Questões de Concurso Para arquiteto

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Q4295293 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.



TEXTO II





Alô Alô Bahia. Disponível em: https://aloalobahia.com/notas/antologia-comtirinhas-da-mafalda-sera-lancada-no-brasil-vem-saber

Considerando o processo de formação da palavra “cooperativa”, empregada na fala de Mafalda, assinale a alternativa correta quanto à sua estrutura morfológica:
Alternativas
Q4295292 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.



TEXTO II





Alô Alô Bahia. Disponível em: https://aloalobahia.com/notas/antologia-comtirinhas-da-mafalda-sera-lancada-no-brasil-vem-saber

A palavra “cooperativa”, empregada para caracterizar a organização da família, produz um efeito de sentido baseado em uma comparação implícita entre a família e uma organização sem hierarquia. Esse recurso caracteriza:
Alternativas
Q4295291 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.



TEXTO II





Alô Alô Bahia. Disponível em: https://aloalobahia.com/notas/antologia-comtirinhas-da-mafalda-sera-lancada-no-brasil-vem-saber

No último quadrinho, o vendedor afirma: “Afinal... naquele curso de vendas não ensinavam todas as respostas.” Considerando a forma verbal destacada, assinale a alternativa que apresenta corretamente o tempo e o modo verbal.
Alternativas
Q4295290 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.



TEXTO II





Alô Alô Bahia. Disponível em: https://aloalobahia.com/notas/antologia-comtirinhas-da-mafalda-sera-lancada-no-brasil-vem-saber

No segundo quadrinho, Mafalda afirma: “Nesta família não há chefes, nós somos uma cooperativa.” Considerando as palavras destacadas, tem-se:
Alternativas
Q4295289 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Texto I


A ansiedade de alta performance: quando a maior pressão vem de dentro


Bruno Rosa*


A pressão no trabalho nem sempre vem do chefe, das metas ou das cobranças externas. Muitas vezes, ela nasce dentro do próprio profissional, que sente necessidade de responder rapidamente a todas as mensagens, entregar antes do prazo, antecipar problemas, estar sempre disponível e provar seu valor o tempo todo.

Mesmo quando ninguém está cobrando diretamente, esse profissional continua se cobrando. A agenda cheia passa a ser vista como sinal de importância, o descanso parece perda de tempo, delegar tarefas gera insegurança e dizer “não” parece falta de comprometimento.

Essa cobrança constante pode se disfarçar de ambição, responsabilidade e alta performance. Afinal, buscar crescimento e excelência não é um problema. O problema aparece quando a régua interna deixa de ter limites e o profissional passa a acreditar que precisa estar sempre produzindo, acelerado e disponível.

Com o tempo, a busca por resultados deixa de gerar satisfação e começa a consumir energia. A pessoa pode ter dificuldade para se desconectar do trabalho, sentir culpa ao descansar e permanecer em estado de alerta mesmo fora do expediente. O corpo está em casa, mas a mente continua presa às tarefas, mensagens e preocupações do dia seguinte.

Os dados ajudam a dimensionar esse problema. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a ansiedade e a depressão provocam a perda de aproximadamente 12 bilhões de dias de trabalho por ano, com um impacto estimado em US$ 1 trilhão na produtividade global. Esses números mostram que a saúde mental não é apenas uma questão individual, mas também um tema importante para as empresas e para a sociedade.

A cultura da disponibilidade permanente é um exemplo. Responder a uma mensagem fora do horário pode parecer uma atitude isolada de comprometimento. Porém, quando isso se torna uma expectativa, cria-se um ambiente em que a urgência passa a fazer parte da rotina. O profissional sente que precisa estar acessível o tempo todo para não parecer desinteressado ou improdutivo.

Por isso, alta performance não deve ser confundida com pressão permanente. Delegar tarefas, por exemplo, não significa abandonar responsabilidades. Significa distribuir conhecimento, desenvolver a equipe e evitar que a operação dependa de uma única pessoa. Da mesma forma, dizer “não” a uma demanda pode ser uma forma de proteger a qualidade do trabalho e impedir que as prioridades sejam constantemente substituídas por novas urgências.

Os líderes também têm um papel fundamental. É possível cobrar resultados sem transformar a cobrança em uma cultura de medo ou disponibilidade total. Para isso, é necessário estabelecer expectativas claras, respeitar os períodos de descanso, reconhecer limites e avaliar não apenas o volume de entregas, mas também as condições em que elas são realizadas.

A performance sustentável depende de ritmo, clareza e maturidade. É preciso aprender a administrar não apenas tarefas, mas também energia, expectativas e prioridades. O objetivo não deve ser produzir no limite todos os dias, e sim entregar com qualidade e consistência ao longo do tempo.

No fim, a pergunta talvez não seja quanto mais podemos fazer. A pergunta mais importante é quanto conseguimos entregar sem precisar viver permanentemente no limite. Alta performance não deveria ser uma corrida contra nós mesmos.


* Engenheiro e executivo especializado na área de performance. Fundador da Domperf HOJE EM DIA. Disponível em A ansiedade de alta performance: quando a maior pressão vem de dentro
As figuras de linguagem constituem recursos empregados para ampliar ou modificar os sentidos atribuídos às palavras e às expressões em determinado contexto.

Com base nessa perspectiva, assinale o trecho do Texto I em que se evidencia o emprego de um recurso expressivo de natureza figurada:
Alternativas
Q4295288 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Texto I


A ansiedade de alta performance: quando a maior pressão vem de dentro


Bruno Rosa*


A pressão no trabalho nem sempre vem do chefe, das metas ou das cobranças externas. Muitas vezes, ela nasce dentro do próprio profissional, que sente necessidade de responder rapidamente a todas as mensagens, entregar antes do prazo, antecipar problemas, estar sempre disponível e provar seu valor o tempo todo.

Mesmo quando ninguém está cobrando diretamente, esse profissional continua se cobrando. A agenda cheia passa a ser vista como sinal de importância, o descanso parece perda de tempo, delegar tarefas gera insegurança e dizer “não” parece falta de comprometimento.

Essa cobrança constante pode se disfarçar de ambição, responsabilidade e alta performance. Afinal, buscar crescimento e excelência não é um problema. O problema aparece quando a régua interna deixa de ter limites e o profissional passa a acreditar que precisa estar sempre produzindo, acelerado e disponível.

Com o tempo, a busca por resultados deixa de gerar satisfação e começa a consumir energia. A pessoa pode ter dificuldade para se desconectar do trabalho, sentir culpa ao descansar e permanecer em estado de alerta mesmo fora do expediente. O corpo está em casa, mas a mente continua presa às tarefas, mensagens e preocupações do dia seguinte.

Os dados ajudam a dimensionar esse problema. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a ansiedade e a depressão provocam a perda de aproximadamente 12 bilhões de dias de trabalho por ano, com um impacto estimado em US$ 1 trilhão na produtividade global. Esses números mostram que a saúde mental não é apenas uma questão individual, mas também um tema importante para as empresas e para a sociedade.

A cultura da disponibilidade permanente é um exemplo. Responder a uma mensagem fora do horário pode parecer uma atitude isolada de comprometimento. Porém, quando isso se torna uma expectativa, cria-se um ambiente em que a urgência passa a fazer parte da rotina. O profissional sente que precisa estar acessível o tempo todo para não parecer desinteressado ou improdutivo.

Por isso, alta performance não deve ser confundida com pressão permanente. Delegar tarefas, por exemplo, não significa abandonar responsabilidades. Significa distribuir conhecimento, desenvolver a equipe e evitar que a operação dependa de uma única pessoa. Da mesma forma, dizer “não” a uma demanda pode ser uma forma de proteger a qualidade do trabalho e impedir que as prioridades sejam constantemente substituídas por novas urgências.

Os líderes também têm um papel fundamental. É possível cobrar resultados sem transformar a cobrança em uma cultura de medo ou disponibilidade total. Para isso, é necessário estabelecer expectativas claras, respeitar os períodos de descanso, reconhecer limites e avaliar não apenas o volume de entregas, mas também as condições em que elas são realizadas.

A performance sustentável depende de ritmo, clareza e maturidade. É preciso aprender a administrar não apenas tarefas, mas também energia, expectativas e prioridades. O objetivo não deve ser produzir no limite todos os dias, e sim entregar com qualidade e consistência ao longo do tempo.

No fim, a pergunta talvez não seja quanto mais podemos fazer. A pergunta mais importante é quanto conseguimos entregar sem precisar viver permanentemente no limite. Alta performance não deveria ser uma corrida contra nós mesmos.


* Engenheiro e executivo especializado na área de performance. Fundador da Domperf HOJE EM DIA. Disponível em A ansiedade de alta performance: quando a maior pressão vem de dentro

Analise sintaticamente a frase a seguir:



“O problema aparece quando a régua interna deixa de ter limites.” (3º parágrafo)



A oração destacada é uma:

Alternativas
Q4295287 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Texto I


A ansiedade de alta performance: quando a maior pressão vem de dentro


Bruno Rosa*


A pressão no trabalho nem sempre vem do chefe, das metas ou das cobranças externas. Muitas vezes, ela nasce dentro do próprio profissional, que sente necessidade de responder rapidamente a todas as mensagens, entregar antes do prazo, antecipar problemas, estar sempre disponível e provar seu valor o tempo todo.

Mesmo quando ninguém está cobrando diretamente, esse profissional continua se cobrando. A agenda cheia passa a ser vista como sinal de importância, o descanso parece perda de tempo, delegar tarefas gera insegurança e dizer “não” parece falta de comprometimento.

Essa cobrança constante pode se disfarçar de ambição, responsabilidade e alta performance. Afinal, buscar crescimento e excelência não é um problema. O problema aparece quando a régua interna deixa de ter limites e o profissional passa a acreditar que precisa estar sempre produzindo, acelerado e disponível.

Com o tempo, a busca por resultados deixa de gerar satisfação e começa a consumir energia. A pessoa pode ter dificuldade para se desconectar do trabalho, sentir culpa ao descansar e permanecer em estado de alerta mesmo fora do expediente. O corpo está em casa, mas a mente continua presa às tarefas, mensagens e preocupações do dia seguinte.

Os dados ajudam a dimensionar esse problema. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a ansiedade e a depressão provocam a perda de aproximadamente 12 bilhões de dias de trabalho por ano, com um impacto estimado em US$ 1 trilhão na produtividade global. Esses números mostram que a saúde mental não é apenas uma questão individual, mas também um tema importante para as empresas e para a sociedade.

A cultura da disponibilidade permanente é um exemplo. Responder a uma mensagem fora do horário pode parecer uma atitude isolada de comprometimento. Porém, quando isso se torna uma expectativa, cria-se um ambiente em que a urgência passa a fazer parte da rotina. O profissional sente que precisa estar acessível o tempo todo para não parecer desinteressado ou improdutivo.

Por isso, alta performance não deve ser confundida com pressão permanente. Delegar tarefas, por exemplo, não significa abandonar responsabilidades. Significa distribuir conhecimento, desenvolver a equipe e evitar que a operação dependa de uma única pessoa. Da mesma forma, dizer “não” a uma demanda pode ser uma forma de proteger a qualidade do trabalho e impedir que as prioridades sejam constantemente substituídas por novas urgências.

Os líderes também têm um papel fundamental. É possível cobrar resultados sem transformar a cobrança em uma cultura de medo ou disponibilidade total. Para isso, é necessário estabelecer expectativas claras, respeitar os períodos de descanso, reconhecer limites e avaliar não apenas o volume de entregas, mas também as condições em que elas são realizadas.

A performance sustentável depende de ritmo, clareza e maturidade. É preciso aprender a administrar não apenas tarefas, mas também energia, expectativas e prioridades. O objetivo não deve ser produzir no limite todos os dias, e sim entregar com qualidade e consistência ao longo do tempo.

No fim, a pergunta talvez não seja quanto mais podemos fazer. A pergunta mais importante é quanto conseguimos entregar sem precisar viver permanentemente no limite. Alta performance não deveria ser uma corrida contra nós mesmos.


* Engenheiro e executivo especializado na área de performance. Fundador da Domperf HOJE EM DIA. Disponível em A ansiedade de alta performance: quando a maior pressão vem de dentro
“O corpo está em casa, mas a mente continua presa às tarefas, mensagens e preocupações do dia seguinte.” (4º parágrafo)

Em relação ao emprego do acento indicador de crase no trecho anterior, assinale a afirmativa CORRETA.
Alternativas
Q4295286 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Texto I


A ansiedade de alta performance: quando a maior pressão vem de dentro


Bruno Rosa*


A pressão no trabalho nem sempre vem do chefe, das metas ou das cobranças externas. Muitas vezes, ela nasce dentro do próprio profissional, que sente necessidade de responder rapidamente a todas as mensagens, entregar antes do prazo, antecipar problemas, estar sempre disponível e provar seu valor o tempo todo.

Mesmo quando ninguém está cobrando diretamente, esse profissional continua se cobrando. A agenda cheia passa a ser vista como sinal de importância, o descanso parece perda de tempo, delegar tarefas gera insegurança e dizer “não” parece falta de comprometimento.

Essa cobrança constante pode se disfarçar de ambição, responsabilidade e alta performance. Afinal, buscar crescimento e excelência não é um problema. O problema aparece quando a régua interna deixa de ter limites e o profissional passa a acreditar que precisa estar sempre produzindo, acelerado e disponível.

Com o tempo, a busca por resultados deixa de gerar satisfação e começa a consumir energia. A pessoa pode ter dificuldade para se desconectar do trabalho, sentir culpa ao descansar e permanecer em estado de alerta mesmo fora do expediente. O corpo está em casa, mas a mente continua presa às tarefas, mensagens e preocupações do dia seguinte.

Os dados ajudam a dimensionar esse problema. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a ansiedade e a depressão provocam a perda de aproximadamente 12 bilhões de dias de trabalho por ano, com um impacto estimado em US$ 1 trilhão na produtividade global. Esses números mostram que a saúde mental não é apenas uma questão individual, mas também um tema importante para as empresas e para a sociedade.

A cultura da disponibilidade permanente é um exemplo. Responder a uma mensagem fora do horário pode parecer uma atitude isolada de comprometimento. Porém, quando isso se torna uma expectativa, cria-se um ambiente em que a urgência passa a fazer parte da rotina. O profissional sente que precisa estar acessível o tempo todo para não parecer desinteressado ou improdutivo.

Por isso, alta performance não deve ser confundida com pressão permanente. Delegar tarefas, por exemplo, não significa abandonar responsabilidades. Significa distribuir conhecimento, desenvolver a equipe e evitar que a operação dependa de uma única pessoa. Da mesma forma, dizer “não” a uma demanda pode ser uma forma de proteger a qualidade do trabalho e impedir que as prioridades sejam constantemente substituídas por novas urgências.

Os líderes também têm um papel fundamental. É possível cobrar resultados sem transformar a cobrança em uma cultura de medo ou disponibilidade total. Para isso, é necessário estabelecer expectativas claras, respeitar os períodos de descanso, reconhecer limites e avaliar não apenas o volume de entregas, mas também as condições em que elas são realizadas.

A performance sustentável depende de ritmo, clareza e maturidade. É preciso aprender a administrar não apenas tarefas, mas também energia, expectativas e prioridades. O objetivo não deve ser produzir no limite todos os dias, e sim entregar com qualidade e consistência ao longo do tempo.

No fim, a pergunta talvez não seja quanto mais podemos fazer. A pergunta mais importante é quanto conseguimos entregar sem precisar viver permanentemente no limite. Alta performance não deveria ser uma corrida contra nós mesmos.


* Engenheiro e executivo especializado na área de performance. Fundador da Domperf HOJE EM DIA. Disponível em A ansiedade de alta performance: quando a maior pressão vem de dentro
“A pessoa pode ter dificuldade para se desconectar do trabalho, sentir culpa ao descansar e permanecer em estado de alerta mesmo fora do expediente.”(4ºparágrafo)

Assinale a alternativa em que a alteração da pontuação está de acordo com a norma-padrão e preserva o sentido fundamental do período original.
Alternativas
Q4295285 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Texto I


A ansiedade de alta performance: quando a maior pressão vem de dentro


Bruno Rosa*


A pressão no trabalho nem sempre vem do chefe, das metas ou das cobranças externas. Muitas vezes, ela nasce dentro do próprio profissional, que sente necessidade de responder rapidamente a todas as mensagens, entregar antes do prazo, antecipar problemas, estar sempre disponível e provar seu valor o tempo todo.

Mesmo quando ninguém está cobrando diretamente, esse profissional continua se cobrando. A agenda cheia passa a ser vista como sinal de importância, o descanso parece perda de tempo, delegar tarefas gera insegurança e dizer “não” parece falta de comprometimento.

Essa cobrança constante pode se disfarçar de ambição, responsabilidade e alta performance. Afinal, buscar crescimento e excelência não é um problema. O problema aparece quando a régua interna deixa de ter limites e o profissional passa a acreditar que precisa estar sempre produzindo, acelerado e disponível.

Com o tempo, a busca por resultados deixa de gerar satisfação e começa a consumir energia. A pessoa pode ter dificuldade para se desconectar do trabalho, sentir culpa ao descansar e permanecer em estado de alerta mesmo fora do expediente. O corpo está em casa, mas a mente continua presa às tarefas, mensagens e preocupações do dia seguinte.

Os dados ajudam a dimensionar esse problema. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a ansiedade e a depressão provocam a perda de aproximadamente 12 bilhões de dias de trabalho por ano, com um impacto estimado em US$ 1 trilhão na produtividade global. Esses números mostram que a saúde mental não é apenas uma questão individual, mas também um tema importante para as empresas e para a sociedade.

A cultura da disponibilidade permanente é um exemplo. Responder a uma mensagem fora do horário pode parecer uma atitude isolada de comprometimento. Porém, quando isso se torna uma expectativa, cria-se um ambiente em que a urgência passa a fazer parte da rotina. O profissional sente que precisa estar acessível o tempo todo para não parecer desinteressado ou improdutivo.

Por isso, alta performance não deve ser confundida com pressão permanente. Delegar tarefas, por exemplo, não significa abandonar responsabilidades. Significa distribuir conhecimento, desenvolver a equipe e evitar que a operação dependa de uma única pessoa. Da mesma forma, dizer “não” a uma demanda pode ser uma forma de proteger a qualidade do trabalho e impedir que as prioridades sejam constantemente substituídas por novas urgências.

Os líderes também têm um papel fundamental. É possível cobrar resultados sem transformar a cobrança em uma cultura de medo ou disponibilidade total. Para isso, é necessário estabelecer expectativas claras, respeitar os períodos de descanso, reconhecer limites e avaliar não apenas o volume de entregas, mas também as condições em que elas são realizadas.

A performance sustentável depende de ritmo, clareza e maturidade. É preciso aprender a administrar não apenas tarefas, mas também energia, expectativas e prioridades. O objetivo não deve ser produzir no limite todos os dias, e sim entregar com qualidade e consistência ao longo do tempo.

No fim, a pergunta talvez não seja quanto mais podemos fazer. A pergunta mais importante é quanto conseguimos entregar sem precisar viver permanentemente no limite. Alta performance não deveria ser uma corrida contra nós mesmos.


* Engenheiro e executivo especializado na área de performance. Fundador da Domperf HOJE EM DIA. Disponível em A ansiedade de alta performance: quando a maior pressão vem de dentro
Analise as afirmativas a seguir, marque V para as VERDADEIRAS e F para as FALSAS.

( ) Em “Afinal, buscar crescimento e excelência não é um problema. O problema aparece quando...”, a expressão destacada estabelece, no contexto, uma relação de explicação.
( ) Em “Porém, quando isso se torna uma expectativa, cria-se um ambiente...”, o termo destacado estabelece uma relação de oposição com a ideia anteriormente apresentada.
( ) Em “Por isso, alta performance não deve ser confundida com pressão permanente.”, a expressão destacada estabelece uma relação de conclusão.
( ) Em “Delegar tarefas, por exemplo, não significa abandonar responsabilidades. Significa distribuir conhecimento...”, a expressão destacada estabelece uma relação de causa. 

Assinale a sequência CORRETA:
Alternativas
Q4295284 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Texto I


A ansiedade de alta performance: quando a maior pressão vem de dentro


Bruno Rosa*


A pressão no trabalho nem sempre vem do chefe, das metas ou das cobranças externas. Muitas vezes, ela nasce dentro do próprio profissional, que sente necessidade de responder rapidamente a todas as mensagens, entregar antes do prazo, antecipar problemas, estar sempre disponível e provar seu valor o tempo todo.

Mesmo quando ninguém está cobrando diretamente, esse profissional continua se cobrando. A agenda cheia passa a ser vista como sinal de importância, o descanso parece perda de tempo, delegar tarefas gera insegurança e dizer “não” parece falta de comprometimento.

Essa cobrança constante pode se disfarçar de ambição, responsabilidade e alta performance. Afinal, buscar crescimento e excelência não é um problema. O problema aparece quando a régua interna deixa de ter limites e o profissional passa a acreditar que precisa estar sempre produzindo, acelerado e disponível.

Com o tempo, a busca por resultados deixa de gerar satisfação e começa a consumir energia. A pessoa pode ter dificuldade para se desconectar do trabalho, sentir culpa ao descansar e permanecer em estado de alerta mesmo fora do expediente. O corpo está em casa, mas a mente continua presa às tarefas, mensagens e preocupações do dia seguinte.

Os dados ajudam a dimensionar esse problema. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a ansiedade e a depressão provocam a perda de aproximadamente 12 bilhões de dias de trabalho por ano, com um impacto estimado em US$ 1 trilhão na produtividade global. Esses números mostram que a saúde mental não é apenas uma questão individual, mas também um tema importante para as empresas e para a sociedade.

A cultura da disponibilidade permanente é um exemplo. Responder a uma mensagem fora do horário pode parecer uma atitude isolada de comprometimento. Porém, quando isso se torna uma expectativa, cria-se um ambiente em que a urgência passa a fazer parte da rotina. O profissional sente que precisa estar acessível o tempo todo para não parecer desinteressado ou improdutivo.

Por isso, alta performance não deve ser confundida com pressão permanente. Delegar tarefas, por exemplo, não significa abandonar responsabilidades. Significa distribuir conhecimento, desenvolver a equipe e evitar que a operação dependa de uma única pessoa. Da mesma forma, dizer “não” a uma demanda pode ser uma forma de proteger a qualidade do trabalho e impedir que as prioridades sejam constantemente substituídas por novas urgências.

Os líderes também têm um papel fundamental. É possível cobrar resultados sem transformar a cobrança em uma cultura de medo ou disponibilidade total. Para isso, é necessário estabelecer expectativas claras, respeitar os períodos de descanso, reconhecer limites e avaliar não apenas o volume de entregas, mas também as condições em que elas são realizadas.

A performance sustentável depende de ritmo, clareza e maturidade. É preciso aprender a administrar não apenas tarefas, mas também energia, expectativas e prioridades. O objetivo não deve ser produzir no limite todos os dias, e sim entregar com qualidade e consistência ao longo do tempo.

No fim, a pergunta talvez não seja quanto mais podemos fazer. A pergunta mais importante é quanto conseguimos entregar sem precisar viver permanentemente no limite. Alta performance não deveria ser uma corrida contra nós mesmos.


* Engenheiro e executivo especializado na área de performance. Fundador da Domperf HOJE EM DIA. Disponível em A ansiedade de alta performance: quando a maior pressão vem de dentro
Considerando a organização global das ideias e a posição defendida pelo autor, pode-se afirmar que seu principal objetivo sociocomunicativo é:
Alternativas
Q4291386 Arquitetura
Durante a fiscalização de uma obra pública, a empresa contratada propõe substituir um elemento estrutural especificado no projeto por outro de menor custo, alegando equivalência técnica, mas sem apresentar cálculo, laudo ou anuência do autor do projeto. Diante da situação, a conduta mais adequada do arquiteto fiscal é:
Alternativas
Q4291385 Engenharia Civil
Para a elaboração do orçamento de revestimento externo, uma edificação possui 638 m² de área bruta de fachadas. As esquadrias e demais aberturas correspondem a 12% dessa área. O revestimento especificado apresenta perda estimada de 7%, e cada embalagem do produto é suficiente para executar 4 m² de superfície. Considerando que somente embalagens inteiras podem ser adquiridas, a quantidade mínima necessária será de: 
Alternativas
Q4291384 Arquitetura
No projeto de requalificação de uma praça urbana, pretende-se reduzir o escoamento superficial, aumentar a infiltração das águas pluviais, melhorar o microclima e ampliar a biodiversidade. Qual solução atende de maneira mais integrada a esses objetivos?
Alternativas
Q4291383 Arquitetura
Durante a restauração de uma edificação de relevante valor histórico, verificou-se a necessidade de inserir uma nova estrutura metálica para garantir estabilidade e permitir o uso contemporâneo do imóvel. A intervenção mais compatível com os princípios de preservação do patrimônio cultural é aquela que:
Alternativas
Q4291382 Direito Urbanístico
Um proprietário pretende dividir uma gleba urbana em lotes destinados à edificação. Para viabilizar o empreendimento, será necessária a abertura de novas vias de circulação e o prolongamento de uma rua existente. À luz dos conceitos aplicáveis ao parcelamento do solo urbano, essa modalidade caracteriza-se como:
Alternativas
Q4291381 Arquitetura
Um terreno urbano possui área de 1.500 m², taxa máxima de ocupação de 60% e coeficiente de aproveitamento máximo igual a 2,4. O projeto prevê 850 m² no pavimento térreo e dois pavimentos superiores com 900 m² cada. Considerando exclusivamente a taxa de ocupação e o coeficiente de aproveitamento, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4291380 Arquitetura
Em um prédio público, o acesso principal possui uma escadaria. A única rampa existente está localizada junto à entrada de serviço, permanece frequentemente trancada e não se conecta diretamente aos ambientes de atendimento ao público. Sob a perspectiva da acessibilidade e do desenho universal, a solução tecnicamente mais adequada é: 
Alternativas
Q4291379 Física
Em uma casa de máquinas, quatro equipamentos idênticos operam simultaneamente. Cada equipamento, quando funcionando isoladamente, produz nível de pressão sonora de 70 dB em determinado ponto de medição. Admitindo fontes independentes e condições equivalentes de propagação, o nível sonoro total aproximado produzido pelos quatro equipamentos será de:
Alternativas
Q4291378 Arquitetura
Um edifício administrativo localizado em região de verão quente apresenta elevado ganho térmico e ofuscamento nos ambientes voltados para oeste durante o período da tarde. Considerando simultaneamente o conforto térmico e o conforto lumínico, a solução projetual passiva mais adequada consiste em:
Alternativas
Q4291377 Arquitetura
Uma planta arquitetônica foi elaborada originalmente na escala 1:50. Para adequação ao formato de impressão, o desenho foi reduzido para 80% de seu tamanho original, sem posterior correção da escala gráfica. Considerando uma parede com comprimento real de 7,50 m, qual será sua medida no desenho impresso e qual será a escala numérica efetiva da impressão?
Alternativas
Respostas
41: B
42: A
43: B
44: A
45: D
46: C
47: B
48: B
49: A
50: D
51: C
52: D
53: B
54: C
55: B
56: C
57: C
58: B
59: C
60: B