Questões de Concurso Para técnico de edificações

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Q3846460 Português
A questão da prova de Língua Portuguesa refere-se ao texto a seguir:


Insônia infeliz e feliz (Clarice Lispector)


Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da noite, pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o quê? O nada. E o telefone à mão.

Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente despertar no meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído. Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.


LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
Os verbos no texto encontram-se majoritariamente no presente do indicativo, apontando para ações descritas com certo grau de verdade e concretude.

No entanto, há usos que indicam outros sentidos, como
Alternativas
Q3846459 Português
A questão da prova de Língua Portuguesa refere-se ao texto a seguir:


Insônia infeliz e feliz (Clarice Lispector)


Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da noite, pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o quê? O nada. E o telefone à mão.

Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente despertar no meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído. Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.


LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
Assinale a opção em que o valor do elemento destacado está incorretamente explicado.
Alternativas
Q3846458 Português
A questão da prova de Língua Portuguesa refere-se ao texto a seguir:


Insônia infeliz e feliz (Clarice Lispector)


Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da noite, pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o quê? O nada. E o telefone à mão.

Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente despertar no meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído. Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.


LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
Assinale a opção correta sobre a característica que classifica o texto como uma crônica.
Alternativas
Q3846457 Português
A questão da prova de Língua Portuguesa refere-se ao texto a seguir:


Insônia infeliz e feliz (Clarice Lispector)


Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da noite, pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o quê? O nada. E o telefone à mão.

Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente despertar no meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído. Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.


LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
O texto explora o uso de orações coordenadas assindéticas, que imprimem um ritmo acelerado à narrativa.
Assinale a opção em que não se observa este uso.
Alternativas
Q3846456 Português
A questão da prova de Língua Portuguesa refere-se ao texto a seguir:


Insônia infeliz e feliz (Clarice Lispector)


Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da noite, pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o quê? O nada. E o telefone à mão.

Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente despertar no meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído. Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.


LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
Observe a frase: “Então fico sentada na sala, sentindo” e julgue as sentenças a seguir:

I. Não há sujeito expresso na oração.
II. Não há sujeito porque ficar é um verbo de estado; portanto, impessoal.
III. O sujeito se faz saber pela desinência do verbo.
IV. Observa-se um caso de sujeito simples, com um só núcleo.

Estão corretas
Alternativas
Q3846455 Português
A questão da prova de Língua Portuguesa refere-se ao texto a seguir:


Insônia infeliz e feliz (Clarice Lispector)


Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da noite, pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o quê? O nada. E o telefone à mão.

Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente despertar no meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído. Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.


LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
Assinale a opção em que o elemento destacado funciona como complemento do verbo.
Alternativas
Q3846454 Português
A questão da prova de Língua Portuguesa refere-se ao texto a seguir:


Insônia infeliz e feliz (Clarice Lispector)


Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da noite, pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o quê? O nada. E o telefone à mão.

Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente despertar no meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído. Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.


LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
No trecho: “Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão”, a palavra em destaque apresenta referência
Alternativas
Q3846453 Português
A questão da prova de Língua Portuguesa refere-se ao texto a seguir:


Insônia infeliz e feliz (Clarice Lispector)


Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da noite, pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o quê? O nada. E o telefone à mão.

Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente despertar no meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído. Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.


LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
Assinale a opção em que se observa uma linguagem em sentido figurado.
Alternativas
Q3846452 Português
A questão da prova de Língua Portuguesa refere-se ao texto a seguir:


Insônia infeliz e feliz (Clarice Lispector)


Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da noite, pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o quê? O nada. E o telefone à mão.

Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente despertar no meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído. Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.


LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
A presença dos sinais de interrogação no primeiro parágrafo indica
Alternativas
Q3846451 Português
A questão da prova de Língua Portuguesa refere-se ao texto a seguir:


Insônia infeliz e feliz (Clarice Lispector)


Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da noite, pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o quê? O nada. E o telefone à mão.

Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente despertar no meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído. Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.


LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
Sobre o texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q3798568 Português
Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE a lacuna.

“Identifica-se manchas escuras em paredes internas, compatíveis com mofo e bolor. Esses organismos proliferam em condições climáticas favoráveis, especialmente em ambientes ______.”
Alternativas
Q3798567 Edificações
Durante a execução de fundações, o Técnico precisa avaliar o comportamento hidráulico do terreno. Nessa análise do solo, indica a porcentagem de seu volume de vazios preenchido por água. Esse índice físico corresponde CORRETAMENTE ao: 
Alternativas
Q3798566 Edificações
Em obra, precisa-se entender como a carga aplicada se espalha no terreno, como o caso de uma sapata de fundação. As linhas que unem pontos do subsolo com o mesmo aumento de tensão recebem o CORRETO nome de: 
Alternativas
Q3798565 Edificações
A topografia é fundamental em diferentes etapas da construção civil, desde a compra do terreno até a execução da obra. Considerando suas aplicações práticas, assinale a alternativa em que a topografia NÃO é empregada.
Alternativas
Q3798564 Edificações
Após o anteprojeto e antes dos projetos básicos, precisa-se de um orçamento que permite calcular quantidades aproximadas de aço, concreto e fôrmas. Diante disso, assinale a alternativa CORRETA que contenha o nome desse orçamento.
Alternativas
Q3798563 Edificações
Durante uma vistoria em obra, o Técnico em Edificações deve analisar o tipo de solo para definir a fundação adequada. Segunda a distribuição granulométrica, os solos grossos são CORRETAMENTE aqueles que apresentam maior abundância de:
Alternativas
Q3798562 Edificações
Em um edifício público em uso, uma bomba hidráulica falhou durante o expediente. Cabe avaliar os impactos da intervenção após a falha.
Considerando as características do processo, assinale a alternativa CORRETA que contenha uma consequência típica da manutenção corretiva.
Alternativas
Q3798561 Edificações
No desenho técnico, é comum a utilização de um instrumento específico que permite aplicar escalas sem necessidade de cálculos, agilizando o trabalho do profissional. Nesse contexto, assinale a alternativa CORRETA que contenha o nome desse instrumento.
Alternativas
Q3798560 Edificações
No acompanhamento de obra, a fiscalização integra o Controle da Qualidade ao verificar o atendimento às especificações e critérios de aceitação. Nesse tema, assinale a alternativa CORRETA que apresenta uma vantagem da fiscalização em obras.
Alternativas
Q3798559 Edificações
Durante a inspeção de uma residência, identificou-se trincas inclinadas próximas de 45° em algumas paredes, juntamente com afundamento entre dois pontos da fundação. Esse tipo de manifestação patológica está MAIS PROVAVELMENTE associado a:
Alternativas
Respostas
101: A
102: D
103: E
104: B
105: A
106: D
107: A
108: E
109: D
110: B
111: A
112: C
113: D
114: E
115: B
116: D
117: B
118: E
119: A
120: B