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será Relacione as técnicas de auditoria da Coluna I às suas definições na Coluna II.
Coluna I - Técnicas:
1. Exame e contagem física
2. Confirmação
3. Conferência de cálculos
4. Inspeção de documentos
5. Averiguação
6. Correlação
Coluna II - Definições
( ) Obtenção de declaração escrita de terceiros independentes acerca de saldos ou operações.
( ) Verificação aritmética da exatidão de somas, multiplicações e outros cálculos contábeis.
( ) Verificação in loco da existência física de bens, numerário ou estoques.
( ) Análise da coerência entre contas e registros relacionados pelo método das partidas dobradas.
() Formulação de perguntas a funcionários ou administradores para esclarecer dúvidas sobre operações.
( ) Exame da legitimidade e autenticidade de documentos que suportam as transações.
A sequência correta, de cima para baixo, está expressa em:
- a aquisição de uma máquina industrial destinada ao ativo imobilizado;
- a compra de insumos utilizados na industrialização;
- a venda de produtos industrializados a clientes contribuintes;
- a verificação do inventário físico de mercadorias ao final do exercício.
Durante a auditoria, o fiscal confrontou as informações constantes nas NF-e com os registros escriturados na EFD-ICMS/IPI, considerando que a EFD substitui, em meio digital, os livros fiscais tradicionais, incluindo Registro de Entradas, Registro de Saídas, Registro de Inventário, Registro de Apuração do ICMS e o CIAP.
À luz das regras de escrituração fiscal digital e da sistemática prevista no RICMS/MT do ICMS,
Verificou-se que determinadas mercadorias haviam sido recebidas fisicamente pela empresa e registradas no estoque, mas algumas NF-e correspondentes apresentavam inconsistências formais, enquanto outras não possuíam registro de autorização de uso na base da SEFAZ.
Sobre a Nota Fiscal Eletrônica, o Ajuste SINIEF 07/05 dispõe:
A empresa informou que as mercadorias teriam sido "perdidas por avarias e vencimentos", mas não apresentou laudos, registros de baixa ou notas fiscais de saída correspondentes.
Considerando a lógica de auditoria fiscal e os mecanismos de presunção legal previstos no RICMS/MT, é certo que
Com base na NBC TA 530, considere:
I. A amostragem de auditoria consiste na aplicação de procedimentos em menos de 100% dos itens da população relevante, de forma que todas as unidades de amostragem tenham a mesma chance de serem selecionadas, permitindo ao auditor formar conclusão sobre a população.
II. O aumento da distorção ("erro") tolerável definido pelo auditor tende a aumentar o tamanho da amostra, pois o auditor necessita de maior segurança para concluir sobre a população.
III. O risco de amostragem corresponde à possibilidade de a conclusão do auditor, com base na amostra, ser diferente da conclusão que seria alcançada se toda a população fosse examinada.
IV. Na amostragem estatística, é indispensável a seleção aleatória dos itens e o uso da teoria das probabilidades para avaliar os resultados da amostra.
Está correto o que se afirma APENAS em
No curso dos trabalhos, foram observadas as seguintes situações:
I. registro de vendas realizadas no fim do período somente no mês seguinte;
II. reconhecimento antecipado de despesas com fretes de mercadorias ainda não incorridos;
III. omissão de registro de notas fiscais de saída, que acobertaram saídas efetivas de mercadorias;
IV. registro de duplicatas a receber em valor inferior ao efetivamente faturado.
Considerando o disposto no RICMS/MT e a lógica de testes de auditoria para identificação de subavaliação e superavaliação de contas contábeis,
I. Evidência obtida de fontes externas independentes tende a ser mais confiável do que a obtida internamente.
II. A Indagação, isoladamente, geralmente não fornece evidência suficiente e apropriada para suportar opinião de auditoria.
III. A inspeção física de estoques acompanhada da observação da contagem dos estoques fornece evidência sobre a existência dos itens, mas não necessariamente sobre sua propriedade (direito e obrigação da entidade) ou a avaliação destes ativos.
IV. Quanto maiora qualidade da evidência obtida, menor a quantidade de evidência necessária, embora a qualidade não substitua completamentea quantidade.
Está correto o que se afirma APENAS em
O auditor notou que as vendas da empresa são sempre com pagamento à vista.
Intimada, a empresa alegou que a diferença se referia a "adiantamentos de sócios" e "empréstimos informais de terceiros", mas não apresentou contratos, registros contábeis de passivo ou comprovação de origem destes recursos.
Nesse caso, à luz das regras de auditoria fiscal e das presunções legais previstas na legislação do ICMS do Mato Grosso, Auditor Fiscal deverá concluir que:
De acordo com o disposto no Guia Prático EFD ICMS IPI - v.3.1.7, em relação à utilização e ao relacionamento entre registros 0000, 0150, 0200, e o Bloco H da EFD-ICMS/IPI, considere:
I. O registro 0000 identifica o contribuinte, o período de referência e o perfil de apresentação do arquivo, sendo obrigatório em toda EFD transmitida, inclusive nos períodos sem movimentação.
II. O registro 0150 deve conter o cadastro de todos os clientes e fornecedores do contribuinte, ainda que não tenham participado de operações escrituradas no período.
III. O registro 0200 permite a reutilização do mesmo código para itens distintos, desde que pertençam ao mesmo grupo de mercadorias.
IV. O registro C405 tem por finalidade identificar a Redução Z do Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF), consolidando, por equipamento, os totais diários de vendas, cancelamentos e descontos, servindo de base para a escrituração das operações documentadas por cupons fiscais.
V. O Bloco H deve ser apresentado apenas quando houver inventário físico levantado no período, normalmente vinculado ao encerramento do exercício ou a situações exigidas pela legislação fiscal.
Está correto o que se afirma APENAS em
I. O auditor deve manter ceticismo profissional ao longo de toda a auditoria, reconhecendo a possibilidade de existência de distorção relevante decorrente de fraude, independentemente de sua experiência prévia com a entidade.
II. A responsabilidade primária pela prevenção e detecção de fraudes é da governança e da administração da entidade, e não do auditor independente.
III. Independentemente de indícios de fraude, o auditor deve presumir que os registros contábeis são autênticos e dispensar procedimentos adicionais sobre lançamentos manuais de fim de período.
IV. O risco de não detecção de fraude é maior do que o de não detecção de erro, pois fraudes podem envolver conluio, falsificação ou burla de controles.
Está correto o que se afirma APENAS em
A adoção de um imposto de igual magnitude para cada um dos bens, que eleve seus preços em uma unidade, resulta em um peso morto
I. demonstra que as alíquotas ótimas são diretamente proporcionais à elasticidade-preço de demanda.
II. traz a preocupação de identificar a estrutura de alíquotas dos impostos sobre bens que gere uma dada receita ao menor custo possível em termos de eficiência.
III. supõe a existência de um único agente, ou que todos os agentes sejam considerados idênticos, retirando do modelo a questão da igualdade.
IV. desenvolve-se a partir da premissa do predomínio de impostos do tipo lump sum (montante fixo) em dada economia hipotética.
Está correto o que se afirma APENAS em
I. as empresas de fomento comercial ou factoring, embora não sejam consideradas instituições financeiras, obedecerão, para os efeitos da referida Lei Complementar, às normas aplicáveis às instituições financeiras.
II. não constitui violação do dever de sigilo o fornecimento de informações referentes ao patrimônio de pessoas físicas no Brasil, bem como de informações constantes de cadastro de emitentes de cheques sem provisão de fundos e de devedores inadimplentes, a entidades de proteção ao crédito e a grandes conglomerados varejistas, de reputação ilibada, observadas as normas baixadas pelo Conselho Monetário Nacional e pelo Banco Central do Brasil.
III. a quebra de sigilo poderá ser decretada, quando necessária para apuração de ocorrência de qualquer ilícito, em qualquer fase do inquérito ou do processo judicial.
IV. o dever de sigilo é extensivo ao Banco Central do Brasil, em relação às operações que realizar e às informações que obtiver no exercício de suas atribuições, mas o dever de sigilo não pode ser oposto ao Banco Central do Brasil, no desempenho de suas funções de fiscalização, compreendendo a apuração, a qualquer tempo, de ilícitos praticados por mandatários e prepostos de instituições financeiras.
Está correto o que se afirma em
I. não pode o Comitê Gestor, em nenhuma hipótese, flexibilizar a aplicação das regras relativas à observância dos princípios da anterioridade de exercício e da anterioridade nonagesimal.
II. é permitido aos Estados e aos Municípios, em caráter excepcional, no exercício de 2027, cobrar esse imposto em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei estadual ou municipal que os houver instituído.
III. é obrigatória a observância do princípio da anterioridade de exercício tanto pelos Estados, como pelos Municípios.
IV. é obrigatória a observância do princípio da anterioridade nonagesimal pelos Estados, mas não o é pelos Municípios, até 2033.
Está correto o que se afirma em