Questões de Vestibular
Comentadas sobre história do brasil em história
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CAPELATO, Maria Helena Rolim. Em: FREITAS, Marcos Cezar. Historiografia brasileira em perspectiva. São Paulo: Contexto, 1998.
Em se tratando da história política brasileira, é CORRETO afirmar que a análise da autora se aplica ao
Adaptado de APOLINÁRIO, Juciene Ricarte. Em: GIRALDIN, Odair (Org.) A (trans)formação histórica do Tocantins. Goiânia: Editora da UFG, 2004, pp. 137-138.
Os dados sobre a composição étnico-racial da população do Norte de Goiás no período referido indicam para o tipo de atividade econômica predominante na região. É CORRETO afirmar que essa atividade econômica era
A experiência de colonização, no Paraná, indicada no texto, concretizou-se com
Entre as nações Indígenas que habitavam essa região, encontram-se os
Como se poderia então chegar ao socialismo? Esses socialistas eram utópicos por não poder responder direito à essa pergunta. Caberia a dois pensadores alemães do século XIX, Marx e Engels, criticar os utópicos (a expressão irônica foi inventada por eles). Para eles, o socialismo só seria possível (e necessário) depois que a sociedade tivesse alcançado um alto desenvolvimento capitalista. Mais ainda, a única força para a transformação social estaria na classe social criada e reforçada pelo capitalismo: o proletariado. (SCHMIDT, 2005, p. 388).
O socialismo difundido no Brasil, no período que antecedeu à II Guerra Mundial, diferia das características marxistas indicadas no texto, no que diz respeito
Um dos acontecimentos importantes da história catarinense, o Contestado, iniciou nos primeiros anos do século XX.
Acerca dos eventos que caracterizaram o Contestado é correto afirmar, exceto:
Em 1964, através de um golpe, os militares assumiram o controle político no Brasil. O primeiro presidente militar foi Castelo Branco, que governou de 1964 a 1967.
Sobre o de governo Castelo Branco é correto afirmar, exceto:
Em 05 julho de 1922 eclodiu a Revolta do Forte de Copacabana, na cidade do Rio de Janeiro. “A revolta não se estendeu a outras unidades. No dia seguinte, centenas deles se entregaram, atendendo a um apelo do governo. Um grupo se dispôs, porém, a resistir. O forte voltou a ser bombardeado por mar e por aviões. Dezessete militares, com a adesão ocasional de um civil, decidiram sair pela praia de Copacabana, ao encontro das forças governamentais. Na troca de tiros, morreram dezesseis, ficando feridos os oficiais Siqueira Campos e Eduardo Gomes”.
In: FAUSTO, Boris. História do Brasil. 5 edição. São Pau-lo: Editora da Universidade de São Paulo, 1997. Página 308.)
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