Questões de Concurso Para cuidador

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Q2486698 Português
Texto CG3A1

            A crise durou minutos. Fiquei encolhido, trêmulo, com a testa gelada, o corpo retesado, os músculos das costas contraídos e a boca cerrada para não bater os dentes, à espera do calor que as cobertas não traziam.
               O termômetro marcou 40,2 graus. Os calafrios eram o prenúncio de uma doença que por pouco não me levou desta para outra melhor, como diria minha avó. Tomei um comprimido de dipirona e dormi novamente. Às sete, levantei indisposto, com o corpo moído e as pernas combalidas, para ir a uma reunião na faculdade de medicina.
              Foi uma luta para não pegar no sono no meio da discussão. No jardim da faculdade, a caminho da rua, achei prudente voltar para casa. Um pouco de repouso me deixaria em condições de ir à penitenciária do estado depois do almoço, para o atendimento aos presos, atividade iniciada nesse presídio após a implosão do Carandiru.
           Apesar da intenção, não consegui sair. Passei a tarde qual cachorro decrépito, caindo em cima do computador enquanto tentava escrever minha coluna de jornal. Afora a falta de energia, no entanto, nenhum sintoma de gripe, resfriado ou outra enfermidade.
              À noitinha a febre retornou alta, acompanhada dos mesmos calafrios e de dor nas costas. Tentei fazer o que muitas vezes aconselhei a meus pacientes nessas crises: respirar fundo e relaxar. Não sei onde aprendi recomendação tão inútil para quem não é monge budista nem vive nas montanhas do Tibete. Relaxar, com o corpo tremendo feito vara verde? Na febre alta, as toxinas cravam as garras nos músculos e entorpecem o cérebro. O pensamento fica fragmentado, fugidio, em estado de introspecção. A astenia deixa o corpo avesso aos mínimos esforços.

Drauzio Varella. O médico doente.
São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 10-11 (com adaptações).  

Julgue o item subsequente, acerca da significação de palavras empregadas no texto CG3A1.


O vocábulo “prenúncio” (segundo período do segundo parágrafo) está empregado com o mesmo sentido de sinal.

Alternativas
Q2486697 Português
Texto CG3A1

            A crise durou minutos. Fiquei encolhido, trêmulo, com a testa gelada, o corpo retesado, os músculos das costas contraídos e a boca cerrada para não bater os dentes, à espera do calor que as cobertas não traziam.
               O termômetro marcou 40,2 graus. Os calafrios eram o prenúncio de uma doença que por pouco não me levou desta para outra melhor, como diria minha avó. Tomei um comprimido de dipirona e dormi novamente. Às sete, levantei indisposto, com o corpo moído e as pernas combalidas, para ir a uma reunião na faculdade de medicina.
              Foi uma luta para não pegar no sono no meio da discussão. No jardim da faculdade, a caminho da rua, achei prudente voltar para casa. Um pouco de repouso me deixaria em condições de ir à penitenciária do estado depois do almoço, para o atendimento aos presos, atividade iniciada nesse presídio após a implosão do Carandiru.
           Apesar da intenção, não consegui sair. Passei a tarde qual cachorro decrépito, caindo em cima do computador enquanto tentava escrever minha coluna de jornal. Afora a falta de energia, no entanto, nenhum sintoma de gripe, resfriado ou outra enfermidade.
              À noitinha a febre retornou alta, acompanhada dos mesmos calafrios e de dor nas costas. Tentei fazer o que muitas vezes aconselhei a meus pacientes nessas crises: respirar fundo e relaxar. Não sei onde aprendi recomendação tão inútil para quem não é monge budista nem vive nas montanhas do Tibete. Relaxar, com o corpo tremendo feito vara verde? Na febre alta, as toxinas cravam as garras nos músculos e entorpecem o cérebro. O pensamento fica fragmentado, fugidio, em estado de introspecção. A astenia deixa o corpo avesso aos mínimos esforços.

Drauzio Varella. O médico doente.
São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 10-11 (com adaptações).  

Julgue o item subsequente, acerca da significação de palavras empregadas no texto CG3A1.


No último período do texto, “astenia” significa tontura.  

Alternativas
Q2486694 Português
Texto CG3A1

            A crise durou minutos. Fiquei encolhido, trêmulo, com a testa gelada, o corpo retesado, os músculos das costas contraídos e a boca cerrada para não bater os dentes, à espera do calor que as cobertas não traziam.
               O termômetro marcou 40,2 graus. Os calafrios eram o prenúncio de uma doença que por pouco não me levou desta para outra melhor, como diria minha avó. Tomei um comprimido de dipirona e dormi novamente. Às sete, levantei indisposto, com o corpo moído e as pernas combalidas, para ir a uma reunião na faculdade de medicina.
              Foi uma luta para não pegar no sono no meio da discussão. No jardim da faculdade, a caminho da rua, achei prudente voltar para casa. Um pouco de repouso me deixaria em condições de ir à penitenciária do estado depois do almoço, para o atendimento aos presos, atividade iniciada nesse presídio após a implosão do Carandiru.
           Apesar da intenção, não consegui sair. Passei a tarde qual cachorro decrépito, caindo em cima do computador enquanto tentava escrever minha coluna de jornal. Afora a falta de energia, no entanto, nenhum sintoma de gripe, resfriado ou outra enfermidade.
              À noitinha a febre retornou alta, acompanhada dos mesmos calafrios e de dor nas costas. Tentei fazer o que muitas vezes aconselhei a meus pacientes nessas crises: respirar fundo e relaxar. Não sei onde aprendi recomendação tão inútil para quem não é monge budista nem vive nas montanhas do Tibete. Relaxar, com o corpo tremendo feito vara verde? Na febre alta, as toxinas cravam as garras nos músculos e entorpecem o cérebro. O pensamento fica fragmentado, fugidio, em estado de introspecção. A astenia deixa o corpo avesso aos mínimos esforços.

Drauzio Varella. O médico doente.
São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 10-11 (com adaptações).  

Com base nas ideias veiculadas no texto CG3A1, julgue o seguinte item.


Pelo relato apresentado, é correto descrever a febre do narrador como reincidente.

Alternativas
Q2486692 Português
Texto CG3A1

            A crise durou minutos. Fiquei encolhido, trêmulo, com a testa gelada, o corpo retesado, os músculos das costas contraídos e a boca cerrada para não bater os dentes, à espera do calor que as cobertas não traziam.
               O termômetro marcou 40,2 graus. Os calafrios eram o prenúncio de uma doença que por pouco não me levou desta para outra melhor, como diria minha avó. Tomei um comprimido de dipirona e dormi novamente. Às sete, levantei indisposto, com o corpo moído e as pernas combalidas, para ir a uma reunião na faculdade de medicina.
              Foi uma luta para não pegar no sono no meio da discussão. No jardim da faculdade, a caminho da rua, achei prudente voltar para casa. Um pouco de repouso me deixaria em condições de ir à penitenciária do estado depois do almoço, para o atendimento aos presos, atividade iniciada nesse presídio após a implosão do Carandiru.
           Apesar da intenção, não consegui sair. Passei a tarde qual cachorro decrépito, caindo em cima do computador enquanto tentava escrever minha coluna de jornal. Afora a falta de energia, no entanto, nenhum sintoma de gripe, resfriado ou outra enfermidade.
              À noitinha a febre retornou alta, acompanhada dos mesmos calafrios e de dor nas costas. Tentei fazer o que muitas vezes aconselhei a meus pacientes nessas crises: respirar fundo e relaxar. Não sei onde aprendi recomendação tão inútil para quem não é monge budista nem vive nas montanhas do Tibete. Relaxar, com o corpo tremendo feito vara verde? Na febre alta, as toxinas cravam as garras nos músculos e entorpecem o cérebro. O pensamento fica fragmentado, fugidio, em estado de introspecção. A astenia deixa o corpo avesso aos mínimos esforços.

Drauzio Varella. O médico doente.
São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 10-11 (com adaptações).  

Com base nas ideias veiculadas no texto CG3A1, julgue o seguinte item.


O plano do narrador de repousar para se sentir melhor e, em seguida, ir à penitenciária foi frustrado pelo retorno da febre. 

Alternativas
Q2484511 Pedagogia
A Lei Nº 10.639, de janeiro de 2003, incluiu o artigo 26-A na Lei de Diretrizes e Bases (LDB), estabelecendo a obrigatoriedade do ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira no ensino fundamental e médio. A redação desse artigo foi alterada pela Lei nº 11.645, de 2008, que estabelece a obrigatoriedade do/da:
Alternativas
Q2484510 Pedagogia
Conforme apontado por Luckesi (2011), a avaliação da aprendizagem representa uma ferramenta pedagógica à disposição do educador, destinada a auxiliar o educando na busca de sua autoconstrução e no desenvolvimento do seu modo de estar na vida, por meio de aprendizagens bem-sucedidas. Sobre o processo de avaliação pode-se afirmar que:
Alternativas
Q2484509 Pedagogia
Segundo o artigo 32 da Lei de Diretrizes e Bases, Nº 9.394/96, após reformulação e a redação dada pela Lei nº 11.274, de 2006 o ensino fundamental, obrigatório e com duração de 9 anos, gratuito na escola pública, tem como finalidade a formação básica do cidadão, com ingresso das crianças aos: 
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Q2484508 Pedagogia
O Plano Municipal de Educação de São Gonçalo caracteriza a educação especial como uma modalidade de ensino que permeia todos os níveis, etapas e modalidades. Essa abordagem visa disponibilizar recursos e serviços, além de implementar o Atendimento Educacional Especializado – AEE. No que diz respeito aos alunos, público-alvo da educação especial, o PME defende que é:
Alternativas
Q2484507 Pedagogia
As teorias da aprendizagem são princípios, conceitos e pressupostos elaborados para explicar o processo de aprender. Uma delas enfatiza o papel ativo do aluno na construção do seu próprio conhecimento, defendendo que a aprendizagem é um processo interno, no qual os indivíduos atribuem significado às suas experiências por meio de interações, reflexões e assimilação de novas informações em seus esquemas cognitivos existentes. Nessa abordagem, o desenvolvimento da inteligência ocorre de forma gradual, através de estágios ou períodos, marcados pelo surgimento de novas formas de organização do pensamento. Essa concepção está associada à teoria conhecida como:
Alternativas
Q2484506 Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro
O Município é pessoa jurídica de direito público interno e unidade territorial que integra a República Federativa do Brasil. De acordo com o disposto, a respeito da organização político administrativa, na Lei Orgânica de São Gonçalo:
Alternativas
Q2484505 Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro
O servidor público recebe vencimento na condição de retribuição pecuniária devida pelo efetivo exercício do cargo. Além do vencimento, existem vantagens previstas no Estatuto do Servidor. De acordo com esse documento:
Alternativas
Q2484504 Direito Administrativo
A Posse é o ato que complementa a investidura do nomeado no cargo público e, por meio dela, o aprovado passa à condição de servidor público. A posse: 
Alternativas
Q2484503 Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro
Para o provimento de cargo público na esfera municipal é necessário o preenchimento de algumas condições, conforme determinado em lei. Nesse sentido, é condição básica para a investidura:
Alternativas
Q2484502 Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro
A pessoa legalmente investida em cargo público se submete ao Estatuto do Servidor Público Municipal do Município de São Gonçalo. Além disso, essa lei é a norma regente para o quadro de:
Alternativas
Q2484501 História e Geografia de Estados e Municípios
A maior parte do Produto Interno Bruto do município de São Gonçalo envolve o setor terciário da economia. Os setores secundário e, especialmente, o primário, possuem uma importância minoritária na economia gonçalense. Este quadro econômico de São Gonçalo decorre:
Alternativas
Q2484500 História e Geografia de Estados e Municípios
No passado, São Gonçalo contou com um notável parque industrial. Contudo, em decorrência de um processo intenso de desindustrialização, a realidade vivida no passado já não se aplica mais ao município, devido:
Alternativas
Q2484499 História e Geografia de Estados e Municípios
Nas décadas de 1940 e 1950, São Gonçalo possuiu um importante parque industrial, considerado o maior do estado do Rio de Janeiro, sendo, a cidade, apelidada de:
Alternativas
Q2484498 História e Geografia de Estados e Municípios
Com relação aos patrimônios históricos de São Gonçalo, o único que é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico Nacional, o IPHAN, é a: 
Alternativas
Q2484497 História e Geografia de Estados e Municípios
Os símbolos municipais de São Gonçalo instituídos pela Deliberação nº 557/69, de 10 de setembro de 1969, aprovada pela Câmara de Vereadores e sancionada pelo prefeito Dr. Osmar Leitão Rosa são: 
Alternativas
Q2484496 Noções de Informática
Entre as ferramentas Google, o antigo pacote G-Suíte e, atualmente, o Google Workspace oferecem diversos aplicativos, cada um com uma função bem definida. Assim, um deles possibilita a programação de reuniões e eventos com rapidez e recebimento de lembretes às futuras atividades para se ficar sempre informado. Ele foi criado para equipes, com o objetivo de facilitar o compartilhamento da agenda com outras pessoas e a criação de várias delas de uso compartilhado. Outro aplicativo pode ser usado no ambiente corporativo, como uma ferramenta de videoconferência, tendo padrão HD e acomodando até 500 participantes. Com esse aplicativo, é possível realizar a gravação da reunião online e controlar a interação dos participantes.

Esses programas são conhecidos, respectivamente, como Google:
Alternativas
Respostas
3161: C
3162: E
3163: C
3164: E
3165: B
3166: D
3167: C
3168: A
3169: B
3170: C
3171: A
3172: D
3173: B
3174: D
3175: D
3176: A
3177: D
3178: A
3179: C
3180: A