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Q4242385 Conhecimentos Gerais
O BRICS reúne países emergentes que buscam ampliar sua influência em decisões econômicas globais, mantendo agenda própria de cooperação entre seus membros.
Assinale a alternativa que indica corretamente as funções do BRICS.
Alternativas
Q4242384 Português
Texto


Fio dental que imuniza?
A ciência por trás de uma nova forma de vacinação


Amado por uns, ignorado por outros, mas indispensável para todos. Quem nunca sentiu aquele frio na barriga ao sentar na cadeira do dentista e se perguntar: “Será que usei fio dental o suficiente dessa vez?”. Sabemos bem que o uso regular do fio dental é essencial na prevenção de cáries e diversas doenças bucais, mas… e se ele pudesse ir além disso? E se, além de proteger nossos dentes, o fio dental também pudesse proteger contra vírus, funcionando como uma vacina?


Fio Dental Vacinal 


Sim, é real! Em julho de 2025, cientistas das universidades Texas Tech e Carolina do Norte, nos Estados Unidos, deram um passo importante rumo ao futuro da imunização sem agulhas. Eles desenvolveram uma nova tecnologia capaz de induzir a resposta imune diretamente pela gengiva, atuando como uma vacina capaz de ativar o sistema imunológico contra vírus e proteínas associadas a diversas doenças.

O estudo foi publicado na prestigiada revista Nature Biomedical Engineering e descreve uma estratégia simples, indolor e não invasiva de entrega de vacinas. Em vez de injeções, a abordagem utiliza materiais biocompatíveis aplicados sobre o epitélio juncional do sulco gengival (o pequeno espaço entre o dente e a gengiva). Essa região é altamente permeável e metabolicamente ativa, permitindo o trânsito de células do sistema imune, como neutrófilos e linfócitos, que atuam na defesa da cavidade oral contra patógenos. Ao interagir com esse tecido, o material vacinal estimula a resposta imune local e, consequentemente, induz uma resposta protetora sistêmica, de modo semelhante ao observado com vacinas convencionais.

Essa inovação representa um avanço para o desenvolvimento de vacinas de mucosa e de fácil aplicação, especialmente úteis em regiões com infraestrutura de saúde limitada ou para pessoas que têm medo de agulhas. Além disso, ela pode transformar a forma como combatemos infecções virais e outras doenças, oferecendo uma alternativa prática, acessível e menos invasiva.

[…]


A Pesquisa


Na pesquisa realizada, o experimento foi conduzido da seguinte maneira: um fio dental foi revestido com diferentes componentes vacinais, como proteínas, vírus inativados e RNA mensageiro (mRNA). Em seguida, os pesquisadores utilizaram esse fio para limpar os dentes de camundongos, simulando o uso comum do produto. O resultado foi impressionante: a técnica induziu uma ativação imune forte e duradoura em múltiplos órgãos. Foram detectados anticorpos não apenas na corrente sanguínea, mas também nas mucosas do nariz e dos pulmões, na saliva, nas fezes e até na medula óssea dos animais, um indicativo claro de resposta imunológica de longo prazo.

Para avaliar a eficácia protetora, os camundongos imunizados com o fio dental vacinal foram posteriormente expostos a uma infecção letal pelo vírus da influenza. O desfecho foi notável e todos os animais vacinados sobreviveram, enquanto os não vacinados sucumbiram à infecção.

Além dos testes em camundongos, a equipe também realizou um ensaio de prova de conceito em voluntários humanos. Nessa etapa, palitos de fio dental revestidos com um corante fluorescente foram utilizados para verificar se a aplicação atingia o sulco gengival, alvo da tecnologia. Resultado? O corante foi detectado no sulco em aproximadamente 60% dos participantes, demonstrando que o método é viável e promissor para uso clínico futuro.


Futuro


Os resultados obtidos até o momento demonstram o enorme potencial dessa tecnologia em transformar o modo como as vacinas são administradas. No entanto, ainda há etapas importantes a serem superadas antes que o “fio dental vacinal” chegue ao uso clínico. De acordo com especialistas, o próximo passo será avaliar a técnica em voluntários com diferentes condições de saúde gengival, o que permitirá entender melhor como o produto se comporta em populações diversas. Além disso, será fundamental aperfeiçoar a formulação dos materiais vacinais, garantindo adesão prolongada e liberação controlada dos antígenos na mucosa gengival.

[…]


Fonte: FERREIRA, V. G. Fio dental que imuniza? A ciência por
trás de uma nova forma de vacinação. Revista Blog do Profissão
Biotec, v. 12, 2026. Disponível em: <https://profissaobiotec.com.br/
fio-dental-que-imuniza-a-ciencia-por-tras-de-uma-nova-forma-de-
-vacinacao>.
Considere o trecho a seguir.

“Em seguida, os pesquisadores utilizaram esse fio para limpar os dentes de camundongos, simulando o uso comum do produto.”

A expressão “Em seguida” exerce, nesse contexto, a função sintática de:
Alternativas
Q4242383 Português
Texto


Fio dental que imuniza?
A ciência por trás de uma nova forma de vacinação


Amado por uns, ignorado por outros, mas indispensável para todos. Quem nunca sentiu aquele frio na barriga ao sentar na cadeira do dentista e se perguntar: “Será que usei fio dental o suficiente dessa vez?”. Sabemos bem que o uso regular do fio dental é essencial na prevenção de cáries e diversas doenças bucais, mas… e se ele pudesse ir além disso? E se, além de proteger nossos dentes, o fio dental também pudesse proteger contra vírus, funcionando como uma vacina?


Fio Dental Vacinal 


Sim, é real! Em julho de 2025, cientistas das universidades Texas Tech e Carolina do Norte, nos Estados Unidos, deram um passo importante rumo ao futuro da imunização sem agulhas. Eles desenvolveram uma nova tecnologia capaz de induzir a resposta imune diretamente pela gengiva, atuando como uma vacina capaz de ativar o sistema imunológico contra vírus e proteínas associadas a diversas doenças.

O estudo foi publicado na prestigiada revista Nature Biomedical Engineering e descreve uma estratégia simples, indolor e não invasiva de entrega de vacinas. Em vez de injeções, a abordagem utiliza materiais biocompatíveis aplicados sobre o epitélio juncional do sulco gengival (o pequeno espaço entre o dente e a gengiva). Essa região é altamente permeável e metabolicamente ativa, permitindo o trânsito de células do sistema imune, como neutrófilos e linfócitos, que atuam na defesa da cavidade oral contra patógenos. Ao interagir com esse tecido, o material vacinal estimula a resposta imune local e, consequentemente, induz uma resposta protetora sistêmica, de modo semelhante ao observado com vacinas convencionais.

Essa inovação representa um avanço para o desenvolvimento de vacinas de mucosa e de fácil aplicação, especialmente úteis em regiões com infraestrutura de saúde limitada ou para pessoas que têm medo de agulhas. Além disso, ela pode transformar a forma como combatemos infecções virais e outras doenças, oferecendo uma alternativa prática, acessível e menos invasiva.

[…]


A Pesquisa


Na pesquisa realizada, o experimento foi conduzido da seguinte maneira: um fio dental foi revestido com diferentes componentes vacinais, como proteínas, vírus inativados e RNA mensageiro (mRNA). Em seguida, os pesquisadores utilizaram esse fio para limpar os dentes de camundongos, simulando o uso comum do produto. O resultado foi impressionante: a técnica induziu uma ativação imune forte e duradoura em múltiplos órgãos. Foram detectados anticorpos não apenas na corrente sanguínea, mas também nas mucosas do nariz e dos pulmões, na saliva, nas fezes e até na medula óssea dos animais, um indicativo claro de resposta imunológica de longo prazo.

Para avaliar a eficácia protetora, os camundongos imunizados com o fio dental vacinal foram posteriormente expostos a uma infecção letal pelo vírus da influenza. O desfecho foi notável e todos os animais vacinados sobreviveram, enquanto os não vacinados sucumbiram à infecção.

Além dos testes em camundongos, a equipe também realizou um ensaio de prova de conceito em voluntários humanos. Nessa etapa, palitos de fio dental revestidos com um corante fluorescente foram utilizados para verificar se a aplicação atingia o sulco gengival, alvo da tecnologia. Resultado? O corante foi detectado no sulco em aproximadamente 60% dos participantes, demonstrando que o método é viável e promissor para uso clínico futuro.


Futuro


Os resultados obtidos até o momento demonstram o enorme potencial dessa tecnologia em transformar o modo como as vacinas são administradas. No entanto, ainda há etapas importantes a serem superadas antes que o “fio dental vacinal” chegue ao uso clínico. De acordo com especialistas, o próximo passo será avaliar a técnica em voluntários com diferentes condições de saúde gengival, o que permitirá entender melhor como o produto se comporta em populações diversas. Além disso, será fundamental aperfeiçoar a formulação dos materiais vacinais, garantindo adesão prolongada e liberação controlada dos antígenos na mucosa gengival.

[…]


Fonte: FERREIRA, V. G. Fio dental que imuniza? A ciência por
trás de uma nova forma de vacinação. Revista Blog do Profissão
Biotec, v. 12, 2026. Disponível em: <https://profissaobiotec.com.br/
fio-dental-que-imuniza-a-ciencia-por-tras-de-uma-nova-forma-de-
-vacinacao>.
Considere o trecho a seguir, extraído do texto de divulgação científica presente na prova:

“Em vez de injeções, a abordagem utiliza materiais biocompatíveis aplicados sobre o epitélio juncional do sulco gengival (o pequeno espaço entre o dente e a gengiva). Essa região é altamente permeável e metabolicamente ativa (…).”

Assinale a alternativa correta em relação ao papel morfossintático e textual do termo destacado.
Alternativas
Q4242382 Português
Texto


Fio dental que imuniza?
A ciência por trás de uma nova forma de vacinação


Amado por uns, ignorado por outros, mas indispensável para todos. Quem nunca sentiu aquele frio na barriga ao sentar na cadeira do dentista e se perguntar: “Será que usei fio dental o suficiente dessa vez?”. Sabemos bem que o uso regular do fio dental é essencial na prevenção de cáries e diversas doenças bucais, mas… e se ele pudesse ir além disso? E se, além de proteger nossos dentes, o fio dental também pudesse proteger contra vírus, funcionando como uma vacina?


Fio Dental Vacinal 


Sim, é real! Em julho de 2025, cientistas das universidades Texas Tech e Carolina do Norte, nos Estados Unidos, deram um passo importante rumo ao futuro da imunização sem agulhas. Eles desenvolveram uma nova tecnologia capaz de induzir a resposta imune diretamente pela gengiva, atuando como uma vacina capaz de ativar o sistema imunológico contra vírus e proteínas associadas a diversas doenças.

O estudo foi publicado na prestigiada revista Nature Biomedical Engineering e descreve uma estratégia simples, indolor e não invasiva de entrega de vacinas. Em vez de injeções, a abordagem utiliza materiais biocompatíveis aplicados sobre o epitélio juncional do sulco gengival (o pequeno espaço entre o dente e a gengiva). Essa região é altamente permeável e metabolicamente ativa, permitindo o trânsito de células do sistema imune, como neutrófilos e linfócitos, que atuam na defesa da cavidade oral contra patógenos. Ao interagir com esse tecido, o material vacinal estimula a resposta imune local e, consequentemente, induz uma resposta protetora sistêmica, de modo semelhante ao observado com vacinas convencionais.

Essa inovação representa um avanço para o desenvolvimento de vacinas de mucosa e de fácil aplicação, especialmente úteis em regiões com infraestrutura de saúde limitada ou para pessoas que têm medo de agulhas. Além disso, ela pode transformar a forma como combatemos infecções virais e outras doenças, oferecendo uma alternativa prática, acessível e menos invasiva.

[…]


A Pesquisa


Na pesquisa realizada, o experimento foi conduzido da seguinte maneira: um fio dental foi revestido com diferentes componentes vacinais, como proteínas, vírus inativados e RNA mensageiro (mRNA). Em seguida, os pesquisadores utilizaram esse fio para limpar os dentes de camundongos, simulando o uso comum do produto. O resultado foi impressionante: a técnica induziu uma ativação imune forte e duradoura em múltiplos órgãos. Foram detectados anticorpos não apenas na corrente sanguínea, mas também nas mucosas do nariz e dos pulmões, na saliva, nas fezes e até na medula óssea dos animais, um indicativo claro de resposta imunológica de longo prazo.

Para avaliar a eficácia protetora, os camundongos imunizados com o fio dental vacinal foram posteriormente expostos a uma infecção letal pelo vírus da influenza. O desfecho foi notável e todos os animais vacinados sobreviveram, enquanto os não vacinados sucumbiram à infecção.

Além dos testes em camundongos, a equipe também realizou um ensaio de prova de conceito em voluntários humanos. Nessa etapa, palitos de fio dental revestidos com um corante fluorescente foram utilizados para verificar se a aplicação atingia o sulco gengival, alvo da tecnologia. Resultado? O corante foi detectado no sulco em aproximadamente 60% dos participantes, demonstrando que o método é viável e promissor para uso clínico futuro.


Futuro


Os resultados obtidos até o momento demonstram o enorme potencial dessa tecnologia em transformar o modo como as vacinas são administradas. No entanto, ainda há etapas importantes a serem superadas antes que o “fio dental vacinal” chegue ao uso clínico. De acordo com especialistas, o próximo passo será avaliar a técnica em voluntários com diferentes condições de saúde gengival, o que permitirá entender melhor como o produto se comporta em populações diversas. Além disso, será fundamental aperfeiçoar a formulação dos materiais vacinais, garantindo adesão prolongada e liberação controlada dos antígenos na mucosa gengival.

[…]


Fonte: FERREIRA, V. G. Fio dental que imuniza? A ciência por
trás de uma nova forma de vacinação. Revista Blog do Profissão
Biotec, v. 12, 2026. Disponível em: <https://profissaobiotec.com.br/
fio-dental-que-imuniza-a-ciencia-por-tras-de-uma-nova-forma-de-
-vacinacao>.
Considere sintaticamente o trecho a seguir:
“Amado por uns, ignorado por outros, mas indispensável para todos.”

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação ao trecho.

( ) O trecho classifica-se como uma frase nominal. Os particípios e o adjetivo caracterizam um referente recuperável na amplitude do texto e não em isolado.
( ) Os termos “por uns” e “por outros” exercem a função sintática de objetos diretos dos particípios de valor adjetivo que os antecedem.
( ) O fragmento apresenta sujeito indeterminado, identificado pela desinência verbal.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q4242381 Português
Texto


Fio dental que imuniza?
A ciência por trás de uma nova forma de vacinação


Amado por uns, ignorado por outros, mas indispensável para todos. Quem nunca sentiu aquele frio na barriga ao sentar na cadeira do dentista e se perguntar: “Será que usei fio dental o suficiente dessa vez?”. Sabemos bem que o uso regular do fio dental é essencial na prevenção de cáries e diversas doenças bucais, mas… e se ele pudesse ir além disso? E se, além de proteger nossos dentes, o fio dental também pudesse proteger contra vírus, funcionando como uma vacina?


Fio Dental Vacinal 


Sim, é real! Em julho de 2025, cientistas das universidades Texas Tech e Carolina do Norte, nos Estados Unidos, deram um passo importante rumo ao futuro da imunização sem agulhas. Eles desenvolveram uma nova tecnologia capaz de induzir a resposta imune diretamente pela gengiva, atuando como uma vacina capaz de ativar o sistema imunológico contra vírus e proteínas associadas a diversas doenças.

O estudo foi publicado na prestigiada revista Nature Biomedical Engineering e descreve uma estratégia simples, indolor e não invasiva de entrega de vacinas. Em vez de injeções, a abordagem utiliza materiais biocompatíveis aplicados sobre o epitélio juncional do sulco gengival (o pequeno espaço entre o dente e a gengiva). Essa região é altamente permeável e metabolicamente ativa, permitindo o trânsito de células do sistema imune, como neutrófilos e linfócitos, que atuam na defesa da cavidade oral contra patógenos. Ao interagir com esse tecido, o material vacinal estimula a resposta imune local e, consequentemente, induz uma resposta protetora sistêmica, de modo semelhante ao observado com vacinas convencionais.

Essa inovação representa um avanço para o desenvolvimento de vacinas de mucosa e de fácil aplicação, especialmente úteis em regiões com infraestrutura de saúde limitada ou para pessoas que têm medo de agulhas. Além disso, ela pode transformar a forma como combatemos infecções virais e outras doenças, oferecendo uma alternativa prática, acessível e menos invasiva.

[…]


A Pesquisa


Na pesquisa realizada, o experimento foi conduzido da seguinte maneira: um fio dental foi revestido com diferentes componentes vacinais, como proteínas, vírus inativados e RNA mensageiro (mRNA). Em seguida, os pesquisadores utilizaram esse fio para limpar os dentes de camundongos, simulando o uso comum do produto. O resultado foi impressionante: a técnica induziu uma ativação imune forte e duradoura em múltiplos órgãos. Foram detectados anticorpos não apenas na corrente sanguínea, mas também nas mucosas do nariz e dos pulmões, na saliva, nas fezes e até na medula óssea dos animais, um indicativo claro de resposta imunológica de longo prazo.

Para avaliar a eficácia protetora, os camundongos imunizados com o fio dental vacinal foram posteriormente expostos a uma infecção letal pelo vírus da influenza. O desfecho foi notável e todos os animais vacinados sobreviveram, enquanto os não vacinados sucumbiram à infecção.

Além dos testes em camundongos, a equipe também realizou um ensaio de prova de conceito em voluntários humanos. Nessa etapa, palitos de fio dental revestidos com um corante fluorescente foram utilizados para verificar se a aplicação atingia o sulco gengival, alvo da tecnologia. Resultado? O corante foi detectado no sulco em aproximadamente 60% dos participantes, demonstrando que o método é viável e promissor para uso clínico futuro.


Futuro


Os resultados obtidos até o momento demonstram o enorme potencial dessa tecnologia em transformar o modo como as vacinas são administradas. No entanto, ainda há etapas importantes a serem superadas antes que o “fio dental vacinal” chegue ao uso clínico. De acordo com especialistas, o próximo passo será avaliar a técnica em voluntários com diferentes condições de saúde gengival, o que permitirá entender melhor como o produto se comporta em populações diversas. Além disso, será fundamental aperfeiçoar a formulação dos materiais vacinais, garantindo adesão prolongada e liberação controlada dos antígenos na mucosa gengival.

[…]


Fonte: FERREIRA, V. G. Fio dental que imuniza? A ciência por
trás de uma nova forma de vacinação. Revista Blog do Profissão
Biotec, v. 12, 2026. Disponível em: <https://profissaobiotec.com.br/
fio-dental-que-imuniza-a-ciencia-por-tras-de-uma-nova-forma-de-
-vacinacao>.
Considere por completo esta parte do texto:

Fio Dental Vacinal

Sim, é real! Em julho de 2025, cientistas das universidades Texas Tech e Carolina do Norte, nos Estados Unidos, deram um passo importante rumo ao futuro da imunização sem agulhas. Eles desenvolveram uma nova tecnologia capaz de induzir a resposta imune diretamente pela gengiva, atuando como uma vacina capaz de ativar o sistema imunológico contra vírus e proteínas associadas a diversas doenças.

Em uma revisão, qual aspecto merece maior cuidado para aprimorar a escrita e a cientificidade do texto?
Alternativas
Q4242380 Português
Texto


Fio dental que imuniza?
A ciência por trás de uma nova forma de vacinação


Amado por uns, ignorado por outros, mas indispensável para todos. Quem nunca sentiu aquele frio na barriga ao sentar na cadeira do dentista e se perguntar: “Será que usei fio dental o suficiente dessa vez?”. Sabemos bem que o uso regular do fio dental é essencial na prevenção de cáries e diversas doenças bucais, mas… e se ele pudesse ir além disso? E se, além de proteger nossos dentes, o fio dental também pudesse proteger contra vírus, funcionando como uma vacina?


Fio Dental Vacinal 


Sim, é real! Em julho de 2025, cientistas das universidades Texas Tech e Carolina do Norte, nos Estados Unidos, deram um passo importante rumo ao futuro da imunização sem agulhas. Eles desenvolveram uma nova tecnologia capaz de induzir a resposta imune diretamente pela gengiva, atuando como uma vacina capaz de ativar o sistema imunológico contra vírus e proteínas associadas a diversas doenças.

O estudo foi publicado na prestigiada revista Nature Biomedical Engineering e descreve uma estratégia simples, indolor e não invasiva de entrega de vacinas. Em vez de injeções, a abordagem utiliza materiais biocompatíveis aplicados sobre o epitélio juncional do sulco gengival (o pequeno espaço entre o dente e a gengiva). Essa região é altamente permeável e metabolicamente ativa, permitindo o trânsito de células do sistema imune, como neutrófilos e linfócitos, que atuam na defesa da cavidade oral contra patógenos. Ao interagir com esse tecido, o material vacinal estimula a resposta imune local e, consequentemente, induz uma resposta protetora sistêmica, de modo semelhante ao observado com vacinas convencionais.

Essa inovação representa um avanço para o desenvolvimento de vacinas de mucosa e de fácil aplicação, especialmente úteis em regiões com infraestrutura de saúde limitada ou para pessoas que têm medo de agulhas. Além disso, ela pode transformar a forma como combatemos infecções virais e outras doenças, oferecendo uma alternativa prática, acessível e menos invasiva.

[…]


A Pesquisa


Na pesquisa realizada, o experimento foi conduzido da seguinte maneira: um fio dental foi revestido com diferentes componentes vacinais, como proteínas, vírus inativados e RNA mensageiro (mRNA). Em seguida, os pesquisadores utilizaram esse fio para limpar os dentes de camundongos, simulando o uso comum do produto. O resultado foi impressionante: a técnica induziu uma ativação imune forte e duradoura em múltiplos órgãos. Foram detectados anticorpos não apenas na corrente sanguínea, mas também nas mucosas do nariz e dos pulmões, na saliva, nas fezes e até na medula óssea dos animais, um indicativo claro de resposta imunológica de longo prazo.

Para avaliar a eficácia protetora, os camundongos imunizados com o fio dental vacinal foram posteriormente expostos a uma infecção letal pelo vírus da influenza. O desfecho foi notável e todos os animais vacinados sobreviveram, enquanto os não vacinados sucumbiram à infecção.

Além dos testes em camundongos, a equipe também realizou um ensaio de prova de conceito em voluntários humanos. Nessa etapa, palitos de fio dental revestidos com um corante fluorescente foram utilizados para verificar se a aplicação atingia o sulco gengival, alvo da tecnologia. Resultado? O corante foi detectado no sulco em aproximadamente 60% dos participantes, demonstrando que o método é viável e promissor para uso clínico futuro.


Futuro


Os resultados obtidos até o momento demonstram o enorme potencial dessa tecnologia em transformar o modo como as vacinas são administradas. No entanto, ainda há etapas importantes a serem superadas antes que o “fio dental vacinal” chegue ao uso clínico. De acordo com especialistas, o próximo passo será avaliar a técnica em voluntários com diferentes condições de saúde gengival, o que permitirá entender melhor como o produto se comporta em populações diversas. Além disso, será fundamental aperfeiçoar a formulação dos materiais vacinais, garantindo adesão prolongada e liberação controlada dos antígenos na mucosa gengival.

[…]


Fonte: FERREIRA, V. G. Fio dental que imuniza? A ciência por
trás de uma nova forma de vacinação. Revista Blog do Profissão
Biotec, v. 12, 2026. Disponível em: <https://profissaobiotec.com.br/
fio-dental-que-imuniza-a-ciencia-por-tras-de-uma-nova-forma-de-
-vacinacao>.
Após a leitura do texto, avalie as informações apresentadas e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4241974 Regimento Interno
Considerando o Regimento Interno do CRT‑SP e as resoluções éticas e fiscalizatórias do Sistema CFT/CRTs, julgue o item a seguir.
A cobrança judicial de multas administrativas definitivamente constituídas por conselho profissional segue, em regra, o mesmo rito sumaríssimo dos juizados especiais cíveis estaduais.
Alternativas
Q4241973 Direito Administrativo
Considerando o Regimento Interno do CRT‑SP e as resoluções éticas e fiscalizatórias do Sistema CFT/CRTs, julgue o item a seguir.
A aplicação de penalidades administrativas dispensa a observância de critérios de proporcionalidade, desde que haja infração formalmente configurada.
Alternativas
Q4241972 Direito Administrativo
Considerando o Regimento Interno do CRT‑SP e as resoluções éticas e fiscalizatórias do Sistema CFT/CRTs, julgue o item a seguir.
No âmbito do processo administrativo contencioso, a intempestividade na apresentação da defesa pelo sujeito passivo autuado opera, em regra, como óbice ao conhecimento da peça processual, impedindo o exame do mérito pela autoridade julgadora.
Alternativas
Q4241971 Direito Administrativo
Considerando o Regimento Interno do CRT‑SP e as resoluções éticas e fiscalizatórias do Sistema CFT/CRTs, julgue o item a seguir.
O ato administrativo de lavratura do auto de infração, decorrente do exercício da atividade de fiscalização do CRT‑SP, transfere ao autuado o ônus de produzir prova inequívoca em contrário para que se possam afastar os fatos descritos pelo agente fiscal.
Alternativas
Q4241970 Regimento Interno
Considerando o Regimento Interno do CRT‑SP e as resoluções éticas e fiscalizatórias do Sistema CFT/CRTs, julgue o item a seguir.
Suponha‑se que, em um julgamento no CRT‑SP, o diretor que presidia a sessão fosse irmão do responsável técnico da empresa interessada. Nesse caso, é correto afirmar que, sendo uma atuação colegiada, a sua participação seria aceitável, afastando‑se, assim, a parcialidade.
Alternativas
Q4241969 Regimento Interno
Considerando o Regimento Interno do CRT‑SP e as resoluções éticas e fiscalizatórias do Sistema CFT/CRTs, julgue o item a seguir.
As vedações éticas relativas ao uso do mandato para a obtenção de benefícios privados aplicam‑se ao conselheiro do CRT‑SP, inclusive após o encerramento das sessões ou dos procedimentos deliberativos, subsistindo o dever de integridade sobre informações e atos decorrentes da função pública exercida.
Alternativas
Q4241968 Regimento Interno
Considerando o Regimento Interno do CRT‑SP e as resoluções éticas e fiscalizatórias do Sistema CFT/CRTs, julgue o item a seguir.
A advertência pública, quando for prevista e aplicada nos termos normativos, possuirá caráter censório e poderá demandar publicidade institucional.
Alternativas
Q4241967 Regimento Interno
Considerando o Regimento Interno do CRT‑SP e as resoluções éticas e fiscalizatórias do Sistema CFT/CRTs, julgue o item a seguir.
Denúncias anônimas, mesmo desprovidas de elementos mínimos, impõem a instauração imediata de processo ético sancionador.
Alternativas
Q4241966 Regimento Interno
Considerando o Regimento Interno do CRT‑SP e as resoluções éticas e fiscalizatórias do Sistema CFT/CRTs, julgue o item a seguir.
Um técnico industrial poderá ser punido em processo ético sem ser previamente intimado para se defender, desde que a gravidade da infração esteja no rol dos casos de flexibilização do contraditório.
Alternativas
Q4241965 Legislação Federal
Considerando o Regimento Interno do CRT‑SP e as resoluções éticas e fiscalizatórias do Sistema CFT/CRTs, julgue o item a seguir.
À luz do Código de Ética Profissional dos Técnicos Industriais, a conduta do profissional que apõe a sua assinatura em projetos, laudos ou trabalhos técnicos elaborados por terceiros, sem que haja concorrido efetivamente para sua execução, configurará infração de natureza ética, bem como caracteriza acobertamento ao exercício ilegal da profissão.
Alternativas
Q4241964 Direito Administrativo
Considerando o Regimento Interno do CRT‑SP e as resoluções éticas e fiscalizatórias do Sistema CFT/CRTs, julgue o item a seguir.
Na estrutura organizacional do CRT‑SP, o plenário qualifica‑se como a instância deliberativa superior da autarquia, detendo competência privativa para apreciar e julgar, em grau de recurso, as decisões das câmaras especializadas e da diretoria executiva no âmbito regional.
Alternativas
Q4241963 Regimento Interno
Considerando o Regimento Interno do CRT‑SP e as resoluções éticas e fiscalizatórias do Sistema CFT/CRTs, julgue o item a seguir.
A diretoria executiva do CRT‑SP é composta de membros nomeados livremente pelo governador do estado.
Alternativas
Q4241962 Legislação Federal
Com base na legislação do Sistema CFT/CRTs, julgue o item a seguir.
No âmbito de suas respectivas circunscrições territoriais, cumpre aos Conselhos Regionais dos Técnicos Industriais a operacionalização do poder de polícia funcional, manifestado por meio da arrecadação de receitas, fiscalização do exercício profissional e aplicação de sanções disciplinares.
Alternativas
Q4241961 Legislação Federal
Com base na legislação do Sistema CFT/CRTs, julgue o item a seguir.
À luz da Lei nº 13.639/2018, o Conselho Federal e os Conselhos Regionais dos Técnicos Industriais foram instituídos como pessoas jurídicas de direito público, dotadas de autonomia administrativa e financeira, qualificando‑se legalmente como autarquias corporativas.
Alternativas
Respostas
3501: D
3502: E
3503: A
3504: C
3505: B
3506: D
3507: E
3508: E
3509: C
3510: C
3511: E
3512: C
3513: C
3514: E
3515: E
3516: C
3517: C
3518: E
3519: C
3520: C