Questões de Vestibular
Comentadas sobre história geral em história
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Com base nesse contexto, é correto afirmar que
Considerando esse contexto histórico, assinale a alternativa que melhor interpreta o papel das Asclepieia na Grécia Antiga:
Nesse sentido, a história da indumentária medieval pode ser compreendida como:
Considerando esse contexto histórico, os resultados da pesquisa podem ser interpretados como evidência de que:
Querido irmão branco: / Quando nasci, era negro / Quando cresci, era negro / Quando o sol bate, sou negro / Quando estou doente, sou negro. / Quando morrer, serei negro. / E enquanto isso, você: / Quando nasceu, era rosado. / Quando cresceu, foi branco. / Quando o sol bate, você é vermelho. / Quando sente frio, é azul. / Quando sente medo, é verde. / Quando está doente, é amarelo. / Quando morrer você será cinzento. / Então, qual de nós dois é um homem de cor? (De Léopold Senghor, poeta do Senegal)”
Fonte: GALEANO, Eduardo. Amares. Porto Alegre: L&PM Editores, 2019, p.313.
Léopold Sédar Senghor foi um escritor e político senegalês, foi presidente de Senegal de 1960 a 1980 e foi um dos principais ideólogos do conceito de negritude, criado pelo poeta antilhano Aimé Césaire. Assinale a alternativa correta sobre os processos de libertação e descolonização ocorridos no século 20:
Fonte: Adaptado de HAGER, Thomas. Dez drogas: as plantas, os pós e os comprimidos que mudaram a história da medicina. São Paulo: Todavia, 2020, p.39-42.
De acordo com o texto, assinale a alternativa correta sobre a solução britânica nas relações comerciais com a China no século XIX:
A descolonização da África. Por Marina Gusmão de Mendonça, publicado em Sankofa. Revista de História da África e de Estudos da Diáspora Africana. Ano XII, n.º XXII, maio/2019.
O outro aspecto fundamental a ser considerado como determinante para o processo mencionado é
Osvaldo Coggiola. Internet: <https://www.fflch.usp.br/170112>.
No contexto da Revolução Industrial na Inglaterra, a expressão ‘cercamentos’ tem relação com
Em 15 de junho de 1215, o Rei João (conhecido como “João Sem Terra”) da Inglaterra, assinou e selou a Magna Charta Libertatum, seu Concordiam inter regem Johannen at barones pro concessione libertatum ecclesiae et regni angliae (Grande Carta das liberdades, ou concórdia entre o rei João e os barões para a outorga das liberdades da Igreja e do rei Inglês), estabelecendo, dentre outras coisas, que “Nenhum homem livre será capturado, aprisionado, exilado, banido ou de qualquer forma destruído, nem procederemos contra ele ou o processaremos, exceto pelo julgamento legítimo de seus pares ou pela lei da terra. […] A ninguém venderemos, a ninguém negaremos ou adiaremos o direito ou a justiça.”
Disponível em: https://obamawhitehouse.archives.gov/blog/2015/06/15/day-history-magna-carta-foundation-our-democracy. Acesso em: 7 abr. 2025.
Texto 2
Já no início da Constituição encontramos a expressão: “Nós, o povo dos Estados Unidos...”. Quem eram “nós”? Certamente não todos os habitantes das colônias. A maior parte dos “americanos” estava excluída da participação política. O processo de independência fora liderado por comerciantes, latifundiários e intelectuais urbanos. Com a Constituição, cada estado, por exemplo, tinha a liberdade de organizar suas próprias eleições.
KARNAL, Leandro. Estados Unidos: a formação da nação. 4. ed. São Paulo: Contexto, 2007.
Sobre a chamada “Carta Magna” (1215) do Rei João da Inglaterra e a Constituição norte-americana (1789), verifica-se que
Jesus não era considerado Deus em sentido nenhum e se tornou divino em algum sentido para seus seguidores antes de ser considerado igual a Deus Todo-Poderoso em um sentido absoluto. Todavia, o ponto que saliento é que isto foi, de fato, um processo. A época em que o cristianismo surgiu, com suas afirmações exaltadas sobre Jesus, foi a mesma época em que o culto ao imperador começou a se propagar com força máxima, com suas afirmações exaltadas sobre o imperador. Os cristãos chamavam Jesus de deus na esteira dos romanos que chamavam o imperador de deus.
EHRMAN, Bart. Como Jesus se tornou Deus. Lisboa: Leya, 2014, p. 37.
Texto 2
O patriarca de Constantinopla opôs-se à ascensão de Anastácio e insistiu em que, como preço de sua coroação, fizesse uma profissão de fé confirmando que, em questões de fé e conduta, o imperador se sujeitava à vigilância não apenas da Igreja, mas especificamente do patriarca de Constantinopla. Anastácio ficou numa difícil posição. Era um monofisista convicto; o patriarca de Constantinopla, um seguidor de Calcedônia. […] Em 511, Anastácio depôs o patriarca e substituiu-o por um clérigo mais flexível.
ANGOLD, Michael. Bizâncio: a ponte da antiguidade para a Idade Média. Rio de Janeiro: Imago, 2002, p. 29.
Sobre o contexto das origens do cristianismo e partir dos textos acima, considera-se que
“Após esperar com paciência até o barulho diminuir, um dos rapazes se virou para a vítima. — Ye Zhetai, você é especialista em mecânica. Deve perceber que está resistindo a uma força intensa demais. Insistir nessa teimosia conduzirá apenas à sua morte! […] Responda à seguinte pergunta sem a malícia habitual: entre os anos de 1962 e 1965, você não decidiu por conta própria acrescentar a relatividade à disciplina de introdução à física? — A relatividade faz parte das teorias fundamentais da física — respondeu Ye. — Como uma disciplina introdutória poderia não ensinar o tema? — Você está mentindo! — gritou uma guarda-vermelha a seu lado. — Einstein não passa de uma autoridade acadêmica reacionária, que serviria a qualquer mestre que balançasse um maço de dinheiro na sua frente. Até ajudou os imperialistas americanos a construir a bomba atômica! Para desenvolver uma ciência revolucionária, precisamos derrotar o estandarte negro do capitalismo representado pela teoria da relatividade!”
LIU, Cixin. O problema dos três corpos. São Paulo: Suma das Letras, 2016, p. 26.
Texto 2
“O governo Trump tem determinado nas últimas semanas a suspensão de centenas de milhares de dólares em financiamentos de diversas instituições de ensino superior, incluindo Harvard, Columbia, Princeton, Johns Hopkins e Universidade da Pensilvânia, e ameaçou ir além, caso essas instituições insistam numa suposta "postura antissemita". Na visão da atual administração, isso inclui ações que questionem o governo de Israel, como acolher manifestações estudantis contra a guerra em Gaza. [...] Entre os temas "proibidos" pela administração Trump estão ainda questões de diversidade, meio ambiente e direitos humanos. Um dos exemplos mais emblemáticos dessa perseguição à qual o governo chama de "guerra cultural" foi a suspensão de 175 milhões de dólares (quase R$ 1 bilhão) para a Universidade da Pensilvânia devido a políticas esportivas para atletas transgênero.”
FERNANDES, Sofia. Entenda a ofensiva de Trump contra universidades de ponta. Deutsche Welle Brasil. 3 de abril de 2025. https://www.dw.com/pt-br/entendaa-ofensiva-de-trump-contra-universidades-de-ponta/a-72121320 Acesso em: 09 maio 2025.
Sobre os dois contextos acima retratados, verifica-se que
"Por pouco, o Brasil não fora encontrado por outros navegadores: um português, Duarte Pacheco Pereira (1460-1533), e dois espanhóis, Vicente Pinzón (1462-1514) e Diego de Lepe (1460-1515). Comandando uma frota de oito navios, Duarte Pacheco Pereira teria explorado o litoral brasileiro, na altura do Maranhão, em dezembro de 1498” [...]. "O consenso é de que Portugal sabia da existência de terras no Atlântico. Caso contrário, não teria pressionado o papa Alexandre VI para modificar a bula Inter Coetera, de 1493, que deixava os portugueses de fora do Novo Mundo descoberto por Colombo em 1492", observa Vainfas.”
BERNARDO, André. Descobrimento do Brasil: os bastidores da viagem de 44 dias que levou Pedro Álvares Cabral ao país - BBC News Brasil https://www.bbc.com/portuguese/brasil-51808373 9/15 Este texto foi publicado originalmente em abril de 2020 e atualizado em 22 de abril de 2021. Acesso em: 9 maio 2025.
Texto 2
“No dia seguinte, quarta-feira, 22 de abril, pela manhã, acharam aves chamadas fura-buchos, e à tarde, um grande monte redondo e muito alto, com outras serras mais ao sul, e terra coberta de grande arvoredo. O capitão-mor deu ao monte o nome de Monte Pascoal e à terra o de Vera Cruz.”
ABREU, Capistrano. O descobrimento do Brasil. Rio de Janeiro: Fundação Darcy Ribeiro, 2013. p. 35.
Sobre as viagens de navegação ao Novo Mundo e chegada ao Brasil, verifica-se que
No dia 12 de março de 1930, Mahatma Gandhi e seus discípulos iniciaram uma marcha de 400 quilômetros rumo ao litoral, em protesto contra as restrições da Inglaterra, que obrigava os indianos a comprarem os produtos importados de lá. Eles eram proibidos inclusive de extrair o próprio sal. Para Gandhi, esse era um símbolo do colonialismo, e ele queria acabar com esse monopólio. Ao longo de 25 dias, percorreram o trajeto até o Oceano Índico, conquistando simpatizantes que se uniram à marcha do sal. Ao chegar, Gandhi colocou a água do mar em um recipiente, esperou que evaporasse, e apanhou um punhado de sal. O gesto simples, mas desafiador, foi imitado por centenas de indianos, e a reação dos ingleses chamou a atenção do mundo todo: além de truculentos, os guardas prenderam mais de 60 mil pessoas, entre elas Gandhi.
(Marília Marasciulo. https://revistagalileu.globo.com, 02.10.2018. Adaptado.)
O movimento retratado no excerto revela
A partir do final do século XVIII, em uma reação às posturas iluministas, a Idade Média assumiu pela primeira vez uma feição positiva nas reflexões de autores europeus. A Idade Média aparece, então, como depositária das raízes nacionais e regionais, das fábulas, de todo o repertório de tradições, orais e escritas, que teriam dado origem às modernas nações europeias. Segundo o historiador Justus Möser (1720-1794), cada povo seria uma individualidade histórica, uma criação original, com um patrimônio espiritual expresso na língua, nos costumes e no direito.
(Marcelo Cândido da Silva. História medieval, 2023. Adaptado.)
No final do século XVIII, a reação às posturas iluministas, citada no excerto,
O livro Roma, o Império Infinito, do autor Aldo Cazzullo, propõe-se a mostrar a influência que o Império Romano teve sobre tudo que veio depois, de Napoleão a Hitler, do imperialismo estadunidense às empresas multinacionais do Vale do Silício. “Roma foi o arquétipo de todos os impérios, todo imperador da história pensou que era o novo César, e todo revolucionário se viu como um novo Espártaco”, afirma Cazzullo.
(Eduardo Lima. https://super.abril.com.br, 10.09.2024. Adaptado.)
A influência de Roma para a posteridade, defendida pelo autor, é demonstrada pela atual noção de
DAVILA, Jerry et al. A History of World Societes. Boston: Bedford/St. Martin’s, 2015. p. 936-937 (tradução livre).
O trecho faz referência à Política de Apaziguamento adotada, sobretudo pela Inglaterra, entre 1936 e 1939 em relação à Alemanha.
Essa política é indicada no texto como
HOBSBAWM, E. J. A Era do Capital (1848-1875) Rio de Janeiro: Paz e Terra, São Paulo, 2014. p. 75.
Sobre o capitalismo, assinale a afirmativa que melhor representa esse processo no século XIX.