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Ano: 2011 Banca: NC-UFPR Órgão: COPEL
Q1223641 Geografia
Germany Dims Nuclear Plants, but Hopes to Keep Lights On Elisabeth Rosenthal Published: August 29, 2011
Biblis, Germany — Not since the grim period after World War II has Germany had significant blackouts, but it is now bracing for that possibility after shutting down half its nuclear reactors practically overnight.
Nuclear plants have long generated nearly a quarter of Germany’s electricity. But after the tsunami and earthquake that sent radiation spewing from Fukushima, half a world away, the government disconnected the 8 oldest of Germany’s 17 reactors — including the two in this drab factory town — within days. Three months later, with a new plan to power the country without nuclear energy and a growing reliance on renewable energy, Parliament voted to close them permanently. There are plans to retire the remaining nine reactors by 2022.
As a result, electricity producers are scrambling to ensure an adequate supply. Customers and companies are nervous about whether their lights and assembly lines will stay up and running this winter. Economists and politicians argue over how much prices will rise.
“It’s easy to say, ‘Let’s just go for renewables’, and I’m quite sure we can someday do without nuclear, but this is too abrupt”, said Joachim Knebel, chief scientist at Germany’s prestigious Karlsruhe Institute of Technology. He characterized the government’s shutdown decision as “emotional” and pointed out that on most days, Germany has survived this experiment only by importing electricity from neighboring France and the Czech Republic, which generate much of their power with nuclear reactors.
Then there are real concerns that the plan will jettison efforts to rein in manmade global warming, since whatever nuclear energy’s shortcomings, it is low in emissions. If Germany, the world’s fourth-largest economy, falls back on dirty coal-burning plants or uncertain supplies of natural gas from Russia, isn’t it trading a potential risk for a real one?
The world is watching Germany’s extreme energy makeover, as politicians from New York to Rome have floated their own plans to shut or shelve reactors.
The International Energy Agency, generally a fan of Germany’s green-leaning energy policy, has been critical. Laszlo Varro, head of the agency’s gas, coal and power markets division, called the plan “very, very ambitious, though it is not impossible, since Germany is rich and technically sophisticated”.
Even if Germany succeeds in producing the electricity it needs, “the nuclear moratorium is very bad news in terms of climate policy”, Mr. Varro said. “We are not far from losing that battle, and losing nuclear makes that unnecessarily difficult”.
The government counters that it is prepared to make huge investments in improving energy efficiency in homes and factories as well as in new clean power sources and transmission lines. So far, there have been no blackouts.
But Jürgen Grossmann, chief executive of the German energy giant RWE, which owns two closed reactors here in Biblis, about 40 miles south of Frankfurt, expressed skepticism. “Germany, in a very rash decision, decided to experiment on ourselves”, he said. “The politics are overruling the technical arguments”.
(Disponível em: http://www.nytimes.com/2011/08/30/science/earth/30germany.html?_r=1&ref=science. Acesso em: 30/08/2011) 
Com base no texto, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) A decisão da Alemanha de fechar reatores de usinas nucleares recebeu apoio da população, mas não das empresas.
( ) Os reatores fechados em Biblis pertenciam a uma grande empresa alemã.
( ) Na opinião de Jürgen Grossmann, a decisão da Alemanha de fechar reatores de usinas elétricas priorizou fatores técnicos.
( ) Após o desligamento de 8 reatores, a Alemanha já sofreu alguns blackouts.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo. 
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FEPESE Órgão: FAMCRI
Q1220816 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Com base na Lei Ordinária no 4538/2003, do município de Criciúma/SC, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Ano: 2011 Banca: FEPESE Órgão: FAMCRI
Q1220815 Biologia
Assinale a alternativa correta de acordo com a Resolução CONAMA no 237, de 19 de dezembro de 1997.

Alternativas
Ano: 2011 Banca: FEPESE Órgão: FAMCRI
Q1220789 Direito Constitucional
De acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, compete privativamente à União legislar sobre:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FEPESE Órgão: FAMCRI
Q1220762 Arquitetura
Assinale a alternativa correta de acordo com a Lei 6766/1979, que dispõe sobre o Parcelamento do Solo Urbano e dá outras Providências. Somente será admitido o parcelamento do solo:


Alternativas
Ano: 2011 Banca: FEPESE Órgão: FAMCRI
Q1220745 Português
Observe as palavras e suas significações e depois assinale a alternativa correta:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FEPESE Órgão: FAMCRI
Q1220727 Noções de Informática
Assinale a alternativa correta.
Em um computador com sistema operacional Windows, se arrastarmos com o mouse um arquivo contido na pasta Alfa e o soltarmos na pasta Beta:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FEPESE Órgão: FAMCRI
Q1220726 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Assinale a alternativa correta, de acordo com a Lei Complementar no 061, de 4 de setembro de 2008, do Município de Criciúma/SC. É atribuição da FAMCRI:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FEPESE Órgão: FAMCRI
Q1220719 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Assinale a alternativa correta, de acordo com a Lei no 5207/2008, do Município de Criciúma/SC.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FEPESE Órgão: FAMCRI
Q1220709 Noções de Informática
Identifique as afirmativas corretas a respeito da edição de cabeçalhos e rodapés em documentos do Microsoft Word.
1. Uma imagem pode ser inserida em um cabeçalho ou rodapé de um documento. 
2. Ao dividir a área editável de um documento em colunas, o cabeçalho e o rodapé também são divididos em c 3. Números de página podem ser inseridos no cabeçalho ou no rodapé de um documento e alinhados ao centro, à esquerda ou à direita colunas. 4. O cabeçalho e o rodapé apresentam o mesmo layout em toda a extensão de um documento.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FEPESE Órgão: FAMCRI
Q1220620 Legislação Estadual
Assinale a alternativa correta de acordo com a Lei Estadual no 14.675, de 13 de abril de 2009:

Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1237011 Português
A urna e a escola A parte menos informada do eleitorado é em tese a mais sujeita à manipulação. Isso é um problema para a democracia porque, segundo escreveu o cientista político Leonardo Barreto na Folha de S. Paulo, “ela é um sistema interminável que funciona na base da tentativa e erro: punindo os políticos ruins e premiando os bons”. O melhor da frase de Barreto é a classificação da democracia como um “sistema interminável”. Ela não fecha. Quem fecha, e afirma-se como ponto final das possibilidades de boa condução das sociedades, é a ditadura. Por sua própria natureza, a democracia convida a um perpétuo exercício de reavaliação. Isso quer dizer que, para bem funcionar, exige crítica. Ora, mais apto a exercer a crítica é em tese – sempre em tese – quem passou pela escola. Como resolver o problema do precário nível educacional do eleitorado? Solução fácil e cirúrgica seria extirpar suas camadas iletradas. Cassem-se os direitos políticos dos analfabetos e semianalfabetos e pronto: cortou-se o mal pela raiz. A história eleitoral do Brasil é um desfile de cassações a parcelas da população. No período colonial, só podiam eleger e ser eleitos os “homens bons”, curiosa e maliciosa expressão que transpõe um conceito moral – o de “bom” – para uma posição social. “Homens bons” eram os que não tinham o “sangue infecto” – não eram judeus, mouros, negros, índios nem exerciam “ofício mecânico” – não eram camponeses, artesãos nem viviam de alguma outra atividade manual. Sobravam os nobres representantes da classe dos proprietários e poucos mais. No período imperial, o critério era a renda; só votava quem a usufruísse a partir de certo mínimo. As mulheres só ganharam direito de voto em 1932. Os analfabetos, em 1985. Sim, cassar parte do eleitorado se encaixaria na tradição brasileira. Mas, ao mesmo tempo – que pena –, atentaria contra a democracia. Esta será tão mais efetiva quanto menos restrições contiver à participação popular. Quanto mais restrições, mais restritiva será ela própria. Outra solução, menos brutal, e por isso mesmo advogada, esta, sim, amplamente, é a conversão do voto obrigatório em voluntário. A suposição é que as camadas menos educadas são as mais desinteressadas das eleições. Portanto, seriam as primeiras a desertar. O raciocínio é discutível. Por um lado, o ambiente em que se pode ou não votar pode revelar-se muito mais favorável à arregimentação de eleitores em troca de favores, ou a forçá-los a comparecer às urnas mediante ameaça. Por outro, a atração da praia, do clube ou da viagem, se a eleição cai num dia de sol, pode revelar-se irresistível a ponto de sacrificar o voto mesmo entre os mais bem informados. A conclusão é que o problema não está no eleitorado. Não é nele que se deve mexer. Tê-lo numeroso e abrangente é uma conquista da democracia brasileira. O problema está na outra ponta – a da escola. Não tê-la, ou tê-la em precária condição, eis o entrave dos entraves, o que expõe o Brasil ao atraso e ao vexame. (Roberto Pompeu de Toledo. Revista Veja, 28 de julho de 2010, ed. 2175, p. 162. Fragmento, com adaptações)
No texto, não se provoca erro ou alteração de sentido ao se: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Curitiba - PR
Q1234021 Português
Olhos de insulfilm
1 Aprendi, no exercício do jornalismo, que olhar para ver é um ato de resistência cotidiana. O mais fácil, sempre, é não ver. 2 Ou enxergar apenas aquilo que nos dão para ver, como se essa fosse toda a verdade. Existe aquilo que não vemos, mas 3 gostaríamos de ter visto. E existe aquilo que não vemos porque escolhemos não ver. Como quando fechamos o vidro do carro 4 para impedir o contato com as pessoas que nos pedem alguma coisa do lado de fora. E colocamos insulfilm nos vidros, quanto 5 mais escuro melhor, para que nem mesmo elas possam nos ver. É mais fácil quando aqueles que querem entrar não enxergam 6 nosso rosto assustado, culpado ou com raiva. Nosso desamparo diante da dor do outro é oculto por camadas de insulfilm. E um 7 pouco mais: a película que permite a nossa cegueira impede os que pertencem ao lado de fora de ver que não estamos vendo.
8 Nos iludimos que estamos protegidos, mas a escolha de não ver – assim como a de não ser visto – vai nos brutalizando. E 9 logo nem precisamos mais da película sintética na janela. Porque um insulfilm orgânico já cobre nossos olhos, faz parte de nós. 10 Não ligamos mais. Os que querem entrar já não importam, porque nos iludimos que são tão diferentes de nós, que temos a sorte 11 de estar dentro, que não faz mais diferença.
12 Todos os genocídios da história foram cometidos por poucos, mas só puderam ser consumados porque muitos fingiram não 13 ver. E fingiram com tanta ênfase que acabaram por acreditar que não viam. Às vezes, contra todos os meus esforços, acontece 14 comigo. Sucumbo à banalidade, me distraio e permito que o insulfilm me cubra os olhos. Iludo-me que estou vendo, mas não 15 estou.
(Eliane Brum – Revista Época, 29 jun. 2009, adaptado.)
Assinale a alternativa correta acerca das relações sintáticas presentes no período que segue: “Os que querem entrar já não importam, porque nos iludimos que são tão diferentes de nós, que temos a sorte de estar dentro, que não faz mais diferença” (linhas 10-11).
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1233326 Química
Uma amostra de água natural da Fonte Vida Longa foi analisada quanto ao teor de cálcio. A amostra de 200,0mL foi misturada com excesso do íon oxalato para assegurar a precipitação completa do íon cálcio como CaC₂O₄ . O precipitado obtido foi filtrado, lavado e calcinado em um cadinho com uma massa de 25,000g quando vazio. A massa do cadinho mais óxido de cálcio foi de 25,112g. Acerca disso, pode-se afirmar que a concentração de cálcio (em %(m/v)) na amostra analisada foi de: (Dados: Ca – Coluna 2; 40,00 u; O – Coluna 16; 16,00 u; C – Coluna 14; 12,00 u)
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1225095 Português
A urna e a escola A parte menos informada do eleitorado é em tese a mais sujeita à manipulação. Isso é um problema para a democracia porque, segundo escreveu o cientista político Leonardo Barreto na Folha de S. Paulo, “ela é um sistema interminável que funciona na base da tentativa e erro: punindo os políticos ruins e premiando os bons”. O melhor da frase de Barreto é a classificação da democracia como um “sistema interminável”. Ela não fecha. Quem fecha, e afirma-se como ponto final das possibilidades de boa condução das sociedades, é a ditadura. Por sua própria natureza, a democracia convida a um perpétuo exercício de reavaliação. Isso quer dizer que, para bem funcionar, exige crítica. Ora, mais apto a exercer a crítica é em tese – sempre em tese – quem passou pela escola. Como resolver o problema do precário nível educacional do eleitorado? Solução fácil e cirúrgica seria extirpar suas camadas iletradas. Cassem-se os direitos políticos dos analfabetos e semianalfabetos e pronto: cortou-se o mal pela raiz. A história eleitoral do Brasil é um desfile de cassações a parcelas da população. No período colonial, só podiam eleger e ser eleitos os “homens bons”, curiosa e maliciosa expressão que transpõe um conceito moral – o de “bom” – para uma posição social. “Homens bons” eram os que não tinham o “sangue infecto” – não eram judeus, mouros, negros, índios nem exerciam “ofício mecânico” – não eram camponeses, artesãos nem viviam de alguma outra atividade manual. Sobravam os nobres representantes da classe dos proprietários e poucos mais. No período imperial, o critério era a renda; só votava quem a usufruísse a partir de certo mínimo. As mulheres só ganharam direito de voto em 1932. Os analfabetos, em 1985. Sim, cassar parte do eleitorado se encaixaria na tradição brasileira. Mas, ao mesmo tempo – que pena –, atentaria contra a democracia. Esta será tão mais efetiva quanto menos restrições contiver à participação popular. Quanto mais restrições, mais restritiva será ela própria. Outra solução, menos brutal, e por isso mesmo advogada, esta, sim, amplamente, é a conversão do voto obrigatório em voluntário. A suposição é que as camadas menos educadas são as mais desinteressadas das eleições. Portanto, seriam as primeiras a desertar. O raciocínio é discutível. Por um lado, o ambiente em que se pode ou não votar pode revelar-se muito mais favorável à arregimentação de eleitores em troca de favores, ou a forçá-los a comparecer às urnas mediante ameaça. Por outro, a atração da praia, do clube ou da viagem, se a eleição cai num dia de sol, pode revelar-se irresistível a ponto de sacrificar o voto mesmo entre os mais bem informados. A conclusão é que o problema não está no eleitorado. Não é nele que se deve mexer. Tê-lo numeroso e abrangente é uma conquista da democracia brasileira. O problema está na outra ponta – a da escola. Não tê-la, ou tê-la em precária condição, eis o entrave dos entraves, o que expõe o Brasil ao atraso e ao vexame. (Roberto Pompeu de Toledo. Revista Veja, 28 de julho de 2010, ed. 2175, p. 162. Fragmento, com adaptações)
A expressão destacada está corretamente analisada em: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: CEEERS
Q1211532 Engenharia Química e Química Industrial
Em um viscosímetro de bola, uma esfera de vidro com 1 cm de diâmetro cai em escoamento laminar por um tubo vertical cheio de água a 25 °C. Qual a velocidade máxima, aproximada, que essa esfera atinge?
Dados: viscosidade da água a 25 ºC: 8,9 x 10⁻⁴ N.s.m⁻²; densidade da água a 25 ºC: 997,0 kg.m⁻³; densidade relativa do vidro: 2,6; aceleração da gravidade: 9,8 m.s⁻².
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: Prefeitura de Vitória - ES
Q1195127 Enfermagem
A transferência dos recursos federais destinados ao custeio de ações e serviços de saúde é organizada na forma de blocos de financiamento. Atualmente, os blocos de financiamento são:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: IDAF-ES Prova: FUNCAB - 2010 - IDAF-ES - Engenheiro Químico |
Q198002 Legislação Estadual
É uma penalidade observada na Lei Estadual n° 7.058/ 2002 – E.S. – quando ocorrem infrações administrativas:

Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: IDAF-ES Prova: FUNCAB - 2010 - IDAF-ES - Engenheiro Químico |
Q198001 Direito Ambiental
São di retrizes insti tuídas pela Lei n° 5.818/1998 que criou a Política Estadual de Recursos Hídricos do Estado do Espírito Santo, EXCETO:

Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: IDAF-ES Prova: FUNCAB - 2010 - IDAF-ES - Engenheiro Químico |
Q198000 Direito Ambiental
O Decreto Estadual n° 1.777-R / 2007 dispõe sobre o Sistema de Licenciamento e Controle das Atividades Poluidoras ou Degradadoras do Meio Ambiente denominado SILCAP. Para efeitos deste decreto, julgue os itens que se subseguem e assinale a alternativa correta.

Alternativas
Respostas
2481: E
2482: B
2483: E
2484: D
2485: D
2486: E
2487: B
2488: B
2489: C
2490: A
2491: A
2492: A
2493: E
2494: E
2495: E
2496: E
2497: B
2498: B
2499: A
2500: C