Questões de Concurso Para psiquiatria

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Q3606105 Psiquiatria
Sobre a absorção e excreção renal do lítio:
Alternativas
Q3606104 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 59 anos, portadora de transtorno afetivo bipolar do tipo I com histórico de prescrição de carbonato de lítio, são identificados sintomas que incluem tremores, fasciculações musculares, cefaleia, náuseas, dor abdominal, diarreia, polidipsia, poliúria, sonolência e letargia.
Sobre a conduta indicada para essa paciente:
Alternativas
Q3606103 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 59 anos, portadora de transtorno afetivo bipolar do tipo I com histórico de prescrição de carbonato de lítio, são identificados sintomas que incluem tremores, fasciculações musculares, cefaleia, náuseas, dor abdominal, diarreia, polidipsia, poliúria, sonolência e letargia.
A provável litemia e a melhor interpretação correspondente da correlação dos sintomas:
Alternativas
Q3606102 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 72 anos, foi levada pela família ao ambulatório de psiquiatria por apresentar esquecimentos. Seu marido relata que ela sempre foi normal, mas que de alguns meses para cá começou a ficar desleixada no cuidado da casa, esquecendo a comida no fogão até esta queimar, e esquecendo também a data de pagar as contas, o que durante toda a vida havia sido sua atribuição. Relata que isto ocorreu de repente e nega que venha piorando nos últimos meses. Além disso, a paciente esqueceu também o nome de alguns vizinhos e parentes e perde-se se sair sozinha pelas imediações de sua casa. Ao exame fisico, constata-se uma leve paresia de membro superior direito, que o marido afirma ter ocorrido na mesma época que começaram os esquecimentos. A paciente é hipertensa e tabagista.
Para controle dos sintomas, considerando o contexto do SUS, qual dentre as opções seria a melhor opção terapêutica?
Alternativas
Q3606101 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 72 anos, foi levada pela família ao ambulatório de psiquiatria por apresentar esquecimentos. Seu marido relata que ela sempre foi normal, mas que de alguns meses para cá começou a ficar desleixada no cuidado da casa, esquecendo a comida no fogão até esta queimar, e esquecendo também a data de pagar as contas, o que durante toda a vida havia sido sua atribuição. Relata que isto ocorreu de repente e nega que venha piorando nos últimos meses. Além disso, a paciente esqueceu também o nome de alguns vizinhos e parentes e perde-se se sair sozinha pelas imediações de sua casa. Ao exame fisico, constata-se uma leve paresia de membro superior direito, que o marido afirma ter ocorrido na mesma época que começaram os esquecimentos. A paciente é hipertensa e tabagista.
Qual é seu diagnóstico mais provável?
Alternativas
Q3606100 Psiquiatria
Paciente feminina, 65 anos, casada, mãe de quatro filhos, um dos quais é portador de depressão recorrente, também ela já tendo passado por dois episódios depressivos (um 6 anos atrás, de 8 meses, e outro 2 anos atrás, de 9 meses). mostrava-se em síndrome depressiva e, devido à manifestação clínica no momento da entrevista e aos antecedentes pessoais e familiares, foi medicada com inibidor seletivo da recaptação de serotonina. Em 20 dias, já se mostrava significativamente melhorada. Ao final de um período de 40 dias, praticamente assintomática em relação à sintomatologia afetiva, queixou-se de dificuldade de "focalizar a visão". Descreveu o que se pode denominar diplopia e redução dos campos visuais. Nesse momento, queixou-se, também, de sentir um odor diferente, que não soube reconhecer ou descrever. As funções cognitivas, ao exame apoiado na entrevista, não se mostraram alteradas. 

Nessa situação, qual é a melhor conduta médica a ser tomada? 
Alternativas
Q3606099 Psiquiatria
Diante de um quadro depressivos sem antecedente de episódio maníaco, são fatores semiológicos que podem sugerir de bipolaridade?
Alternativas
Q3606098 Psiquiatria
Paciente feminina, 25 anos, portadora de retardo mental, no momento sem alterações comportamentais, vem se tratando com psiquiatra do serviço público, pois é de baixo nível social, cultural e financeiro, mas tem consultas regulares e boa adesão ao tratamento (sua mãe a acompanha e orienta o tratamento). Entre outras drogas (anticonvulsivante, hipnótico e ansiolítico), faz uso de antidepressivo tricíclico. Tem usado, também, 200 mg do antipsicótico sulpirida/dia, por um período que se estende por mais de 90 dias, com muito bom resultado, o que não aconteceu com vários outros neurolépticos. Há 15 dias, começou a produzir secreção láctea, e isso motivou uma consulta com ginecologista do setor público. Sem o apoio de exames complementares, a profissional que atendeu a paciente informou à sua mãe que a paciente tinha um tumor cerebral. Essa informação desencadeou intensa ansiedade na família.

No retorno com o psiquiatra assistente, qual dentre as opções é a melhor conduta médica para o caso?
Alternativas
Q3606096 Psiquiatria
Paciente 13 anos, sexo masculino, comparece a consulta psiquiátrica pela primeira vez, por encaminhamento da escola. Apresenta queda atual do rendimento escolar, associado a distratibilidade, envolvimentos em conflitos no recreio e escassa aceitação das regras disciplinares em sala de aula. Em casa, sua mãe relata um comportamento desafiador, mau humor e queixas freqüentes de náuseas e cefaléia. Era o capitão do time de futebol da rua onde morava até o ano anterior, mas atualmente se recusa a realizar qualquer atividade desportiva. Os pais referem que começaram a perceber estas alterações há aproximadamente um ano após a transferência da família do interior para o Rio de Janeiro.

O quadro clínico descrito reúne mais critérios para a hipótese diagnóstica principal de:
Alternativas
Q3606095 Psiquiatria
Paciente feminina, 79 anos, previamente normal, em uso de tiazídicos para hipertensão discreta, apresentou quadro de herpes zóster e foi medicada com carbamazepina para a dor neural. Após alguns dias, mostra-se aprosséxica, desmotivada, apática, apragmática, com o olhar perdido, pouco responsiva, sem estabelecer contato interpessoal. Exames de eletrólitos mostram Na+ 122 mmol/L, K+ 4 mmol/L.

O diagnóstico mais provável e a medida terapêutica mais adequada são:
Alternativas
Q3606094 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 30 anos, chegou ao pronto socorro, trazida por policiais, com quadro de agitação intensa. Foi retirada de um supermercado, pois estava sem roupa e dizia que era a modelo mais importante do mundo. A família foi localizada e relatou que há três semanas ela começou a ter insônia, passar as noites andando, cantando e desfilando pela casa. Ela possui duas internações anteriores por episódios depressivos graves. Nunca tinha apresentado um quadro como o atual. Ao exame psíquico apresentava-se desinibida, sexualizada, logorreica, com discurso com conteúdo grandioso e humor exaltado. A paciente possui antecedentes de glomerulonefrite, hipotireoidismo, hipertensão arterial e aumento de triglicérides.
Das alternativas abaixo, qual representa a melhor opção terapêutica para a paciente:
Alternativas
Q3606093 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 30 anos, chegou ao pronto socorro, trazida por policiais, com quadro de agitação intensa. Foi retirada de um supermercado, pois estava sem roupa e dizia que era a modelo mais importante do mundo. A família foi localizada e relatou que há três semanas ela começou a ter insônia, passar as noites andando, cantando e desfilando pela casa. Ela possui duas internações anteriores por episódios depressivos graves. Nunca tinha apresentado um quadro como o atual. Ao exame psíquico apresentava-se desinibida, sexualizada, logorreica, com discurso com conteúdo grandioso e humor exaltado. A paciente possui antecedentes de glomerulonefrite, hipotireoidismo, hipertensão arterial e aumento de triglicérides.
O diagnóstico mais provável para esta paciente é
Alternativas
Q3606092 Psiquiatria
Paciente masculino, 31 anos, vem ao pronto socorro trazido por vizinhos para avaliação devido a quadro de agitação há 1 hora. Apresenta-se inquieto, diz que não consegue ficar parado, levanta e senta na cadeira várias vezes. Acompanhantes relatam que o paciente esteve internado em hospital psiquiátrico durante 20 dias e teve alta há 3 dias. Mora só, e um dos vizinhos fornece suas refeições. Ao levar o almoço, o vizinho notou que o paciente estava inquieto, gesticulando e andando pela sala. Paciente trouxe seus medicamentos em uma sacola, que continha fluoxetina 20 mg, haloperidol 5 mg e diazepan 10 mg. Ao exame físico, apresenta pressão arterial 130 x 80 mmHg, freqüência cardíaca 110 batimentos por minuto, freqüência respiratória 22 movimentos respiratórios por minuto, afebril, sem outras alterações. Ao exame psíquico, vigil, condições de higiene precárias, atenção voluntária reduzida e espontânea aumentada, orientado alopsiquicamente, humor plano, afeto hipomodulante e hiporresssonante, balbucia palavras incompreensíveis, enquanto coça a cabeça e o tronco.

Qual é o diagnóstico mais provável para os sintomas apresentados?
Alternativas
Q3606091 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 78 anos, avaliado em regime de interconsulta pela psiquiatria a pedido da clínica médica. A paciente foi levada ao hospital por familiares devido ao comportamento considerado "estranho" pelos acompanhantes iniciado no dia anterior. À admissão, o relato era de que a paciente apresentava-se consciente, porém confusa, com discreta agitação psicomotora, discurso incoerente e resposta inadequada aos comandos verbais. A filha informou que a paciente estava fazendo uso de medicamentos anticolinérgicos para dor abdominal e teve vários episódios de diarreia. Foi indicada internação para observação clínica. Foram solicitados exames laboratoriais, tomografia computadorizada de crânio e instituída hidratação com correção hidroeletrolítica. Na avaliação pela psiquiatria, apresentou desatenta porém orientada, não reconheceu os familiares, discurso confuso. Exame dificultado por pouca cooperação da paciente.
Ao ser questionado pela família sobre o risco de demência associado à manifestação da paciente, qual seria a melhor resposta a ser oferecida pelo médico ou médica responsável pela assistência à paciente:
Alternativas
Q3606090 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 78 anos, avaliado em regime de interconsulta pela psiquiatria a pedido da clínica médica. A paciente foi levada ao hospital por familiares devido ao comportamento considerado "estranho" pelos acompanhantes iniciado no dia anterior. À admissão, o relato era de que a paciente apresentava-se consciente, porém confusa, com discreta agitação psicomotora, discurso incoerente e resposta inadequada aos comandos verbais. A filha informou que a paciente estava fazendo uso de medicamentos anticolinérgicos para dor abdominal e teve vários episódios de diarreia. Foi indicada internação para observação clínica. Foram solicitados exames laboratoriais, tomografia computadorizada de crânio e instituída hidratação com correção hidroeletrolítica. Na avaliação pela psiquiatria, apresentou desatenta porém orientada, não reconheceu os familiares, discurso confuso. Exame dificultado por pouca cooperação da paciente.
Em relação ao caso descrito:
Alternativas
Q3606089 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 78 anos, avaliado em regime de interconsulta pela psiquiatria a pedido da clínica médica. A paciente foi levada ao hospital por familiares devido ao comportamento considerado "estranho" pelos acompanhantes iniciado no dia anterior. À admissão, o relato era de que a paciente apresentava-se consciente, porém confusa, com discreta agitação psicomotora, discurso incoerente e resposta inadequada aos comandos verbais. A filha informou que a paciente estava fazendo uso de medicamentos anticolinérgicos para dor abdominal e teve vários episódios de diarreia. Foi indicada internação para observação clínica. Foram solicitados exames laboratoriais, tomografia computadorizada de crânio e instituída hidratação com correção hidroeletrolítica. Na avaliação pela psiquiatria, apresentou desatenta porém orientada, não reconheceu os familiares, discurso confuso. Exame dificultado por pouca cooperação da paciente.
O quadro descrito é causado pela disfunção predominante de qual neurotransmissor?
Alternativas
Q3606088 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 78 anos, avaliado em regime de interconsulta pela psiquiatria a pedido da clínica médica. A paciente foi levada ao hospital por familiares devido ao comportamento considerado "estranho" pelos acompanhantes iniciado no dia anterior. À admissão, o relato era de que a paciente apresentava-se consciente, porém confusa, com discreta agitação psicomotora, discurso incoerente e resposta inadequada aos comandos verbais. A filha informou que a paciente estava fazendo uso de medicamentos anticolinérgicos para dor abdominal e teve vários episódios de diarreia. Foi indicada internação para observação clínica. Foram solicitados exames laboratoriais, tomografia computadorizada de crânio e instituída hidratação com correção hidroeletrolítica. Na avaliação pela psiquiatria, apresentou desatenta porém orientada, não reconheceu os familiares, discurso confuso. Exame dificultado por pouca cooperação da paciente.
Qual é o prognóstico mais provável para o quadro?
Alternativas
Q3606087 Psiquiatria

Imagem associada para resolução da questão


Sobre a atuação dos antipsicóticos considerando as vias monoaminérgicas representadas na figura:



Alternativas
Q3606086 Psiquiatria
Caso clínico para responder às questões 49 e 50. Paciente masculino, 32 anos, foi levado ao pronto-socorro pelo SAMU depois que a namorada chamou o 192 para relatar que ele estava ameaçando pular da janela do hotel. Após fumar um cigarro de maconha começou a acreditar que uma tatuagem recente tinha traços que escondiam poderes misteriosos. Logo ficou convencido de que o tatuador estava conspirando com outras pessoas contra ele e que namorada o traía. Ele foi admitido na unidade de internação psiquiátrica. No dia seguinte, a família compareceu e revelou que o paciente já havia sido hospitalizado outras quatro vezes por questões psiquiátricas: duas vezes com sintomas clássicos de mania, uma vez devido a depressão e sete meses antes, o paciente havia sido internado devido a um episódio de psicose induzida por cannabis, que respondeu bem a risperidona.

No segundo dia da internação, o paciente começou a perceber que sua esposa não o traia e que os símbolos em sua tatuagem não tinham significado. Ao terceiro dia, afirmou espontaneamente que a paranoia havia sido resultado da intoxicação por cannabis. Recusou-se a continuar com risperidona, mas prosseguiu com a monoterapia com lítio. Ele teve alta com consulta de acompanhamento com seu psiquiatra ambulatorial.
Considerando a recusa do paciente em dar continuidade ao uso da risperidona, a postura do médico perante o paciente neste caso deve ser:
Alternativas
Q3606085 Psiquiatria
Caso clínico para responder às questões 49 e 50. Paciente masculino, 32 anos, foi levado ao pronto-socorro pelo SAMU depois que a namorada chamou o 192 para relatar que ele estava ameaçando pular da janela do hotel. Após fumar um cigarro de maconha começou a acreditar que uma tatuagem recente tinha traços que escondiam poderes misteriosos. Logo ficou convencido de que o tatuador estava conspirando com outras pessoas contra ele e que namorada o traía. Ele foi admitido na unidade de internação psiquiátrica. No dia seguinte, a família compareceu e revelou que o paciente já havia sido hospitalizado outras quatro vezes por questões psiquiátricas: duas vezes com sintomas clássicos de mania, uma vez devido a depressão e sete meses antes, o paciente havia sido internado devido a um episódio de psicose induzida por cannabis, que respondeu bem a risperidona.

No segundo dia da internação, o paciente começou a perceber que sua esposa não o traia e que os símbolos em sua tatuagem não tinham significado. Ao terceiro dia, afirmou espontaneamente que a paranoia havia sido resultado da intoxicação por cannabis. Recusou-se a continuar com risperidona, mas prosseguiu com a monoterapia com lítio. Ele teve alta com consulta de acompanhamento com seu psiquiatra ambulatorial.
Qual é a relação entre o uso de cannabis e o quadro apresentado pelo paciente?
Alternativas
Respostas
4421: D
4422: C
4423: B
4424: B
4425: D
4426: B
4427: C
4428: B
4429: C
4430: A
4431: A
4432: D
4433: B
4434: A
4435: C
4436: D
4437: B
4438: D
4439: D
4440: A