Questões de Concurso De 2018

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Q2009104 Português
É um substantivo é abstrato.
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Q2009103 Português
Qual das palavras a seguir NÃO deve receber acento?
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Q2009102 Português
Marque a opção em que a palavra foi formada por hibridismo.
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Q2009101 Português
Marque a opção em que a oração encerra ideia de causa.
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Q2009100 Português
Observe os períodos a seguir.
I. Comprava-se muito com pouco dinheiro antigamente. II. Comprava-se muita coisa com pouco dinheiro antigamente.
Marque a opção INCORRETA.
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Q2009099 Português
Trabalho de detetive

      Um dos maiores físicos do século XX, Albert Einstein, comparou o trabalho de um cientista ao trabalho de um detetive.
     “Em quase todo romance policial, chega um momento em que o investigador já coletou todos os fatos de que necessita para solucionar pelo menos uma das etapas de seu problema. Esses fatos parecem frequentemente estranhos e incoerentes, inteiramente sem relação entre si. Contudo, o grande detetive percebe não serem necessárias mais investigações no momento e que somente o raciocínio o levará a correlacionar os fatos coletados. Então, ele toca o seu violino ou descansa na sua poltrona, deliciando-se com seu cachimbo, quando, de repente, lhe ocorre a solução. E não somente tem a explicação para os indícios que dispunha, mas também sabe que outros acontecimentos devem ter ocorrido. Sabendo agora exatamente onde buscar o que deseja, poderá, se quiser, coletar mais dados para a confirmação de sua teoria.
      O cientista, lendo o livro da natureza, se nos permitem repetir esse lugar-comum, deve obter a solução por si, porque ele não pode, como fazem os leitores impacientes de outras histórias, ir logo ao final do livro. Em nosso caso, o leitor é também o investigador, procurando explicar, pelo menos em parte, as relações entre os acontecimentos em sua forma mais completa. Para obter uma solução, mesmo parcial, o cientista tem de coletar os fatos desordenados disponíveis e, por meio do seu pensamento criador, torná-los coerentes e inteligíveis.”

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“Um dos maiores físicos do século XX, Albert Einstein, comparou o trabalho de um cientista ao trabalho de um detetive.” Qual a função sintática do termo sublinhado? 
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Q2009098 Português
Trabalho de detetive

      Um dos maiores físicos do século XX, Albert Einstein, comparou o trabalho de um cientista ao trabalho de um detetive.
     “Em quase todo romance policial, chega um momento em que o investigador já coletou todos os fatos de que necessita para solucionar pelo menos uma das etapas de seu problema. Esses fatos parecem frequentemente estranhos e incoerentes, inteiramente sem relação entre si. Contudo, o grande detetive percebe não serem necessárias mais investigações no momento e que somente o raciocínio o levará a correlacionar os fatos coletados. Então, ele toca o seu violino ou descansa na sua poltrona, deliciando-se com seu cachimbo, quando, de repente, lhe ocorre a solução. E não somente tem a explicação para os indícios que dispunha, mas também sabe que outros acontecimentos devem ter ocorrido. Sabendo agora exatamente onde buscar o que deseja, poderá, se quiser, coletar mais dados para a confirmação de sua teoria.
      O cientista, lendo o livro da natureza, se nos permitem repetir esse lugar-comum, deve obter a solução por si, porque ele não pode, como fazem os leitores impacientes de outras histórias, ir logo ao final do livro. Em nosso caso, o leitor é também o investigador, procurando explicar, pelo menos em parte, as relações entre os acontecimentos em sua forma mais completa. Para obter uma solução, mesmo parcial, o cientista tem de coletar os fatos desordenados disponíveis e, por meio do seu pensamento criador, torná-los coerentes e inteligíveis.”

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Contudo, o grande detetive percebe não serem necessárias mais investigações... O termo destacado pode ser substituído, mantendo o mesmo valor sintático, por
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Q2009097 Português
Trabalho de detetive

      Um dos maiores físicos do século XX, Albert Einstein, comparou o trabalho de um cientista ao trabalho de um detetive.
     “Em quase todo romance policial, chega um momento em que o investigador já coletou todos os fatos de que necessita para solucionar pelo menos uma das etapas de seu problema. Esses fatos parecem frequentemente estranhos e incoerentes, inteiramente sem relação entre si. Contudo, o grande detetive percebe não serem necessárias mais investigações no momento e que somente o raciocínio o levará a correlacionar os fatos coletados. Então, ele toca o seu violino ou descansa na sua poltrona, deliciando-se com seu cachimbo, quando, de repente, lhe ocorre a solução. E não somente tem a explicação para os indícios que dispunha, mas também sabe que outros acontecimentos devem ter ocorrido. Sabendo agora exatamente onde buscar o que deseja, poderá, se quiser, coletar mais dados para a confirmação de sua teoria.
      O cientista, lendo o livro da natureza, se nos permitem repetir esse lugar-comum, deve obter a solução por si, porque ele não pode, como fazem os leitores impacientes de outras histórias, ir logo ao final do livro. Em nosso caso, o leitor é também o investigador, procurando explicar, pelo menos em parte, as relações entre os acontecimentos em sua forma mais completa. Para obter uma solução, mesmo parcial, o cientista tem de coletar os fatos desordenados disponíveis e, por meio do seu pensamento criador, torná-los coerentes e inteligíveis.”

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“E não somente tem a explicação para os indícios que dispunha...” Percebe-se, nesse trecho, um desvio gramatical referente à
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Q2009096 Português
Trabalho de detetive

      Um dos maiores físicos do século XX, Albert Einstein, comparou o trabalho de um cientista ao trabalho de um detetive.
     “Em quase todo romance policial, chega um momento em que o investigador já coletou todos os fatos de que necessita para solucionar pelo menos uma das etapas de seu problema. Esses fatos parecem frequentemente estranhos e incoerentes, inteiramente sem relação entre si. Contudo, o grande detetive percebe não serem necessárias mais investigações no momento e que somente o raciocínio o levará a correlacionar os fatos coletados. Então, ele toca o seu violino ou descansa na sua poltrona, deliciando-se com seu cachimbo, quando, de repente, lhe ocorre a solução. E não somente tem a explicação para os indícios que dispunha, mas também sabe que outros acontecimentos devem ter ocorrido. Sabendo agora exatamente onde buscar o que deseja, poderá, se quiser, coletar mais dados para a confirmação de sua teoria.
      O cientista, lendo o livro da natureza, se nos permitem repetir esse lugar-comum, deve obter a solução por si, porque ele não pode, como fazem os leitores impacientes de outras histórias, ir logo ao final do livro. Em nosso caso, o leitor é também o investigador, procurando explicar, pelo menos em parte, as relações entre os acontecimentos em sua forma mais completa. Para obter uma solução, mesmo parcial, o cientista tem de coletar os fatos desordenados disponíveis e, por meio do seu pensamento criador, torná-los coerentes e inteligíveis.”

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Sobre o texto, é INCORRETO afirmar que
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Q2009095 Português
Trabalho de detetive

      Um dos maiores físicos do século XX, Albert Einstein, comparou o trabalho de um cientista ao trabalho de um detetive.
     “Em quase todo romance policial, chega um momento em que o investigador já coletou todos os fatos de que necessita para solucionar pelo menos uma das etapas de seu problema. Esses fatos parecem frequentemente estranhos e incoerentes, inteiramente sem relação entre si. Contudo, o grande detetive percebe não serem necessárias mais investigações no momento e que somente o raciocínio o levará a correlacionar os fatos coletados. Então, ele toca o seu violino ou descansa na sua poltrona, deliciando-se com seu cachimbo, quando, de repente, lhe ocorre a solução. E não somente tem a explicação para os indícios que dispunha, mas também sabe que outros acontecimentos devem ter ocorrido. Sabendo agora exatamente onde buscar o que deseja, poderá, se quiser, coletar mais dados para a confirmação de sua teoria.
      O cientista, lendo o livro da natureza, se nos permitem repetir esse lugar-comum, deve obter a solução por si, porque ele não pode, como fazem os leitores impacientes de outras histórias, ir logo ao final do livro. Em nosso caso, o leitor é também o investigador, procurando explicar, pelo menos em parte, as relações entre os acontecimentos em sua forma mais completa. Para obter uma solução, mesmo parcial, o cientista tem de coletar os fatos desordenados disponíveis e, por meio do seu pensamento criador, torná-los coerentes e inteligíveis.”

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O pronome destacado não se refere ao “investigador” em
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Q2009094 Português
Trabalho de detetive

      Um dos maiores físicos do século XX, Albert Einstein, comparou o trabalho de um cientista ao trabalho de um detetive.
     “Em quase todo romance policial, chega um momento em que o investigador já coletou todos os fatos de que necessita para solucionar pelo menos uma das etapas de seu problema. Esses fatos parecem frequentemente estranhos e incoerentes, inteiramente sem relação entre si. Contudo, o grande detetive percebe não serem necessárias mais investigações no momento e que somente o raciocínio o levará a correlacionar os fatos coletados. Então, ele toca o seu violino ou descansa na sua poltrona, deliciando-se com seu cachimbo, quando, de repente, lhe ocorre a solução. E não somente tem a explicação para os indícios que dispunha, mas também sabe que outros acontecimentos devem ter ocorrido. Sabendo agora exatamente onde buscar o que deseja, poderá, se quiser, coletar mais dados para a confirmação de sua teoria.
      O cientista, lendo o livro da natureza, se nos permitem repetir esse lugar-comum, deve obter a solução por si, porque ele não pode, como fazem os leitores impacientes de outras histórias, ir logo ao final do livro. Em nosso caso, o leitor é também o investigador, procurando explicar, pelo menos em parte, as relações entre os acontecimentos em sua forma mais completa. Para obter uma solução, mesmo parcial, o cientista tem de coletar os fatos desordenados disponíveis e, por meio do seu pensamento criador, torná-los coerentes e inteligíveis.”

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Segundo o texto, há uma parte criadora em cada trabalho científico que começa quando o investigador
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Q2009093 Português
Trabalho de detetive

      Um dos maiores físicos do século XX, Albert Einstein, comparou o trabalho de um cientista ao trabalho de um detetive.
     “Em quase todo romance policial, chega um momento em que o investigador já coletou todos os fatos de que necessita para solucionar pelo menos uma das etapas de seu problema. Esses fatos parecem frequentemente estranhos e incoerentes, inteiramente sem relação entre si. Contudo, o grande detetive percebe não serem necessárias mais investigações no momento e que somente o raciocínio o levará a correlacionar os fatos coletados. Então, ele toca o seu violino ou descansa na sua poltrona, deliciando-se com seu cachimbo, quando, de repente, lhe ocorre a solução. E não somente tem a explicação para os indícios que dispunha, mas também sabe que outros acontecimentos devem ter ocorrido. Sabendo agora exatamente onde buscar o que deseja, poderá, se quiser, coletar mais dados para a confirmação de sua teoria.
      O cientista, lendo o livro da natureza, se nos permitem repetir esse lugar-comum, deve obter a solução por si, porque ele não pode, como fazem os leitores impacientes de outras histórias, ir logo ao final do livro. Em nosso caso, o leitor é também o investigador, procurando explicar, pelo menos em parte, as relações entre os acontecimentos em sua forma mais completa. Para obter uma solução, mesmo parcial, o cientista tem de coletar os fatos desordenados disponíveis e, por meio do seu pensamento criador, torná-los coerentes e inteligíveis.”

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Qual a finalidade do texto?
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Q2009002 Educação Física
Sobre os sistemas ofensivos do basquetebol, assinale a alternativa INCORRETA:
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Q2009001 Educação Física
Assinale a alternativa CORRETA: dentre as modalidades esportivas, o esporte coletivo tem uma grande procura pela população em geral. O esporte coletivo se caracteriza pelo confronto entre duas equipes que se dispõem pelo terreno de jogo e se movimentam de forma particular, com o objetivo de vencer, alternando-se em situações de ataque e defesa
Alternativas
Q2009000 Educação Física
A definição mais ampla de feedback inclui todas as informações sensoriais disponíveis como resultado de um movimento. Este é tipicamente chamado de feedback produzido pela resposta, sendo normalmente dividido em duas subclasses: intrínseco e extrínseco (SCHMIDT, 1993). Diante dessa afirmação, assinale a alternativa que descreva o feedback intrínseco.
Alternativas
Q2008999 Educação Física
A taxionomia de Anita Harrow para o domínio psicomotor é organizada de acordo com o grau de coordenação das respostas. Assinale a alternativa que descreva em ordem sequencial a taxionomia. 
Alternativas
Q2008998 Educação Física
A habilidade pode ser definida como potencialidade para produzir um resultado de performance com máxima certeza, mínimo de energia ou tempo mínimo, desenvolvida como um resultado da prática. (MAGILL, 1984). Assinale a alternativa abaixo que também se caracteriza como uma habilidade motora. 
Alternativas
Q2008997 Educação Física
a classificação das habilidades motoras em categorias gerais está baseada na determinação de quais componentes ou elementos de uma habilidade são comuns ou semelhantes aos componentes de uma outra habilidade:
Alternativas
Q2008996 Educação Física
São características da metodologia de ensino do esporte coletivo Método Ativo: 
Alternativas
Q2008995 Educação Física
Moreno, em 1998, classificou os esportes coletivos segundo o tipo de participação e espaço da modalidade. Dessa forma, o voleibol, o tênis de mesa e o punhobol são classificados como de:
Alternativas
Respostas
14261: C
14262: B
14263: A
14264: X
14265: A
14266: C
14267: E
14268: C
14269: E
14270: D
14271: A
14272: D
14273: B
14274: D
14275: A
14276: A
14277: B
14278: C
14279: B
14280: B