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Ser síndico não é fácil. Além das cobranças de uns e da inadimplência de outros, ele está sujeito a passar por desonesto. A esse respeito, um ex-síndico formulou as seguintes proposições:
— Se o síndico troca de carro ou reforma seu apartamento, dizem que ele usou dinheiro do condomínio em benefício próprio. (P1)
— Se dizem que o síndico usou dinheiro do condomínio em benefício próprio, ele fica com fama de desonesto. (P2)
— Logo, se você quiser manter sua fama de honesto, não queira ser síndico. (P3)
Com referência às proposições P1, P2 e P3 acima, julgue o item a seguir.
Considerando que P1 e P2 sejam as premissas de um argumento
de que P3 seja a conclusão, é correto afirmar que, do ponto de
vista lógico, o texto acima constitui um argumento válido.
— Mário, você não vai tirar férias este ano de novo? Você trabalha demais!
— Ah, João, aquele que trabalha com o que gosta está sempre de férias.
Considerando o diálogo acima, julgue o item seguinte, tendo como referência a declaração de Mário.
Se as proposições “João trabalha com o que gosta” e “João não
está sempre de férias” forem verdadeiras, então a declaração de
Mário, quando aplicada a João, será falsa.
— Mário, você não vai tirar férias este ano de novo? Você trabalha demais!
— Ah, João, aquele que trabalha com o que gosta está sempre de férias.
Considerando o diálogo acima, julgue o item seguinte, tendo como referência a declaração de Mário.
“Se o indivíduo estiver sempre de férias, então ele trabalha
com o que gosta” é uma proposição equivalente à declaração
de Mário.
— Mário, você não vai tirar férias este ano de novo? Você trabalha demais!
— Ah, João, aquele que trabalha com o que gosta está sempre de férias.
Considerando o diálogo acima, julgue o item seguinte, tendo como referência a declaração de Mário.
A proposição “Enquanto trabalhar com o que gosta, o
indivíduo estará de férias” é uma forma equivalente à
declaração de Mário.
— Mário, você não vai tirar férias este ano de novo? Você trabalha demais!
— Ah, João, aquele que trabalha com o que gosta está sempre de férias.
Considerando o diálogo acima, julgue o item seguinte, tendo como referência a declaração de Mário.
A declaração de Mário é equivalente a “Se o indivíduo
trabalhar com o que gosta, então ele estará sempre de férias”.
— Mário, você não vai tirar férias este ano de novo? Você trabalha demais!
— Ah, João, aquele que trabalha com o que gosta está sempre de férias.
Considerando o diálogo acima, julgue o item seguinte, tendo como referência a declaração de Mário.
A negação da declaração de Mário pode ser corretamente
expressa pela seguinte proposição: “Aquele que não trabalha
com o que não gosta não está sempre de férias”.
Considerando o Código de Ética e Conduta Empresarial do SERPRO, julgue o item seguinte.
A missão do SERPRO é tornar-se líder na criação de soluções
em tecnologia da informação e comunicação para a formulação
de políticas públicas no país.
Considerando o Código de Ética e Conduta Empresarial do SERPRO, julgue o item seguinte.
A capacidade de inovação é um dos fatores críticos que
direcionam o comportamento e a ação do SERPRO.
O documento abaixo constitui exemplo de um tipo de comunicação oficial que, salvo algumas adaptações, segue o padrão ofício.
__n.° 0014/2013-CC-PR
Brasília, 26 de fevereiro de 2013
Senhora Presidenta da República,
Submeto à consideração de Vossa Excelência a proposta anexa de Código de Conduta da Administração Federal, elaborado com a importante contribuição da Comissão de Ética Pública, criada pelo Decreto n.° 32, de 26 de maio de 2003.
A linguagem do Código é simples e acessível, com o objetivo de assegurar a clareza das regras de conduta do administrador, de modo que a sociedade possa sobre elas exercer o controle inerente ao regime democrático.
Além de o administrador ter de comportar-se de acordo com as normas estipuladas, o Código exige que ele observe o decoro inerente ao cargo.
A medida proposta visa à melhoria qualitativa dos padrões de conduta da administração pública, de maneira que este documento, uma vez aprovado, juntamente com o anexo Código de Conduta da Administração Federal, poderá informar a atuação das autoridades federais, permitindo-me sugerir a publicação de ambos os textos, para imediato conhecimento e aplicação.
Essas, Senhora Presidenta da República, são as razões que fundamentam a proposta que ora submeto à consideração de Vossa Excelência.
Atenciosamente,
Fulana de Tal
Ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República
Com fundamento no Manual de Redação da Presidência da República, julgue o seguinte item, relativo à adequação da linguagem e do formato da correspondência oficial acima apresentada.
A forma de tratamento empregada no vocativo “Senhora
Presidenta da República” está adequada ao gênero de
correspondência oficial expedida e à autoridade a que está
dirigida.
No que diz respeito aos argumentos e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item que se segue.
Da leitura do texto depreende-se que as TICs representam a
nova base tecnoprodutiva em conhecimento e podem ser
consideradas as principais difusoras de progresso técnico nos
dias de hoje, além de constituírem elemento estratégico das
organizações e instituições.
No que se refere às estruturas linguísticas do texto, julgue o item.
A correção gramatical do texto seria preservada caso o verbo
permitir, no segmento “o que exige o desenvolvimento de um
novo quadro conceitual e analítico que permita
captar” (l.9-10), fosse flexionado no pretérito imperfeito do
mesmo modo verbal (subjuntivo): permitisse.
A partir das ideias e dos argumentos suscitados pelo texto, julgue o item subsequente.
No texto, é abordada a necessidade de se lidar com as
tendências e mudanças derivadas das novas formas de
conhecimento, objeto do que se denomina, hoje, por era do
conhecimento.
Os peritos devem ser selecionados entre profissionais de nível universitário, devidamente inscritos no órgão de classe competente, sendo o juiz livre para indicar os peritos, entre quaisquer cidadãos, nas localidades onde não houver pessoas qualificadas.
Compete à autoridade judiciária indeferir, quando da produção de prova pericial, quesitos impertinentes, não relacionados ao objeto de discussão da demanda.
Na petição inicial, o autor poderá requerer perícia, desde que formule os respectivos quesitos. Não obtida a conciliação, o réu terá o prazo de dez dias para, caso seja conveniente, formular os seus próprios quesitos e requerer perícia.
É facultado ao perito instruir o laudo com plantas, desenhos, fotografias e quaisquer outras peças que julgar necessário, devendo apresentá-lo em cartório no prazo fixado pelo juiz, pelo menos vinte dias antes da audiência de instrução e julgamento.
Os motivos de impedimento e suspeição aplicam-se tanto aos peritos quanto aos assistentes técnicos.
Conforme o CPC, a função da perícia judicial é fornecer ao juiz que atua no processo elementos de convicção sobre fatos que dependem de conhecimento técnico ou científico.
As provas testemunhal, documental, pericial e a confissão são meios de prova aceitos tanto no CPC quanto no CPP.
De acordo com o CPP, na falta de perito oficial para realizar as perícias, o exame poderá ser realizado por uma pessoa idônea, portadora de diploma de curso superior, preferencialmente em área relacionada com a natureza do exame.

