Paciente feminina, 25 anos, portadora de retardo mental, no
momento sem alterações comportamentais, vem se tratando
com psiquiatra do serviço público, pois é de baixo nível
social, cultural e financeiro, mas tem consultas regulares e
boa adesão ao tratamento (sua mãe a acompanha e orienta o
tratamento). Entre outras drogas (anticonvulsivante,
hipnótico e ansiolítico), faz uso de antidepressivo tricíclico.
Tem usado, também, 200 mg do antipsicótico sulpirida/dia,
por um período que se estende por mais de 90 dias, com
muito bom resultado, o que não aconteceu com vários outros
neurolépticos. Há 15 dias, começou a produzir secreção
láctea, e isso motivou uma consulta com ginecologista do
setor público. Sem o apoio de exames complementares, a
profissional que atendeu a paciente informou à sua mãe que a
paciente tinha um tumor cerebral. Essa informação
desencadeou intensa ansiedade na família.
No retorno com o psiquiatra assistente, qual dentre as opções
é a melhor conduta médica para o caso?
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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