Questões de Concurso Para nutricionista

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Q3356340 Noções de Informática
Para que as propriedades do item selecionado fiquem visíveis, qual atalho do Windows 10 deve ser utilizado pelo usuário?
Alternativas
Q3356339 Noções de Informática
É correto afirmar que o atalho F3, quando utilizado no Windows 10, é responsável por: 
Alternativas
Q3356338 Redes de Computadores
Leia o trecho. “__________________________ pode ser considerada uma rede de computadores constituída pela interligação de duas ou mais Intranets. Ela é uma rede utilizada por empresas ou outras instituições, que através da Internet, permite trocar informações com o público externo de maneira controlada e segura.” A lacuna deve ser preenchida por:
Alternativas
Q3356337 Noções de Informática
Analise e assinale a alternativa que corresponda a um exemplo de hardware interno.
Alternativas
Q3356336 Redes de Computadores
Como é chamada a rede de longa distância, que consegue abranger uma área maior que as demais, como um país ou até mesmo um continente?
Alternativas
Q3356335 Redes de Computadores
São protocolos utilizados na camada de aplicação do Modelo TCP/IP, EXCETO:
Alternativas
Q3356334 Redes de Computadores

Analise a imagem e responda.


Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa que corresponda a topologia de rede representada acima.

Alternativas
Q3356329 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

OS DILEMAS REGULATÓRIOS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Conferência global conclui haver “potencial para danos graves”. Desafio é garantir avanço reduzindo riscos.
A opinião do Globo (Em 06/11/2023)

Reunidos no Reino Unido, na última semana, representantes de 28 países, entre eles Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Brasil e Índia, chegaram a um acordo para tentar entender e gerenciar os riscos trazidos pela tecnologia conhecida como inteligência artificial (IA), a habilidade de computadores processarem linguagens de modo praticamente indistinto dos humanos. “Há potencial para danos graves, até mesmo catastróficos, deliberados ou não intencionais”, diz o texto da Declaração de Bletchley, local da cúpula sediada pelo governo britânico, onde Alan Turing, um dos fundadores da ciência da computação, trabalhou na Segunda Guerra Mundial.
Nas últimas duas décadas, uma técnica chamada “aprendizado de máquina” permitiu que softwares pudessem interpretar, com extrema rapidez, quantidades enormes de exemplos e aperfeiçoassem respostas a desafios complexos sem ser programados especificamente para enfrentá-los. Computadores se tornaram imbatíveis em jogos de estratégia e noutras atividades sofisticadas.
Embora não sejam autônomos, racionais nem independentes de trabalho humano, esses programas impõem novos riscos, principalmente nos campos da segurança cibernética, biotecnologia e desinformação, como destaca a Declaração de Bletchley. Alguns imaginam que ferramentas como o ChatGPT possam um dia informar a qualquer um como criar armas potentes ou espalhar doenças contagiosas.
Antes da reunião em Bletchley, o presidente americano, Joe Biden, assinou decreto para que regulem o uso de IA. Mostrou preocupação com o poder de desinformação e contou que sua equipe preparara, a título de ilustração, um vídeo fraudulento (deep fake) com Biden falando algo que nunca disse. O perigo desses vídeos é evidente, em especial quando o alvo são autoridades. Entre as novas regras divulgadas na Casa Branca, desenvolvedores de sistemas de IA terão de compartilhar resultados de testes de segurança e informações críticas com o governo.
O tema é considerado urgente no mundo todo. Até o final do ano, o Parlamento Europeu deverá aprovar a Lei da Inteligência Artificial. A China já adotou várias regras. O assunto vem sendo debatido também no Brasil. A questão é como proceder. Não há consenso sobre o que fazer para evitar os riscos sem que a regulação acabe estrangulando a inovação ou concentrando o poder nas mãos de poucas empresas financeiramente capazes de seguir as regras que vierem a ser impostas. Outra dúvida é se os governos precisarão criar novos organismos regulatórios ou se os existentes se adaptarão. O desafio diante do mundo é garantir a evolução da tecnologia, sem dúvida fonte de avanços, com o mínimo de riscos para os usuários, para a sociedade e para as instituições. A cúpula de Bletchley certamente não será a última a explorar os dilemas trazidos pela IA. 

“Alguns imaginam que ferramentas como o ChatGPT possam um dia [...].” 3º§

O sujeito da primeira oração é assim classificado: 

Alternativas
Q3356327 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

OS DILEMAS REGULATÓRIOS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Conferência global conclui haver “potencial para danos graves”. Desafio é garantir avanço reduzindo riscos.
A opinião do Globo (Em 06/11/2023)

Reunidos no Reino Unido, na última semana, representantes de 28 países, entre eles Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Brasil e Índia, chegaram a um acordo para tentar entender e gerenciar os riscos trazidos pela tecnologia conhecida como inteligência artificial (IA), a habilidade de computadores processarem linguagens de modo praticamente indistinto dos humanos. “Há potencial para danos graves, até mesmo catastróficos, deliberados ou não intencionais”, diz o texto da Declaração de Bletchley, local da cúpula sediada pelo governo britânico, onde Alan Turing, um dos fundadores da ciência da computação, trabalhou na Segunda Guerra Mundial.
Nas últimas duas décadas, uma técnica chamada “aprendizado de máquina” permitiu que softwares pudessem interpretar, com extrema rapidez, quantidades enormes de exemplos e aperfeiçoassem respostas a desafios complexos sem ser programados especificamente para enfrentá-los. Computadores se tornaram imbatíveis em jogos de estratégia e noutras atividades sofisticadas.
Embora não sejam autônomos, racionais nem independentes de trabalho humano, esses programas impõem novos riscos, principalmente nos campos da segurança cibernética, biotecnologia e desinformação, como destaca a Declaração de Bletchley. Alguns imaginam que ferramentas como o ChatGPT possam um dia informar a qualquer um como criar armas potentes ou espalhar doenças contagiosas.
Antes da reunião em Bletchley, o presidente americano, Joe Biden, assinou decreto para que regulem o uso de IA. Mostrou preocupação com o poder de desinformação e contou que sua equipe preparara, a título de ilustração, um vídeo fraudulento (deep fake) com Biden falando algo que nunca disse. O perigo desses vídeos é evidente, em especial quando o alvo são autoridades. Entre as novas regras divulgadas na Casa Branca, desenvolvedores de sistemas de IA terão de compartilhar resultados de testes de segurança e informações críticas com o governo.
O tema é considerado urgente no mundo todo. Até o final do ano, o Parlamento Europeu deverá aprovar a Lei da Inteligência Artificial. A China já adotou várias regras. O assunto vem sendo debatido também no Brasil. A questão é como proceder. Não há consenso sobre o que fazer para evitar os riscos sem que a regulação acabe estrangulando a inovação ou concentrando o poder nas mãos de poucas empresas financeiramente capazes de seguir as regras que vierem a ser impostas. Outra dúvida é se os governos precisarão criar novos organismos regulatórios ou se os existentes se adaptarão. O desafio diante do mundo é garantir a evolução da tecnologia, sem dúvida fonte de avanços, com o mínimo de riscos para os usuários, para a sociedade e para as instituições. A cúpula de Bletchley certamente não será a última a explorar os dilemas trazidos pela IA. 
“[...] o presidente americano, Joe Biden, assinou decreto para que regulem o uso de IA.” 4º§ A oração sublinhada é classificada como
Alternativas
Q3356325 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

OS DILEMAS REGULATÓRIOS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Conferência global conclui haver “potencial para danos graves”. Desafio é garantir avanço reduzindo riscos.
A opinião do Globo (Em 06/11/2023)

Reunidos no Reino Unido, na última semana, representantes de 28 países, entre eles Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Brasil e Índia, chegaram a um acordo para tentar entender e gerenciar os riscos trazidos pela tecnologia conhecida como inteligência artificial (IA), a habilidade de computadores processarem linguagens de modo praticamente indistinto dos humanos. “Há potencial para danos graves, até mesmo catastróficos, deliberados ou não intencionais”, diz o texto da Declaração de Bletchley, local da cúpula sediada pelo governo britânico, onde Alan Turing, um dos fundadores da ciência da computação, trabalhou na Segunda Guerra Mundial.
Nas últimas duas décadas, uma técnica chamada “aprendizado de máquina” permitiu que softwares pudessem interpretar, com extrema rapidez, quantidades enormes de exemplos e aperfeiçoassem respostas a desafios complexos sem ser programados especificamente para enfrentá-los. Computadores se tornaram imbatíveis em jogos de estratégia e noutras atividades sofisticadas.
Embora não sejam autônomos, racionais nem independentes de trabalho humano, esses programas impõem novos riscos, principalmente nos campos da segurança cibernética, biotecnologia e desinformação, como destaca a Declaração de Bletchley. Alguns imaginam que ferramentas como o ChatGPT possam um dia informar a qualquer um como criar armas potentes ou espalhar doenças contagiosas.
Antes da reunião em Bletchley, o presidente americano, Joe Biden, assinou decreto para que regulem o uso de IA. Mostrou preocupação com o poder de desinformação e contou que sua equipe preparara, a título de ilustração, um vídeo fraudulento (deep fake) com Biden falando algo que nunca disse. O perigo desses vídeos é evidente, em especial quando o alvo são autoridades. Entre as novas regras divulgadas na Casa Branca, desenvolvedores de sistemas de IA terão de compartilhar resultados de testes de segurança e informações críticas com o governo.
O tema é considerado urgente no mundo todo. Até o final do ano, o Parlamento Europeu deverá aprovar a Lei da Inteligência Artificial. A China já adotou várias regras. O assunto vem sendo debatido também no Brasil. A questão é como proceder. Não há consenso sobre o que fazer para evitar os riscos sem que a regulação acabe estrangulando a inovação ou concentrando o poder nas mãos de poucas empresas financeiramente capazes de seguir as regras que vierem a ser impostas. Outra dúvida é se os governos precisarão criar novos organismos regulatórios ou se os existentes se adaptarão. O desafio diante do mundo é garantir a evolução da tecnologia, sem dúvida fonte de avanços, com o mínimo de riscos para os usuários, para a sociedade e para as instituições. A cúpula de Bletchley certamente não será a última a explorar os dilemas trazidos pela IA. 
“Embora não sejam autônomos, racionais nem independentes de trabalho humano [...].” 3º§ A oração que introduz esse período exprime ideia de
Alternativas
Q3356324 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

OS DILEMAS REGULATÓRIOS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Conferência global conclui haver “potencial para danos graves”. Desafio é garantir avanço reduzindo riscos.
A opinião do Globo (Em 06/11/2023)

Reunidos no Reino Unido, na última semana, representantes de 28 países, entre eles Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Brasil e Índia, chegaram a um acordo para tentar entender e gerenciar os riscos trazidos pela tecnologia conhecida como inteligência artificial (IA), a habilidade de computadores processarem linguagens de modo praticamente indistinto dos humanos. “Há potencial para danos graves, até mesmo catastróficos, deliberados ou não intencionais”, diz o texto da Declaração de Bletchley, local da cúpula sediada pelo governo britânico, onde Alan Turing, um dos fundadores da ciência da computação, trabalhou na Segunda Guerra Mundial.
Nas últimas duas décadas, uma técnica chamada “aprendizado de máquina” permitiu que softwares pudessem interpretar, com extrema rapidez, quantidades enormes de exemplos e aperfeiçoassem respostas a desafios complexos sem ser programados especificamente para enfrentá-los. Computadores se tornaram imbatíveis em jogos de estratégia e noutras atividades sofisticadas.
Embora não sejam autônomos, racionais nem independentes de trabalho humano, esses programas impõem novos riscos, principalmente nos campos da segurança cibernética, biotecnologia e desinformação, como destaca a Declaração de Bletchley. Alguns imaginam que ferramentas como o ChatGPT possam um dia informar a qualquer um como criar armas potentes ou espalhar doenças contagiosas.
Antes da reunião em Bletchley, o presidente americano, Joe Biden, assinou decreto para que regulem o uso de IA. Mostrou preocupação com o poder de desinformação e contou que sua equipe preparara, a título de ilustração, um vídeo fraudulento (deep fake) com Biden falando algo que nunca disse. O perigo desses vídeos é evidente, em especial quando o alvo são autoridades. Entre as novas regras divulgadas na Casa Branca, desenvolvedores de sistemas de IA terão de compartilhar resultados de testes de segurança e informações críticas com o governo.
O tema é considerado urgente no mundo todo. Até o final do ano, o Parlamento Europeu deverá aprovar a Lei da Inteligência Artificial. A China já adotou várias regras. O assunto vem sendo debatido também no Brasil. A questão é como proceder. Não há consenso sobre o que fazer para evitar os riscos sem que a regulação acabe estrangulando a inovação ou concentrando o poder nas mãos de poucas empresas financeiramente capazes de seguir as regras que vierem a ser impostas. Outra dúvida é se os governos precisarão criar novos organismos regulatórios ou se os existentes se adaptarão. O desafio diante do mundo é garantir a evolução da tecnologia, sem dúvida fonte de avanços, com o mínimo de riscos para os usuários, para a sociedade e para as instituições. A cúpula de Bletchley certamente não será a última a explorar os dilemas trazidos pela IA. 
Cada gênero textual apresenta uma função sociocomunicativa que condiciona seu uso. O texto lido identifica-se como:
Alternativas
Q3356293 Nutrição
De acordo com o Guia alimentar para a população brasileira, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3356292 Nutrição
Sobre a evolução da alimentação complementar a partir dos 6 meses assinale a afirmativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3356291 Nutrição
Julgue as seguintes afirmativas sobre a nutrição na gestação:
I. Na gestação, há um processo intenso de desenvolvimento e crescimento do feto, o que acarreta uma maior necessidade de proteínas.
II. Para a maioria dos micronutrientes, as necessidades das gestantes são maiores que as de mulheres não grávidas.
III. Na gestação, as mulheres precisam de ferro para repor suas perdas basais, aumentar a massa das hemácias e preencher as necessidades para o crescimento do feto e da placenta.
IV. Pirose/azia e sensação de queimação estomacal são também comuns e pode-se recomendar, principalmente, evitar líquidos durante as refeições e deitar depois, bem como fracionar a alimentação em mais refeições, com menor quantidade de cada vez.
São corretas as afirmativas:
Alternativas
Q3356290 Nutrição
Assinale a afirmativa INCORRETA sobre as vitaminas: 
Alternativas
Q3356289 Nutrição
Associe as colunas:
1. Taxa metabólica basal (TMB).
2. Taxa metabólica de repouso (TMR).
3. Efeito térmico dos alimentos.
( ) pode ser definida como o teor de energia necessária para a manutenção das atividades fisiológicas, como circulação, respiração, manutenção do tônus muscular, sistema nervoso, homeostasia, manutenção da temperatura corporal e reações bioquímicas.
( ) Corresponde ao aumento do gasto energético após o consumo de alimentos, variando de 5 a 10% do gasto energético total (GET) em indivíduos saudáveis.
( ) é a quantidade de calorias necessárias para a manutenção das atividades fisiológicas e do metabolismo celular normais, em repouso físico e mental, temperatura de 20°C, após 12 h de jejum.
Preenche corretamente as lacunas, respectivamente:
Alternativas
Q3356288 Nutrição
Os carboidratos não digeríveis, como celulose, hemicelulose, pectinas, gomas e mucilagens, compõem o grupo: 
Alternativas
Q3356287 Nutrição
“Alimentos __________ são alimentos__________ submetidos a processos como remoção de partes não comestíveis ou não desejadas dos alimentos, secagem, desidratação, trituração ou moagem, fracionamento, torra, cocção apenas com água, pasteurização, refrigeração ou congelamento, acondicionamento em embalagens, empacotamento a vácuo, fermentação não alcoólica e outros processos que não envolvem a adição de substâncias como sal, açúcar, óleos ou gorduras ao alimento”. Completa corretamente as lacunas, respectivamente: 
Alternativas
Q3356286 Nutrição
Sobre valores de referência de ingestão de nutrientes da ingestão dietética de referência, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3356284 Direito Sanitário
“Esta lei regula, em todo o território nacional, as ações e serviços de saúde, executados isolada ou conjuntamente, em caráter permanente ou eventual, por pessoas naturais ou jurídicas de direito Público ou privado.” Trata-se:
Alternativas
Respostas
12221: D
12222: B
12223: B
12224: C
12225: B
12226: A
12227: D
12228: A
12229: B
12230: C
12231: D
12232: D
12233: C
12234: D
12235: C
12236: B
12237: B
12238: C
12239: A
12240: A