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( ) Resíduos provenientes da atenção à saúde com suspeita ou certeza de contaminação por agentes de classe de risco 4 devem ser acondicionados em sacos vermelhos, substituídos quando atingirem 2/3 da capacidade ou em até 24 horas, e submetidos a tratamento com nível elevado de inativação microbiana.
( ) Materiais contendo sangue ou líquidos corpóreos na forma livre podem ser descartados sem tratamento prévio em saco branco leitoso, desde que identificados corretamente.
( ) Resíduos como luvas, máscaras e gazes sem sangue ou líquidos corpóreos na forma livre, bem como determinados resíduos de procedimentos, podem ser acondicionados em saco branco leitoso e encaminhados para disposição final em local licenciado, sem necessidade de tratamento prévio.
( ) Quando o tratamento do resíduo biológico ocorrer fora da unidade geradora, o acondicionamento para transporte deve utilizar recipiente rígido, resistente à punctura/ruptura/vazamento, com tampa e devidamente identificado.
I. A embalagem deve permitir a penetração do agente esterilizante e proteger o artigo, mantendo a esterilidade até o momento da abertura.
II. Para esterilização em autoclave, é aceitável improvisar embalagens com papel toalha, papel manilha ou papel Kraft, desde que o ciclo seja validado.
III. Em embalagens do tipo papel grau cirúrgico/filme plástico (pouches) e nylon, recomenda-se remover o excesso de ar antes da selagem, pois o ar dificulta a transferência de calor e a penetração do vapor.
IV. Pinças e tesouras devem ser esterilizadas com suas articulações fechadas, a fim de evitar deformações durante o ciclo.
V. A identificação das embalagens deve ser feita antes da esterilização, preferencialmente em etiqueta/fita própria, contendo informações como data, validade e responsável pelo processamento.
( ) As barreiras de superfície são especialmente importantes em áreas de contato clínico difíceis de limpar e, idealmente, devem ser impermeáveis para impedir a passagem de microrganismos provenientes de saliva, sangue e outros fluidos.
( ) Filmes adesivos podem ser utilizados como barreira plástica para proteger superfícies lisas, como painéis digitais e interruptores do comando da cadeira ou do aparelho de radiografia.
( ) Entre pacientes, ao remover e descartar as barreiras contaminadas, sempre é necessário limpar e desinfetar a superfície abaixo, independentemente de ter havido contato com a área protegida.
( ) Mesmo com uso de barreiras, recomenda-se que as superfícies sejam limpas e desinfetadas no início e ao final do expediente.
I. Postura inadequada, ritmo excessivo de trabalho e atos repetitivos são exemplos de fatores associados ao risco ergonômico e podem contribuir para adoecimento osteomuscular relacionado ao trabalho.
II. A organização do ambiente e o planejamento do atendimento diário contribuem para reduzir esforços desnecessários e melhorar o desempenho do trabalho, favorecendo condições mais seguras.
III. Trabalhar preferencialmente em equipe (ex.: odontologia a quatro mãos), quando possível, tende a reduzir movimentos de torção e alcances excessivos do operador, contribuindo para menor sobrecarga musculoesquelética.
IV. A ausência de capacitação do pessoal auxiliar não interfere no risco ergonômico, pois a ergonomia depende exclusivamente da postura do cirurgiãodentista.
I. A PNAB considera Atenção Básica (AB) e Atenção Primária à Saúde (APS), nas atuais concepções, como termos equivalentes.
II. A Atenção Básica é principal porta de entrada e centro de comunicação da Rede de Atenção à Saúde, atuando como coordenadora do cuidado.
III. A territorialização na Atenção Básica pressupõe atendimento sem população adscrita, sendo vedado estabelecer equipe de referência para famílias e grupos do território.
IV. A longitudinalidade do cuidado e a população adscrita são diretrizes operacionalizadas na Atenção Básica.
V. A PNAB tem na Saúde da Família sua estratégia prioritária para expansão e consolidação da Atenção Básica.
( ) A profilaxia pós-exposição (PEP) para HIV deve ser iniciada o mais precocemente possível, idealmente nas primeiras 2 horas, tendo como limite até 72 horas após a exposição.
( ) Após o acidente, recomenda-se provocar sangramento do local e utilizar agentes cáusticos, pois reduzem o risco de infecção.
( ) O atendimento após exposição ocupacional deve ser considerado urgência, devendo o profissional procurar imediatamente serviço/centro de referência para avaliação do risco e definição de conduta.
( ) O risco médio estimado de transmissão ocupacional do HIV é de aproximadamente 0,3% após exposição percutânea e 0,09% após exposição em mucosas.