Paciente feminina, 65 anos, casada, mãe de quatro filhos, um
dos quais é portador de depressão recorrente, também ela já
tendo passado por dois episódios depressivos (um 6 anos
atrás, de 8 meses, e outro 2 anos atrás, de 9 meses).
mostrava-se em síndrome depressiva e, devido à
manifestação clínica no momento da entrevista e aos
antecedentes pessoais e familiares, foi medicada com
inibidor seletivo da recaptação de serotonina. Em 20 dias, já
se mostrava significativamente melhorada. Ao final de um
período de 40 dias, praticamente assintomática em relação à
sintomatologia afetiva, queixou-se de dificuldade de
"focalizar a visão". Descreveu o que se pode denominar
diplopia e redução dos campos visuais. Nesse momento,
queixou-se, também, de sentir um odor diferente, que não
soube reconhecer ou descrever. As funções cognitivas, ao
exame apoiado na entrevista, não se mostraram alteradas.
Nessa situação, qual é a melhor conduta médica a ser
tomada?
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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