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“Além do fortalecimento muscular, do aumento da capacidade cardiopulmonar e da melhora da estética, abandonar o sedentarismo também pode ser benéfico para o sono, o humor e a memória.” (linhas 1 e 2): Além de fortalecer os músculos, aumentar a capacidade cardiopulmonar e melhorar a estética, abandonar o sedentarismo também pode beneficiar o sono, o humor e a memória.


“proporcionando” (linha 19) por o que proporciona.


“pois” (linha 18) por por quê.


As orações “que os níveis de repouso do corpo” (linhas 14 e 15) e “que sofrem de transtornos de humor” (linha 20) têm sentido restritivo.


À linha 6, estaria mantida a correção gramatical do texto caso fosse inserida uma vírgula imediatamente após o termo “dia”, dada a repetição do conector “e”.


Os vocábulos “saúde”, “vigília” e “contínuo” são acentuados graficamente de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica.


No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
Entende‐se da leitura do texto que a prática regular de
exercício físico é um importante fator no combate à
depressão e à ansiedade.


O texto consiste na descrição detalhada das mais avançadas técnicas aeróbicas para proteger o organismo humano dos efeitos nefastos do estresse e proporcionar o bem‐estar físico e mental do indivíduo.
Configura contravenção penal relativa à organização do trabalho o exercício das atividades de educação física pelo interessado que não preencha as condições a que por lei está subordinado seu exercício.
Salvo quando autorizado pelo presidente do Conselho Federal, somente os profissionais regularmente registrados nos Conselhos Regionais de Educação Física poderão exercer as atividades de educação física.
O estágio não obrigatório, que é desenvolvido como atividade opcional, com vistas a ampliar os conhecimentos práticos do estudante, não confere necessariamente ao estagiário direito à percepção de bolsa ou outra forma de contraprestação.
Os agentes de integração respondem civilmente pela indicação de estagiários com vistas à realização de atividades não compatíveis com a programação curricular de seus cursos.
A gravidade do fato deve ser levada em consideração pelo juiz na fase de fixação das penas pela prática de atos de improbidade administrativa.
Por não ter praticado diretamente o ato de improbidade administrativa, o sucessor daquele que causar lesão ao patrimônio público ou enriquecer ilicitamente não está obrigado ao ressarcimento do dano, ainda que até o limite do valor da herança.
Somente o agente público que recebe remuneração e que ocupa cargo, emprego ou função na Administração Pública pode responder como sujeito ativo pela prática de ato de improbidade administrativa.
A lesão ao patrimônio público não acarreta, necessariamente, o dever e a obrigação de integral ressarcimento do dano.
A extensão do dano causado e o proveito patrimonial obtido pelo agente ímprobo são critérios que nortearão o juiz ao fixar as penas pela prática de ato de improbidade administrativa.
Tanto o agente público ímprobo quanto o terceiro beneficiário do ato de improbidade administrativa, nos casos de enriquecimento ilícito, perderão os bens ou valores acrescidos irregularmente a seus patrimônios.
O titular de órgão administrativo que delegou parte de sua competência a outro poderá revogar o ato de delegação a qualquer tempo.
Ao revogar o ato administrativo por motivos de conveniência e oportunidade, a Administração deverá respeitar os direitos adquiridos.