Questões de Concurso
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O planejamento em saúde dispensa a participação dos conselhos de saúde, por ser uma atividade técnica restrita aos profissionais com especialização em gestão.
A base do planejamento em saúde são os dados quantitativos de produtividade, como o número de curativos ou consultas realizados pela equipe de enfermagem.
A matriz SWOT é uma ferramenta de planejamento que permite ao enfermeiro analisar as forças, oportunidades, fraquezas e ameaças da unidade de saúde ou do serviço de enfermagem.
O orçamento participativo na saúde é uma estratégia que permite à população decidir diretamente sobre a alocação de parte dos recursos financeiros da secretaria de saúde.
A territorialização é uma etapa do planejamento que permite a organização dos serviços de saúde com base na lógica da proximidade e das necessidades da população adstrita.
O polo base é a unidade de referência na rede de serviços do DSEI, sendo responsável por coordenar a assistência das equipes multidisciplinares de saúde indígena (EMSI) dentro das aldeias.
As casas de saúde indígena (CASAI) são unidades destinadas à internação de longa permanência para pacientes que não possuem rede familiar na cidade.
O distrito sanitário especial indígena (DSEI) é a unidade de gestão territorializada do SASISUS, definida por critérios étnicos, geográficos e linguísticos, e não por divisões político-administrativas estaduais ou municipais.
O princípio da atenção diferenciada autoriza a oferta de serviços de saúde com menor rigor técnico e científico em áreas indígenas, devido à dificuldade de acesso.
O agente indígena de saúde (AIS) e o agente indígena de saneamento (AISAN) devem, preferencialmente, pertencer à própria comunidade em que atuam.
Na gestão do SUS, a equidade manifesta-se na priorização de recursos financeiros para regiões com piores indicadores socioeconômicos e epidemiológicos.
O atendimento integral obriga que o Estado forneça qualquer tratamento disponível no mundo, independentemente de protocolos clínicos ou evidências científicas nacionais.
O princípio da integralidade não abrange a assistência farmacêutica e o transporte sanitário, considerados componentes acessórios.
O Cartão Nacional de Saúde (CNS) permite a identificação do usuário em qualquer ponto da rede, viabilizando a concretização do princípio da universalidade.
O princípio da universalidade implica que o Estado deve garantir o acesso a todos os níveis de assistência, sendo a porta de entrada preferencial a atenção primária.
A coordenação de políticas públicas em saúde dispensa a análise territorial quando existem diretrizes nacionais consolidadas.
A existência de conselho local elimina conflitos entre gestores e comunidade.
O mapeamento de atores estratégicos contribui para a identificação de lideranças formais e informais relevantes à implementação de ações de saúde.
Estudos técnicos destinados à tomada de decisão devem explicitar limites metodológicos e incertezas das informações utilizadas.
A assinatura institucional dispensa a identificação nominal do responsável técnico pelo estudo.