Questões de Concurso
Para pedagogia
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Maria Lúcia Amiralian (2004), no artigo “Sou cego ou enxergo? As questões da baixa visão”, indica que parece não existir uma compreensão clara do que sejam pessoas com baixa visão. Em sua pesquisa, qualitativa, ela analisou fenômenos específicos desse grupo.
Assinale a alternativa que está em consonância com um dos fenômenos citados pela autora.
Masini (2014), na obra O perceber de quem está na escola sem dispor da visão, apresenta um breve delineamento histórico, apresentando instituições que foram criadas para atendimento à pessoa com deficiência visual.
Assinale a alternativa que corresponde ao nome original da primeira instituição voltada a esse público no Brasil.
Masini (2014), na obra O perceber de quem está na escola sem dispor da visão, discute os aspectos necessários para que o educador desenvolva um trabalho de qualidade com estudantes com deficiência visual. A autora ressalta a importância de o educador estar atento a determinados pontos em sua prática pedagógica.
Um desses pontos consiste em
Mariana é uma criança cega matriculada em escola regular. A professora percebe que ela interage e aprende de forma distinta das crianças que enxergam, com uso prioritário de audição e tato para explorar objetos.
Considerando esse contexto e os apontamentos de Amorim e Alves (A criança cega vai à escola: preparando para a alfabetização, 2008), assinale a alternativa que descreve corretamente uma consequência da ausência da visão.
Em A criança cega vai à escola: preparando para a alfabetização (Célia Amorim e Maria Glicélia Alves, 2008), as autoras afirmam que, normalmente, quando a criança cega é bem estimulada e recebe o apoio necessário nos primeiros anos de vida, chega aos 3 ou 4 anos com um desenvolvimento próximo ao da criança que enxerga.
Nessa fase, segundo as autoras, quanto ao motor amplo e ao desenvolvimento da criança cega, um dos principais critérios a serem observados é o de que a criança
Em Atendimento Educacional Especializado: deficiência visual (MEC, 2007), na seção “Quando falta a visão”, as autoras apresentam recomendações acerca da baixa visão.
Entre essas recomendações, está
No documento Atendimento Educacional Especializado: deficiência visual (MEC, 2007), as autoras – Elizabet Dias de Sá, Izilda Maria de Campos e Myriam Beatriz Campolina Silva – destacam que a linguagem, a comunicação e as múltiplas formas de expressão cultural e artística envolvem imagens e apelos visuais cada vez mais complexos e sofisticados.
Diante dessa realidade, as autoras propõem uma reflexão sobre as propostas pedagógicas inclusivas voltadas a estudantes cegos e com baixa visão, indicando que é necessário
Trentin (2018) expõe o seguinte caso: Maria é professora do 3º ano do ensino fundamental, recebeu em sua turma um aluno com deficiência intelectual. No decorrer do ano, o aluno esteve inserido em sala de aula, no entanto, não participou das atividades realizadas na turma. O aluno não tem nada escrito no livro e muito menos no caderno. Na escola, nem o lápis ele pega. A turma, assim como a professora, o ignora, não havendo interações sociais.
O ambiente limitador e a ausência de relações sociais
Nunes (2013) apresenta a seguinte situação: uma criança com deficiência intelectual imita uma ação que observou alguém realizando, pode ser escrevendo, falando, manipulando objetos etc.
Nesse caso, segundo a autora, a criança
Nunes (2013) enfatiza (…) para que uma situação de ensino inclusivo seja caracterizada, é preciso que estejam garantidas as três premissas: inserção, participação e aprendizagem acadêmica.
Dessa forma, o planejamento de ações pedagógicas direcionadas a alunos com deficiência intelectual na escola comum precisa
Omote e Cabral (2022) reforçam que a inclusão passou, nos últimos anos, a ser a nova palavra de ordem na Educação Especial brasileira. Há os defensores apaixonados da nova ideia, e há outros reticentes, um tanto descrentes ou até desconfiados.
No Brasil, a ideia da inclusão passou a fazer parte do vocabulário da maioria dos educadores especiais e demais profissionais da área, a partir, principalmente,
Ropoli et al. (2010) salientam que as parcerias intersetoriais e com a comunidade onde a escola está inserida estão entre as prioridades do Projeto Político-Pedagógico, pois a educação não é apenas uma área restrita aos órgãos do sistema educacional.
Nesse sentido, é correto afirmar:
Ropoli et al. (2010) afirmam que os professores comuns e os da Educação Especial precisam se envolver para que seus objetivos específicos de ensino sejam alcançados, compartilhando um trabalho interdisciplinar e colaborativo. As funções do professor de Educação Especial são abertas à articulação com as atividades desenvolvidas intra e extraescolar.
Assinale a alternativa que apresenta atividades de cunho extraescolar
O trabalho do professor de atendimento educacional especializado, voltado para o aluno com deficiência intelectual (DI), caracteriza-se essencialmente pela realização de ações específicas sobre os mecanismos de aprendizagem e desenvolvimento desses alunos.
Nesse sentido, o professor deve
Trentin (2018) apresenta um texto sobre a intervenção em estimulação precoce no processo de desenvolvimento da criança com deficiência.
Em relação a esse tema, é correto afirmar:
Pletsch (2014) afirma que a escolarização de pessoas com deficiência intelectual no Brasil foi e continua sendo marcada por contradições e ambiguidades, que vão desde a omissão do Estado no oferecimento da educação pública, passando pelo período das políticas segregacionistas até as atuais políticas de inclusão.
Nessa agenda, o Brasil tem
Pletsch (2014) focaliza as propostas de flexibilização e adaptação curricular em sintonia com os dispositivos do documento Adaptações Curriculares: estratégias para a educação de alunos com necessidades educacionais especiais (Brasil, 1998), que integra o conjunto dos Parâmetros Curriculares Nacionais.
A autora faz uma crítica negativa ao documento no que diz respeito ao alunado com deficiência intelectual. Trata-se de: