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Q3904258 Segurança e Saúde no Trabalho

Sobre a operação e a manutenção básica de equipamentos de copa, como cafeteiras, chaleiras elétricas e liquidificadores, analise as assertivas a seguir.



I. A limpeza deve ser realizada com o equipamento desligado e desconectado da tomada.


II. O uso de líquidos acima do limite indicado pode comprometer o funcionamento do equipamento.


III. A verificação periódica de cabos e plugues contribui para a segurança no uso diário.



Está(ão) CORRETA(S): 

Alternativas
Q3904257 Nutrição
Na manipulação de alimentos, o uso de utensílios separados para alimentos crus e cozidos tem como objetivo prevenir:
Alternativas
Q3904256 Saúde Pública
A limpeza manual úmida de superfícies é indicada para: 
Alternativas
Q3904255 Nutrição
A limpeza realizada diariamente para manter a higiene e reduzir a sujidade em ambientes em uso contínuo é denominada limpeza:
Alternativas
Q3904254 Gestão de Saúde e Administração Hospitalar
Em ambientes de saúde, áreas como salas de procedimentos e cozinhas hospitalares, que exigem maior controle de limpeza e desinfecção, são classificadas como áreas:
Alternativas
Q3904253 Engenharia Ambiental e Sanitária
Na padronização das cores utilizadas na coleta seletiva, a lixeira destinada ao descarte de resíduos plásticos é identificada pela cor:
Alternativas
Q3904191 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
De acordo com a Lei Orgânica do Município de Paial, compete exclusivamente à Câmara Municipal autorizar o Prefeito a ausentar-se do Município quando a ausência exceder o prazo de:
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Q3904190 Direito Constitucional
Nos termos da Lei Orgânica do Município de Paial, o Município integra a união indissolúvel da República Federativa do Brasil e tem como fundamentos, EXCETO: 
Alternativas
Q3904189 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina

Com base na Lei Orgânica do Município de Paial, no que se refere à Câmara Municipal, analise as assertivas a seguir.



I. O Poder Legislativo municipal é exercido pela Câmara Municipal, sendo que cada Legislatura possui duração de quatro anos, correspondendo cada ano a uma sessão legislativa.


II. A Câmara Municipal é composta por Vereadores eleitos pelo sistema proporcional, como representantes do povo, com mandato de quatro anos.



Das assertivas, pode-se afirmar que: 

Alternativas
Q3904188 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
De acordo com a Lei Orgânica do Município de Paial, no que se refere às vedações impostas ao Município, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3904187 Matemática
Em uma loja, um produto que custava R$ 80,00 recebeu um desconto de 25%. O valor pago após o desconto foi de:
Alternativas
Q3904186 Matemática
Para sinalizar um espaço, foram utilizados 5 rolos de fita, cada um com 2,5 metros de comprimento. Durante o trabalho, 3 metros de fita foram perdidos por corte inadequado, e 0,5 metro permaneceu sem uso ao final. O comprimento total de fita efetivamente utilizado foi de: 
Alternativas
Q3904185 Matemática
Em uma compra, uma pessoa adquiriu 3 produtos de R$ 8,00 cada e 1 produto de R$ 6,00. O pagamento foi realizado com uma única nota de R$ 50,00. O valor do troco recebido foi de:
Alternativas
Q3904184 Matemática
Em um almoxarifado, foram separados 12 kg de material para distribuição. Esse material foi dividido igualmente em 4 caixas. O tempo gasto para organizar cada caixa foi de 15 minutos. Considerando essas informações, a massa em cada caixa e o tempo total gasto, respectivamente, correspondem a:
Alternativas
Q3904183 Matemática
Em uma escola, foram comprados 4 pacotes com 12 cadernos em cada um. Do total adquirido, 15 cadernos foram distribuídos pela manhã e o restante foi organizado igualmente em 3 caixas. A quantidade de cadernos colocada em cada caixa corresponde a:
Alternativas
Q3904182 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Controle



    Há uma tendência interessante capitaneada pela geração Z (nascidos entre 1997 e 2012): muitos simplesmente não consomem nem se interessam por bebidas alcóolicas. O mais relevante: segundo pesquisas realizadas com essa faixa etária, ficar bêbado é visto como coisa de fracassado e de gente descontrolada, justamente numa época em que o autocontrole virou sinônimo de poder.

    A tendência é tão significativa que já acendeu o sinal de alerta em gigantes mundiais do setor, como a Ambev, que está adaptando seus produtos para a geração Z desenvolvendo mais opções sem álcool ou com baixo teor etílico, além de bebidas saudáveis. Aliás, outra característica dessa geração é a prática de atividade física regular e cuidados com a saúde, o que me leva a pensar bem empiricamente e instintivamente o quanto disso, na verdade, tem a ver com o pós-pandemia.

    A pandemia nos roubou totalmente o controle das nossas próprias vidas e colocou em risco a saúde de todos. Se para nós que éramos adultos na época já foi um trauma, imagina para uma criança ou pré-adolescente que se viu trancafiado dentro de casa, que não podia mais ir à escola, que observava os pais preocupados diuturnamente, que acessava a internet e assistia a vídeos assustadores como o do tal divulgador científico Atila Iamarino falando em “um milhão de mortos” logo no início da covid-19.

    Era muita informação para pouca maturidade. A geração Z se deu conta cedo demais do tanto que não podemos controlar e do tanto que podemos perder por estarmos à mercê de fatores externos. Por isso, muitos deles valorizam estoicamente o que podem controlar: seus hábitos, suas escolhas, o domínio sobre seu próprio corpo e sua própria mente. Na visão desses jovens, qualquer substância que leve à perda do controle de si mesmo acaba sendo vista como uma coisa meio idiota, de gente medíocre. Uma “champagne que pisca” na área vip de uma balada era sinônimo de status para os millennials; já para as novas gerações é algo simplesmente brega e desprovido de qualquer sentido.

    Essas questões de retomada de controle por meio da busca de uma vida mais saudável nos revelam um dos poucos impactos positivos da pandemia. Contudo, infelizmente, existem pouquíssimos estudos sobre o lado perverso de querer superar um trauma tentando impor controle não a si mesmo, mas ao outro mais fraco e mais vulnerável. Quando vamos realmente dar a devida atenção a isso?



Autora: Candice Soldatelli - GZH (adaptado). 

A acentuação gráfica decorre, entre outros fatores, da posição da sílaba tônica. Considerando a palavra “hábitos”, assinale a alternativa que indica, corretamente, o motivo de sua acentuação.
Alternativas
Q3904181 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Controle



    Há uma tendência interessante capitaneada pela geração Z (nascidos entre 1997 e 2012): muitos simplesmente não consomem nem se interessam por bebidas alcóolicas. O mais relevante: segundo pesquisas realizadas com essa faixa etária, ficar bêbado é visto como coisa de fracassado e de gente descontrolada, justamente numa época em que o autocontrole virou sinônimo de poder.

    A tendência é tão significativa que já acendeu o sinal de alerta em gigantes mundiais do setor, como a Ambev, que está adaptando seus produtos para a geração Z desenvolvendo mais opções sem álcool ou com baixo teor etílico, além de bebidas saudáveis. Aliás, outra característica dessa geração é a prática de atividade física regular e cuidados com a saúde, o que me leva a pensar bem empiricamente e instintivamente o quanto disso, na verdade, tem a ver com o pós-pandemia.

    A pandemia nos roubou totalmente o controle das nossas próprias vidas e colocou em risco a saúde de todos. Se para nós que éramos adultos na época já foi um trauma, imagina para uma criança ou pré-adolescente que se viu trancafiado dentro de casa, que não podia mais ir à escola, que observava os pais preocupados diuturnamente, que acessava a internet e assistia a vídeos assustadores como o do tal divulgador científico Atila Iamarino falando em “um milhão de mortos” logo no início da covid-19.

    Era muita informação para pouca maturidade. A geração Z se deu conta cedo demais do tanto que não podemos controlar e do tanto que podemos perder por estarmos à mercê de fatores externos. Por isso, muitos deles valorizam estoicamente o que podem controlar: seus hábitos, suas escolhas, o domínio sobre seu próprio corpo e sua própria mente. Na visão desses jovens, qualquer substância que leve à perda do controle de si mesmo acaba sendo vista como uma coisa meio idiota, de gente medíocre. Uma “champagne que pisca” na área vip de uma balada era sinônimo de status para os millennials; já para as novas gerações é algo simplesmente brega e desprovido de qualquer sentido.

    Essas questões de retomada de controle por meio da busca de uma vida mais saudável nos revelam um dos poucos impactos positivos da pandemia. Contudo, infelizmente, existem pouquíssimos estudos sobre o lado perverso de querer superar um trauma tentando impor controle não a si mesmo, mas ao outro mais fraco e mais vulnerável. Quando vamos realmente dar a devida atenção a isso?



Autora: Candice Soldatelli - GZH (adaptado). 

Na Língua Portuguesa, a separação silábica observa critérios fonéticos e ortográficos. Assinale a alternativa que apresenta a separação silábica correta da palavra “gigantes”.
Alternativas
Q3904180 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Controle



    Há uma tendência interessante capitaneada pela geração Z (nascidos entre 1997 e 2012): muitos simplesmente não consomem nem se interessam por bebidas alcóolicas. O mais relevante: segundo pesquisas realizadas com essa faixa etária, ficar bêbado é visto como coisa de fracassado e de gente descontrolada, justamente numa época em que o autocontrole virou sinônimo de poder.

    A tendência é tão significativa que já acendeu o sinal de alerta em gigantes mundiais do setor, como a Ambev, que está adaptando seus produtos para a geração Z desenvolvendo mais opções sem álcool ou com baixo teor etílico, além de bebidas saudáveis. Aliás, outra característica dessa geração é a prática de atividade física regular e cuidados com a saúde, o que me leva a pensar bem empiricamente e instintivamente o quanto disso, na verdade, tem a ver com o pós-pandemia.

    A pandemia nos roubou totalmente o controle das nossas próprias vidas e colocou em risco a saúde de todos. Se para nós que éramos adultos na época já foi um trauma, imagina para uma criança ou pré-adolescente que se viu trancafiado dentro de casa, que não podia mais ir à escola, que observava os pais preocupados diuturnamente, que acessava a internet e assistia a vídeos assustadores como o do tal divulgador científico Atila Iamarino falando em “um milhão de mortos” logo no início da covid-19.

    Era muita informação para pouca maturidade. A geração Z se deu conta cedo demais do tanto que não podemos controlar e do tanto que podemos perder por estarmos à mercê de fatores externos. Por isso, muitos deles valorizam estoicamente o que podem controlar: seus hábitos, suas escolhas, o domínio sobre seu próprio corpo e sua própria mente. Na visão desses jovens, qualquer substância que leve à perda do controle de si mesmo acaba sendo vista como uma coisa meio idiota, de gente medíocre. Uma “champagne que pisca” na área vip de uma balada era sinônimo de status para os millennials; já para as novas gerações é algo simplesmente brega e desprovido de qualquer sentido.

    Essas questões de retomada de controle por meio da busca de uma vida mais saudável nos revelam um dos poucos impactos positivos da pandemia. Contudo, infelizmente, existem pouquíssimos estudos sobre o lado perverso de querer superar um trauma tentando impor controle não a si mesmo, mas ao outro mais fraco e mais vulnerável. Quando vamos realmente dar a devida atenção a isso?



Autora: Candice Soldatelli - GZH (adaptado). 

No trecho “muitos deles valorizam estoicamente o que podem controlar”, a palavra “estoicamente” foi empregada em sentido figurado. Assinale a alternativa que expressa o sentido do termo no contexto do texto.
Alternativas
Q3904179 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Controle



    Há uma tendência interessante capitaneada pela geração Z (nascidos entre 1997 e 2012): muitos simplesmente não consomem nem se interessam por bebidas alcóolicas. O mais relevante: segundo pesquisas realizadas com essa faixa etária, ficar bêbado é visto como coisa de fracassado e de gente descontrolada, justamente numa época em que o autocontrole virou sinônimo de poder.

    A tendência é tão significativa que já acendeu o sinal de alerta em gigantes mundiais do setor, como a Ambev, que está adaptando seus produtos para a geração Z desenvolvendo mais opções sem álcool ou com baixo teor etílico, além de bebidas saudáveis. Aliás, outra característica dessa geração é a prática de atividade física regular e cuidados com a saúde, o que me leva a pensar bem empiricamente e instintivamente o quanto disso, na verdade, tem a ver com o pós-pandemia.

    A pandemia nos roubou totalmente o controle das nossas próprias vidas e colocou em risco a saúde de todos. Se para nós que éramos adultos na época já foi um trauma, imagina para uma criança ou pré-adolescente que se viu trancafiado dentro de casa, que não podia mais ir à escola, que observava os pais preocupados diuturnamente, que acessava a internet e assistia a vídeos assustadores como o do tal divulgador científico Atila Iamarino falando em “um milhão de mortos” logo no início da covid-19.

    Era muita informação para pouca maturidade. A geração Z se deu conta cedo demais do tanto que não podemos controlar e do tanto que podemos perder por estarmos à mercê de fatores externos. Por isso, muitos deles valorizam estoicamente o que podem controlar: seus hábitos, suas escolhas, o domínio sobre seu próprio corpo e sua própria mente. Na visão desses jovens, qualquer substância que leve à perda do controle de si mesmo acaba sendo vista como uma coisa meio idiota, de gente medíocre. Uma “champagne que pisca” na área vip de uma balada era sinônimo de status para os millennials; já para as novas gerações é algo simplesmente brega e desprovido de qualquer sentido.

    Essas questões de retomada de controle por meio da busca de uma vida mais saudável nos revelam um dos poucos impactos positivos da pandemia. Contudo, infelizmente, existem pouquíssimos estudos sobre o lado perverso de querer superar um trauma tentando impor controle não a si mesmo, mas ao outro mais fraco e mais vulnerável. Quando vamos realmente dar a devida atenção a isso?



Autora: Candice Soldatelli - GZH (adaptado). 

Ao questionar, no último parágrafo, a tentativa de impor controle “ao outro mais fraco e mais vulnerável”, a autora sugere que:
Alternativas
Q3904178 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Controle



    Há uma tendência interessante capitaneada pela geração Z (nascidos entre 1997 e 2012): muitos simplesmente não consomem nem se interessam por bebidas alcóolicas. O mais relevante: segundo pesquisas realizadas com essa faixa etária, ficar bêbado é visto como coisa de fracassado e de gente descontrolada, justamente numa época em que o autocontrole virou sinônimo de poder.

    A tendência é tão significativa que já acendeu o sinal de alerta em gigantes mundiais do setor, como a Ambev, que está adaptando seus produtos para a geração Z desenvolvendo mais opções sem álcool ou com baixo teor etílico, além de bebidas saudáveis. Aliás, outra característica dessa geração é a prática de atividade física regular e cuidados com a saúde, o que me leva a pensar bem empiricamente e instintivamente o quanto disso, na verdade, tem a ver com o pós-pandemia.

    A pandemia nos roubou totalmente o controle das nossas próprias vidas e colocou em risco a saúde de todos. Se para nós que éramos adultos na época já foi um trauma, imagina para uma criança ou pré-adolescente que se viu trancafiado dentro de casa, que não podia mais ir à escola, que observava os pais preocupados diuturnamente, que acessava a internet e assistia a vídeos assustadores como o do tal divulgador científico Atila Iamarino falando em “um milhão de mortos” logo no início da covid-19.

    Era muita informação para pouca maturidade. A geração Z se deu conta cedo demais do tanto que não podemos controlar e do tanto que podemos perder por estarmos à mercê de fatores externos. Por isso, muitos deles valorizam estoicamente o que podem controlar: seus hábitos, suas escolhas, o domínio sobre seu próprio corpo e sua própria mente. Na visão desses jovens, qualquer substância que leve à perda do controle de si mesmo acaba sendo vista como uma coisa meio idiota, de gente medíocre. Uma “champagne que pisca” na área vip de uma balada era sinônimo de status para os millennials; já para as novas gerações é algo simplesmente brega e desprovido de qualquer sentido.

    Essas questões de retomada de controle por meio da busca de uma vida mais saudável nos revelam um dos poucos impactos positivos da pandemia. Contudo, infelizmente, existem pouquíssimos estudos sobre o lado perverso de querer superar um trauma tentando impor controle não a si mesmo, mas ao outro mais fraco e mais vulnerável. Quando vamos realmente dar a devida atenção a isso?



Autora: Candice Soldatelli - GZH (adaptado). 

Ao longo do texto, a autora sustenta a ideia de que: 
Alternativas
Respostas
1: D
2: A
3: D
4: B
5: A
6: C
7: A
8: D
9: C
10: B
11: C
12: A
13: D
14: B
15: A
16: B
17: A
18: C
19: A
20: D