Questões de Concurso De 2018

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Q2004577 Educação Física
O handebol é uma modalidade esportiva que pode ser mais praticada nas aulas de Educação Física, pois as traves de futsal auxiliam essa vivência. Em um jogo de handebol, é proibido o contato com os pés para o deslocamento da bola (joga-se com as mãos). Somente os goleiros podem usar os pés para defender sua meta. O objetivo é marcar gols. Nesse jogo,
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Q2004576 Educação Física
O Basquete é uma modalidade esportiva bastante praticada nas aulas de Educação Física, jogado oficialmente em quatro quartos de dez minutos, com passes, dribles, arremessos e posições de defesa e ataque. No basquete, 
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Q2004575 Educação Física
Nas contrações musculares dinâmicas, como por exemplo a rosca direta (rosca bíceps), existem duas fases, uma concêntrica e outra excêntrica. Sobre essas fases podemos afirmar que
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Q2004574 Educação Física
O treinamento desportivo obedece a princípios que, quando bem sistematizados, alcançam as melhores performances dos indivíduos. No entanto, quando mal orientados, eles podem trazer prejuízos. No princípio da interdependência volume-intensidade, a sobrecarga pode ser modificada nos aspectos 
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Q2004573 Educação Física
Hipertrofia é o aumento da massa muscular que resulta da combinação de três fatores, se equacionados corretamente:
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Q2004572 Educação Física
O Esporte, como conteúdo da Educação Física, configura-se em um importante instrumento de transmissão de conhecimentos e valores educacionais. Para o professor atingir esses objetivos educacionais, ele deve buscar 
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Q2004571 Educação Física
Com o propósito de nortear as ações do professor, Muska Mosston, em seu espectro, organiza seis estilos de ensino em uma sequência com uma lógica que parte do dependente para o independente. Dessa forma, o estilo em que o aluno é dependente do professor é o __________________ e o estilo que o aluno demostra total independência em sua tomada de decisão é o _______________________.
As palavras que preenchem as lacunas do texto dado, respectivamente, são: 
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Q2004570 Educação Física

Considere o trecho a seguir.

Quanto ao grau de complexidade do jogo, podemos afirmar que suas regras podem apontar uma

classificação. Os ____________________ possuem regras simples para um número pequeno de alunos; os

______________________possuem regras mais complexas e muitos alunos participam

e,____________________ cujas regras, além de serem complexas, só podem ser modificadas por entidades

administrativas internacionais.

As palavras que preenchem as lacunas do trecho dado, respectivamente, são: 

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Q2004569 Educação Física
As regras são importantes para se construir um bom jogo. Temos aspectos importantes para observar, bem como devemos incentivar a participação dos alunos na elaboração e discussão dessas regras, pois elas devem garantir 
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Q2004568 Educação Física
Em um jogo de iniciação ao futsal, o professor percebe que as crianças de sua turma passam a bola somente para dois colegas. O jogo fica monótono, pois a maioria dos alunos fica sem contato com a bola. Nesse caso, o professor deve tomar a atitude de 
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Q2004567 Educação Física
Os jogos fazem parte dos conteúdos básicos da Educação Física para nossa cultura corporal. Apesar de a maior parte dos estudos sobre “jogo” serem realizados em crianças, sua importância se estende para todas as faixas etárias. Para Piaget, três aspectos são importantes para classificar os jogos, são eles 
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Q2004566 Pedagogia
Na taxionomia proposta por Gallahue (1982) e aperfeiçoada por Manoel (1994), enxerga-se uma sequência para aprendizagem motora, que parte do mais simples para o mais complexo. A sequência hierárquica a qual os movimentos são apresentados são
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Q2004565 Pedagogia
Os conteúdos formam um conjunto de conhecimentos ou formas culturais, cuja assimilação e apropriação pelos alunos são consideradas essenciais para o seu desenvolvimento e socialização. Para Barroso e Darido (2009), a Educação Física deve valorizar as três dimensões dos conteúdos, são elas 
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Q2004564 Pedagogia
Os objetivos gerais expressam propósitos mais amplos acerca do papel da escola e do ensino diante das exigências postas pela realidade social e diante do desenvolvimento da personalidade dos alunos. Além disso, definem, em grandes linhas, perspectivas da prática educativa na sociedade. Estudiosos desse assunto, Bloom e colaboradores dividem, em sua taxonomia, as três dimensões dos objetivos, que são
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Q2004563 Pedagogia
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (9.394) foi promulgada em 20 de dezembro de 1996, estabelecendo que a educação é dever da família e do Estado. Essa lei é inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana e tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. Dessa forma, a LDB estabelece como princípios para nortear o ensino, 
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Q2004562 Raciocínio Lógico

Observe as figuras a seguir


Imagem associada para resolução da questão

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Q2004557 Português
Considere o trecho para responder as questões 9 e 10.

Gestores públicos vangloriam-se quando o porcentual da população jovem que atinge a universidade
cresce. Quanto mais, melhor. O movimento envolve também a pós-graduação, com a multiplicação do
número de mestrados e doutorados. Supõe-se que mais mestres e doutores ajudem a gerar mais
conhecimento, patentes e riquezas.
A não ocorrência do acento grave no a que antecede a palavra “universidade” justifica-se
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Q2004556 Português
Considere o trecho para responder as questões 9 e 10.

Gestores públicos vangloriam-se quando o porcentual da população jovem que atinge a universidade
cresce. Quanto mais, melhor. O movimento envolve também a pós-graduação, com a multiplicação do
número de mestrados e doutorados. Supõe-se que mais mestres e doutores ajudem a gerar mais
conhecimento, patentes e riquezas.
Os elementos linguísticos em destaque pertencem
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Q2004554 Português
Que benefício a educação superior traz à sociedade?
Thomaz Wood Jr.

      A expansão da educação superior tem sido objeto de políticas públicas em todo o mundo. O senso
comum, sustentado por pesquisas e evidências, associa educação a desenvolvimento. Gestores públicos
vangloriam-se quando o porcentual da população jovem que atinge a universidade cresce. Quanto mais,
melhor. O movimento envolve também a pós-graduação, com a multiplicação do número de mestrados e
doutorados. Supõe-se que mais mestres e doutores ajudem a gerar mais conhecimento, patentes e riquezas.
      A expansão da educação superior faz muita gente feliz: estudantes que almejam um futuro melhor,
famílias que querem o bem para suas crias, professores felizes com a demanda crescente, gestores públicos
orgulhosos de sua obra e até investidores, atraídos por gordas margens de lucro, no caso de algumas
universidades privadas. Entretanto, por trás da fachada, a realidade tem mais espinhos do que flores.
      Pressionados a expandir o atendimento, os sistemas públicos experimentam sinais de deterioração e
perda de qualidade. Alguns deles se converteram em arenas políticas de governança impraticável, nas quais
grupos digladiam na disputa por pequenos espaços e vantagens. Enquanto isso, muitos sistemas privados se
transformam em usinas de aulas, a gerar diplomas como quem produz commodities.
      Em um ensaio de promoção de seu livro The Case Against Education: Why the Education System Is
a Waste of Time and Money (Princeton University Press), Bryan Caplan, professor de Economia da
Universidade George Mason, trata do tema. Em uma era que celebra o conhecimento, sua tese soa herética:
para o economista, a verdadeira função da educação é simplesmente prover um certificado aos formandos.
Em outras palavras, com honrosas exceções, pouco se aprende na universidade. O que importa é o diploma
que dará acesso ao futuro emprego.
      Para Caplan, o sistema de educação superior desperdiça tempo e dinheiro. O retorno para os
indivíduos é substantivo: com o título vêm melhores salários. No entanto, o retorno para a sociedade é pífio.
Segundo o autor, quanto mais se investe na educação superior, mais se estimula a corrida por títulos. E basta
cruzar a linha de chegada: terminar a faculdade.
      Nas universidades, estudantes passam anos debruçados sobre assuntos irrelevantes para sua vida
profissional e para o mercado de trabalho. Qual o motivo para a falta de conexão entre o que é ensinado e o
que será necessário? Simples: professores ensinam o que sabem, não o que é preciso ensinar. E muitos têm
pouquíssima ideia do que se passa no mundo real.
      Além disso, Caplan observa que os estudantes retêm muito pouco do que lhes é ensinado. De fato,
seres humanos têm dificuldade para conservar conhecimentos que raramente usam. Alguns cursos
proporcionam modos e meios para que os pupilos assimilem e exercitem novos conhecimentos. Contudo, a
maioria falha em prover tais condições.
      Curiosamente, o fato de os estudantes pouco aprenderem nos quatro ou cinco anos de universidade
não é relevante. O que seus empregadores procuram é apenas uma credencial que ateste que o candidato
seja inteligente, diligente e capaz de tolerar a rotina tediosa do trabalho. Para isso basta o título.
      O autor não poupa críticas a estudantes, colegas e gestores. Os primeiros, para ele, são incultos e
vulgares, incapazes de transpor conteúdos escolares para a vida real. Passam a maior parte do tempo na
universidade como zumbis na frente de seus smartphones e em outras atividades destinadas a turvar a mente
e o espírito.
      Além disso, o crescimento da educação superior está levando para a universidade indivíduos sem
características para serem universitários. Está atraindo para a pós-graduação profissionais sem o perfil para
reflexão profunda e crítica. E está formando mestres e doutores que não têm talento ou inclinação para ensinar
e pesquisar.
      Inflar as vagas e criar mecanismos para facilitar o acesso à universidade pode parecer causa nobre.
Alimenta os sonhos das classes ascendentes e produz casos de sucesso, sempre ao gosto da mídia popular.
Entretanto, pode estar drenando recursos do ensino fundamental e vocacional, e da pesquisa de ponta.
      A educação é, certamente, um grande meio de transformação social. Isso não significa despejar
insensatamente recursos em simulacros de ensino e sistemas de emissão de títulos universitários. 
                                                  Disponível em: <www.cartacapital.com.br>. Acesso em: ago. 2018. [Adaptado]
A perspectiva assumida em relação ao tema do texto revela-se a partir do 
Alternativas
Q2004552 Português
Considere o parágrafo a seguir para responder as questões 5 e 6 .

Para Caplan, (1) o sistema de educação superior desperdiça tempo e dinheiro. O retorno para os
indivíduos é substantivo: com o título vêm melhores salários. No entanto, (2) o retorno para a sociedade
é pífio. Segundo o autor, (3) quanto mais se investe na educação superior, (4) mais se estimula a corrida
por títulos. E basta cruzar a linha de chegada: terminar a faculdade.

O elemento linguístico destacado interliga
Alternativas
Respostas
14821: X
14822: A
14823: D
14824: B
14825: C
14826: A
14827: D
14828: B
14829: B
14830: C
14831: D
14832: A
14833: C
14834: B
14835: D
14836: A
14837: A
14838: A
14839: X
14840: A