Questões de Vestibular Comentadas sobre história geral em história

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Ano: 2025 Banca: FUNDEPES Órgão: Qualin Prova: FUNDEPES - 2025 - Qualin - Vestibular - Medicina - Segundo Semestre - 1º Dia |
Q3747872 História
Ao longo da Idade Média, especialmente entre os séculos XI e XIII, a sociedade europeia passou por transformações significativas nas relações de poder e nos hábitos culturais. O enfraquecimento das invasões bárbaras e o crescimento demográfico favoreceram o renascimento das cidades, o fortalecimento da burguesia e o surgimento de novas formas de organização social e política. A Igreja Católica, embora ainda poderosa, passou a dividir sua influência com outros atores sociais emergentes. No campo cultural, observou-se o florescimento das universidades e o aumento da circulação de saberes, marcando uma transição gradual em direção ao pensamento escolástico.

Com base nesse contexto, é correto afirmar que 
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Ano: 2025 Banca: FUNDEPES Órgão: Qualin Prova: FUNDEPES - 2025 - Qualin - Vestibular - Medicina - Segundo Semestre - 1º Dia |
Q3747871 História
A Partilha da África foi formalizada na Conferência de Berlim (1884-1885), quando as potências europeias estabeleceram regras para a ocupação e a exploração do continente africano. Esse processo teve como principal/is motivação/ões  
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Ano: 2025 Banca: IPEFAE Órgão: UNIFAE - SP Prova: IPEFAE - 2025 - UNIFAE - SP - Vestibular - Medicina |
Q3729480 História
Entre os séculos V, IV e III a.C., os santuários de Asclépio, também conhecidos como a Asclepieia, tiveram grande importância nas pólis gregas. Esses espaços não eram apenas templos religiosos, mas também locais de cura, onde os cidadãos buscavam tratamento por meio de rituais, repouso, atividades físicas, contato com a natureza e intervenções médicas. Assim, as Asclepieia reuniam dimensões arquitetônicas, sociais e religiosas, expressando a ideia de que a saúde deveria ser cuidada de forma integral.
Considerando esse contexto histórico, assinale a alternativa que melhor interpreta o papel das Asclepieia na Grécia Antiga:
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Ano: 2025 Banca: IPEFAE Órgão: UNIFAE - SP Prova: IPEFAE - 2025 - UNIFAE - SP - Vestibular - Medicina |
Q3729479 História
Durante a Idade Média, a indumentária não se limitava a um adorno estético, mas funcionava como um sistema cultural carregado de significados sociais, religiosos e políticos. Tecidos, cortes e estilos de roupa eram marcadores de status, distinguindo nobres de trabalhadores e consolidando uma ordem social hierarquizada. A Igreja, ao estabelecer códigos de vestimenta, não buscava apenas preservar a moral cristã, mas também disciplinar os corpos, reforçando que a aparência deveria refletir virtudes espirituais e posições sociais. Além disso, a materialidade das roupas, do peso dos tecidos ao acesso restrito à higiene, tinha impacto direto sobre a saúde, em um contexto de epidemias, falta de saneamento e conhecimento médico limitado.
Nesse sentido, a história da indumentária medieval pode ser compreendida como: 
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Ano: 2025 Banca: IPEFAE Órgão: UNIFAE - SP Prova: IPEFAE - 2025 - UNIFAE - SP - Vestibular - Medicina |
Q3729476 História
A análise bioarqueológica de esqueletos de crianças encontrados em Fewston, no norte da Inglaterra, revelou deformidades ósseas, baixa estatura e doenças respiratórias, evidências associadas às condições precárias de trabalho e vida durante o século XIX. Esses achados fornecem dados concretos sobre os efeitos da pobreza e da exploração do trabalho infantil no início do processo de industrialização.
Considerando esse contexto histórico, os resultados da pesquisa podem ser interpretados como evidência de que: 
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Ano: 2025 Banca: IPEFAE Órgão: FMPFM Prova: IPEFAE - 2025 - FMPFM - Vestibular - Medicina |
Q3727648 História
“Agosto, 29: Homem de cor
Querido irmão branco: / Quando nasci, era negro / Quando cresci, era negro / Quando o sol bate, sou negro / Quando estou doente, sou negro. / Quando morrer, serei negro. / E enquanto isso, você: / Quando nasceu, era rosado. / Quando cresceu, foi branco. / Quando o sol bate, você é vermelho. / Quando sente frio, é azul. / Quando sente medo, é verde. / Quando está doente, é amarelo. / Quando morrer você será cinzento. / Então, qual de nós dois é um homem de cor? (De Léopold Senghor, poeta do Senegal)”
Fonte: GALEANO, Eduardo. Amares. Porto Alegre: L&PM Editores, 2019, p.313.

Léopold Sédar Senghor foi um escritor e político senegalês, foi presidente de Senegal de 1960 a 1980 e foi um dos principais ideólogos do conceito de negritude, criado pelo poeta antilhano Aimé Césaire. Assinale a alternativa correta sobre os processos de libertação e descolonização ocorridos no século 20:  
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Ano: 2025 Banca: IPEFAE Órgão: FMPFM Prova: IPEFAE - 2025 - FMPFM - Vestibular - Medicina |
Q3727646 História
“No século XVIII, enquanto a demanda de ingleses por chá crescia, também aumentava a obrigação dos comerciantes de encontrar algo que os chineses pudessem aceitar em troca. Então os enviados britânicos foram à corte do imperador com amostras de estanho, chumbo, tecidos de algodão, relógios mecânicos, peixe seco, qualquer coisa que pudesse agradar. Nada o entusiasmou. ‘O Império Celestial possui tudo em grande abundância e não faltam produtos dentro de suas fronteiras’, o imperador chinês observou desdenhosamente por volta de 1800. ‘Portanto, não há necessidade de importar produtos manufaturados por bárbaros do exterior em troca dos nossos’. Então a atenção se voltou para o ópio. Graças às plantações espalhadas pela Índia, os britânicos tinham uma boa quantidade da droga para exportar. Historiadores estimam que, pelo final dos anos 1830, cerca de 1% de toda a população chinesa, ou seja, cerca de 4 milhões de pessoas, estava viciada; perto de alguns portos de contrabando, a proporção atingia 90%. Em 1832, um sexto do produto interno bruto da Índia Britânica vinha do comércio de ópio.”
Fonte: Adaptado de HAGER, Thomas. Dez drogas: as plantas, os pós e os comprimidos que mudaram a história da medicina. São Paulo: Todavia, 2020, p.39-42.

De acordo com o texto, assinale a alternativa correta sobre a solução britânica nas relações comerciais com a China no século XIX:
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Ano: 2025 Banca: Ibest Órgão: UCB Prova: Ibest - 2025 - UCB - Vestibular - Medicina |
Q3664584 História
    Para compreender o processo de desagregação dos impérios coloniais africanos, que duraram até as décadas de 1960/70, bem como a própria rapidez com que o fenômeno se deu, é necessário considerar dois aspectos fundamentais: primeiramente, as transformações ocorridas nas metrópoles durante o século XX, e que, de certa forma, levaram a uma situação de impossibilidade de manter o colonialismo.(...) .

A descolonização da África. Por Marina Gusmão de Mendonça, publicado em Sankofa. Revista de História da África e de Estudos da Diáspora Africana. Ano XII, n.º XXII, maio/2019.

O outro aspecto fundamental a ser considerado como determinante para o processo mencionado é 
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Ano: 2025 Banca: Ibest Órgão: UCB Prova: Ibest - 2025 - UCB - Vestibular - Medicina |
Q3664582 História
      A paisagem rural e urbana nunca mais foi a mesma: na segunda metade do século XIX, toda a paisagem natural inglesa tinha sido alterada pela ação industrial do homem. (...) Em virtude do desemprego causado pelos cercamentos, uma massa de camponeses sem atividade deu origem a uma imensa quantidade de homens “livres” (...).

Osvaldo Coggiola. Internet: <https://www.fflch.usp.br/170112>. 

No contexto da Revolução Industrial na Inglaterra, a expressão ‘cercamentos’ tem relação com 
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Ano: 2025 Banca: Ibest Órgão: UCB Prova: Ibest - 2025 - UCB - Vestibular - Medicina |
Q3664579 História
Nas democracias atuais percebe-se a influência de modelos políticos da Antiguidade, que deixaram parâmetros para a influência do povo na definição das políticas públicas. Esses modelos apresentavam, por óbvio, variações a respeito do poder e da influência popular na gestão da coisa pública. Um dos sistemas políticos da Antiguidade mais assemelhados à democracia liberal contemporânea foi o(a)
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Ano: 2025 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2025 - UEG - Vestibular (2º Semestre 2025) |
Q3510612 História
Texto 1
Em 15 de junho de 1215, o Rei João (conhecido como “João Sem Terra”) da Inglaterra, assinou e selou a Magna Charta Libertatum, seu Concordiam inter regem Johannen at barones pro concessione libertatum ecclesiae et regni angliae (Grande Carta das liberdades, ou concórdia entre o rei João e os barões para a outorga das liberdades da Igreja e do rei Inglês), estabelecendo, dentre outras coisas, que “Nenhum homem livre será capturado, aprisionado, exilado, banido ou de qualquer forma destruído, nem procederemos contra ele ou o processaremos, exceto pelo julgamento legítimo de seus pares ou pela lei da terra. […] A ninguém venderemos, a ninguém negaremos ou adiaremos o direito ou a justiça.”
Disponível em: https://obamawhitehouse.archives.gov/blog/2015/06/15/day-history-magna-carta-foundation-our-democracy. Acesso em: 7 abr. 2025.

Texto 2
Já no início da Constituição encontramos a expressão: “Nós, o povo dos Estados Unidos...”. Quem eram “nós”? Certamente não todos os habitantes das colônias. A maior parte dos “americanos” estava excluída da participação política. O processo de independência fora liderado por comerciantes, latifundiários e intelectuais urbanos. Com a Constituição, cada estado, por exemplo, tinha a liberdade de organizar suas próprias eleições.
KARNAL, Leandro. Estados Unidos: a formação da nação. 4. ed. São Paulo: Contexto, 2007.

Sobre a chamada “Carta Magna” (1215) do Rei João da Inglaterra e a Constituição norte-americana (1789), verifica-se que
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Ano: 2025 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2025 - UEG - Vestibular (2º Semestre 2025) |
Q3510611 História
Texto 1
Jesus não era considerado Deus em sentido nenhum e se tornou divino em algum sentido para seus seguidores antes de ser considerado igual a Deus Todo-Poderoso em um sentido absoluto. Todavia, o ponto que saliento é que isto foi, de fato, um processo. A época em que o cristianismo surgiu, com suas afirmações exaltadas sobre Jesus, foi a mesma época em que o culto ao imperador começou a se propagar com força máxima, com suas afirmações exaltadas sobre o imperador. Os cristãos chamavam Jesus de deus na esteira dos romanos que chamavam o imperador de deus.
EHRMAN, Bart. Como Jesus se tornou Deus. Lisboa: Leya, 2014, p. 37.

Texto 2
O patriarca de Constantinopla opôs-se à ascensão de Anastácio e insistiu em que, como preço de sua coroação, fizesse uma profissão de fé confirmando que, em questões de fé e conduta, o imperador se sujeitava à vigilância não apenas da Igreja, mas especificamente do patriarca de Constantinopla. Anastácio ficou numa difícil posição. Era um monofisista convicto; o patriarca de Constantinopla, um seguidor de Calcedônia. […] Em 511, Anastácio depôs o patriarca e substituiu-o por um clérigo mais flexível.
ANGOLD, Michael. Bizâncio: a ponte da antiguidade para a Idade Média. Rio de Janeiro: Imago, 2002, p. 29.

Sobre o contexto das origens do cristianismo e partir dos textos acima, considera-se que
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Q3508196 História
Desde o final do séc. XV, com Copérnico, o geocentrismo, fundado nas teorias aristotélicas e defendido pela Igreja, é colocado em dúvida, sendo aos poucos substituído pela concepção heliocêntrica. A crescente matematização da natureza e a geometrização do universo permitiram a ligação entre astronomia e física e contribuíram para a consolidação das ideias acerca do movimento dos astros, especialmente da Terra em relação ao Sol, resultando na revolução científica do séc. XVII, em que concepções antigas foram abandonadas e substituídas por novas, com base nas ciências em desenvolvimento. São características dessa revolução científica: 
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Q3508189 História
Texto 1
“Após esperar com paciência até o barulho diminuir, um dos rapazes se virou para a vítima. — Ye Zhetai, você é especialista em mecânica. Deve perceber que está resistindo a uma força intensa demais. Insistir nessa teimosia conduzirá apenas à sua morte! […] Responda à seguinte pergunta sem a malícia habitual: entre os anos de 1962 e 1965, você não decidiu por conta própria acrescentar a relatividade à disciplina de introdução à física? — A relatividade faz parte das teorias fundamentais da física — respondeu Ye. — Como uma disciplina introdutória poderia não ensinar o tema? — Você está mentindo! — gritou uma guarda-vermelha a seu lado. — Einstein não passa de uma autoridade acadêmica reacionária, que serviria a qualquer mestre que balançasse um maço de dinheiro na sua frente. Até ajudou os imperialistas americanos a construir a bomba atômica! Para desenvolver uma ciência revolucionária, precisamos derrotar o estandarte negro do capitalismo representado pela teoria da relatividade!”
LIU, Cixin. O problema dos três corpos. São Paulo: Suma das Letras, 2016, p. 26.

Texto 2
“O governo Trump tem determinado nas últimas semanas a suspensão de centenas de milhares de dólares em financiamentos de diversas instituições de ensino superior, incluindo Harvard, Columbia, Princeton, Johns Hopkins e Universidade da Pensilvânia, e ameaçou ir além, caso essas instituições insistam numa suposta "postura antissemita". Na visão da atual administração, isso inclui ações que questionem o governo de Israel, como acolher manifestações estudantis contra a guerra em Gaza. [...] Entre os temas "proibidos" pela administração Trump estão ainda questões de diversidade, meio ambiente e direitos humanos. Um dos exemplos mais emblemáticos dessa perseguição à qual o governo chama de "guerra cultural" foi a suspensão de 175 milhões de dólares (quase R$ 1 bilhão) para a Universidade da Pensilvânia devido a políticas esportivas para atletas transgênero.”
FERNANDES, Sofia. Entenda a ofensiva de Trump contra universidades de ponta. Deutsche Welle Brasil. 3 de abril de 2025. https://www.dw.com/pt-br/entendaa-ofensiva-de-trump-contra-universidades-de-ponta/a-72121320 Acesso em: 09 maio 2025.

Sobre os dois contextos acima retratados, verifica-se que
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Q3508188 História
Texto 1
"Por pouco, o Brasil não fora encontrado por outros navegadores: um português, Duarte Pacheco Pereira (1460-1533), e dois espanhóis, Vicente Pinzón (1462-1514) e Diego de Lepe (1460-1515). Comandando uma frota de oito navios, Duarte Pacheco Pereira teria explorado o litoral brasileiro, na altura do Maranhão, em dezembro de 1498” [...]. "O consenso é de que Portugal sabia da existência de terras no Atlântico. Caso contrário, não teria pressionado o papa Alexandre VI para modificar a bula Inter Coetera, de 1493, que deixava os portugueses de fora do Novo Mundo descoberto por Colombo em 1492", observa Vainfas.”
BERNARDO, André. Descobrimento do Brasil: os bastidores da viagem de 44 dias que levou Pedro Álvares Cabral ao país - BBC News Brasil https://www.bbc.com/portuguese/brasil-51808373 9/15 Este texto foi publicado originalmente em abril de 2020 e atualizado em 22 de abril de 2021. Acesso em: 9 maio 2025.

Texto 2
“No dia seguinte, quarta-feira, 22 de abril, pela manhã, acharam aves chamadas fura-buchos, e à tarde, um grande monte redondo e muito alto, com outras serras mais ao sul, e terra coberta de grande arvoredo. O capitão-mor deu ao monte o nome de Monte Pascoal e à terra o de Vera Cruz.”
ABREU, Capistrano. O descobrimento do Brasil. Rio de Janeiro: Fundação Darcy Ribeiro, 2013. p. 35.

Sobre as viagens de navegação ao Novo Mundo e chegada ao Brasil, verifica-se que 
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: EINSTEIN Prova: VUNESP - 2025 - EINSTEIN - Vestibular 2025 - Prova 1 - Administração |
Q3421482 História

    No dia 12 de março de 1930, Mahatma Gandhi e seus discípulos iniciaram uma marcha de 400 quilômetros rumo ao litoral, em protesto contra as restrições da Inglaterra, que obrigava os indianos a comprarem os produtos importados de lá. Eles eram proibidos inclusive de extrair o próprio sal. Para Gandhi, esse era um símbolo do colonialismo, e ele queria acabar com esse monopólio. Ao longo de 25 dias, percorreram o trajeto até o Oceano Índico, conquistando simpatizantes que se uniram à marcha do sal. Ao chegar, Gandhi colocou a água do mar em um recipiente, esperou que evaporasse, e apanhou um punhado de sal. O gesto simples, mas desafiador, foi imitado por centenas de indianos, e a reação dos ingleses chamou a atenção do mundo todo: além de truculentos, os guardas prenderam mais de 60 mil pessoas, entre elas Gandhi.


(Marília Marasciulo. https://revistagalileu.globo.com, 02.10.2018. Adaptado.)


O movimento retratado no excerto revela

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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: EINSTEIN Prova: VUNESP - 2025 - EINSTEIN - Vestibular 2025 - Prova 1 - Administração |
Q3421480 História

    A partir do final do século XVIII, em uma reação às posturas iluministas, a Idade Média assumiu pela primeira vez uma feição positiva nas reflexões de autores europeus. A Idade Média aparece, então, como depositária das raízes nacionais e regionais, das fábulas, de todo o repertório de tradições, orais e escritas, que teriam dado origem às modernas nações europeias. Segundo o historiador Justus Möser (1720-1794), cada povo seria uma individualidade histórica, uma criação original, com um patrimônio espiritual expresso na língua, nos costumes e no direito.


(Marcelo Cândido da Silva. História medieval, 2023. Adaptado.)


No final do século XVIII, a reação às posturas iluministas, citada no excerto,

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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: EINSTEIN Prova: VUNESP - 2025 - EINSTEIN - Vestibular 2025 - Prova 1 - Administração |
Q3421479 História

    O livro Roma, o Império Infinito, do autor Aldo Cazzullo, propõe-se a mostrar a influência que o Império Romano teve sobre tudo que veio depois, de Napoleão a Hitler, do imperialismo estadunidense às empresas multinacionais do Vale do Silício. “Roma foi o arquétipo de todos os impérios, todo imperador da história pensou que era o novo César, e todo revolucionário se viu como um novo Espártaco”, afirma Cazzullo.


(Eduardo Lima. https://super.abril.com.br, 10.09.2024. Adaptado.)



A influência de Roma para a posteridade, defendida pelo autor, é demonstrada pela atual noção de

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Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: FAME Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - FAME - Vestibular - Segundo Semestre - Medicina |
Q3411675 História
[...] A Grã‑Bretanha adotou uma política de apaziguamento, concedendo a Hitler tudo o que ele poderia razoavelmente querer (e mais) para evitar a guerra. O apaziguamento britânico, que praticamente ditou a política francesa, teve o apoio de muitos conservadores britânicos poderosos que, como na Alemanha, subestimaram Hitler. Eles acreditavam que o comunismo soviético era o perigo real e que Hitler poderia ser usado para detê‑lo. [...]
DAVILA, Jerry et al. A History of World Societes. Boston: Bedford/St. Martin’s, 2015. p. 936-937 (tradução livre).

O trecho faz referência à Política de Apaziguamento adotada, sobretudo pela Inglaterra, entre 1936 e 1939 em relação à Alemanha.

Essa política é indicada no texto como
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Ano: 2025 Banca: UFU-MG Órgão: UFU-MG Prova: UFU-MG - 2025 - UFU-MG - Vestibular - Primeiro Semestre 2025 |
Q3355124 História
    A economia capitalista recebeu, portanto, simultaneamente (o que não quer dizer acidentalmente), numerosos estímulos [...]. Os meados do século XIX foram fundamentalmente a era da fumaça e do vapor.
HOBSBAWM, E. J. A Era do Capital (1848-1875) Rio de Janeiro: Paz e Terra, São Paulo, 2014. p. 75.

    Sobre o capitalismo, assinale a afirmativa que melhor representa esse processo no século XIX. 
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Respostas
21: E
22: E
23: B
24: A
25: C
26: B
27: C
28: B
29: A
30: C
31: A
32: E
33: A
34: D
35: C
36: D
37: C
38: E
39: B
40: B