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A classificação dos números em conjuntos numéricos facilita a compreensão das operações matemáticas e das propriedades envolvidas em cada tipo de número. Considerando os conjuntos dos números naturais, inteiros, racionais, irracionais, reais e complexos, analise as assertivas:
I. O resultado da operação 7 − 12 é um número inteiro negativo e pertence ao conjunto dos números reais.
II. O número 5/2 é classificado como número racional e pode ser representado na forma decimal exata.
III. O número √9 é classificado como número irracional, por ser resultado de uma raiz quadrada.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Em uma situação prática de organização de materiais, um depósito recebe uma barra metálica com comprimento de 1,5 metro, um recipiente com capacidade de 2 litros de líquido e um saco contendo 3 quilogramas de um produto em pó. Para fins de controle interno, todas as medidas devem ser registradas, respectivamente, em centímetros, mililitros e gramas.
Considerando as conversões corretas entre as unidades de medida envolvidas, assinale a alternativa que apresenta os valores adequadamente convertidos.
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Eu era muito diferente de meus irmãos
Jurava que tinha sido trocado no hospital. Toda criança experimenta essa suspeita, que é uma curiosidade sadia do amor, ao lado dos questionamentos sobre ser desejado ou não.
Eu culpava o mundo por ter nascido tão bagunçado e atrapalhado; nada melhor do que começar acusando meus pais, detentores da verdade sobre minha origem.
Até porque me mostrava bem diferente de meus irmãos: Miguel e Rodrigo, de cabelos cacheados; ou Carla, com um rostinho simétrico, esculpido helenicamente.
Minha feição afundava como uma tina para pisar uvas.
Só resta uma imagem do meu período inicial, com alguns dias de existência. Já possuía olheiras de ressaca, decorrentes talvez de uma madrugada em claro dentro do ventre.
O pescoço não suportava a cabeça enorme, que tropicava levemente para a esquerda. Eu vestia um tip top branco, que acentuava o caráter de assombração, somando-se à minha pele pálida.
Não tirei a hipótese da minha cuca. Tios pegavam no meu pé, em recorrentes chacotas na residência dos avós, aproveitando a minha natural desconfiança para dizer que eu tinha nascido cheio de brotoeja e que, na hora da alta, não constava mais nenhuma marca. Faziam-me crer em duas pessoas distintas: uma no parto e outra ao ir para casa, enrolada na manta.
Existia uma sutileza em minha versão. Não defendia a ideia de ter sido adotado, baseada numa escolha consciente, mas me valia da teoria de ter sido fruto de um engano, vítima de uma confusão no berçário.
Ser adotado me orgulharia. Eu mantinha a crença de que meus pais haviam tomado para si o filho errado.
Desde cedo, investiguei minha vida. Não consegui provar falsidade alguma, tampouco atestar sua veracidade. Não me bastavam o teste do pezinho, a certidão de nascimento, o DNA.
Eu partia do princípio de que me encontrava num lar perfeito, que não combinava comigo, tão torto e problemático: um lento patinho na casca, no meio de cisnes nadando velozes.
Inclusive na escola, para a minha professora, eu divulgava a minha estrambólica tese. Impaciente com a minha precoce crise de identidade, a mãe decidiu terminar de vez com a novela, que estava passando dos limites.
Ela me chamou para a cozinha. Sentou-se na minha frente, calma e resoluta, e retirou uma fotografia de um envelope pardo. Analisei friamente aqueles traços.
Era a minha cópia cuspida e escarrada; entretanto, não era eu.
— É seu avô. Viu? Não há como você não ser de nossa família.
Conformado, baixei o queixo. Quando a mãe concluiu que eu não iria mais reclamar, exclamei, impregnado de pena: “Coitado, ele também foi trocado no hospital!”
Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Eu era muito diferente de meus irmãos
Jurava que tinha sido trocado no hospital. Toda criança experimenta essa suspeita, que é uma curiosidade sadia do amor, ao lado dos questionamentos sobre ser desejado ou não.
Eu culpava o mundo por ter nascido tão bagunçado e atrapalhado; nada melhor do que começar acusando meus pais, detentores da verdade sobre minha origem.
Até porque me mostrava bem diferente de meus irmãos: Miguel e Rodrigo, de cabelos cacheados; ou Carla, com um rostinho simétrico, esculpido helenicamente.
Minha feição afundava como uma tina para pisar uvas.
Só resta uma imagem do meu período inicial, com alguns dias de existência. Já possuía olheiras de ressaca, decorrentes talvez de uma madrugada em claro dentro do ventre.
O pescoço não suportava a cabeça enorme, que tropicava levemente para a esquerda. Eu vestia um tip top branco, que acentuava o caráter de assombração, somando-se à minha pele pálida.
Não tirei a hipótese da minha cuca. Tios pegavam no meu pé, em recorrentes chacotas na residência dos avós, aproveitando a minha natural desconfiança para dizer que eu tinha nascido cheio de brotoeja e que, na hora da alta, não constava mais nenhuma marca. Faziam-me crer em duas pessoas distintas: uma no parto e outra ao ir para casa, enrolada na manta.
Existia uma sutileza em minha versão. Não defendia a ideia de ter sido adotado, baseada numa escolha consciente, mas me valia da teoria de ter sido fruto de um engano, vítima de uma confusão no berçário.
Ser adotado me orgulharia. Eu mantinha a crença de que meus pais haviam tomado para si o filho errado.
Desde cedo, investiguei minha vida. Não consegui provar falsidade alguma, tampouco atestar sua veracidade. Não me bastavam o teste do pezinho, a certidão de nascimento, o DNA.
Eu partia do princípio de que me encontrava num lar perfeito, que não combinava comigo, tão torto e problemático: um lento patinho na casca, no meio de cisnes nadando velozes.
Inclusive na escola, para a minha professora, eu divulgava a minha estrambólica tese. Impaciente com a minha precoce crise de identidade, a mãe decidiu terminar de vez com a novela, que estava passando dos limites.
Ela me chamou para a cozinha. Sentou-se na minha frente, calma e resoluta, e retirou uma fotografia de um envelope pardo. Analisei friamente aqueles traços.
Era a minha cópia cuspida e escarrada; entretanto, não era eu.
— É seu avô. Viu? Não há como você não ser de nossa família.
Conformado, baixei o queixo. Quando a mãe concluiu que eu não iria mais reclamar, exclamei, impregnado de pena: “Coitado, ele também foi trocado no hospital!”
Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
No trecho “Carla, com um rostinho simétrico, esculpido helenicamente”, a palavra helenicamente pertence à classe dos __________, pois modifica o sentido do termo a que se vincula, expressando circunstância de modo.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Eu era muito diferente de meus irmãos
Jurava que tinha sido trocado no hospital. Toda criança experimenta essa suspeita, que é uma curiosidade sadia do amor, ao lado dos questionamentos sobre ser desejado ou não.
Eu culpava o mundo por ter nascido tão bagunçado e atrapalhado; nada melhor do que começar acusando meus pais, detentores da verdade sobre minha origem.
Até porque me mostrava bem diferente de meus irmãos: Miguel e Rodrigo, de cabelos cacheados; ou Carla, com um rostinho simétrico, esculpido helenicamente.
Minha feição afundava como uma tina para pisar uvas.
Só resta uma imagem do meu período inicial, com alguns dias de existência. Já possuía olheiras de ressaca, decorrentes talvez de uma madrugada em claro dentro do ventre.
O pescoço não suportava a cabeça enorme, que tropicava levemente para a esquerda. Eu vestia um tip top branco, que acentuava o caráter de assombração, somando-se à minha pele pálida.
Não tirei a hipótese da minha cuca. Tios pegavam no meu pé, em recorrentes chacotas na residência dos avós, aproveitando a minha natural desconfiança para dizer que eu tinha nascido cheio de brotoeja e que, na hora da alta, não constava mais nenhuma marca. Faziam-me crer em duas pessoas distintas: uma no parto e outra ao ir para casa, enrolada na manta.
Existia uma sutileza em minha versão. Não defendia a ideia de ter sido adotado, baseada numa escolha consciente, mas me valia da teoria de ter sido fruto de um engano, vítima de uma confusão no berçário.
Ser adotado me orgulharia. Eu mantinha a crença de que meus pais haviam tomado para si o filho errado.
Desde cedo, investiguei minha vida. Não consegui provar falsidade alguma, tampouco atestar sua veracidade. Não me bastavam o teste do pezinho, a certidão de nascimento, o DNA.
Eu partia do princípio de que me encontrava num lar perfeito, que não combinava comigo, tão torto e problemático: um lento patinho na casca, no meio de cisnes nadando velozes.
Inclusive na escola, para a minha professora, eu divulgava a minha estrambólica tese. Impaciente com a minha precoce crise de identidade, a mãe decidiu terminar de vez com a novela, que estava passando dos limites.
Ela me chamou para a cozinha. Sentou-se na minha frente, calma e resoluta, e retirou uma fotografia de um envelope pardo. Analisei friamente aqueles traços.
Era a minha cópia cuspida e escarrada; entretanto, não era eu.
— É seu avô. Viu? Não há como você não ser de nossa família.
Conformado, baixei o queixo. Quando a mãe concluiu que eu não iria mais reclamar, exclamei, impregnado de pena: “Coitado, ele também foi trocado no hospital!”
Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Eu era muito diferente de meus irmãos
Jurava que tinha sido trocado no hospital. Toda criança experimenta essa suspeita, que é uma curiosidade sadia do amor, ao lado dos questionamentos sobre ser desejado ou não.
Eu culpava o mundo por ter nascido tão bagunçado e atrapalhado; nada melhor do que começar acusando meus pais, detentores da verdade sobre minha origem.
Até porque me mostrava bem diferente de meus irmãos: Miguel e Rodrigo, de cabelos cacheados; ou Carla, com um rostinho simétrico, esculpido helenicamente.
Minha feição afundava como uma tina para pisar uvas.
Só resta uma imagem do meu período inicial, com alguns dias de existência. Já possuía olheiras de ressaca, decorrentes talvez de uma madrugada em claro dentro do ventre.
O pescoço não suportava a cabeça enorme, que tropicava levemente para a esquerda. Eu vestia um tip top branco, que acentuava o caráter de assombração, somando-se à minha pele pálida.
Não tirei a hipótese da minha cuca. Tios pegavam no meu pé, em recorrentes chacotas na residência dos avós, aproveitando a minha natural desconfiança para dizer que eu tinha nascido cheio de brotoeja e que, na hora da alta, não constava mais nenhuma marca. Faziam-me crer em duas pessoas distintas: uma no parto e outra ao ir para casa, enrolada na manta.
Existia uma sutileza em minha versão. Não defendia a ideia de ter sido adotado, baseada numa escolha consciente, mas me valia da teoria de ter sido fruto de um engano, vítima de uma confusão no berçário.
Ser adotado me orgulharia. Eu mantinha a crença de que meus pais haviam tomado para si o filho errado.
Desde cedo, investiguei minha vida. Não consegui provar falsidade alguma, tampouco atestar sua veracidade. Não me bastavam o teste do pezinho, a certidão de nascimento, o DNA.
Eu partia do princípio de que me encontrava num lar perfeito, que não combinava comigo, tão torto e problemático: um lento patinho na casca, no meio de cisnes nadando velozes.
Inclusive na escola, para a minha professora, eu divulgava a minha estrambólica tese. Impaciente com a minha precoce crise de identidade, a mãe decidiu terminar de vez com a novela, que estava passando dos limites.
Ela me chamou para a cozinha. Sentou-se na minha frente, calma e resoluta, e retirou uma fotografia de um envelope pardo. Analisei friamente aqueles traços.
Era a minha cópia cuspida e escarrada; entretanto, não era eu.
— É seu avô. Viu? Não há como você não ser de nossa família.
Conformado, baixei o queixo. Quando a mãe concluiu que eu não iria mais reclamar, exclamei, impregnado de pena: “Coitado, ele também foi trocado no hospital!”
Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Eu era muito diferente de meus irmãos
Jurava que tinha sido trocado no hospital. Toda criança experimenta essa suspeita, que é uma curiosidade sadia do amor, ao lado dos questionamentos sobre ser desejado ou não.
Eu culpava o mundo por ter nascido tão bagunçado e atrapalhado; nada melhor do que começar acusando meus pais, detentores da verdade sobre minha origem.
Até porque me mostrava bem diferente de meus irmãos: Miguel e Rodrigo, de cabelos cacheados; ou Carla, com um rostinho simétrico, esculpido helenicamente.
Minha feição afundava como uma tina para pisar uvas.
Só resta uma imagem do meu período inicial, com alguns dias de existência. Já possuía olheiras de ressaca, decorrentes talvez de uma madrugada em claro dentro do ventre.
O pescoço não suportava a cabeça enorme, que tropicava levemente para a esquerda. Eu vestia um tip top branco, que acentuava o caráter de assombração, somando-se à minha pele pálida.
Não tirei a hipótese da minha cuca. Tios pegavam no meu pé, em recorrentes chacotas na residência dos avós, aproveitando a minha natural desconfiança para dizer que eu tinha nascido cheio de brotoeja e que, na hora da alta, não constava mais nenhuma marca. Faziam-me crer em duas pessoas distintas: uma no parto e outra ao ir para casa, enrolada na manta.
Existia uma sutileza em minha versão. Não defendia a ideia de ter sido adotado, baseada numa escolha consciente, mas me valia da teoria de ter sido fruto de um engano, vítima de uma confusão no berçário.
Ser adotado me orgulharia. Eu mantinha a crença de que meus pais haviam tomado para si o filho errado.
Desde cedo, investiguei minha vida. Não consegui provar falsidade alguma, tampouco atestar sua veracidade. Não me bastavam o teste do pezinho, a certidão de nascimento, o DNA.
Eu partia do princípio de que me encontrava num lar perfeito, que não combinava comigo, tão torto e problemático: um lento patinho na casca, no meio de cisnes nadando velozes.
Inclusive na escola, para a minha professora, eu divulgava a minha estrambólica tese. Impaciente com a minha precoce crise de identidade, a mãe decidiu terminar de vez com a novela, que estava passando dos limites.
Ela me chamou para a cozinha. Sentou-se na minha frente, calma e resoluta, e retirou uma fotografia de um envelope pardo. Analisei friamente aqueles traços.
Era a minha cópia cuspida e escarrada; entretanto, não era eu.
— É seu avô. Viu? Não há como você não ser de nossa família.
Conformado, baixei o queixo. Quando a mãe concluiu que eu não iria mais reclamar, exclamei, impregnado de pena: “Coitado, ele também foi trocado no hospital!”
Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
No texto, o narrador reconstrói memórias de infância a partir de uma percepção de não pertencimento, marcada por comparações familiares, ironia e autodepreciação. A partir da leitura atenta do texto, analise as assertivas a seguir.
I. A suspeita de ter sido trocado no hospital funciona como metáfora para um conflito identitário precoce, relacionado à sensação de inadequação do narrador em seu núcleo familiar.
II. As descrições físicas exageradas e autoirônicas contribuem para um tom humorístico que atenua a dimensão afetiva do conflito vivido pelo narrador.
III. A revelação final da fotografia do avô resolve completamente a crise do narrador, eliminando o sentimento de deslocamento que permeia o texto.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
I.Manter o veículo limpo, arejado e com lixeiras disponíveis contribui para a prevenção de doenças respiratórias e infecciosas.
II.É adequado permitir que as crianças compartilhem garrafas de água e alimentos, desde que estejam sentadas, pois isso favorece a socialização.
III.Observar sinais como febre, vômitos, manchas na pele ou extremo abatimento pode ajudar na identificação precoce de problemas de saúde.
IV.O monitor deve comunicar à escola e, sempre que possível, aos pais ou responsáveis, qualquer alteração significativa no estado de saúde da criança observada durante o transporte.
Está CORRETO o que se afirma em:
Acerca do assunto, assinale a alternativa CORRETA.
Considerando as noções de primeiros socorros que o monitor de transporte escolar deve possuir, assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma conduta adequada nessa situação.
Sobre as atribuições desse profissional, assinale a alternativa que NÃO está de acordo com essa forma de atuação.
Considerando os objetivos dos Núcleos de Educação Infantil e Escolas Infantis e o papel do monitor no transporte, assinale a alternativa CORRETA.
Considerando o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), os objetivos da Educação Infantil e as atribuições do monitor, assinale a alternativa INCORRETA.
I.O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estabelece que é dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do Poder Público, assegurar, com absoluta prioridade, direitos como vida, saúde e educação.
II.O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê regras específicas para veículos destinados à condução de escolares, exigindo autorização do órgão de trânsito, inspeção semestral e equipamentos de segurança.
III.As normas de proteção do ECA e do CTB não se aplicam ao transporte escolar, pois regulam apenas o ambiente interno da escola.
Está CORRETO o que se afirma em:
Coluna I − Aspecto do desenvolvimento
1.Motor
2.Social
3.Emocional
4.Intelectual
Coluna II − Situações observadas no transporte
(__)Criança consegue subir e descer do veículo com menor apoio, usando o corrimão com segurança.
(__)Criança combina com colegas quem sentará ao seu lado, negocia e respeita um acordo feito entre o grupo.
(__)Criança entende a regra de usar o cinto de segurança e consegue explicar ao colega por que isso é importante.
(__)Criança chora e demonstra medo intenso em dias de chuva forte, buscando aproximação do monitor.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA de associação, de cima para baixo:
I.O monitor deve ouvir as preocupações dos pais com respeito, evitando discutir ou expor divergências na frente das crianças.
II.É correto comentar, com outros pais, detalhes pessoais sobre o comportamento de uma criança observada no transporte, para "alertar" a comunidade.
III.O monitor deve registrar e repassar à direção ou coordenação da escola situações graves observadas no trajeto, como suspeita de violência ou negligência.
IV.É aceitável que o monitor trate com maior gentileza somente as crianças cujos responsáveis valorizam seu trabalho, reservando a atenção especial a esse grupo.
Assinale a alternativa CORRETA: