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Mulher, 35 anos de idade, primigesta, idade gestacional de 34 semanas e 5 dias, pela DUM. É portadora de diabetes melito tipo 1 desde os 10 anos de idade e hipertensão arterial crônica diagnosticada há 3 anos. No momento, está internada na enfermaria de obstetrícia de alto risco para controle clínico. Em uso de insulina humana recombinante (NPH), insulina regular (conforme tabela) e metildopa 750 mg/dia. Na evolução do dia de hoje, a gestante apresenta-se em bom estado geral, hidratada, corada, sem queixas, pressão arterial: 123×84 mmHg, sem edema de membros inferiores. A tabela a seguir mostra o perfil glicêmico (mg/dL) da última semana.

Ao ultrassom: idade gestacional de 34 semanas e 5 dias, pela DUM, feto único, cefálico, com batimentos cardíacos ritmicos e presença de movimentos respiratórios, placenta anterior grau I, índice de líquido amniótico 7,5 cm, maior bolsão vertical de 2,3 cm, peso fetal estimado 2.180 g (percentil 12 de Hadlock), Doppler da artéria umbilical com IP acima do percentil 97, diástole presente em todo o trajeto, Doppler da artéria cerebral média abaixo do percentil 3. A imagem a seguir apresenta o traçado cardiotocográfico obtido (o asterisco indica o estímulo sonoro realizado).

Considerando os dados clínicos apresentados, qual a hipótese diagnóstica e conduta recomendada, respectivamente?
Mulher, 35 anos de idade, primigesta, idade gestacional de 34 semanas e 5 dias, pela DUM. É portadora de diabetes melito tipo 1 desde os 10 anos de idade e hipertensão arterial crônica diagnosticada há 3 anos. No momento, está internada na enfermaria de obstetrícia de alto risco para controle clínico. Em uso de insulina humana recombinante (NPH), insulina regular (conforme tabela) e metildopa 750 mg/dia. Na evolução do dia de hoje, a gestante apresenta-se em bom estado geral, hidratada, corada, sem queixas, pressão arterial: 123×84 mmHg, sem edema de membros inferiores. A tabela a seguir mostra o perfil glicêmico (mg/dL) da última semana.

Ao ultrassom: idade gestacional de 34 semanas e 5 dias, pela DUM, feto único, cefálico, com batimentos cardíacos ritmicos e presença de movimentos respiratórios, placenta anterior grau I, índice de líquido amniótico 7,5 cm, maior bolsão vertical de 2,3 cm, peso fetal estimado 2.180 g (percentil 12 de Hadlock), Doppler da artéria umbilical com IP acima do percentil 97, diástole presente em todo o trajeto, Doppler da artéria cerebral média abaixo do percentil 3. A imagem a seguir apresenta o traçado cardiotocográfico obtido (o asterisco indica o estímulo sonoro realizado).

Classifique o traçado da cardiotocografia e indique a nota do perfil biofísico fetal.
• Primeira avaliação:
- AV corrigida: 20/30 (OD), 20/40 (OE)
- Biomicroscopia: guttae centrais, sem edema estromal periférico.
- Endotélio periférico preservado, densidade celular periférica: 2.100 células/mm2.
- CCT (espessura corneana central): 570 μm.
- Conduta adotada: tratamento clínico + observação.
• Avaliação após 18 meses:
- AV corrigida: 20/60 (OD), 20/100 (OE)
- Edema corneano central persistente.
- Densidade celular periférica: 1.800 células/mm2.
- CCT: 650 μm (OE), 610 μm (OD).
- Edema estromal periférico discreto em OE.
Considerando a evolução do quadro e as opções cirúrgicas disponíveis, qual é a conduta mais apropriada para o olho esquerdo neste momento?
Texto para a questão
Mulher, 35 anos de idade, assintomática, realizou ultrassonografia de rotina que evidenciou nódulo hepático em lobo direito. Nega comorbidades, refere uso de anticoncepcional oral há 7 anos. Exame físico sem alterações, IMC de 27,2 kg/m2. Realizou ressonância magnética de abdome superior com contraste hepatoespecífico, que evidenciou nódulo hipervascular no setor posterior direito, medindo 7,0 cm. As imagens da ressonância são apresentadas seguir:

Texto para a questão
Mulher, 24 anos de idade, sem comorbidades, procurou atendimento após achado incidental de massa na cauda do pâncreas, identificada em ultrassonografia de rotina. Foi realizada tomografia de abdome para complementação diagnóstica, apresentada a seguir:

Laudo: lesão expansiva localizada na cauda do pâncreas, medindo cerca de 9 cm com contornos bem definidos e cápsula aparente. A lesão apresenta áreas sólidas e císticas em seu interior, além de calcificações periféricas. Observa-se realce discreto a moderado das porções sólidas nas fases arterial e portal, após a administração do contraste iodado
Texto para a questão
Homem, 59 anos de idade, hipertenso controlado, apresenta há 6 meses epigastralgia e perda ponderal de 13 kg no período (peso prévio 75 kg). Pontuação pela escala de desempenho do Eastern Cooperative Oncology Group (ECOG) 1. Realizou investigação, sendo encontrada, na endoscopia digestiva alta, lesão úlcero-infiltrativa, iniciando 4 cm abaixo da transição esofagogástrica e comprometendo até o antro proximal, lesão friável e com redução da distensibilidade gástrica. Piloro e duodeno livres de neoplasia. A biópsia revelou adenocarcinoma gástrico tipo difuso de Lauren, com células em anel de sinete. A tomografia computadorizada de abdome pode ser visualizada nas imagens a seguir:

Texto para a questão
Homem, 65 anos de idade, sem comorbidades, em estado geral regular, com perda ponderal de 10 kg nos últimos três meses. Refere dor abdominal com irradiação dorsal. Evoluiu com icterícia, colúria e acolia fecal. Submetido à CPRE, com colocação de prótese biliar plástica, encontra-se, atualmente, anictérico. Dosagem de CA 19-9: 1.250 U/mL (valor de referência: até 37 U/mL). A tomografia computadorizada de abdome é mostrada na imagem a seguir:

Laudo: lesão sólida infiltrativa em processo uncinado do pâncreas, com envolvimento vascular da artéria e veia mesentérica superiores, em menos do que 180°, sem sinais de trombose. Tronco celíaco e seus ramos livres de acometimento tumoral.






Texto para a questão.
Recém-nascido a termo, com diagnóstico pré-natal de polidrâmnio associada a imagem abdominal sugestiva de dilatação intestinal no ultrassom. Apresentou ao nascimento saída de grande quantidade de líquido após passagem de sonda orogástrica (40 mL), com persistência de drenagem de líquido bilioso pela sonda. Radiografia simples de abdome apresentava padrão obstrutivo. Apesar do bom estado geral, foi indicada laparotomia exploradora que evidenciou o achado demonstrado na imagem a seguir:

Texto para a questão.
Recém-nascido a termo, com diagnóstico pré-natal de polidrâmnio associada a imagem abdominal sugestiva de dilatação intestinal no ultrassom. Apresentou ao nascimento saída de grande quantidade de líquido após passagem de sonda orogástrica (40 mL), com persistência de drenagem de líquido bilioso pela sonda. Radiografia simples de abdome apresentava padrão obstrutivo. Apesar do bom estado geral, foi indicada laparotomia exploradora que evidenciou o achado demonstrado na imagem a seguir:

