Questões de Vestibular
Sobre período colonial: produção de riqueza e escravismo em história
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Caio Prado Jr., Evolução política do Brasil. 20ª ed.
São Paulo: Brasiliense, p.28-29, 1993 [1942].
Neste trecho, o autor observa que, na sociedade colonial,

Considerando as informações do enunciado, a arte colonial mineira pode ser definida como
SUPRINYAK, Carlos Eduardo. Revista de História da Biblioteca Nacional. Ano 5, n. 52, p 76/77.
Com relação ao tema do fragmento acima, analise as afirmações a seguir.
I. O comércio de animais de carga gerou imensa prosperidade para aqueles que lidavam com essa atividade, pois os animais que circulavam pelos caminhos das tropas significavam, eles mesmos, intensa atividade econômica.
II. Entre os séculos XVIII e XIX, essa atividade comercial, apesar de ter sido alvo de pesados impostos, fortaleceu a economia das regiões Sul e Centro-Sul do Brasil (hoje Sudeste).
III. Estes animais viabilizavam o transporte das riquezas no interior da Colônia e não constituíam-se em fonte rentável, posto que tinham longas distâncias a percorrer e morriam facilmente.
É correto o que se afirma em
CABRAL DE SOUZA, George F. Revista de História da Biblioteca Nacional. Ano 5, n. 53. p. 56-57.
O fragmento acima faz menção à
"em favor da Europa, África e Ásia, onde criou o homem, formou o Paraíso e enviou os patriarcas, a América permaneceu, até a chegada dos primeiros enviados da igreja, sem a palavra revelada, sem luz, sem fé, sem salvação".
RAMINELLI, R. As Imagens da Colonização: a representação do índio de Caminha a Vieira: Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 1996, p.23.
O fragmento anterior é revelador da idéia que os representantes da Igreja cultivavam acerca do indígena brasileiro. Nesse sentido, assinale a afirmação verdadeira.

Com base no texto, considere as afirmações abaixo:
I. Em Minas Gerais, no Período Colonial, havia a produção de alimentos e a criação de animais, mas isso não significava a diversificação das atividades econômicas.
II. Ao lado da exploração do ouro, o comércio e a produção de alimentos para consumo próprio, tornavam a economia nas Minas bastante diversificada.
III. A produção de tecidos mais grosseiros, móveis e instrumentos para uso na agricultura inviabilizaram a exploração do ouro.
IV. A efervescência econômica destacada pelo autor se refere não somente à mineração, mas também à possibilidade comercial relacionada à produção e circulação de produtos na própria Colônia.
V. A produção de facas, enxadas, pregos, dobradiças, entre outros, atraía os negociantes da Colônia, pois qualquer atividade econômica que abastecesse as populações que se formavam nas regiões mineradoras apresentava-se como grande oportunidade comercial.
Assinale a alternativa contendo apenas as afirmações CORRETAS em relação ao texto de Eduardo França Paiva.

Quilombolas, “cimarrones”, “palenques”, “cumbes” e “marrons”, são palavras usadas nas diversas regiões da América para se referir à mesma questão, durante o chamado período colonial, qual seja, as resistências de africanos e afro-descendentes escravizados. Sobre essa resistência na forma de quilombos é CORRETO afirmar:
Texto I
“Na simbologia européia da Idade Média, a cor branca estava associada ao dia, à inocência, a virgindade; já a cor preta representava a noite, os demônios, a tristeza e a maldição divina. Essa dicotomia entre branco e preto, claro e escuro, foi transferida pelos europeus para os seres humanos quando os portugueses chegaram à África em meados do século XV. [...] Assim, a pigmentação escura da pele foi inicialmente apontada como uma doença ou um desvio da norma. Como os africanos apresentavam ainda traços físicos, crenças religiosas, costumes e hábitos culturais diferentes dos que predominavam na Europa, autores europeus passaram a caracterizá-los como seres situados entre os humanos e os animais. Todas essas visões eurocêntricas fizeram com que os negros fossem considerados culturalmente inferiores e propensos à escravidão [...]”
AZEVEDO, Gislane Campos; SERIACOPI, Reinaldo. História. São Paulo: Ática, 2008, p.199.
Texto II
“Desde os cinco anos merecera eu a alcunha de ‘menino diabo’; e verdadeiramente não era outra coisa; fui dos mais malignos do meu tempo, arguto, indiscreto, traquinas e voluntarioso. Por exemplo, um dia quebrei a cabeça de uma escrava, porque me negara uma colher do doce de coco que estava fazendo, e, não contente com o malefício, deitei um punhado de cinza ao tacho, e, não satisfeito da travessura, fui dizer à minha mãe que a escrava é que estragara o doce ‘por pirraça’; e eu tinha apenas seis anos. Prudêncio, um moleque de casa, era o meu cavalo de todos os dias; punha as mãos no chão, recebia um cordel nos queixos, à guisa de freio, eu trepava-lhe ao dorso, com uma varinha na mão, fustigava-o, dava mil voltas a um e outro lado, e ele obedecia, - algumas vezes gemendo, - mas obedecia sem dizer palavra, ou, quando muito, um – ‘ai, nhonhô!’ - ao que eu retorquia: - ‘Cala a boca, besta!’ ”
ASSIS, Machado. Memórias Póstumas de Brás-Cubas. São Paulo: Globo, 2008, p.62.

O documento remete às relações entre o Rei e os súditos, no período colonial no Brasil, estabelecendo que
Em relação à questão escravista, é correto afirmar:
A partir da análise do texto e dos conhecimentos sobre a colonização do Brasil, é correto afirmar:
Sobre a formação e o estabelecimento
das fronteiras do território brasileiro
representados no mapa é correto afirmar que: