 159) retoma anaforicamente não uma palavra ou um enunciado, mas a ideia de "ser humano" sugerida por memória humana e por biografia. É um caso em que a retomada é feita indiretamente.
( ) Essa diferença (linha 168) retoma somente o último enunciado do parágrafo: Neles a memória não possui a mesma riqueza de detalhes e de abrangência (linhas 166-168).
( ) As expressões a linguagem (linha 170); a imaginação (linhas 178-179) não podem ser consideradas anafóricas porque repetem as palavras que foram usadas para introduzir o referente.
( ) O pronome elas (linha 209) faz uma referência ambígua: do ponto de vista das relações textual-discursivas, parece remeter à expressão referencial todas as imagens (linhas 203-204); do ponto de vista das relações puramente sintáticas, parece retomar imagens interiores, produzidas e transformadas por um estado emocional (linhas 207- 208), que seria o antecedente mais próximo.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
I. Qualquer relação entre memória e emoção é fortuita ou acidental.
II. A memória genética, de que se fala na linha 134, é uma herança coletiva.
III. Por terem uma memória limitada, os animais não podem fazer história.
Está correto o que se diz
I. O autor faz um jogo entre cognatos para enfatizar a avançada idade das mulheres do povoado.
II. Com comem as próprias bocas, o autor construiu uma metáfora visual das mulheres.
III. O verbo trazer (trazem) foi empregado no texto na acepção de carregar, transportar algo para algum lugar.
Está correto o que se diz apenas em
I. O emprego desse termo revela a perspectiva espacial do narrador em relação à narrativa.
II. A presença desse termo nos assegura que o narrador não é personagem.
III. Como o ali, da linha 72, o ali desse enunciado retoma um referente que o leitor vai construindo mentalmente, aproveitando as pistas do texto.
Está correto o que se diz









